Tenda projeta forte avanço operacional e financeiro em 2026 e reforça estratégia de crescimento sustentável

A Construtora Tenda, referência nacional em habitação popular, apresentou hoje, em reunião pública com analistas e investidores, os principais destaques do ano e as projeções financeiras para 2026, reforçando a consolidação de um ciclo de crescimento orientado por disciplina de capital, eficiência operacional e solidez financeira. O CFO da companhia, Luiz Maurício Garcia, destacou que 2025 foi marcado pelo fortalecimento da estrutura corporativa, pela melhoria consistente dos indicadores financeiros e pelo avanço de iniciativas que elevam a previsibilidade e a produtividade da operação.
 

No campo financeiro, o guidance divulgado para 2026 projeta um ano de desempenho robusto. O EBITDA da operação Tenda deve alcançar entre R$ 950 milhões e R$ 1,05 bilhão, enquanto as Vendas Líquidas devem variar entre R$ 5,0 bilhões e R$ 5,5 bilhões, refletindo a resiliência comercial e o portfólio concentrado em regiões estratégicas. Para o consolidado, a empresa projeta um Resultado Líquido entre R$ 520 milhões e R$ 600 milhões, reforçando a expectativa de expansão consistente de margem e geração de valor ao acionista.
 

Segundo Garcia, o próximo ano marca uma nova fase para a companhia. “Entramos em 2026 com uma base sólida, mais eficientes, capitalizados e com uma estratégia clara de alocação de recursos. O guidance reflete nossa confiança na capacidade de entregar resultados crescentes, sustentáveis e alinhados ao nosso compromisso histórico com a habitação popular”, afirmou.
 

A companhia também destacou que sua estratégia seguirá ancorada em três pilares: foco geográfico, crescimento e maior exposição à faixa 3 do programa MCMV. O portfólio permanecerá concentrado em regiões de alta densidade, fortalecendo a competitividade comercial e a produtividade operacional.
 

Alea: foco em industrialização e eficiência

Durante o evento, a Tenda também compartilhou a agenda estratégica para a Alea, sua divisão industrializada em woodframe. A empresa reforçou os avanços conquistados na adoção da Casa 2.0, já presente em 100% dos lançamentos e os ganhos associados à industrialização crescente dos sistemas construtivos. Para 2026, a prioridade será intensificar a verticalização e consolidar a produção nas regiões de Ribeirão Preto, Bauru e Campinas, ampliando densidade operacional e preparando a divisão para capturar ganhos de escala ao longo do ano.
 

A expectativa é que a reorganização produtiva contribua para uma redução gradual do consumo de caixa da Alea, projetado entre R$ 60 milhões e R$ 80 milhões em 2026, preparando o caminho para o breakeven previsto para 2027.