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Gafisa registra crescimento de 81% nas vendas líquidas do 1º trimestre de 2022

 A Gafisa, uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, anuncia os resultados financeiros do 1º trimestre de 2022. A incorporadora registrou crescimento de 81% nas vendas líquidas em comparação com o mesmo período de 2021 e manteve o lucro líquido pelo sexto trimestre consecutivo.

O EBITDA ajustado totalizou R$59,9 milhões, superando em 212% o mesmo período do ano anterior. Foram concluídas ainda as obras de cinco empreendimentos em São Paulo, com 798 unidades e VGV equivalente a mais de R$437 milhões. “A forte performance comercial do primeiro trimestre, com 81% das vendas líquidas direcionadas ao segmento de médio alto e alto padrão, é reflexo da nossa estratégia focada no segmento de alto luxo”, explicou Guilherme Benevides, CEO da Gafisa Incorporadora e Construtora São Paulo.

No trimestre, a companhia lançou o empreendimento We Sorocaba, localizado no bairro de Botafogo, no Rio de Janeiro,com VGV de R$ 54,9 milhões. Nos últimos 12 meses a Gafisa lançou nove empreendimentos, sendo seis em São Paulo e três no Rio de Janeiro, somando R$1,74 bilhão em VGV bruto.

Foram três empreendimentos pré lançados em São Paulo, com estandes operando e campanhas publicitárias em vigor. São eles, Stratos Bandeira Paulista, no Itaim Bibi, Envolve Vila Mariana e Hotel Go Inn República, que representam R$436,4 milhões de VGV entre lançados e pré lançados no trimestre.

A Gafisa Capital, unidade de investimentos imobiliários da Gafisa, captou ainda R$80 milhões em uma segunda transação com a Kinea Investimentos. Os recursos serão aplicados para a construção de um empreendimento de alto luxo, no Itaim Bibi, na capital paulista.

A unidade de negócios já captou R$400 milhões em sete meses de operação em transações com o mercado que alavancaram o crescimento da companhia somando mais de R$1,7 bilhão em VGV.

A performance operacional é reflexo do processo de retomada de crescimento da companhia, iniciado pela nova gestão em 2019. “Os planos são claros. Queremos nos posicionar como a principal empresa do mercado imobiliário de alto luxo, concretizando os projetos mais icônicos e sofisticados do país”, conclui Nelson Tanure, membro do Conselho de Administração.

Com esse resultado, a Gafisa já tem 80% do seu estoque em empreendimentos de médio alto e alto padrão, sendo que 97% dos produtos estão concentrados em São Paulo e Rio de Janeiro.

Fundo Imobiliário que investe em imóveis com pendências oferece desempenho significativo a cotistas em vendas de suas propriedades

Com o objetivo de proporcionar aos cotistas a valorização e a rentabilidade por meio de transações envolvendo ativos imobiliários estressados provenientes de esteiras judiciais e retomados por bancos – uma classe de ativos tradicionalmente inacessível, opaca e ilíquida, o fundo de investimento imobiliário (B3: ROOF11), atuante nesse mercado adquire propriedades por um valor descontado e, após regularizada a situação, os imóveis são vendidos por um valor maior, mas ainda abaixo do valor de avaliação de mercado.
 

Os ativos são diversos e podem ser frações ideais ou imóveis urbanos em sua integralidade, como casas e apartamentos residenciais, terrenos e lotes localizados no Estado de São Paulo. A proptech ROOFTOP, consultoria imobiliária especializada do ROOF11 pré-seleciona os imóveis para aquisição do fundo, mas é preciso que se enquadrem em alguns critérios, como:

  • Propriedade ou posse esteja sob discussão administrativa ou judicial;
  • Cujos proprietários tenham problemas de crédito ou liquidez, sejam réus em ações judiciais;
  • Cujos proprietários tenham processos administrativos de qualquer natureza, inclusive fiscais e trabalhistas;
  • Imóveis que estejam em processo de recuperação judicial, falência, liquidação judicial ou extrajudicial, insolvência civil, intervenção ou outros similares;
  • Imóveis que estejam sujeitos a ônus reais ou outros gravames contratuais, legais, judiciais ou administrativos, inclusive penhoras, arrestos, arrolamentos ou indisponibilidade;
  • Imóveis que sejam adquiridos em leilões ou vendas judiciais, ou em processos de execução judicial ou extrajudicial, recuperação judicial ou falência;
  • Ativos imobiliários que de outra forma estejam sujeitos a dúvidas ou dívidas que prejudiquem sua liquidez ou avaliação;
  • Imóveis que possuam pendências documentais ou de registro de qualquer natureza;
  • Ativos originados de carteiras imobiliárias de instituições financeiras (bancos) e que tenham alguma das características mencionadas nos itens acima.

A ROOFTOP anunciou hoje o relatório de performance de vendas iniciais de parte dos imóveis do portfólio do fundo. Com essas vendas, a ROOFTOP retornou 48% em capital aos investidores do fundo ROOF11 até o momento. As vendas em conjunto, apresentaram uma TIR líquida superior a 33%, representando um desempenho significativo em relação à subscrição e ao mercado.

“O veículo desempenha um papel importante para a sociedade, que por um lado provê liquidez de capital para credores em disputas judiciais, colocando fim às essas disputas, e por outro lado revitaliza e restaura os ativos imobiliários adquiridos que antes se encontravam com pendências jurídicas, financeiras e castigados por falta de zelo e manutenção. Assim, uma vez regularizados, os imóveis são ofertados ao mercado a preços atrativos já livres de suas pendências passadas, resultando em ganho de capital aos financiadores da nossa operação cursada por nossos fundos imobiliários”, afirma Daniel Gava, CEO da ROOFTOP.

Pesquisa: mais de 30 mil pessoas buscam mensalmente serviços de construção e reparos

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o número de trabalhadores autônomos no segundo trimestre de 2021 chegou a 24,8 milhões no país. E não é só o número de novos empreendedores que cresceu: a procura e demanda por serviços de construção também tem aumentado significativamente.

guiafacil.com, plataforma de buscas por negócios locais, divulgou que o número de pesquisas no segmento de materiais de construção é o de maior relevância entre os 6 milhões de acessos mensais na plataforma. A palavra-chave “materiais de construção” foi buscada mais de 30 mil vezes no site da empresa, seguida por prestadores de serviços, com 15 mil buscas, e eletricistas, com 12 mil. 

José Felipe, coordenador de Marketing, do Guia Fácil dá algumas dicas para quem atua nesse segmento. “Ter o seu nome e contato disponíveis em plataformas de divulgação, facilita muito que os contratantes consigam localizar os serviços. A internet é o maior cartão de visita. Por isso, contar com serviços que ofereçam soluções digitais é uma ótima opção”, conclui. 

Demandas de ajustes nas residências aumentaram durante a pandemia. Segundo dados divulgados pelo setor imobiliário, 16% das pessoas resolveram se mudar de suas casas ou apartamentos, enquanto outros 11% decidiram investir em reformas no lar. Segundo o porta voz do Guia Fácil, esses números mostram que, com a alta demanda, estar online é fundamental para se destacar e garantir boa rentabilidade. “Cada vez mais, migrar a relação com o cliente para o digital é viável para qualquer setor, incluindo o de construção. É algo que se torna simples e fundamental” conclui José Felipe.

Com mais de 25 anos de atuação, a empresa oferece soluções em comunicação para os mais variados segmentos. São sites de busca e produtos segmentados preparados para facilitar ao máximo a aproximação entre clientes e anunciantes. Sua principal plataforma, o guiafacil.com, possui mais de 6 milhões de acessos mensais e se posiciona como um dos principais portais de busca por negócios locais do país. Além dos produtos próprios, comercializa campanhas de Links Patrocinados. É uma das poucas empresas no Brasil com o selo Google Partner e foi premiada  internacionalmente pelo Google, com o título de Melhor Qualidade de Contas de Google Ads por duas vezes.

Preço do aluguel em São Paulo sobe 3,5% em 2022, segundo Imovelweb

De acordo com o relatório mensal de preços do Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, em 2022 o valor do aluguel em São Paulo acumulou uma alta de 3,5% – índice abaixo da inflação e muito abaixo do ajuste do Índice Geral de Preços do Mercado – IGP-M. O levantamento é baseado nas buscas realizadas pelos usuários no site durante o mês de abril.

O índice também apontou que o valor mensal do aluguel na capital paulista está R$ 3.374 para os apartamentos de 65 m² com dois quartos, subindo 1,6% em relação ao mês anterior.

Itaim Bibi é o bairro com maior preço médio de aluguel, custando R$ 4.891 por mês. Cidade Tiradentes ficou como o local mais econômico (R$ 962 mensais).

Veja os valores de aluguel nos demais bairros de São Paulo:

Mais baratos (R$)Variação MensalVariação Anual
CIDADE TIRADENTES962-0,8%-11,9%
LAJEADO1.3683,3%2,3%
BRASILÂNDIA1.467-2,5%-10,6%
Mais caros (R$)Variação MensalVariação Anual
PINHEIROS4.2281,9%-2,0%
MOEMA4.2452,1%0,3%
ITAIM BIBI4.8192,4%-1,9%

Imóveis à venda: preços em alta abaixo da inflação

Segundo o relatório, o preço médio em São Paulo para as propriedades à venda, fechou o mês de abril em R$ 9.690 por m², 0,1% acima do mês anterior. Em 2022, os valores acumularam uma alta de 1,3% – índice abaixo da inflação e do incremento da BOVESPA. Já para as novas unidades, o aumento foi de 3,2% neste ano.

Zona Oeste é a região mais cara da cidade, custando R$ 11.641 por m². Já a Zona Leste é mais barata, com um preço de R$ 5.262. A Zona Sul registrou o maior incremento interanual (+5,1%).

Valores dos imóveis à venda nas regiões de São Paulo:

RegiãoValor do m²Variação MensalVariação Anual
Leste5.2620,1%3,6%
Noroeste5.8980,1%3,3%
Sul6.5890,0%5,1%
Nordeste7.0390,0%3,5%
Sudeste7.6510,3%5,3%
Centro9.5560,0%1,4%
Centro-Sul10.9570,0%4,4%
Oeste11.6410,2%4,4%

Variação anual na cidade:

BairroValor do m² (R$/mês)Variação anual
ANHANGUERA5.410-9,1%
ITAIM PAULISTA4.505-3,6%
BOM RETIRO6.525-3,2%
CIDADE ADEMAR7.11311,5%
GUAIANASÉS4.43412,2%
PARELHEIROS8.60618,4%

Rentabilidade em São Paulo

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. O relatório de abril apontou um índice anual de 5,53% bruto anual, o que significa que são necessários 18,1 anos de aluguel para reembolsar o investimento de compra, 2,2% a menos que um ano atrás.

As regiões periféricas são aquelas que oferecem o maior retorno para os investidores que buscam por aluguel: Sul e Leste – acima de 6% anual.

Os bairros Jardim Helena e São Miguel apresentam-se como as melhores opções para os investidores.

Rentabilidade por região:

RegiãoRentabilidade
Nordeste5,2%
Centro-Sul5,4%
Sudeste5,5%
Centro5,5%
Noroeste5,6%
Oeste5,6%
Sul6,3%
Leste6,4%

Imóveis-SC e Creditas anunciam parceria para oferta de empréstimo com garantia de imóvel

Seguindo a estratégia de ampliação de ofertas relacionadas ao mercado imobiliário, o Imóveis-SC anuncia uma parceria com a fintech Creditas para a oferta de crédito com garantia. Com essa união de serviços das empresas, o cliente poderá solicitar, por meio  do portal do Imóveis-SC, uma simulação de crédito com garantia, que oferece taxas menores do que as praticadas por outras modalidades, colocando seu imóvel como garantia.

Juliano Depiné, CEO do Imóveis-SC, destaca que a novidade faz parte de uma série de novos serviços disponibilizados pela empresa, em uma movimentação de fortalecimento e expansão de mercado. “O crédito que tem o imóvel como garantia de pagamento traz uma flexibilização para o consumidor, com a possibilidade de poder investir em um novo ímovel ou outro negócio, criando novas fontes de renda para ele, a partir de prazos e condições que cabem no bolso. Nessa modalidade ele pode ainda antecipar a venda de um imóvel, recebendo até 60% do valor antes mesmo de concretizar a venda”, avalia.

A oferta do crédito com garantia já está disponível para os usuários do Imóveis-SC, no link https://emprestimo.imoveis-sc.com.br/. Ao simular o crédito que deseja, o cliente pode incluir seu imóvel como garantia, o que proporciona um acesso a taxas e condições facilitadas de pagamento, como juros a partir de 0,89% ao mês + IPCA, e até 240 meses para pagar. Além disso, o Imóveis-SC atua em todas as etapas do processo, em parceria com a Creditas, para entendimento da necessidade do consumidor e oferta da melhor proposta de crédito, de acordo com o perfil do solicitante. O processo ocorre de forma 100% online, o que agiliza a tomada de crédito e facilita a rotina do cliente.

Segundo a Vice Presidente da unidade Home da Creditas, Maria Teresa Fornea, a parceria com a Imóveis-SC vai permitir que mais pessoas tenham acesso ao crédito com garantia de imóvel e entendam suas possibilidades, além de reforçar a atuação da Creditas em uma das regiões que mais procuram a modalidade. “Queremos ajudar cada vez mais pessoas a realizarem seus projetos de vida e o home equity é uma modalidade que oferece ótimas possibilidades. A antecipação de venda, em que o proprietário recebe uma parte do valor do imóvel antes mesmo da venda, a troca de dívidas e até a entrada para a compra de um segundo imóvel são operações que podem ser realizadas com o crédito com garantia de imóvel”, afirma a executiva.

Plano&Plano soma R$372 mi em vendas no primeiro trimestre e estabelece novo recorde

Plano&Plano Desenvolvimento Imobiliário S.A. listada na B3 (PLPL3), divulga seus resultados referentes ao primeiro trimestre de 2022 (1T22).   A Companhia, com forte atuação nos segmentos de baixa e média renda na Região Metropolitana de São Paulo, estabeleceu um novo recorde de vendas em um trimestre, com a comercialização de 1.940 unidades, totalizando R$ 371,5 milhões em vendas líquidas.

O resultado é 10,8% maior em comparação ao 1T 2021, que foi de 335,2 milhões em vendas líquidas, e 22,0% maior que o trimestre imediatamente anterior (4T21).  “Mesmo diante a todos os desafios da economia, com pressão dos custos de produção e de inflação, conseguimos um equilíbrio entre um excelente ritmo de venda e o repasse gradual dos aumentos do INCC aos preços.

O déficit habitacional no país ainda é enorme, e a casa própria continua sendo o principal sonho das pessoas”, explica Rodrigo Luna, Diretor Vice-presidente e Presidente do Conselho de Administração da Plano&Plano.  A construtora e incorporadora, que completa 25 anos em 2022, atingiu um ROE (Retorno sobre Patrimônio Líquido, na tradução para o português) de 35% nos últimos 12 (doze) meses e encerrou o trimestre com um patrimônio líquido de R$ 332,1 milhões, 18,5% acima do patrimônio do final do mesmo período, em 2021 (R$ 280,1 milhões).   

O lançamento de três novos empreendimentos ano longo do primeiro trimestre totalizou R$ 267,6 milhões em volume geral de vendas (VGV), um crescimento de 161% em relação aos R$ 102,5 milhões lançados no 1T 2021. A receita líquida atingiu R$ 316,1 milhões no trimestre, valor 6,0% superior aos R$ 298,2 milhões registrados no 4T21 e 1,2% superior em relação aos R$ 312,3 milhões obtidos no primeiro trimestre do ano anterior.  

O maior crescimento nas vendas em comparação ao estoque permitiu que, em 31/03/2022, a Plano&Plano obtivesse um indicador de Vendas Sobre Oferta (VSO) de 41,2% referente aos últimos 12 (doze) meses, um aumento de 2,4 p.p. no VSO em relação aos 38,8% de 31/03/2021.  “Seguimos na trilha de um crescimento sustentável e consistente, mantendo nosso compromisso em proporcionar moradias de qualidade, de maneira rentável e com riscos controlados”, enfatiza Luna.  

Com um landbank concentrado na Região Metropolitana de São Paulo, sendo 98% na capital, a Companhia adquiriu ao longo do primeiro trimestre (1T22) dois novos terrenos em São Paulo, finalizando o período com um estoque de 1,2 milhões de metros quadrados, com potencial de vendas total de R$ 10 bilhões. 

Agnes Construtora lança lounge para aprimorar ainda mais a experiência dos clientes e fomentar negócios

A Agnes Construção e Incorporação lança o Lounge Agnes Experience, espaço exclusivo cujo objetivo é aproximar o cliente dos padrões de qualidade que a empresa entende como ideais em termos de conforto, sofisticação e tecnologia. De acordo com Mayara Agnes, diretora-executiva da companhia, o intuito é tornar a experiência dos clientes ainda mais encantadora e fomentar negócios.

O lançamento do lounge é um marco no mercado imobiliário na Cidade de Florianópolis. “Trata-se de um espaço totalmente automatizado, com inovações em todos os aspectos: som, iluminação, abertura e fechamento de portas, controles de acesso e muito mais. Lá, o cliente terá oportunidade de encontrar materiais diversificados para personalizar seu imóvel e valorizá-lo”, informa a diretora. 

Segundo ela, o espaço conta com salas de reuniões e de áudio e vídeo para que sejam viabilizadas parcerias entre clientes e fornecedores. “A ideia é que eles possam montar seu apartamento por completo dentro do lounge, com o apoio de parceiros selecionados e altamente capacitados”, explica Mayara. Para ela, é mais uma estratégia para garantir conforto aos clientes da Agnes.

Mayara revela que a empresa vem reformulando seu processo produtivo para propiciar experiências cada vez mais impactantes. A empresa adotou a metodologia BIM (Building Information Modeling) ou Modelagem da Informação da Construção, que envolve várias ferramentas, tecnologias e contratos para a geração e gestão de representações digitais das características físicas e funcionais de construções.

Com isso, a Agnes vem optando pela contratação de mão de obra própria, estendendo a metodologia para o canteiro de obras. “Hoje, são 35 colaboradores da Agnes apoiando os demais, garantindo que tudo saia como o planejado”, diz Mayara, complementando que a empresa criou um ambiente de trabalho em que foi possível captar os talentos. “Pedreiros, serventes, carpinteiros, todos fazem parte de um time que recebe remuneração diferenciada, além de treinamentos de capacitação e segurança. Queremos valorizar nossos talentos para que possam fazer sempre o melhor pelos nossos clientes”, finalizou a diretora.

Com R$ 1,1 bilhão de investimento, Resid chega ao mercado com uma inovadora operação de compartilhamento de imóveis de luxo

Os sócios Francisco Costa Neto, Paulo Henrique Barbosa (CEO) e Rafael Caiado (da esq. para dir.)

A economia compartilhada está mais presente no dia a dia e agora é a vez do mercado de imóveis de luxo em destinos turísticos. Lideranças dos setores de real estate, turismo e entretenimento se reuniram na Resid, que vem para transformar o mercado imobiliário de residências de férias. Com investimento previsto para os próximos 5 anos de R$ 1,1 bilhão, serão lançados empreendimentos em 12 dos principais destinos de lazer do país, o primeiro deles ainda neste ano. 

Empresas como The Ritz-Carlton, Four Seasons, 21-5 Club e Banyan Tree já atuam com o conceito de Private Residence Clubs na América do Norte, Europa e Ásia. Private Residence Clubs (PRCs), ou Clubes de Residências Privadas, é uma categoria do setor de Shared Ownership (Propriedade Compartilhada), a combinação perfeita de um serviço de hotel cinco estrelas com todas as vantagens da casa própria, em destinos exclusivos, onde os proprietários possuem a escritura deste imóvel – uma fração física e de tempo. Os PRCs incluem os tipos de comodidades e lazer que se espera de um hotel de luxo, como alta gastronomia, serviços de concierge, manobrista, mordomo, e atividades recreativas e esportivas. 

O mercado financeiro e de capitais em outros países tem visto as oportunidades no segmento imobiliário de luxo de férias com muito bons olhos, que pode se comprovar pelas rodadas de fundraising realizadas recentemente pela Kocomo e Pacaso. Kocomo, uma startup fundada na Cidade do México, levantou US$ 56 milhões em investimentos. A Pacaso, empresa americana, já captou um total de US$ 215 milhões em equity funding desde sua criação em 2020. Em setembro do ano passado, anunciou uma rodada de US$ 125 milhões em um valuation de US$ 1,5 bilhão.

A expectativa é que até o final de 2024, a Resid alcance um VGV (Valor Geral de Vendas) acumulado de R$ 6 bilhões.

Resid: viver bem vale cada segundo

O cenário pós-pandêmico mostrou ao mundo a possibilidade da combinação entre o trabalho remoto e o nomadismo. Trabalhar em qualquer lugar. Residir em qualquer lugar. Viver mais, ou seja, “ser” versus “ter”. E este é o propósito da Resid: viver bem vale cada segundo. A Resid cria uma nova categoria de produto no mercado brasileiro, permitindo um acesso inteligente, moderno e sustentável aos melhores empreendimentos de férias nos melhores destinos brasileiros. Para exemplificar, com R$ 180 mil será possível compartilhar uma fração de tempo em um clube de residência privada, onde o valor da residência integral poderia chegar a R$ 9 milhões.

Com destinos de luxo em foco, como Búzios (RJ), Fernando de Noronha (PE), Pipa (RN), Trancoso (BA) e muitos outros, os empreendimentos da Resid são de altíssimo padrão, unindo sofisticação, exclusividade e alta performance para proporcionar a melhor experiência aos proprietários nos destinos turísticos mais desejados do Brasil. 

São empreendimentos únicos, que respeitam a história e cultura de cada destino. São concebidos e construídos com os membros do clube de residência privada. Quem adquire um Resid compra muito mais que uma casa de férias. Passa a fazer parte de uma comunidade exclusiva, envolvendo também ofertas de lazer e turismo de luxo, e vive experiências memoráveis a cada hospedagem.

“A economia compartilhada não é mais uma tendência, é algo que já está aí em diversos momentos do nosso dia-a-dia. O ato que compartilhar não está ligado a uma classe econômica em específico, é algo que extrapola o benefício financeiro e tem muito a ver com comportamento de consumo e lifestyle”, avalia Paulo Henrique Barbosa, CEO da Resid. “No caso do mercado de real estate de residências de férias, o compartilhamento reduz o custo de aquisição e manutenção, além de resolver a “dor de cabeça” da manutenção e gestão do imóvel, por ter uma empresa profissional responsável. Estamos trazendo aos melhores destinos do país, um conceito comprovado e de sucesso em outras classes de ativos e também no imobiliário, em vários países do mundo. Ninguém mais quer ficar com um ativo parado e ocioso, isso é contratendência”, completa.

Como funciona o compartilhamento de imóveis de férias

Também conhecido como co-ownership, o modelo da Resid transforma o setor de turismo e residências de férias no Brasil, que consiste em que o proprietário adquira uma fração do imóvel e tenha o direito de uso por um tempo pré-determinado – a ser usado de forma flexível – de acordo com seus hábitos de férias.

A divisão permite que cada proprietário Resid utilize a casa, apartamento ou bangalô em um número específico de semanas por ano. O objetivo é que o membro usufrua do seu imóvel e tenha uma experiência única, seja com a posse integral da unidade ou apenas com uma fração. A beleza do negócio está em eliminar a ociosidade do ativo, já que os integrantes do clube privado Resid compartilham tanto o custo de aquisição do imóvel, como de manutenção.

Ter um imóvel de luxo nos melhores destinos do Brasil se torna uma realidade para várias famílias, que viverão experiências e momentos memoráveis em suas férias, todos os anos. Além de ser dono do imóvel, o proprietário ainda tem outras vantagens e benefícios, sendo membro do clube Resid. “O proprietário vai poder utilizar com quem ele quiser, quando ele quiser e onde for de sua vontade naquele momento. É claro que, para isso funcionar, existem regras para preservar a equidade dentro do nosso clube para todos os membros”, diz Paulo Henrique. O proprietário de um Resid terá acesso a outros empreendimentos pelo Brasil e pelo mundo, através de um programa de intercâmbio exclusivo (somente para membros).

Quem são os fundadores da Resid

Embora seja uma nova empresa, é uma iniciativa de profissionais que são referências no mercado. Entre os sócios-fundadores está Francisco Costa Neto, responsável por trazer a indústria de tempo compartilhado para o Brasil, em 1999, e por criar o maior clube de férias da América do Sul, com mais de R$ 4 bilhões em vendas já realizadas. Ele foi CEO da Aviva – proprietária das marcas Rio Quente Resorts, Hot Park e Costa do Sauípe –  e operou o terceiro maior parque do país, com mais de 2.700 apartamentos. Além de investidor, conselheiro e acionista de vários empreendimentos, Neto também atua como Managing Partner na boutique Beta Advisory, especializada em turismo e imobiliário de lazer.

O CEO da Resid é Paulo Henrique Barbosa, empreendedor e investidor em empresas de construção civil, startups, e na VERTA, empresa especializada em comercialização e gestão de empreendimentos imobiliários de propriedade compartilhada. Participa tamnbém como investidor e controlador no Grupo Lagoa Quente, que possui o 5º parque aquático mais visitado do Brasil.

Rafael Caiado, por sua vez, especialista em Real Estate, foi head comercial da Loteadora Água Santa, sendo hoje uma joint-venture com o Grupo EBM, a EA3 Urbanismo. Empreende e investe nos segmentos de real estate, medicina e fornecimento de internet. Também é Sócio na Verta e liderou rodadas de funding de todos os negócios que faz parte, realizando uma captação privada de aproximadamente R$ 100 milhões.

RNI fecha primeiro trimestre com R$ 171 milhões em vendas liquidas

A construtora e incorporadora RNI, do grupo Empresas Rodobens, celebra no 1T22 o melhor desempenho dos últimos seis anos, considerando os primeiros trimestres. Com R$ 171 milhões em vendas líquidas, a companhia, que celebra 30 anos de atuação no mercado brasileiro, obteve crescimento de 9%, comparando com o 1T21. Nos últimos 12 meses, a empresa acumula um total de R$ 656 milhões, resultado 2% superior ao mesmo período de 2021.

A receita Líquida do trimestre foi R$ 133 milhões, resultado 49% superior ao 1T21. Já a receita a apropriar (REF) alcançou o patamar de R$ 464 milhões no 1T22, crescimento de 52% em comparação ao mesmo período de 2021, com margem líquida de 28,4%. A incorporadora fechou 1T22 com R$ 39,5 milhões em lucro bruto ajustado, aumento de 44% em relação ao mesmo período de 2021, e margem bruta ajustada de 29,7%.

“Os resultados que conquistamos a cada trimestre mostram que estamos no caminho certo. Em três décadas de atuação, a RNI criou um elo muito forte com os clientes, ao entregar empreendimentos de qualidade, com instalações modernas e várias opções de comodidades. Com isso, além transformar e desenvolver as regiões, a incorporadora possibilita que milhares de famílias a realizarem o sonho da casa própria, como também no ingresso de novos investidores que pensam em investir em imóveis e, com essa finalidade, gerar uma nova receita”, afirma o CEO da RNI, Carlos Bianconi.

Parte dessa conquista se dá ao projeto de expansão nacional que acompanha o crescimento exponencial das regiões do agronegócio. Presente em 12 estados brasileiros e 60 cidades, ao todo, desde sua fundação, a RNI já lançou 198 empreendimentos, resultando em mais de 75 mil unidades em várias cidades no Brasil. Com sua estratégia de expansão fora dos grandes centros, com foco no desenvolvimento das regiões, além de melhorar a infraestrutura local. O programa Casa Verde e Amarela, no segmento faixa 3, tem sido o produto que impulsionou este crescimento.

Landbank

No primeiro trimestre, a incorporadora manteve a marca de R$ 6.2 bilhões de Landbank mesmo aumentando o volume de lançamentos. O banco de terrenos atual está composto com 89% de produtos do Programa Casa Verde e Amarela (Horizontal e Vertical) e 100% adquirido via permuta financeira.

Lançamentos e empregos gerados no trimestre

No 1T22, a companhia lançou dois novos empreendimentos: Urban RNI (Piracicaba/SP), com VGV de R$ 83 milhões e RNI Reserva Clube (Blumenau/SC), R$ 124 milhões — que totalizam R$ 207 milhões de VGV lançado. Com isso, 1.081 unidades foram lançadas no primeiro trimestre, além de criar mais de 1.400 postos de trabalhos durante o período de obras.

Empreendimentos de sucesso e rápida comercialização

O empreendimento RNI Origem do Sol, localizado em Várzea Grande, no Mato Grosso, obteve 100% das unidades comercializadas da primeira fase durante o período de pré-vendas. Com Valor Geral de Venda (VGV) de R$ 190 milhões, o residencial de 783 unidades, possui metragens de 79,70m², 65,47m², 79,69m² ou 79,98m², além de opções com dois e três dormitórios e vaga de garagem. Este resultado reforça a força e a credibilidade da companhia na região e comprova que o mercado imobiliário de Mato Grosso está aquecido para empreendimentos que associam bons projetos a uma boa localização. [LP(1] 

Sustentabilidade na construção civil — Economia circular

A incorporadora RNI segue com sólido compromisso com o meio ambiente. No processo voltado a gestão sustentável de todos os seus insumos gerados nas obras, a companhia segue com o objetivo responsável dar uma segunda vida aos materiais movimentando a economia local. Com o procedimento, a empresa teve redução de 49,35% na compra de novos materiais, além de movimentar cooperativas locais. Só no empreendimento RNI Nova Jaçanã, em São Paulo, mais de 940 cooperados se beneficiam com o projeto. A incorporadora tem parceria com mais de 30 cooperativas de reciclagem nas cidades em que possui obras. As organizações são responsáveis pelo transporte e destinação dos materiais da coleta seletiva, um trabalho importante pelo impacto ambiental e social gerado. Além disso, a companhia deu um segundo destino a mais de 100 toneladas de insumos produzidos em suas obras que estão em andamento. Apenas com os resíduos produzidos por um empreendimento é possível apoiar 1200 famílias da cidade, que contribui na melhoria da qualidade de vida da população local.[LP(2] 

Ilion Partners entrega retrofit de novo empreendimento multifamily na Zona Sul de São Paulo

A Ilion Partners, empresa de investimento imobiliário especializada na aquisição e no reposicionamento de prédios antigos em São Paulo, finalizou o retrofit dos dois edifícios do projeto Tangará, próximos ao Parque do Ibirapuera, zona sul da capital paulista. Esse empreendimento residencial destinado exclusivamente para locação se soma a outros quatros projetos multifamily atualmente no portfólio da Ilion Partners, totalizando 350 apartamentos.

Localizados na Vila Clementino, os dois edifícios do projeto Tangará se destacam pelo modelo arquitetônico tradicional dos prédios dos anos 60. Com 3.800 m² de área construída, eles contam agora com 56 apartamentos de 30 a 50m². No térreo, a fachada ativa acomoda seis lojas de 50m² cada. O processo de retrofit, que tem à frente o escritório de arquitetura Readymake, contou com obras de caráter estrutural e alteração completa de layout, ao mesmo tempo que manteve as características intrínsecas da arquitetura original dos edifícios.

“O Tangará vem somar ao portfólio residencial para locação de alta qualidade administrado e operado pela Ilion Partners. Tenho certeza de que será mais um ativo resiliente e com rentabilidade acima do mercado no longo prazo” destacou Maxime Barkatz, fundador da Ilion Partners.

“No retrofit do projeto Tangará conseguimos aliar as qualidades dos predinhos dos anos 60 com as facilidades necessárias para a moradia atual, assim chegamos a um resultado que valoriza o que há de melhor em morar na Vila Clementino” adicionou Leila Tanaami, diretora de Property Management da Ilion Partners.

As obras já foram finalizadas e a comercialização das unidades já está em andamento no site do empreendimento.

MULTIFAMILY: UMA NOVA CLASSE DE ATIVOS
 

Multifamily — ou residencial multifamiliar para locação — é uma categoria de investimento focada em edifícios residenciais destinados exclusivamente para locação. O investimento em propriedades multifamily forma um mercado já consolidado em outros países. No Brasil, o conceito tem atraído a atenção de novos investidores nos últimos anos, e vem se destacando como uma nova classe de ativos.