NFT de imóvel passa a ser utilizado como garantia para crédito imobiliário

O universo de NFTs rapidamente se tornou um mercado de bilhões de dólares. De obras de arte até imóveis, qualquer item único pode se tornar um token não fungível com diversas possibilidades de uso, passando por investimento, acesso a benefícios exclusivos, coleções e, agora, até garantia.

Pela primeira vez no Brasil, tokens NFT foram usados como garantia de crédito. A iniciativa, que é uma das primeiras desse tipo no mundo, é resultado da parceria entre a netspaces, PropLegalTech que digitalizou o imóvel, e a Rispar, fintech que estruturou o crédito com garantia no token.
 

Tokenização amplia possibilidades no mercado
 

A novidade cria um novo uso para os imóveis tokenizados ao gerar liquidez aos ativos em um processo rápido e fácil. Além disso, adiciona a facilidade na avaliação, gestão e eventual liquidação do ativo, ao proporcionar benefícios significativos em relação a financiamentos imobiliários tradicionais.
 

“Com nossa parceria contemplamos todos os perfis que financiam um imóvel no mercado tradicional, seja para morar ou investir, de forma mais rápida e com taxas mais atrativas. A grande diferença desse modelo é que conseguimos substituir um processo que pode ser demorado por outro que dura 15 minutos para a aprovação do crédito com garantia no imóvel e NFT” explica o CPO da netspaces, Jonathan Doering Darcie.
 

A primeira transação de home equity tokenizado foi feita com dois imóveis da cidade de Porto Alegre.
 

“A Rispar amplia as possibilidades no mercado de crédito no Brasil trazendo uma inovação em um mercado que movimentou mais de R$200 bilhões em 2021. A netspaces nos apresentou um projeto sólido que garante as principais propriedades de uma garantia imobiliária tradicional adicionando a agilidade e liquidez de um criptoativo”, explica Rafael Izidoro, CEO e fundador da Rispar.
 

Com isso, todo o estoque de propriedades digitais da netspaces – ao todo 46 imóveis que totalizam R$30 milhões – ficam disponíveis para operações tanto de financiamento imobiliário como de home equity. Agora a startup inicia a preparação de mais 500 propriedades digitais de imóveis adquiridos em carteira, o que deve totalizar R$ 290 milhões em tokens blockchain aplicados ao setor imobiliário nos próximos meses no Brasil.

FEICON 2022 registra recordes e aquece negócios na construção civil

Varejistas, atacadistas e distribuidores de materiais de construção, engenheiros, construtores, arquitetos e demais profissionais da construção civil puderam conferir as transformações que estão modernizando toda a cadeia construtiva na FEICON, que conectou especialistas, empresas e soluções para promover uma jornada completa de negócios, relacionamento e atualização.

Realizada entre os dias 29 de março e 01 de abril, no pavilhão do São Paulo Expo, a 26 ª edição da feira abriu o calendário dos eventos de negócios do setor no Brasil, com grande adesão do público e  interesse do mercado nas oportunidades apresentadas, que possibilitarão projetos cada vez mais eficientes, sustentáveis e econômicos. 

NÚMEROS RECORDES NA EDIÇÃO 2022

O evento recebeu mais de 80 mil visitantes, que puderam acompanhar as novidades exibidas por mais de 700 marcas e participar de experiências que contemplavam diversos temas da cadeia da construção e revenda de materiais. A programação de mais de 45 horas de conteúdo, contou com palestras de 88 speakers, incluindo especialistas, pesquisadores, gestores e representantes de grandes players do setor. A FEICON também alcançou feito inédito com relação à geração de leads, ao ser o evento  que resultou em maior número de contatos para seus expositores entre todos os realizados pela RX (empresa organizadora e promotora da feira) no mundo.

CONTEÚDOS ESTRATÉGICOS E EXPERIÊNCIAS

A grade de palestras foi segmentada para atender aos diferentes interesses do público e traçar um panorama completo do atual cenário da construção civil, voltando-se principalmente à inovação, negócios e relacionamento, incluindo tendências como a indústria 4.0.

Realizado em parceria com a Inovatech Engenharia, o Núcleo de Conteúdo – Construção teve como foco novas tecnologias e sustentabilidade em palestras como: “Metaverso e digital twins na construção civil”, “Digitalização em novos negócios”, “ESG no canteiro de obras”, Soluções para projetos modulares”, o “BIM e o ‘I’ da questão”. A Inovatech também foi responsável pela ROTA DE SUSTENTABILIDADE, atração promovida em conjunto com a FEICON, que apresentou soluções e produtos que atendem critérios socioambientais avaliados pela Fundação Vanzolini. A jornada destacou 15 soluções comprovadamente sustentáveis, que vão desde janelas antirruídos garantindo conforto térmico às mantas e pisos feitos de borracha reciclada.

Com curadoria do SINCOMAVI e da Grau 10 Editora, o Núcleo de Conteúdo – Atacado, Varejo e Distribuição promoveu apresentações que tiveram estratégias de mercado e a importância das lojas físicas e virtuais como temáticas, além de soluções em logística para facilitar a rotina de quem trabalha no comércio, como: “ A confiança como elemento chave na transformação digital”, “Logística Reversa – o papel da indústria, comércio e seus clientes”, Employer Branding + Pandemia + Digitalização” e “Exposição criativa – importantes iniciativas para atrair o consumidor”, entre outras.    

Já a Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (ANAMACO) foi responsável, junto com a WE Business Experience, pelo Encontro VMC – o varejo em ação com apresentações como “O empoderamento digital do vendedor de loja”, “O que irá influenciar o brasileiro em 2022 e “Meet The CEO – líderes de empresas falam sobre as perspectivas e oportunidades do setor”, por exemplo. Além disso, durante este encontro, ocorreu o 4º Fórum de Mulheres no Matcon, que divulgou a pesquisa inédita “Mulheres da Construção Desafios e Oportunidades”, realizada entre os dias 7 e 18 de março, e destacou a ampliação da atuação feminina na área, onde 78% das entrevistadas relataram mais oportunidades de crescimento pessoal e profissional.

A 16ª edição do Simpósio SINCOMAVI, com curadoria do próprio sindicato em parceria com a FEICON, trouxe temas importantes para a cadeia produtiva incluindo “A centricidade do consumidor”, “O futuro da loja física: o fortalecimento do ponto de venda e suas transformações”, entre outras. O evento teve lotação extra, superando em 47% a previsão inicial de público.

Ampliando a jornada de experiências, a tradicional CASA CERÂMICA foi uma das atrações que mais chamaram a atenção do público ao disponibilizar no pavilhão uma residência de 45 m², padrão dos conjuntos habitacionais, com alvenaria estrutural inteligente, sustentável e de baixo custo. O espaço contou com recursos de realidades aumentada e virtual para garantir uma experiência imersiva.

NEGÓCIOS

Os números de fechamento mostraram que o evento favoreceu os negócios. A FEICON foi o primeiro evento de apresentação do ANAMACO Bank – banco digital, idealizado pela parceria da Anamaco com a Fortune One Group, grupo de empresas que compõem fundos nacionais e internacionais, para estimular os associados e parceiros dos lojistas de materiais da construção e contabilizou R$ 100 milhões em operações de crédito nos quatro dias de feira

A JUNTOS SOMOS MAIS, startup de relacionamento do mercado da construção civil, disponibilizou R$ 3 milhões para negociar processos de desenvolvimento das lojas em ambiente virtual. Já expositores como IFC/COBRECOM e SEGURIMAX e outros, superaram as metas projetadas para a feira no segundo e terceiro dia do evento, respectivamente. A MAKITA, um dos estandes mais concorridos, promoveu experiências de equipamentos usados nos canteiros de obras, na agricultura e jardinagem e disponibilizou um espaço para capacitação profissional com certificação, realizando 32 sessões de treinamentos em espaço com capacidade para 26 pessoas por aula e registrou, no geral, 95% de ocupação. O resultado das ações foi a superação da meta projetada para o evento em mais de 90%.

Vitacon amplia portfólio e passa a oferecer consórcio imobiliário

A Vitacon, incorporadora que tem em seu DNA o propósito de reinventar a cidade, traz para o seu portfólio de negócios a Vitacon Consórcio. O novo serviço, que será lançado no dia 4 de abril, é resultado da parceria da incorporadora com a CoimexCon, administradora de consórcios com 45 anos de experiência, mais de 122 mil bens entregues, e responsável pelas principais inovações e tecnologias usadas pelo mercado de consórcio.

O modelo de serviço é visto como parte da cultura financeira do brasileiro. Diante das taxas de juros oferecidas em financiamentos, o consórcio se coloca como uma boa alternativa em busca de acesso ao crédito, com custo efetivo total mais baixo.

Neste contexto, o consórcio vem apresentando crescimentos nos últimos quatro anos. Segundo dados da Associação Brasileira de Administradora de Consórcios (ABAC), o ano de 2021, atingiu 3,46 milhões de novas cotas, um crescimento de 14,6% em relação a 2020, quando ocorreram 3,02 milhões de adesões. Das mais de três milhões de adesões em 2021, quase 500 mil foram cotas no segmento de imóveis. De olho neste cenário, a Vitacon decidiu expandir sua cartela de serviços e aproximar os consumidores de suas conquistas.

“A Vitacon sempre se preocupou nos momentos de vida de cada cliente. A Vitacon Consórcio visa atender a necessidade de clientes que não estariam em seu momento de conquista de sua unidade Vitacon por meio de nossas formas de pagamento tradicionais. Os planos de consórcio serão mais uma alternativa que oferecemos para facilitarmos a compra do imóvel”, comenta Ariel Frankel, CEO da Vitacon.

A incorporadora ainda entende que os clientes já fidelizados, na sua maioria investidores, também tendem a ganhar com o novo serviço. “O consórcio ajudará este público a continuar adquirindo novos imóveis, aumentando o seu patrimônio, sem se descapitalizar. Além disso, a partir do momento em que o consorciado tem sua cota contemplada, a renda de aluguel proveniente do imóvel adquirido já cobrirá as próprias parcelas do serviço”, explica, Ariel.

O serviço contemplará cotas de R$ 50.000, a R$ 500.000, que podem ser pagas em até 240 meses. “No consórcio imobiliário você paga parcelas mensais, não paga juros como no financiamento, e consegue adequar a sua realidade financeira com os diferentes planos disponíveis, sem necessidade de entrada ou taxa de adesão. Quando o assunto é análise de crédito, o financiamento possui mais exigências para ser aprovado do que o consórcio. O consórcio tem aquisição facilitada e a comprovação de renda precisa acontecer somente no momento de utilização da cota contemplada”, finaliza o CEO.

A Vitacon Consórcio é mais um movimento da Vitacon que reforça sua vanguarda no mercado imobiliário e seu esforço incessante em democratizar o investimento em renda imobiliária.

Índice FipeZap Preços dos imóveis sobem 0,55% em março e encerram 1º tri com alta de 1,58%

Segundo o Índice FipeZAP+, aumento dos preços de imóveis residenciais abrangeu quase todas as cidades monitoradas

  • Análise do último mês: o Índice FipeZAP+, que acompanha o comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, registrou alta de 0,55% em março em 2022, após avançar 0,53% e 0,49%, respectivamente, em janeiro e fevereiro de 2022. Comparativamente, o IGP-M/FGV apresentou uma variação mensal de 1,74% em março, ao passo que a expectativa do mercado para o IPCA/IBGE projeta uma alta mensal de 1,06% nos preços ao consumidor, segundo as informações publicadas no Relatório Focus do Banco Central do Brasil*. Analisadas individualmente, 47 das 50 cidades monitoradas pelo índice apresentaram aumento nominal no preço médio de venda residencial — sendo que, em 15 delas (como Manaus, Goiânia, Campo Grande, Vila Velha e Vitória), essa variação superou a inflação ao consumidor esperada pelos agentes do mercado. Considerando o rol das 16 capitais acompanhadas, a única cidade a não registrar aumento nominal dos preços residenciais foi Porto Alegre (-0,09%), contrapondo-se, assim, às variações apuradas em: Manaus (+2,26%), Goiânia (+2,52%), Campo Grande (+2,13%), Vitória (+1,96%), Fortaleza (+1,41%), Curitiba (+1,07%), João Pessoa (+0,93%), Maceió (+0,87%), Salvador (+0,83%), Belo Horizonte (+0,55%), São Paulo (+0,45%), Florianópolis (+0,45%), Recife (+0,40%), Rio de Janeiro (+0,20%) e Brasília (+0,07%).
     
  • Balanço parcial de 2022: ao final do primeiro trimestre, o Índice FipeZAP+ de Venda Residencial acumula uma alta de 1,58%, variação inferior à inflação ao consumidor de 2,63% (considerando o comportamento observado e esperado do IPCA/IBGE*) e à variação do IGP-M/FGV (+5,49%). A alta nominal nos preços residenciais no início de 2022 abrange 49 das 50 cidades monitoradas pelo índice, entre as quais se incluem 15 das 16 capitais, ordenadas da maior à menor da variação da seguinte forma: Goiânia (+6,95%), Vitória (+6,01%), Campo Grande (+5,71%), Maceió (+3,72%), Fortaleza (+3,34%), Manaus (+3,12%), João Pessoa (+2,78%), Florianópolis (+2,77%), Salvador (+2,22%), Curitiba (+1,98%), Brasília (+1,34%), São Paulo (+1,31%), Belo Horizonte (+1,22%), Recife (+1,03%) e Rio de Janeiro (+0,56 %). Em Porto Alegre, os preços de venda de imóveis residenciais encerraram o primeiro trimestre com estabilidade em termos nominais.
     
  • Análise dos últimos 12 meses: o Índice FipeZAP+ registra um avanço nominal de 6,10% nos últimos 12 meses encerrados em março de 2022 – variação inferior à inflação acumulada pelo IPCA/IBGE (+10,69%)* e pelo IGP-M (+14,77%) no mesmo horizonte temporal. No cômputo individual, todas as 50 cidades monitoradas registram elevação dos preços residenciais em suas respectivas localidades, incluindo as 16 capitais — assim ordenadas: Vitória (+23,49%), Goiânia (+19,60%), Maceió (+17,33%), Florianópolis (+15,92%), Curitiba (+14,27%), Manaus (+12,17%), Campo Grande (+11,19%), Fortaleza (+9,92%), João Pessoa (+9,07%), Brasília (+9,05%), Belo Horizonte (+5,47%), Recife (+5,23%), São Paulo (+4,19%), Salvador (+4,00%), Porto Alegre (+4,00%) e Rio de Janeiro (+2,12%).
     
  • Preço médio de venda residencial: com base na amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em março de 2022, o preço médio calculado para as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP+ foi de R$ 7.981/m². Entre as 16 capitais acompanhadas, a cidade de São Paulo apresentou o valor médio por metro quadrado mais elevado no último mês (R$ 9.831/m²), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 9.701/m²), Vitória (R$ 9.016/m²), Florianópolis (R$ 8.833/m²) e Brasília (R$ 8.729/m²). Por outro lado, entre as capitais monitoradas com menor preço médio de venda residencial, é possível destacar as seguintes localidades: Campo Grande (R$ 4.850/m²), João Pessoa (R$ 5.061/m²), Salvador (R$ 5.448/m²), Goiânia (R$ 5.468/m²) e Manaus (R$ 5.896/m²).

    Nota: (*) informação publicada no Relatório Focus do Banco Central do Brasil em 28/03/2022. A variação real do Índice FipeZAP+ será efetivamente conhecida apenas após a divulgação do IPCA efetivo de março/2022 pelo IBGE.

Fix anuncia novo Head de Marketing, Growth e Sales

A Fix, plataforma que oferece diversos serviços de manutenção e reparos com profissionais certificados, anuncia Ederson Dé Manoel para o cargo de Head de Marketing, Growth e Sales.
 

O executivo tem a responsabilidade de ajudar a Fix a criar uma cultura analítica de dados para tomadas de decisões em marketing e, também, para auxiliar o crescimento da empresa, conseguir novas parcerias, clientes e oportunidades.


Com larga experiência como profissional de marketing e growth, tendo atendido marcas como Google, Corinthians, Bacardi, Faber Castell, Vogue, Netshoes, Caixa, Bacardi, Cerveja Proibida, Clube Vintage, entre outras, tem sólida formação acadêmica e bastante proximidade com laboratórios de pesquisa sobre linguagens e formatos de comunicação. É graduado em Publicidade e Propaganda, pós-graduado em Marketing pela ESPM e extensão em Gestão Executiva pela FIA/USP, além disso, foi sócio da Blitz, agência referência em marketing, growth lead da Allpoints, maior programa de fidelidade para hotéis do mundo e partner da GrowthHackers, maior consultoria de growth do planeta.
 

Recentemente, o profissional foi indicado ao prêmio de Melhor Profissional de Marketing 2021 pela Associação Brasileira de Comércio Eletrônico e é reconhecido pelo Data Bird Journal de New York, EUA como referência em marketing no Brasil.
 

Ele será responsável por atuar em todas as etapas do funil de marketing e vendas da Fix, além de auxiliar todas as áreas da empresa levando metodologia, cultura de experimentos e análise de dados como alavanca de crescimento. “A Fix cumpre uma missão fundamental para o mercado imobiliário e estou muito animado por assumir mais esse desafio em minha carreira. Espero continuar ajudando a empresa a crescer ainda mais”, finaliza o novo Head de Marketing, Growth e Sales da Fix.

Preços de imóveis em Curitiba sobem acima da inflação nos últimos 12 meses, segundo levantamento do Imovelweb

Seja para adquirir ou alugar um imóvel, os preços em Curitiba (PR) subiram acima da inflação nos últimos 12 meses, de acordo com o relatório mensal de preços do Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País.

Para as propriedades à venda, o preço médio subiu 1,1% em fevereiro, ficando em R$ 7.661/m². O aumento mensal permanece acima de 1,0% pelo quarto mês consecutivo. Nos últimos 12 meses, o valor subiu 12,8% acima da inflação.

Já para alugar, o valor médio do aluguel em Curitiba no mês de fevereiro fechou em R$ 1.606 para os apartamentos de dois quartos. Nos últimos doze meses, o preço elevou 14,9% acima da inflação, porém abaixo do ajuste do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M).

Análise por bairros
Quando se trata de locação, o bairro Jardim das Américas possui o maior preço médio da cidade, custando R$ 2.522 por mês. Parolin fechou o mês de fevereiro com o menor valor médio de aluguel (R$ 994 mensais).

Valor médio do aluguel nos demais bairros de Curitiba:

Mais baratos (R$)Variação MensalVariação Anual
PAROLIN994-3%-1%
CAMPO DE SANTANA1.011-1%8%
CACHOEIRA1.0144%11%
Mais caros (R$)Variação MensalVariação Anual
CENTRO CÍVICO2.0364%9%
PRADO VELHO2.4334%16%
JARDIM DAS AMÉRICAS2.5229%18%

Para quem está buscando um imóvel para compra, Campina de Siqueira é o bairro mais caro da cidade, registrando um preço médio de R$ 11.371 por m². Para quem busca uma propriedade mais em conta, Campo de Santana é uma boa opção, com o valor de R$ 3.020/m².

Valor médio do m² nos demais bairros de Curitiba:

Mais baratos (R$/m²)Variação MensalVariação Anual
CAMPO DE SANTANA3.0201,0%1,0%
AUGUSTA3.025-0,2%2,8%
CACHOEIRA3.1260,3%6,6%
Mais caros (R$/m²)Variação MensalVariação Anual
BATEL10.2270,0%1,5%
HUGO LANGE10.3410,7%S/D
CAMPINA DO SIQUEIRA11.3712,1%S/D

Análise da rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. O relatório de fevereiro apontou um índice anual de 4,22% bruto anual, o que significa que são necessários 23,7 anos de aluguel para reembolsar o investimento de compra, 1,9% a mais que um ano atrás.

Cajuru e Boqueirão são as regiões que oferecem mais retorno para os investidores que buscam renda. Jardim das Américas e Lindia aparecem como os melhores bairros para os investidores.

Rentabilidade nas demais regiões de Curitiba:

RegiãoRentabilidade
SANTA FELICIDADE2,7%
CIDADE INDUSTRIAL DE CURITIBA3,4%
MATRIZ4,0%
BOA VISTA4,0%
FAZENDINHA-PORTAO4,5%
PINHEIRINHO4,5%
BOQUEIRÃO5,1%
CAJURU5,5%

HM Engenharia registra alta de 23% na receita líquida em 2021 e reforça o landbank com aquisição de R$ 1,8 bilhão em VGV

A HM Engenharia, construtora e incorporadora do Grupo MOVER com 45 anos de atuação no segmento residencial com foco em empreendimentos econômicos, registrou em 2021 resultados que indicam o acerto de sua estratégia de crescimento. Em ano ainda marcado pela pandemia, a empresa divulgou vendas no valor de R$ 511 milhões, com 2.560 unidades habitacionais comercializadas. O número está em linha com o obtido em 2020, quando e companhia registrou seu recorde histórico no indicador. A Receita Líquida atingiu o patamar de R$ 469 milhões, crescimento de 23% na comparação com o ano anterior. Já o Lucro Líquido foi de R$ 19 milhões — 103% maior que em 2020. Para garantir a continuidade no crescimento, a empresa reforçou seu landbank adquirindo VGV de R$ 1,8 bilhão em novos terrenos. A manutenção dos bons resultados é fruto de uma gestão dinâmica de vendas combinada com a constante análise de margens dos projetos e da eficiência na produção.

Com a chegada do novo CEO, André Leitão, em maio do ano passado, a HM Engenharia implementou um projeto de revisão estratégica para manter seu ritmo de crescimento sustentável pelos próximos cinco anos. Como resultado do trabalho, o foco da companhia passa a ser direcionado a investimentos em inovação e iniciativas que colocam os clientes no centro do negócio, aumento da produtividade e da competitividade, agenda ESG e desenvolvimento de pessoas.

O planejamento contempla ainda um processo de expansão geográfica para outras praças além do interior paulista e da região metropolitana de Campinas, onde a operação da construtora já está consolidada. Estão previstos 17 lançamentos para 2022 — 11 a mais que em 2021 –, especialmente na Grande São Paulo, que deverá representar 40% do total de novas unidades no ano. Para isso, a companhia investiu também na compra de terrenos, comprando landbank de R$ 1,8 bilhão em VGV, montante que garante os lançamentos em regiões estratégicas nos anos de 2022 e 2023.

A conquista do Prêmio Reclame Aqui 2021 na categoria Construtoras, Empreendimentos Imobiliários e Incorporadoras também reconhece o esforço da empresa em colocar o cliente no centro de seus negócios, como o investimento na digitalização da jornada de compra de imóvel. Graças a essa iniciativa, todo o processo de aquisição de um imóvel agora pode ser feito por canais digitais — da escolha e assinatura do contrato até o acompanhamento da obra e contato com a equipe de relacionamento com clientes.

O lançamento da assistente virtual Eme, ecossistema que reúne todas as atividades da HM para oferecer uma melhor experiência de compra, motivou ainda a criação da HM Estelar, apresentada ao mercado no início de 2022. Trata-se de uma plataforma completa de serviços e relacionamento que conecta clientes a prestadores de serviços e ainda, em parceria com a empresa Dotz, oferece vantagens como o acúmulo de pontos que podem ser utilizados na redução do valor da prestação do imóvel ou de produtos e serviços adquiridos.

Para dar continuidade ao planejamento estratégico desenhado em 2021, a companhia vem buscando maior competitividade e eficiência por meio da implantação das metodologias Lean Office e Lean Obras, que têm objetivo de eliminar desperdícios em processos administrativos e também nas construções, otimizando o tempo de trabalho e garantindo uma melhor gestão de processos.

Ao longo de 2021, a agenda ESG da companhia priorizou a segurança no trabalho com operação segura e protocolos para prevenção da Covid-19. Na área ambiental, mereceram destaque práticas como gestão de resíduos, com o uso de formas de alumínio na construção que reduzem desperdícios e aumentam a produtividade da operação. Na Governança, a HM reforçou a atuação dos comitês de Performance, Estratégia & Finanças, Governança, Pessoas & Sustentabilidade, Auditoria, Compliance & Riscos, responsáveis por assessorar e orientar as decisões do Conselho de Administração. Além disso, a empresa realizou pelo segundo ano consecutivo o plano de auditoria de processos internos e o diagnóstico e mapa de riscos corporativos, ambos conduzidos por auditores independentes. Para 2022, a agenda ESG será reforçada com a implementação do plano plurianual já aprovado pelo Conselho de Administração que prevê, por exemplo, programa de diversidade estruturado, novos materiais & métodos construtivos e Relatório Integrado Econômico & Práticas ESG.

Incorporadora desenvolve Escola de Vendas online que já capacitou mais de 2 mil corretores

Poliana, de 27 anos, tinha trabalhado em telemarketing e como operadora de caixa antes de entrar na Ekko Group

Em meio à pandemia de Covid-19, na qual a taxa de desemprego no Brasil chegou a bater 14,7% em 2021, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a Ekko Group, incorporadora de empreendimentos de alto padrão que já lidera o setor em Osasco e Granja Viana e avança em Alphaville, agiu ativamente na qualificação do setor imobiliário para, também, atender a muitos que perderam o trabalho. A empresa iniciou, em janeiro de 2021, a Escola de Vendas, voltada para formar e atualizar corretores, concluindo o ano com 2.168 pessoas treinadas, em um total de quase 10 mil horas de atividades.
 

Tornar-se corretor é uma alternativa comum até para quem ocupou altos cargos, mas acabou perdendo emprego ou vendo sua empresa falir. Diante desse cenário, a Ekko Group projetou a Escola de Vendas, como é chamado o programa da incorporadora, com um executivo 100% dedicado e que atua lado a lado com os alunos nas primeiras ações no mercado, incluindo entrega de panfleto ou acompanhamento de plantão, além de ensinar como lidar com sistemas de organização e comunicação e oferecer orientações de ética no mercado em atividades online, enviadas por WhatsApp ou e-mail.


“Sabemos que cerca de 80% dos funcionários do mercado imobiliário entram sem perspectiva e que não basta se expor e vender. A Ekko Group tem como missão transformar vidas, inclusive de seus funcionários. Por isso, desenvolvemos a Escola de Vendas, na qual um executivo de treinamento ensina tudo que o corretor precisa fazer. Mais do que dom, trabalhar com vendas exige técnica e aprimoramento constante. Com esse pensamento, também contribuímos diretamente para a evolução de mercado, especializando novos profissionais no setor. Assim, já conseguimos mudar a vida de mais de 2 mil pessoas logo no primeiro ano da Escola de Vendas”, contou Diego Dias, CEO da Ekko Group.


A ação traz novas perspectivas para quem está, de fato, iniciando na carreira. Como foi o caso de Josias Brito dos Santos, 40 anos, casado, pai de uma filha, e que tinha uma trajetória estabelecida nas áreas financeira e administrativa, trabalhando em empresas de contabilidade e institutos de pesquisa até ser demitido, no começo de 2021. Formado em Administração, pós-graduado em Consultoria Empresarial e, ainda, com duas graduações em Contabilidade, Josias foi recrutado pela Ekko Group em setembro do ano passado e, com a Escola de Vendas, passou a projetar longa carreira no novo setor.
 

“Nunca tinha trabalhado com vendas, mas, quando a oportunidade surgiu, era encarar o desafio ou continuar em casa, atualizando o currículo, como eu já estava há cinco meses. E posso dizer que a Escola de Vendas foi uma graduação na área imobiliária, facilitando muito para a minha entrada no novo mercado, com um conteúdo de fácil entendimento, indicando procedimentos, como detectar os sinais que o cliente dá para indicarmos o imóvel mais adequado, além de dar noções de conduta, ética e profissionalismo”, contou Josias.


“Vendo os projetos e lançamentos, consegui enxergar uma garantia de emprego para os próximos anos, até porque a grande maioria da população brasileira não possui imóvel próprio. É um mercado grande a ser explorado, e já posso dizer que o segmento imobiliário é inclusivo: se você tiver disposição, com a formação que recebemos na Ekko Group, ele te abraça, sendo jovem, com mais idade, experiente ou não. E é próspero: em cinco meses, já efetuei três vendas. Hoje, não me vejo em outro emprego”, prosseguiu Josias.


O mercado imobiliário também atraiu Poliana Santana Alves dos Santos, de 27 anos. Desempregada a partir de março de 2020, exatamente quando começaram as restrições por conta da pandemia, ela já tinha concluído curso técnico em Edificações e buscava um emprego que não comprometesse a conclusão do curso de Tecnologia em Construção Civil. Foi contratada pela Ekko Group em setembro de 2020, atendendo às expectativas e abrindo novas possibilidades de mercado.


“Eu já tinha trabalhado em telemarketing e como operadora de caixa, além de outros empregos temporários, mas nunca tinha sido corretora nem atuado com vendas diretamente. Eu buscava um estágio em Engenharia, mas vim para a Ekko Group e já tirei a certificação no Creci (Conselho Regional de Fiscalização do Profissional Corretor de Imóveis). Aprendi do zero e sigo aprendendo com treinamentos on-line, sobre tratamento com cliente, atuação em plantões, organização de processos. Posso dizer que me sinto realizada e não me imagino em outra profissão, mas melhorando o que estou fazendo agora”, relatou Poliana.
 

“A Escola de Vendas é mais uma ação que demonstra nosso cuidado com o profissional autônomo. Todos os nossos mais de 400 corretores contam com o mesmo olhar humanizado de funcionários contratados, indo além de ter sua participação em ações como em Dias das Mães ou dos Pais. Contamos com um programa que assegura sua renda, para que o corretor não dependa apenas da venda como remuneração”, informou Diego Dias, CEO da Ekko Group.


Protagonista deste mercado em ascensão, a Ekko Group ainda terá expansão em 2022 com o lançamento de duas novas marcas, a Ekko Properties e Ekko Construções, que atuarão como braços da incorporadora, ampliando o alcance da companhia no setor imobiliário e, também, mantendo seu compromisso com a sociedade em transformar vidas e gerar oportunidades.
 

A Ekko Group é uma empresa com 22 anos de atuação, marcada por uma gestão familiar de sucesso, começando com casas pontuais em Osasco, Alphaville e Granja Viana e que evoluiu para uma holding com governança corporativa e atuação em toda a cadeia produtiva, vivendo um momento de afirmação para ser protagonista em um período de profunda readequação do setor imobiliário. Promovendo sua expertise de oferecer experiências únicas de moradias de alto padrão, a Ekko Group já conta com 30 projetos lançados e mais de 40 em desenvolvimento.
 

Doze anos depois de sua primeira incorporação imobiliária, a Ekko Group já é líder em Osasco e Granja Viana, contando hoje com mais de 3.000 clientes ativos e mais de 400 corretores cadastrados. O principal projeto da incorporadora é o Reserva Golf, que será o maior empreendimento projeto da América Latina em VGV (Valor Geral de Vendas).

Digital Twins e Metaverso apontam caminhos da inovação em construção civil

Construir cidades de acordo com o comportamento das pessoas, criar projetos e fazer a gestão em cenários digitais que espelham a realidade e possibilitam maior eficiência antes do início das obras, são apenas alguns dos exemplos que apontam a digitalização como o futuro da construção civil e que a entrada do setor na Indústria 4.0 é questão de tempo. Isso foi o que os visitantes conferiram na programação de tecnologia que é um dos destaques da FEICON, principal evento do setor de construção civil da América Latina, que acontece até o dia 1º de abril, no São Paulo Expo.   

“O desenvolvimento e aplicação da tecnologia é fundamental para resolver dois problemas da construção no País, a produtividade e o déficit habitacional. O Building Information Modelling (BIM), por exemplo, representa o início de uma transformação digital que tende a trazer melhora de 50% na produção e tem as informações como protagonistas. São elas que alimentam o Digital Twins (Gêmeos Digitais) e o Metaverso”, afirmou Micheli Mohr, engenheira civil da Altoqi, empresa de tecnologia aplicada à engenharia, uma das palestrantes do painel promovido pela Inovatech, que teve como tema as duas ferramentas.

Como exemplo, a especialista apresentou o projeto de uma escola construída em Santa Catarina, na metade do tempo estimado, com o uso da réplica virtual, que forneceu as informações e perspectivas do projeto e possibilitou maior eficiência no canteiro de obra, reforçando as vantagens da aplicação do Digital Twins.  

Para falar sobre as possibilidades digitais que estão revolucionando o setor, a engenheira dividiu o palco com o especialista em Metaverso, Marcelo Rodino, CEO e cofundador da Flex Interativa, desenvolvedora de experiências digitais com realidades aumentada, virtual e mista. Ele destacou a influência, as transformações e as vantagens da aplicação tanto na construção civil, quanto em outros segmentos e o interesse do mercado. “Entre os dias 23 e 28 de novembro, foram movimentados U$ 85 milhões em vendas únicas de terrenos virtuais”, ressaltou.

O profissional apresentou também o uso na área da saúde e de educação para mostrar a versatilidade da tecnologia. “É possível fazer com as crianças interajam com o conteúdo, aumentando o poder da absorção e, além disso, obviamente, salvando vidas também. Já tivemos operações de sucesso”, acrescentou.  

Na área de construção e no mercado imobiliário, a aplicação da tecnologia vai além da comercialização de espaços, segundo o profissional. “Engenheiros e arquitetos podem construir seus projetos, interagirem juntos com os clientes no ambiente virtual e fazer os ajustes necessários. São potenciais que nós especialistas enxergamos no metaverso. Tem diversas possibilidades”, explicou Rodino.

Para Mohr, a transformação que as tecnologias têm proporcionado ao setor de construção civil é um movimento sem volta. “Quando a gente fala das cidades projetadas em gêmeos digitais, por exemplo, vemos que será possível planejar as áreas urbanas com informações vindas das pessoas, então teremos maior assertividade na construção do espaço, podendo melhorar trânsito, determinar a quantidade de ambiente construído em dada região, projetar a parte de recriação, de convivência, enfim será possível promover melhorias na confecção destes espaços”, destacou a engenheira.

Outras palestras que abordaram a tecnologia como tema no primeiro dia do evento foram: “A confiança como elemento chave na transformação digital”, “Digitalização em novos negócios” e “Como vender mais com canais digitais: Uma oportunidade de aumentar as vendas”.

Além de tecnologia, o evento conta com uma grade de conteúdos que voltados para varejo, produtos, sistemas construtivos, vendas, consumidor, canteiro de obra e soluções para o mercado, trazendo um panorama completo para todos os elos da cadeia construtiva.

Mais informações sobre o evento, acesso a programação completa e credenciamento estão disponíveis no site https://www.feicon.com.br/.

ABRAMAT: resultado de março mostra que otimismo moderado e cauteloso segue na Indústrias de Materiais de Construção

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa quarta-feira, 30, a nova edição do Termômetro da Indústria de Materiais de Construção. A pesquisa de opinião realizada com as lideranças do setor indica que as empresas associadas estão divididas em relação aos resultados em março. Para 33% dos associados da ABRAMAT o mês apresentará resultado bom e 43% apontam o período como regular.
 

Já para abril a expectativa é que o otimismo diminua, com 57% das empresas associadas estimando resultado regular, e 29% bom. A pesquisa também apresenta os dados consolidados de fevereiro de 2022, indicando que o mês foi de resultados regulares no setor. Para 10% o segundo mês do ano trouxe resultados muito bons, para 14% bom, e para 43% regular.
 

O Termômetro da ABRAMAT também traz informações acerca do nível de utilização da capacidade instalada da indústria de materiais. Em março, a utilização da capacidade industrial foi de 71%, na média das empresas associadas, 2 pontos percentuais abaixo em relação a fevereiro de 2022, e 9 pontos percentuais a menos do que em março de 2021, em linha com a diminuição da demanda, mas em patamar similar ao período pré-pandemia.
 

As pretensões de investimento em março de 2022 também apresentam queda significativa, com redução de 24 pontos percentuais em relação ao mês anterior, refletindo a postergação de investimentos projetados, com 62% das indústrias de materiais indicando que devem investir nos próximos 12 meses seja para aumento da capacidade produtiva, seja na modernização dos meios de produção. Em março do ano passado, este indicador era de 67%.
 

“As pesquisas conduzidas pela ABRAMAT continuam demonstrando um grau de otimismo, porém ainda mais cauteloso para este terceiro mês do ano. O panorama geral ainda é muito incerto e precisamos ter precaução a respeito dos diferentes impactos das muitas externalidades influenciando a economia doméstica e internacional, e a atual edição do termômetro da ABRAMAT indica isso. Entendemos que a demanda por materiais nas obras do setor imobiliário deverá se manter aquecida, pois há muitas obras em andamento que se iniciaram no ano passado e seguirão neste ano, porém temos alguma incerteza sobre a manutenção da demanda dos consumidores finais, devido à tendência de direcionamento dos gastos para outros produtos e serviços que tiveram fortes restrições na pandemia (eventos e viagens, por exemplo) e também devido à inflação geral, alta de juros e outros fatores que geram insegurança para investimentos em construção. A perspectiva, portanto, é de um otimismo moderado, com a continuidade de muito trabalho pela frente”, explica Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.