Category Mercado Imobiliário

Cushman & Wakefield anuncia nova estrutura de liderança no Brasil

A Cushman & Wakefield, líder global em serviços imobiliários corporativos, anuncia nova estrutura da liderança no Brasil.  A partir de 1º de abril, a operação no País passa a ter dois Diretores Gerais: Daniel Battistella assume a área de CRE (Commercial Real Estate) e Matheus Cardoso as áreas de Operações e GOS (Global Occupier Services). Ambos reportarão diretamente ao recém-empossado CEO América do Sul, Herman Faigenbaum.

Daniel Battistella assume como Diretor Geral de CRE Brasil e continuará a exercer a função atual de Diretor de Transações, tendo sob sua gestão as áreas de negócios: Valuations & Advisory, Property Management e Brokerage (Representação de Inquilinos e Agency Leasing) e as áreas de Pesquisa de Mercado e Marketing.

Daniel trabalha na Cushman & Wakefield há 15 anos. Ingressou na equipe de Representação de Inquilinos como estagiário em 2008. Ampliou suas responsabilidades ao longo dos anos e, em 2015, assumiu a responsabilidade de Diretor de Representação de Inquilinos do Brasil.

Matheus Cardoso passa a ser o Diretor Geral de Operações e GOS e continuará exercendo sua função de CFO da América do Sul, estando sob sua gestão a área de Facilities Management, além do backoffice – Financeiro e Administração, Recursos Humanos, Jurídico, Compras e TI.

Matheus tem mais de 25 anos de experiência em finanças, administração e operações. Ele ingressou na Cushman & Wakefield há quase 9 anos, quando assumiu o cargo de CFO em 2014.

Preço do m² em Belo Horizonte fecha acima dos R$ 5 mil, segundo Imovelweb

Segundo o relatório mensal de preços do Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, o valor do m², em fevereiro, para os imóveis à venda em Belo Horizonte, fechou em R$ 5.718,55.
Já para quem busca por aluguel na capital mineira, o preço médio mensal ficou em R$ 1.835,58. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta foi de 10,97%.

“Ainda estamos vivendo reflexos pós-pandemia, assim é natural que o mercado apresente incrementos nos valores, incluindo ainda a alta temporada do início do ano. De qualquer maneira, sempre indicamos a negociação entre as partes, além da busca por soluções que auxiliam nos processos de compra e locação, de maneira ágil e sem burocracia”, afirma Leonardo Paz, CEO do Imovelweb.

Valores por região

Para quem quer comprar um imóvel, a região Norte de Belo Horizonte é a mais econômica, com o m² no valor médio de R$ 4.167,46. Já as regiões como Pampulha e Oeste têm o m² acima do R$ 5 mil.

RegiãoValor do m²
NorteR$ 4.167,46
Venda NovaR$ 4.202,49
NoroesteR$ 4.535,8
BarreiroR$ 4.570,79
NordesteR$ 5.079,57
LesteR$ 5.236,06
PampulhaR$ 5.310,91
OesteR$ 5.525,19
Centro SulR$ 7.981,1

No caso do aluguel, Venda Nova é a região mais barata, custando R$ 1.267,33 por mês. A Zona Oeste está entre as mais caras, com um valor médio mensal de R$ 1.913,71.

RegiãoValor do aluguel
Venda NovaR$ 1.267,33
NorteR$ 1.319,39
NoroesteR$ 1.444,31
NordesteR$ 1.560,79
LesteR$ 1.604,59
PampulhaR$ 1.745,54
OesteR$ 1.913,71
Centro SulR$ 2.199,05

Análise por bairros

Ao filtrar por bairros, Conjunto Califórnia II é o mais barato para adquirir uma propriedade, custando R$ 2.618,48 por m². Por sua vez, Belvedere, um dos locais mais nobres de Belo Horizonte, é o mais caro, com o m² no valor de R$ 11.752,22.

IMÓVEIS À VENDA – BAIRROS MAIS BARATOS E MAIS CAROS

Mais baratos (R$)
Conjunto Califórnia IIR$ 2.618,48
SolimõesR$ 2.697,97
Flávio de OliveiraR$ 2.776,65
Mais caros (R$)
LourdesR$ 11.241,63
Santo AgostinhoR$ 11.276,21
BelvedereR$ 11.752,22

Já para alugar, Jaqueline tem o menor valor, custando R$ 964,55 por mês. Santo Agostinho é o mais caro, com um preço médio de R$ 3.177,63.

ALUGUEL – BAIRROS MAIS BARATOS E MAIS CAROS

Mais baratos (R$)
JaquelineR$ 964,55
TrevoR$ 1.181,13
São João BatistaR$ 1.243,1
Mais caros (R$)
Carlos PratesR$ 2.816,19
BelvedereR$ 3.048,19
Santo AgostinhoR$ 3.177,63

Os dados do relatório mensal de preços do Imovelweb, também chamado de Index, são gerados com base em 100% dos imóveis listados no portal, seja aluguel ou venda, mostrando o preço médio das propriedades.

Cubo Itaú apresenta hub voltado às startups de construção e propriedade

O Cubo Itaú, mais relevante hub de fomento ao empreendedorismo tecnológico da América Latina, ao lado da Dexco, EZTEC, Gerdau, Itaú, Itaú BBA, MPD Engenharia e Saint-Gobain, anuncia o lançamento do Cubo Construliving, primeiro hub focado em criar experiências inovadoras na cadeia de construção e da habitação no ecossistema da região. Por meio      de curadoria, conexão dos principais players e geração de negócios, o desenvolvimento dos setores de construção civil e habitação será impulsionado.

O Cubo Construliving tem a expectativa de crescer em 300% o número de startups na comunidade em seu primeiro ano de atuação. Soluções nos segmentos de projeto, viabilidade, construção, aquisição e habitação estão no radar. “Entendemos que os setores de construção civil e habitação ainda possuem desafios grandes de integração dos players da cadeia e transformação digital. E nossa experiência mostra que por meio dos hubs, ganhamos profundidade, conhecimento e acesso a talentos com expertises e visões complementares compreender melhor os obstáculos do setor e encontrar soluções mais precisas”, conta Paulo Costa, CEO do Cubo Itaú.

Segundo o Mapa das Construtechs e Proptechs 2022, produzido pela Terracotta Ventures, os últimos 6 anos apresentaram um crescimento de 282% no número de startups ativas que atuam no setor. O ano passado marcou 955 startups ativas operando ao longo de todo ciclo de projetos, construção, aquisição e propriedades em uso. Além disso, em 2021 houve um crescimento de 11,6% no número de rodadas de investimento em startups desses setores. Por fim, São Paulo aparece como o estado que se destaca em quantidade de startups ativas (43,12%).

No Brasil, aproximadamente 84% das pessoas vivem em áreas urbanas, mostra um estudo da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (IBGE). Com esse alto número de habitantes, há     consequentemente uma série de desafios a serem resolvidos pelas companhias e que podem usar a tecnologia como aliada. Uma pesquisa feita pelo Datafolha com o Quinto Andar revela que 87% dos entrevistados têm o sonho da casa própria. “Só por esses dados já fica evidente a oportunidade que temos de ter no Cubo o hub de conexão dessas startups com as grandes empresas estabelecidas em suas áreas de atuação e que contam com a inovação para se adaptarem às novas demandas e realidades de mercado. O Cubo Construliving é a plataforma ideal para que possam atuar em conjunto, com projetos que impactam não só o setor, mas o ecossistema de inovação e sociedade como um todo”, complementa Costa.

Para as empresas participantes, o Cubo Construliving também é uma oportunidade de acessar startups não só da América Latina, mas de diversas partes do mundo, além de fazer parte de eventos e programas da comunidade.

Desafios

Um dos objetivos da Dexco, maior empresa produtora de painéis de madeira industrializada do Brasil, referência na produção de louças e metais sanitários no hemisfério Sul e uma das maiores fabricantes de revestimentos do país, é protagonizar a transformação do setor de materiais de construção, decoração e reforma. Para isso, a companhia tem o desafio de melhorar a eficiência das suas operações e aprimorar a jornada de consumo dos seus clientes e consumidores, entregando o propósito de oferecer Soluções para Melhor Viver. 

Desta forma, a Dexco busca, junto ao hub, fomentar conexões estratégicas para o desenvolvimento de iniciativas e soluções que possam trazer mais inovação a um dos setores que é conhecido por menos inovar, o da construção civil. A companhia deseja mapear startups aderentes às suas duas frentes de Inovação Aberta: Open Dexco, programa de inovação aberta para solucionar problemas de ineficiência por meio do relacionamento com startups, e o DX Ventures, Corporate Venture Capital para investimento em startups que tenham fit estratégico com a empresa. 

“A Dexco deseja impulsionar, cada vez mais, a cultura de inovação aberta e oxigenar os colaboradores com novos conhecimentos para explorarmos novos conceitos de forma ágil. Assim, o Hub será um aliado na identificação de tendências de consumo, ferramentas e novos processos. A empresa tem um forte viés industrial, mas estamos transformando nossa cultura com foco em transformação digital e colocando o consumidor no centro da nossa estratégia”, explica Daniel Franco, diretor de TI, Desenvolvimento de Negócios, Inovação e Growth.

No caso da EZTEC, construtora e incorporadora brasileira de empreendimentos comerciais e residenciais nos padrões econômico, médio e alto, fazer parte da iniciativa é uma oportunidade de contribuir para a modernização do setor da construção civil, quebrando paradigmas e transformando a construção, administração e venda de imóveis. Por meio do Cubo Construliving, a empresa busca novas oportunidades de negócio e parcerias que contribuam para potencializar o Inova EZ – um dos principais vetores de transformação digital da empresa.

“Estamos vivendo um momento de transformação na empresa e acreditamos que, a partir dos relacionamentos que serão construídos por meio do Cubo Construliving, melhoraremos os nossos processos e aumentaremos a satisfação dos nossos clientes. Nosso objetivo é consolidar novas parcerias e aumentar o portfólio de mais de 30 startups que já estão conectadas ao nosso negócio, reforçando os pilares da nossa cultura organizacional – pessoas, resultados e excelência.”, afirma Flávio Ernesto Zarzur, vice-presidente executivo da EZTEC e presidente do Conselho de Administração da Companhia. 

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, busca, a partir da experiência com o Cubo Construliving, intensificar ainda mais suas conexões com o ecossistema de construtechs do País, explorando oportunidades de negócios que contribuam para o desenvolvimento da indústria da construção. A companhia acredita genuinamente na inovação aberta e desenvolve novos negócios adjacentes ao aço por meio da Gerdau Next, suportando empreendedores e, também, por meio de parcerias com grandes empresas do setor. “Construtech é um dos quatro clusters estratégicos da Gerdau Next, divisão de novos negócios complementares ao aço da Gerdau, e tem a missão de contribuir para a industrialização, modernização, digitalização e redução do déficit habitacional no setor da construção. Com essa iniciativa, visamos gerar ainda mais valor para toda a cadeia deste segmento, buscando em conjunto melhorias de produtividade, eficiência e práticas mais sustentáveis”, afirma Juliano Prado, vice-presidente global da Gerdau.

O Itaú Unibanco, banco digital com a conveniência do atendimento físico, tem como etapa inicial a aproximação de startups, empresas do setor e parceiros do Cubo Construliving para mapear oportunidades de inovação para habitação, além de um mapeamento para conectar negócios. A aproximação entre players que possam otimizar processos e melhorar a jornada de seus clientes é um dos principais interesses da instituição. A expectativa é se relacionar com mais de 90 startups até dezembro desse ano e dar início a duas POCs (Prova de Conceito).

“Nos últimos anos, evoluímos significativamente na busca por inovações associadas a jornadas mais simples, ágeis e digitais no segmento imobiliário, sempre baseados nas necessidades dos nossos clientes. Neste contexto, temos cada vez mais avançado na integração entre as ações do Itaú BBA para incorporadoras e as do Itaú Unibanco para clientes finais, com o propósito de unir forças, conhecimento e oferecer a melhor proposta de valor de financiamento e serviços em todas as etapas. Com o novo hub do Cubo, teremos uma gama enorme de possibilidades de parcerias com startups e empresas de referência que trabalham neste mesmo compromisso para alavancar ainda mais o setor e auxiliar nossos clientes na conquista de seus objetivos”, afirma Thales Ferreira Silva, diretor de Crédito Imobiliário e Consórcio do Itaú Unibanco.

Em complemento, o Itaú BBA, maior corporate e investment bank da América Latina, está em busca de dados e soluções que permitam desenvolver novos produtos e melhorar a experiência dos clientes. “Temos uma estrutura de produtos e vendas especializada no mercado imobiliário nacional com uma atuação integrada do financiamento à construção ao financiamento à aquisição pela pessoa física. Essa visão completa da jornada do cliente nos permite mapear e identificar dores que possam ser solucionadas a partir desse novo ecossistema junto com os nossos parceiros”, Bruno Bianchi, diretor Comercial do segmento Imobiliário no Itaú BBA.

Para a MPD Engenharia, construtora e incorporadora com mais de 40 anos de história, reconhecida entre as 10 maiores construtoras do Brasil e com atuação em diversos segmentos, com destaque para residencial, comercial, e hospitalar, o Cubo Construliving deve otimizar as iniciativas por meio da conexão com ecossistema de construtechs e proptechs, ampliando o número PoCs com startups que tragam soluções para aumento da eficiência operacional dentro dos canteiros de obras e backoffice.

“Ao lado das demais empresas do hub queremos ser agentes de transformação do segmento que possui diversas oportunidades em temas como industrialização, sustentabilidade e transformação digital”, afirma Mauro Piccolotto Dottori, Presidente do Conselho de Administração da MPD Engenharia. 

Para o Grupo Saint-Gobain, líder em construção sustentável que projeta, fábrica e distribui materiais e serviços para construção e indústria, o Hub é uma força motriz necessária para impulsionar, ainda mais, esse importante movimento do setor. “A união das empresas do segmento permitirá a mobilização da cadeia para enfrentar desafios de industrialização e digitalização, em conjunto com o amadurecimento do ecossistema de startups, trazendo soluções inovadoras para dinamizar positivamente a evolução de toda a cadeia de valor”, ressalta Javier Gimeno , Vice Presidente Sênior e CEO Região Latam da Saint-Gobain.

Futuro do setor

O projeto Construção 2030, desenvolvido pela Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e o SENAI, traz um olhar para o futuro da construção no mundo e os cenários para o Brasil dentro de alguns pilares, como habitação. Uma das previsões aposta que habitações do futuro combinadas com uma cultura de morar provisório farão surgir formas integradas de coliving, coworking e colearning. Nos novos espaços habitacionais do futuro surgirá uma nova sociologia das interações entre seres inteligentes, naturais e artificiais que ainda precisa ser estudada e compreendida. Isso também se deve às relações sociais mais ricas, uso racional de recursos, redução do custo de propriedades e uso racional do tempo.

Ainda segundo o estudo, o planejamento das cidades ficará mais inteligente e sistêmico, atendendo necessidades coletivas e individuais como elementos dinâmicos da vida dos espaços urbanos. Com isso, novas formas de urbanização serão suportadas pelas redes de informações massivas e pela Internet das Coisas (IoT). Construções ativas, adaptativas e regenerativas tornarão a setorização urbana dinâmica reconfigurável e adaptável.

O futuro da construção também passa por medidas de incentivo à modernização e industrialização do setor, por meio da intensificação do desenvolvimento de novos métodos construtivos. O emprego de uma construção industrializada, a qual deve se tornar uma prática mais frequente ao longo dos próximos anos, contribui para reduzir os prazos de finalização das obras e aumentar a eficiência de processos e o controle de qualidade e de custos, bem como promove um processo cada vez mais sustentável. Estudos indicam que o desperdício de materiais em obras pode chegar a 8%, enquanto o desperdício em projetos envolvendo construção modular em aço pode ficar abaixo de 2%.

Para saber mais sobre o Cubo Construliving, acesse: https://bit.ly/CuboConstruliving

Tegra Incorporadora alcança lucro líquido de mais de R$ 192 milhões em 2022

Preservando as margens e com avanço do seu caixa operacional, a Tegra Incorporadora encerrou o ano de 2022 com crescimento de 20% no lucro líquido, que atingiu R$ 192,4 milhões. O montante corresponde a uma margem líquida de 12,9%, 2 pontos percentuais acima do ano anterior.
 

A companhia, que completa 45 anos em março, adequou seus lançamentos ao cenário de custos e juros elevados, com oferta mais concentrada no alto e no altíssimo padrões. O Valor Geral de Vendas (VGV) dos novos empreendimentos alcançou a marca de R$ 1,5 bilhão. Os destaques dos lançamentos incluem o residencial de luxo Bueno Brandão 257, com VGV de R$ 575 milhões, e o edifício Bem Moema, com VGV de R$ 275 milhões.
 

De acordo com o CFO da incorporadora, Alexandre Wolynec, as vendas brutas mostraram-se resilientes no decorrer do ano passado, atingindo R$ 1,3 bilhão (% Tegra) – mesmo patamar do ano anterior -, a despeito da maior concorrência nos segmentos de alto e altíssimo padrões e da tendência de aumento nas taxas de juros: “Preferimos manter a margem dos empreendimentos do que priorizar a velocidade de vendas e percebemos que a demanda se manteve para os projetos com esses perfis”. A margem bruta ajustada da Tegra (exceto juros) atingiu 36,1%, ante 36,3% em 2021. Já a margem bruta (incluindo juros) teve redução de 2,7 pontos percentuais devido à apropriação ao custo dos juros de debênture verde emitida pela companhia em fevereiro de 2022.
 

A geração de caixa operacional da empresa avançou 38% em 2022, atingindo R$ 150,652 milhões. O endividamento líquido da Tegra sobre o seu patrimônio líquido manteve-se controlado em 1,7%. De acordo com Wolynec, a companhia reforçou investimentos na aquisição de terrenos em localizações estratégicas, com baixa alavancagem. O landbank total da incorporadora, que atua em São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro, chegou aos 6,9 bilhões em VGV (% Tegra) no ano passado.
 

O ano de 2022 foi também de muitas entregas para a Tegra. Ao todo, 18 empreendimentos com R$ 2,5 bilhões de VGV e 3.974 novas unidades foram concluídos no ano passado, um recorde para a companhia. “O respeito aos prazos de execução dessas obras e o controle dos custos de construção em um cenário de pressões inflacionárias foram fatores importantes para os resultados no ano passado”, diz o executivo.
 

Os distratos da empresa somaram R$ 237 milhões no ano passado, também impulsionados pelo grande volume entregas, quando o repasse bancário é realizado. “Apesar do crescimento desse indicador, na relação Distratos versus Entregas, a companhia apresentou um resultado de 10%, contra 18% em 2021. Ou seja, levando-se em consideração o volume de entregas, distratamos proporcionalmente menos”, explica Wolynec.

O estoque total da companhia atingiu R$ 3,5 bilhões e 4.072 unidades ao final de dezembro de 2022, influenciado pela grande quantidade de lançamentos especialmente nos dois últimos meses do ano. A composição atual do estoque da Tegra em VGV corresponde a 22% de unidades prontas, 60% de imóveis em construção e 18% de lançamentos.
 

A Tegra também tem forte atuação nas práticas ESG, que geram eficiência e externalidades positivas. Desde 2021, a incorporadora é certificada como Empreendedor Aqua, selo de alta eficiência ambiental que valida práticas de desenvolvimento e execução de obras, e foi vencedora do Master Imobiliário no ano passado pelo conjunto de práticas ESG.

Vendas de novos imóveis sobem 9,2% em 2022, aponta indicador ABRAINC-FIPE

As vendas de novos imóveis registraram uma alta de 9,2% em 2022, quando comparado ao período anterior. Ao todo, 156.730 novas unidades foram comercializadas nos 12 meses do ano passado, o maior volume da série histórica do levantamento, iniciada em 2014. O estudo é realizado com 18 empresas associadas à Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (ABRAINC) em parceria com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE).
 

Durante o ano, o setor foi fortemente impactado pela venda de imóveis de Médio e Alto Padrão (MAP). O segmento somou 46.878 unidades comercializadas e um crescimento de 67,8% em relação ao ano anterior. Do outro lado, o antigo Casa Verde e Amarela (CVA), hoje Minha Casa, Minha Vida (MCMV), totalizou 105.826 unidades habitacionais comercializadas e registrou uma oscilação de – 6,4% na comparação com o total de vendas do ano anterior.
 

As incorporadoras também relataram a entrega de 89.318 unidades em 2022 -número 13,2% superior ao total entregue em 2021 (78.902 unidades) e o melhor resultado desde 2016 (122.060 unidades).
 

Ao todo, 129.432 unidades foram lançadas em 2022, o que representa o segundo maior volume da série histórica da entidade, iniciada em 2014, ficando atrás apenas do resultado de 2021 (153.726 unidades). Do total de lançamentos, 65,8% são do antigo CVA, totalizando 85.180 unidades. Em relação ao MAP, responsável por 34,2% dos lançamentos imobiliários, tivemos 44.247 novas unidades apresentadas.
 

No ano passado, o valor médio dos imóveis novos vendidos subiu 10% e ficou em R$ 344,5 mil, enquanto a média de preços dos lançamentos foi de R$ 381,4 uma alta de 11,4% em relação a 2021.
 

Distratos – A baixa relação entre distratos e vendas de unidades do MAP é outro ponto a destacar em 2022. No ano, essa relação atingiu o menor patamar da série histórica (9,5%), o que representou uma queda de 1,4 pontos percentuais em relação a 2021. Para efeito de comparação, no fim de 2018, quando foi publicada a Lei nº 13.786/18 (Lei do Distrato Imobiliário), que estabeleceu parâmetros para a resolução de contrato de compra e venda de imóveis por desistência e por inadimplemento das partes, a relação distratos/vendas entre os imóveis de Médio e Alto Padrão era próxima dos 50%.
 

Na avaliação do presidente da ABRAINC, Luiz França, para que em 2023 o setor siga neste mesmo ritmo de crescimento é importante que o Banco Central realize medidas regulatórias para aumentar a oferta de crédito imobiliário disponível. “Uma possível medida seria o aumento no percentual de recursos da Poupança, que é direcionado obrigatoriamente ao crédito imobiliário, dos atuais 65% para 70%. Também é possível avaliar outras alternativas de estimulo ao financiamento habitacional, como a redução dos juros de credito imobiliário no IRPF”, explica.
 

Por fim, o executivo acredita que, apesar dos desafios, o mercado imobiliário deve seguir com um bom desempenho neste ano, com indicadores apontando para melhora na renda e consumo dos brasileiros, e o mercado poderá absorver as mudanças do Minha Casa, Minha Vida. “Nossa perspectiva é positiva e alguns dos principais indicadores macroeconômicos do Brasil apontam que podemos ter um bom momento. Em 2022, tivemos um grande volume de vendas e a expectativa é que 2023 tenha um ritmo similar”, finaliza o presidente da ABRAINC.

Gafisa tem melhor desempenho comercial em 5 anos e ultrapassa R$ 1,1 bi de vendas em 2022

A Gafisa, uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, anunciou ao mercado nesta terça-feira (28) seus resultados do 4º trimestre de 2022 e do ano de 2022, representados através da performance dos indicadores operacionais e financeiros. Com foco consolidado na alta renda, a empresa ultrapassou R$ 1,1 bilhão em vendas no ano – o que representa seu melhor desempenho comercial dos últimos 5 anos. As vendas brutas foram 50% maiores em relação a 2021.

As vendas líquidas cresceram 67%, somando R$ 971 milhões, com redução de 8,2% nos distratos. A velocidade de vendas também aumentou no último ano, atingindo 27,4% em 2022, superior aos 22,4% registrados no ano anterior. No período, também foram concluídas as construções de 8 empreendimentos, sendo 7 em São Paulo e 1 no Rio de Janeiro, com a entrega de 1.170 unidades e R$ 765 milhões em VGV.

A Gafisa encerrou 2022 com R$ 460 milhões em caixa e contas a receber, o melhor resultado desde 2018. Entre os destaques do ano estão o lançamento do Cidade Jockey, com VGV de R$ 340 milhões, o maior lançamento da empresa em VGV dos últimos 10 anos, e a entrega do empreendimento Atlântico, na praia de Copacabana, 100% vendido, totalizando VGV de R$ 126 milhões. O Atlântico está entre os 4 empreendimentos de frente para o mar que a Gafisa possui atualmente na cidade do Rio de Janeiro e foi o último lançamento na orla da praia mais famosa do Brasil, que há 40 anos não recebia novos projetos.

A estratégia da companhia de se consolidar no segmento imobiliário de alta renda se reflete nos parâmetros de venda. Ao apresentar os números, a CEO da Gafisa, Sheyla Resende, destacou os movimentos estratégicos, assim como as aquisições realizadas, alinhados ao posicionamento da companhia com foco em produtos com elevado valor agregado, em regiões nobres das cidades de São Paulo e Rio de Janeiro.

Cidade Jockey, lançado no Butantã

“O ano de 2022 foi muito positivo para a Gafisa para consolidar o posicionamento da empresa. Todos os investimentos tiveram essa premissa, visando alcançar o público de alta renda. Estamos precisos no foco e na estratégia que traçamos, de acordo com parâmetros, critérios e indicadores muito bem estabelecidos”, ressaltou Sheyla Resende.

Em relação ao cenário econômico de 2022, o diretor financeiro (CFO) e de Relações com Investidores (DRI) da Gafisa, Edmar Neto, observou algumas movimentações que ocorreram como a alta taxa de juros, que demandaram ajustes internos com foco em custo, entrega e prazo – exercício de gestão necessário e que qualificou os indicadores financeiros da companhia.

“Quando a gente olha anos atrás nossa receita anual era de R$ 500 milhões, depois R$ 700 milhões e agora chegamos a R$ 1,1 bi. Resultados como esses reforçam a nossa opção por atuar no mercado de alta renda. Um dos pontos importantes é o plano estratégico da empresa de focar em alta renda, de ter um exercício de gestão e de execução com foco em custo, entrega e prazo muito fortes, o que qualifica nossos indicadores financeiros. A busca por eficiência é um mantra na companhia”, reforça o CFO.

O vice-presidente de Negócios, Luis Ortiz, comentou sobre o empreendimento Cidade Jockey, que contribuiu diretamente para o sucesso do portfólio da empresa. “Esse lançamento acelerou a locomotiva de vendas da empresa e movimentou bastante o mercado imobiliário em São Paulo. Tudo isso contribuiu para as vendas do nosso portfólio que teve um giro maior a partir dele. A estratégia de produto também fez muita diferença em 2022. Os produtos têm características diferentes, cada bairro de São Paulo e do Rio têm uma história específica”, destaca Ortiz.

“Foi importante descentralizar a estratégia e isso trouxe resultados muito positivos. Estamos buscando a melhor experiência na jornada do cliente Gafisa e, por essa razão, criamos uma área exclusiva para implementação do nosso plano. Contamos com uma consultoria especializada no luxo, para um trabalho de aculturamento interno, que aperfeiçoa nossa forma de atendimento em todos os pontos de contato com os clientes. Estamos bastante otimistas, buscando aquisições saudáveis, que não impactem nosso fluxo de caixa e que estejam de acordo com os indicadores que temos”, complementa a CEO, Sheyla Resende.

Sense Icaraí, lançado em Niterói

Terrenos – A empresa encerrou o ano com um banco de terrenos que soma quase R$ 12 bilhões em VGV. Foram adquiridos terrenos em áreas nobres de São Paulo como Itaim Bibi e Jardins, e também na Vieira Souto, em Ipanema, no Rio de Janeiro. Para 2023, a Gafisa conta com um pipeline de novos negócios que sustentarão a implementação da estratégia no médio e longo prazos.

Estoque — A companhia fechou 2022 com estoque da ordem de R$ 2,5 bilhões. Desse total, os empreendimentos de média-alta e alta renda correspondem a 87%, e atualmente, 98% estão concentrados no RJ e SP, alinhados ao posicionamento estratégico.

 

ESG – Em 2022, a Gafisa apresentou o seu primeiro Relatório de Sustentabilidade (GRI), ingressou na 18ª carteira do Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3. Também passou a integrar o Índice IGPTW da B3, que considera as empresas reconhecidas como as melhores empresas para se trabalhar pela Great Place to Work. As duas conquistas refletem o compromisso da empresa com as práticas ESG e o objetivo de crescer de forma sustentável, promovendo a inovação e aprimorando seus processos, com melhoria contínua, para continuar oferecendo ao seu público experiências únicas de alto valor agregado, na construção de um futuro ainda mais sustentável.

Empreendimento de luxo apresenta showroom exclusivo em Itapema

Itapema, no Litoral Norte de Santa Catarina, acaba de ganhar um showroom conceito exclusivo de um dos mais luxuosos empreendimentos da região. O Residencial Francisco I, projetado pela Gessele Empreendimentos, apresenta sofisticação e requinte da arquitetura clássica contemporânea.
 

De acordo com Paula Gessele, que é sócia diretora da construtora, o empreendimento mescla toda delicadeza e exuberância do estilo clássico, com a modernidade representada em sua fachada envidraçada de traços limpos. “Esse é um projeto exclusivo com apenas um apartamento por andar, que proporciona individualidade e garante uma vista definitiva para o mar, numa localização privilegiada”. São 17,7m lineares de vista mar”, destaca.

Com mais de 90% da obra concluída, a Gessele abre para visitação um showroom conceito. O projeto do showroom, que fica no 15º andar, traz tendências, marcas e um lifestyle de moda. As visitações no espaço serão feitas apenas com horário reservado.

 
Gucci presente no showroom conceito
 

Para o projeto do showroom conceito no Residencial Francisco I, que apresenta 25 andares, as arquitetas da Gessele reuniram novidades e tendências de arquitetura, design e sofisticação. Um destaque é que a badalada marca italiana Gucci está presente em várias peças de decoração, louças e vestuário. E além de estarem presentes no apartamento, o mobiliário da área de lazer e do hall de entrada do empreendimento também será da Gucci. “Quem visitar o espaço poderá ver de perto a atenção aos detalhes, um traço marcante da personalidade da nossa marca”, destaca Paula.

Cada uma das quatro suítes apresentam um projeto exclusivo. A suíte Brasil, por exemplo, faz a junção do clássico, usando molduras e madeiras, com o contemporâneo apresentado em vidro canelado retrô. O espaço mais masculino conta com cores, texturas e estampas alusivas à natureza. A suíte master, que recebe o nome da esposa do Rei Francisco I, Maria Teresa, apresenta cama de ferro, além de artigos de luxo no closet aberto e banheira com vista para o mar. Metais dourados estão presentes no banheiro pensado para o casal, apresentando ducha e cuba duplas.


Um detalhe que retrata o DNA da construtora é a curadoria de peças que foram trazidas de Londres, após uma viagem de inspiração dos sócios. No showroom conceito do Residencial Francisco I o visitante poderá ver de perto esses objetos, além de artigos da marca Gucci em louças, decoração e no closet, móveis soltos da Sierra Móveis, sob medida da Masotti, lustre da Marizza Prado e finalizado pelo artista floral Josias Mafessolli, louças em cristal Strauss, tecidos da CasaLille e artigos da Trussardi. A curadoria retrata o estilo clássico e inovador da marca Gessele.

Setin e Housi se unem para oferecer mais tecnologia e rentabilidade para investidores

A Setin Incorporadora e a Housi uniram forças para trazer soluções modernas e práticas para quem procura comodidade e conforto em seus imóveis. Com a experiência da Setin, que já lançou mais de 2.300 unidades de apartamentos compactos, e a inovação da Housi em locação on-demand, presente em mais de 100 cidades do Brasil, as marcas pretendem oferecer o que há de melhor em tecnologia disruptiva em prédios e soluções de rentabilidade para investidores.
 

A primeira etapa da parceria se estende para três empreendimentos – todos na capital paulista: ST Studios Vila Mariana e Downtown Nova República, que ficam prontos em 2023, e Zeit Brooklin, já em fase de lançamento. Neste ano, cerca de 500 unidades devem ser entregues pela Setin já com os serviços da Housi à disposição dos proprietários e locatários.

Esses empreendimentos foram cuidadosamente projetados para atender as necessidades dos moradores e investidores com o compromisso de oferecer facilidades tecnológicas e praticidade no dia a dia. Segundo o CEO da Housi, Alexandre Frankel, essa colaboração tem a finalidade de satisfazer a demanda de um público sempre em busca de novidades e soluções inovadoras.
 

Inovação, tecnologia e conveniência
 

“Estamos transformando a visão do mercado de aluguéis. A Housi é pioneira e oferece mais qualidade e liberdade sem as inconveniências do aluguel padrão, atendendo a demanda de uma fatia de público que acredita nas facilidades tecnológicas. A Setin tem esse perfil de estar atenta às inovações e traz frescor para o mercado imobiliário, que cada vez mais está sedento por novidades”, diz.
 

O projeto entre Housi e Setin é marcado pela oferta de empreendimentos inovadores e tecnológicos, além de muita conveniência para o investidor imobiliário. Os três primeiros projetos oferecem apartamentos completamente mobiliados e serviços sob demanda, como limpeza e manutenção.
 

“A parceria com a Housi terá uma grande dimensão para nossos negócios e gera um grande potencial de vantagens aos clientes, especialmente os investidores, uma vez que otimizamos um processo burocrático para que eles tenham mais praticidade no dia a dia”, afirma Antonio Setin, fundador e presidente da Setin Incorporadora.

Com apenas 7 anos de mercado, uCondo transaciona mais de R$ 350 milhões em taxas condominiais em todo Brasil e firma parceria com o Banco Inter

Com menos de segundos e alguns cliques, receber encomendas, agendar reuniões e realizar gestão financeira de condomínios fica mais fácil, transparente e rápido com a uCondo. Fundada em 2015, em Curitiba (PR), a empresa oferece uma plataforma de administração de condomínios completa, permitindo que as pessoas tenham mais controle financeiro, previsibilidade, transparência, reduzam a  inadimplência e melhorem a comunicação e o convívio entre os moradores, com processos para todas as necessidades de funcionamento. Em 2022, registrou número recorde de novos usuários, atingindo 3 mil condomínios e mais de 250 mil moradores, além de transacionar mais de R$ 350 milhões em taxas condominiais em todo Brasil. Em janeiro, a startup acabou de firmar parceria com o Banco Inter para replicar benefícios da “Conta Condomínio”.

A plataforma consegue, seja via telefone ou computador, simplificar e otimizar o dia a dia de administradoras e também de quem mora em prédios ou outros tipos de condomínios. Ela conecta todos em um só lugar, a exemplo de moradores, síndicos, administradoras, porteiros e bancos. Além de mais praticidade e eficiência nos processos, gera economia real com isenção da maioria das taxas bancárias, geração de boletos e folha de pagamento de colaboradores, entre outros. 

“A uCondo traz a solução inovadora para o setor, com preço que cabe no bolso e uma jornada completa de comunicação e gestão financeira condominial. Pensamos em cada necessidade de toda essa cadeia e criamos soluções eficazes, de fácil compreensão em uma plataforma intuitiva”, afirma  Marcus Nobre, CEO da uCondo. Ele também destaca que, a plataforma foi desenvolvida para ser usada com tranquilidade por todos, incluindo adolescentes e pessoas idosas, tendo informações objetivas e acessíveis, com a melhor usabilidade do mercado.

Como facilitar a rotina dos moradores de um condomínio?

Com as funcionalidades disponíveis na uCondo, fica muito mais prático fazer a gestão completa de condomínios e facilitar o dia a dia dos moradores:

  1. Gestão financeira: é possível controlar o financeiro, disponibilizar o pagamento das taxas do condomínio, automatizar o controle de consumos, acompanhar o fluxo de caixa e quem ainda não pagou as contas, enviar lembretes de pagamentos para os moradores e ainda controlar os pagamentos de profissionais e fornecedores. 
  2. Economia: redução de taxas de emissão, registro, cancelamento e segunda via de boletos (a cobrança acontece apenas quando o boleto é compensado), além de valores cobrados para manutenção da conta bancária.
  3. Transparência: as pessoas podem receber relatórios com prestações de contas atualizados em tempo real e conferir o balancete. 
  4. Redução da inadimplência: gestão automática com lembretes e avisos; balancetes em tempo real para prestação de contas do síndico; automatização de envio de boletos e PIX; plano de contas automático; 
  5. Comunicação simplificada: os canais de conversas estão reunidos em um só lugar e a comunicação é otimizada, seja no envio de avisos, atualização de regras de convivência, abertura de chamados entre moradores, síndicos e administradoras; além do primeiro marketplace de condomínios do Brasil com cupons de descontos exclusivos; entre outros.
  6. Melhora no convívio entre os moradores: fazer reservas de uso de espaços comuns, reclamações, votar em enquetes, falar com o síndico, liberar acessos na portaria, autorizar o recebimento de entregas, receber avisos e comunicações também são funções disponíveis pela uCondo. Todas contribuem para uma integração condominial e para o bem-estar, melhorando o convívio entre os moradores do condomínio, uma vez que as pessoas se tornam incluídas nos processo de administração.

“Nos últimos anos, a digitalização dos condomínios vem avançando e trazendo mais qualidade de vida e agilidade nos processos. Avaliamos que as burocracias administrativas podem causar estresse e má gestão, como aumento de inadimplência e falta de transparência. Assim, vimos o potencial inovador em ter uma plataforma que reunisse todas essas tarefas, onde todos podem acompanhar em tempo real o que está sendo feito”, destaca o CEO da uCondo, startup que busca sempre evoluir, avaliando as sugestões dos usuários e acompanhando as tendências do mercado e possibilidade de melhorias de qualidade de vida.

Muitas tarefas consideradas comuns podem ser complexas quando envolvem dezenas ou, por vezes, centenas de pessoas. Elas passam a ser mais simples e são realizadas com um clique, com rapidez na resposta e resultados. “Com a uCondo, em poucos segundos, os boletos são cadastrados automaticamente no Banco Central e gerados para pagamento. O administrador pode gerar esses boletos e enviar, dentro da própria plataforma, ao morador”, exemplifica Nobre.

Plataforma oferece canal para denúncias sensíveis de forma sigilosa

A plataforma uCondo conta, também, com canais de denúncias sensíveis, tudo de forma sigilosa. Em casos de violências, principalmente doméstica, ainda muitos condomínios não sabem como ajudar as vítimas e implantar canais de denúncias que protejam as vítimas e denunciantes. Dessa forma, moradores e vizinhos ficam com medo de denunciar e serem alvos de retaliações, por exemplo, ou expor as vítimas. “Pensamos muito nesse tema e desenvolvemos um canal, onde as pessoas podem reportar as situações com segurança, tendo proteção a si e às vítimas”, reforça Leonardo Mack, COO da uCondo.

Criada com o propósito de oferecer mais qualidade de vida para as pessoas que moram em condomínios, solucionando problemas e promovendo melhor convivência, a startup já foi acelerada pelo Oxigênio, LIGA, Porto Seguro, Plug&Play, pelo programa Scale UP, da Endeavor e faz parte do Órbi Conecta, o principal hub de inovação e empreendedorismo digital de Minas Gerais. 

Vagas abertas para quem quer trabalhar na uCondo

Em expansão, a startup avança na contratação de profissionais, especialmente da área de tecnologia, com abertura de 20 vagas até o fim do ano e com expectativa de mais de 100 para o primeiro semestre de 2023. Todas as posições são CLT, remoto, com benefícios e equipamentos oferecidos pela empresa. Para acompanhar as oportunidades abertas, acesse a página de vagas do site da uCondo. Hoje, a empresa conta com 40 colaboradores. 

Parceria entre Prolata e SindusCon-SP coleta quase 300 toneladas de embalagens de aço em dois anos

A reciclagem é um exemplo de ação que colabora com a redução dos impactos das mudanças climáticas na vida dos humanos. Visando facilitar o processo de logística reversa e a destinação correta de resíduos da construção civil, a parceria entre Prolata, associação sem fins lucrativos dedicada à cadeia de logística reversa das embalagens de aço, e o Sindicato da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) já reúne 18 construtoras e 145 obras participantes na Grande São Paulo, que vão desde a construção de casa e edifícios até obras focadas em mobilidade urbana.

Junto com a startup Rafa Resolve, parceira da Prolata que atua no mercado de resíduos de obras da construção civil, foram coletados 287.820 Kg de embalagens de aço entre setembro de 2020 e outubro de 2022.

As construtoras cadastradas são: Acciona, Adolpho Lindenberg, Concrejato, Cyrela, Engelux, Even, Farwer, Lanças Engenharia, Plano e Plano, Patriani, Sinco Engenharia, Tecnisa, Tegra, Tesis, Trisul e Vinx.

Thais Fagury, presidente executiva da Prolata e da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), explica que a parceria com a SindusCon-SP é uma relação de “ganha-ganha”. “A iniciativa fortalece a importância dos sistemas de logística reversa, que são fundamentais para o crescimento da reciclagem e restituição de determinados resíduos sólidos. Do lado das construtoras, o processo de descarte dos resíduos das obras fica mais fácil e totalmente dentro da Política Nacional de Resíduos Sólidos”, ressalta Thais.