Startup Apto traça o perfil de quem procura imóveis novos para morar

Startup Apto traça o perfil de quem procura imóveis novos para morar

O Apto, plataforma que conecta potenciais compradores de imóveis novos a construtoras e empreendimentos em todo o Brasil, desenvolveu um levantamento que aponta qual é o perfil de quem procura imóveis novos para morar. A startup analisou sua base de dados entre fevereiro de 2020 e fevereiro de 2021 e colheu informações como gênero, diferenciais e ticket médio do comprador de imóveis novos do site. O material revelou que a maioria dos que buscam por esses empreendimentos são mulheres (62,35%) e constatou que a maior procura são de jovens entre 25 e 34 anos (34%), seguido das que têm entre 18 e 24 (18%) e 35 a 44 (17%).

Dentre as visualizações coletadas no período, os 10 imóveis que mais receberam visita no site do Apto possuem em comum uma ampla área de lazer. A localização também é uma grande preocupação durante a busca. Afinal, apartamentos que estão localizados próximos de shoppings, hospitais e parques também apareceram como característica em 50% dos imóveis mais acessados durante o período avaliado.

“Observamos que mesmo com a crise econômica e sanitária, o mercado imobiliário cresceu 26%, em 2020, segundo dados Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (FIPE). Notamos também que esse cenário de isolamento social fez com que a busca por conforto dentro de casa aumentasse. Prova disto, é a procura por diferenciais, como varanda gourmet com opção de churrasqueira, infraestrutura para ar-condicionado, que também figuram nas opções mais visitadas”, comenta Alex Frachetta, CEO do Apto.

Outro ponto importante destacado no levantamento foi em relação ao rendimento financeiro desses compradores. Atualmente, o ticket médio dos imóveis anunciados no Apto está em R$ 750.000. “Para comprar um imóvel desse valor em um financiamento de 30 anos, considerando a entrada obrigatória mínima de 20%, mais os 8% de juros a.a, seria necessário uma renda familiar mensal em torno de R$18.000 para comportar o comprometimento sugerido de renda, isto é, até 30%”, finaliza Alex.

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