Cury passa a integrar Ibovespa e celebra cinco anos de IPO com valorização de ações superior a 400% no período

A Cury Construtora, uma das líderes do mercado imobiliário residencial, acaba de ser incluída na nova composição do Ibovespa, principal índice da B3, iniciada em 1 de setembro. A inclusão acontece no mesmo mês em que a companhia comemora cinco anos da abertura de capital, período marcado por forte valorização e expansão consistente de seus indicadores financeiros e operacionais.

Para compor a carteira do Ibovespa, as companhias listadas precisam cumprir critérios rigorosos, incluindo estar presentes em 95% dos pregões durante a vigência das últimas três carteiras (aproximadamente um ano); movimentar, no mínimo, 0,1% do volume financeiro do mercado à vista; estar entre os ativos que representam 85% do Índice de Negociabilidade (IN); e não serem penny stocks (ações negociadas abaixo de R$ 1,00).

“A inclusão da Cury no Ibovespa é um reconhecimento do trabalho consistente de toda a gestão e operação da companhia. Esse resultado é fruto de uma estratégia sólida e do compromisso com eficiência, disciplina e geração de valor aos acionistas, e chega num momento especial, em que celebramos os cinco anos da abertura de capital”, afirma Ronaldo Cury, diretor de Relações com Investidores.

Evolução desde o IPO

Desde a abertura de capital em setembro de 2020, a Cury apresentou crescimento expressivo em todos os indicadores estratégicos. A valorização do papel, nestes cinco anos, é de 400%, ou seja, um investimento de R$ 10 mil em ações da Cury (o equivalente a 1.493 ações em 21 de setembro de 2020, quando realizou o IPO) chegou a R$ 51,1 mil em 28 de agosto deste ano.

Neste período, o valor de mercado da Cury evoluiu de R$ 3 bilhões para R$ 10 bilhões, acompanhado da distribuição de R$ 1,6 bilhão em dividendos, enquanto o Volume Médio Diário de Negociação (ADTV) passou de R$ 11,9 milhões para R$ 60 milhões, evidenciando maior liquidez e o crescente interesse no papel.

Paralelamente, a base de acionistas cresceu de 1.538 para 38.323 investidores, com destaque para mais de 37 mil pessoas físicas. A participação estrangeira avançou de 5,3% para 36,7%, elevando o free float de 14,8% para 76,3% entre os acionistas do exterior.

“O nosso crescimento operacional acompanhou a valorização do mercado nestes cinco anos. O banco de terrenos dobrou, de R$ 10,5 bilhões para R$ 21,1 bilhões em VGV potencial; os lançamentos passaram de R$ 1,5 bilhão para R$ 8 bilhões; e as vendas líquidas avançaram de R$ 1,3 bilhão para R$ 7,2 bilhões. São fatores que comprovam a sustentabilidade do nosso negócio e o engajamento dos colaboradores para que nossa atuação seja cada vez mais sólida, mais eficiente e reconhecida pela entrega de empreendimentos de qualidade ao mercado”, afirma o CEO Fabio Cury.

Esses resultados refletiram diretamente no lucro líquido da companhia, que saltou de R$ 190 milhões em 2020 para R$ 870 milhões, e no ROE, que subiu de 46% para 70%, com a geração de caixa acompanhando o crescimento, passando de R$ 170 milhões para R$ 475 milhões.

De acordo com o executivo, a estratégia da Cury prossegue no sentido de contribuir para reduzir o déficit habitacional do país, realizando o sonho de diversas famílias, continuar sendo uma marca empregadora – atualmente com 5 mil colaboradores – e gerar valor aos acionistas.