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Com alta valorização dos imóveis, litoral de Santa Catarina é uma das regiões escolhidas para a expansão de franquia imobiliária

Destino de milhares de pessoas nos fins de semana, feriados e férias, o litoral do Brasil agora também se tornou a moradia definitiva de muitas famílias, que por conta da Covid-19 acabou mudando alguns hábitos dos brasileiros.

Logo após o início da pandemia no país, começou um aumento expressivo de buscas por imóveis no litoral. A maior parte da procura não se tratava de pessoas buscando por contratos de aluguel para temporadas estendidas, mas sim de famílias que viram um bom momento para mudar para o litoral e ter um ganho com qualidade de vida.

Balneário Camboriú, Itajaí, Itapema e Florianópolis (SC), são alguns exemplos de cidades com alta demanda de imóveis para venda. Mas além dessas, também é possível incluir locais como Guarujá (SP), litoral norte paulista, Costa Verde e região dos lagos no Rio e Praia de Pipa (RS).

Para ter uma melhor noção desse crescimento, de acordo com dados do aplicativo Newcore, a procura por imóveis no litoral de São Paulo cresceu 41,17%, analisando os meses de janeiro e dezembro de 2020.

A empresa especializada em pesquisas de consumo e demanda do setor imobiliário, Datastore, confirmou o aumento na procura por imóveis em cidades litorâneas em todo país. Em 2020, 21% dos entrevistados tinham a intenção de comprar um imóvel no litoral, desses interessados, 47% queriam fazer a compra em curto prazo. Em 2019, a intenção de compra era de 20%, sendo que 31% queriam comprar em até 12 meses.

Segundo o diretor executivo da Bikasa Negócios Imobiliários, Felipe Wichmann, a pandemia trouxe um movimento de pessoas saindo das grandes capitais para procurar cidades com melhor qualidade de vida. “Com isso, o litoral ficou ainda mais atrativo, por contar com belas paisagens e alternativas de lazer pela proximidade com o mar.”

Imóveis valorizados em Santa Catarina

Com o mercado aquecido, o litoral de Santa Catarina se tornou uma das melhores regiões para investir no setor imobiliário. Um dos fatores que comprovam esse momento é a alta valorização dos imóveis no Estado.

A região é um dos estados que mais se destaca quando se trata de valorização imobiliária, contando com 4 cidades entre as 10 com o metro quadrado mais valorizado do país.

O ranking das cidades com o metro quadrado mais valorizado do país fica da seguinte forma: São Paulo (SP) – R$ 9.708 por m²; Rio de Janeiro (RJ) – R$ 9.650 por m²; Balneário Camboriú (SC) – R$ 9.358 por m²; Itapema (SC) – R$ 8.856 por m²; Brasília (DF) – R$ 8.788 por m²; Florianópolis (SC) – R$ 8.582 por m²; Vitória (ES) – R$ 8.562 por m²; Itajaí (SC) – R$ 7.909 por m²; Barueri (SP) – R$ 7.748 por m² e Curitiba (PR) – R$ 7.518 por m².

Além disso, a região catarinense conta com a força do turismo. Segundo os registros da Junta Comercial do Estado de Santa Catarina (Jucesc), em um ecossistema de quase 100 mil empresas vinculadas, o setor de turismo catarinense foi o responsável por 12% do PIB estadual, movimentando entre 2018 e 2020 aproximadamente R$ 33 bilhões.

Expansão para o litoral catarinense

Observando esse cenário, a franquia de negócios imobiliários, Bikasa, tem no seu plano de expansão as cidades do litoral catarinense.

“Por ser uma região com um elevado índice de valorização imobiliária e ser um dos destinos mais procurado pelos turistas, nos faz enxergar esse local com bons olhos para a nossa expansão”, comenta Felipe Wichmann.

É importante destacarmos que a região litorânea de Santa Catarina é um dos lugares do Brasil com os melhores números de desenvolvimento social, garantindo um poder maior de infraestrutura em serviços como a saúde e segurança para todos os turistas e moradores da região.

“Esses fatores tornam essa área em específico um importante polo imobiliário, sendo uma ótima alternativa para fazer investimentos em imóveis e, consequentemente, ter a garantia de uma boa rentabilidade”, explica o diretor executivo.

Cidades mapeadas

Atualmente, o plano de expansão da rede é de continuar crescendo dentro do estado de Santa Catarina e já tem no seu radar algumas das cidades mais promissoras para o setor de imóveis.

“Nosso projeto é de expandir em regiões como Balneário Camboriú, Itajaí, Blumenau, Itapema, Porto Belo, Bombinhas, Governador Celso Ramos, Garopaba e Florianópolis”, detalha Wichmann.

A Bikasa conta com duas unidades próprias em Santa Catarina, uma localizada em Itapema e a outra em Porto Belo. Além das unidades próprias, a rede conta ainda com sete franquias pelo Brasil, sendo elas em cidades como São Paulo (SP), Sinop (MT) e também em Itapema (SC) e Porto Belo (SC).

A expectativa da rede neste ano é de alcançar o número de 100 unidades e faturar acima de R$ 1 milhão.

Modelo de negócio

A Bikasa é a primeira franquia imobiliária do Brasil a operar exclusivamente digital, além de contar com um modelo de negócio que proporciona agilidade na venda, redução de processos e custos fixos, garantindo uma maior rentabilidade por parte do corretor, que ganha 100% de comissão.

“O corretor que adquirir a sua franquia, irá pagar royalties e não terá limites de faturamento, quanto mais ele vender, mais ganhará. Em grande parte dos casos, na primeira venda que fizer, já tem recuperado seu investimento, isso significa que o franqueado paga a sua unidade e ainda tem um ganho”, explica Wichmann.

Por ser home office, a rede conta com um investimento inicial baixo, a partir de R$ 10.597,90 (incluso taxa de franquia + taxa de instalação + capital de giro). O faturamento bruto médio mensal fica entre R$ 60 mil a R$ 150 mil, com um lucro líquido de R$ 50 mil. A franquia imobiliária estima um prazo de retorno entre 2 e 5 meses.

Juntos Somos Mais planeja abertura de tech hub em Portugal

A Juntos Somos Mais, startup criadora do maior ecossistema do varejo da construção civil, planeja próximo passo de crescimento e tem Portugal como foco primário para implantação de tech hub. O objetivo é a atração de talentos pelo mundo. Para estreitar os laços com o país e trocar conhecimento com a comunidade, a startup realiza, no dia 7 de junho, seu primeiro evento internacional, em Lisboa, com transmissão on-line.

“Com a criação do hub, entraremos em um país com proximidade cultural e de mesma língua, que permitirá um intercâmbio de ganhos múltiplos. Além disso, Portugal tem uma posição geográfica estratégica e recebe muita influência de grandes países europeus que são referência em tecnologia, como Alemanha e Holanda, por exemplo”, explica Danny Farias, CTO (Chief Tecnology Officer) da Juntos Somos Mais. A previsão é que a abertura do tech hub aconteça em julho deste ano.

Portugal vem ganhando força através da sua construção de um ecossistema de tecnologia, com inovação tecnológica, abertura e facilidades para empresas e startups que escolhem o país como sede de novos negócios.

TechTalks em Lisboa

Em sua 22ª edição, o JS+ TechTalks realiza a primeira edição presencial desde o início do projeto. A iniciativa é uma das ações que a Juntos Somos Mais vem desenvolvendo em Portugal no caminho da efetivação do tech hub. O foco, desta vez, é em .NET, com a participação do brasileiro Luiz Lelis, Software Engineer da Juntos Somos Mais, com a palestra “Outbox Pattern e Idempotência”, e do português Nuno Relvão, com o painel “Docker e Docker Compose no .NET”.

O evento é gratuito e acontece no dia 7 de junho, às 14h30, na LACS Anjos, em Lisboa, Portugal, com transmissão ao vivo pelo YouTube da Juntos Somos Mais. As inscrições podem ser feitas através do link.

Cury Construtora lança empreendimento residencial no Porto Maravilha

Morar próximo ao trabalho e ter ao seu entorno uma vasta opção de comércio, lazer e pontos turísticos, é sinônimo de qualidade de vida e praticidade. Para quem busca por esse conceito, morar no Porto Maravilha, no Rio de Janeiro, é uma excelente escolha. Apostando nesse novo formato de moradia do carioca que quer respirar história, mas que não abre mão da modernidade, a Cury Construtora lança o seu quinto empreendimento residencial na região, o Pateo Nazareth, que faz parte do projeto de revitalização urbana da área portuária do Rio.

“Viver no Porto Maravilha é estar ao lado de uma área pulsante da cidade. É VLT passando na porta, ruas urbanizadas, estar próximo ao Boulevard Olímpico, ao futuro IMPA, e ao lado do Centro do Rio. A Cury acredita nessa nova proposta de vida da região. Acreditamos que a Zona Portuária do Rio é o novo vetor de crescimento e desenvolvimento da cidade”, detalha Leonardo Mesquita, vice-presidente da construtora.

Na região portuária a Cury Construtora está presente, além do novo Pateo Nazareth, com os empreendimentos Rio Wonder e Rio Energy, grandes sucessos de vendas da incorporadora. No total, são mais de 3 mil unidades com, aproximadamente, 9 mil novos habitantes para o local, distribuídos pelos cinco empreendimentos lançados.

Com opção de studio e unidades de um, dois ou três quartos, com varanda, o novo empreendimento terá 814 unidades e contará com uma completa área de lazer, com piscinas, rooftop com piscina, rooftpo com churrasqueira, quadra gramada, playground, cine open air, food square, salão de festas, salão gourmet, salão de jogos espaço zen com sauna, beauty care, coworking, easy market, lavanderia, pet care, sala de ginástica e espaço funcional.

Assinado pela Cité Arquitetura, o projeto da fachada do Pateo Nazareth, teve inspiração em grandes construções da França, Itália e Amsterdam. As cores escolhidas para a fachada respeitam o contraste entre o início e o fim do dia e suas intensidades de luz definem a distribuição de cores. Painéis na base da fachada representarão os grafites dos muros de tijolos dos antigos galpões.

Detalhes do empreendimento

Área do terreno: 7401,50 m²

Endereço: Av. Cidade de Lima, 60 – Santo Cristo

Andares: Térreo + Edifício garagem + Área Comum + 21 pavimentos

Total de apartamentos: 814

Número de blocos: 02

Projeto arquitetônico:  Cité Arquitetura

Valores: a partir de R$ 285mil

Veja mais em: Cury.net/pateonazareth

Serviço estande de vendas:

Endereço: Avenida Professor Pereira Reis, 42 – Porto Maravilha

Horário de atendimento: 9h às 20h

Gafisa investe R$500 mil em inovação para reduzir custos de obras

Expectativa é que a introdução de ferramentas de acompanhamento das obras reverta em economia de R$ 200 mil por ano, por obra; uso de drones para levantamento topográfico poderá reverter em R$ 112 mil de economia em 1 ano 
 

De acordo com dados do Relatório de Sustentabilidade recém-lançado pela Gafisa, em 2021, a companhia investiu R$500 mil em iniciativas inovadoras nos processos da empresa e mobilizou 200 profissionais para implementar novas estratégias. Em 2021 foram mais de 170 ideias inovadoras sugeridas pelo time interno — 400% da meta traçada na implementação do programa, realizada em abril do mesmo ano.


O primeiro Relatório de Sustentabilidade é um desdobramento da Política ESG Gafisa, lançada em julho de 2021, e partiu de um extenso trabalho de construção da matriz de materialidade que identificou 6 temas prioritários, conectados aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) das Nações Unidas: ética e transparência, responsabilidade social e corporativa, inovação para a sustentabilidade, gestão socioambiental, capital humano e gestão de fornecedores.


“2021 foi um ano marcado pela retomada da atividade econômica, consolidação do mercado imobiliário e pelo crescimento sustentável da Gafisa. Investimos em gestão financeira criteriosa, relacionamento de confiança com stakeholders e inovação nos novos negócios. Além disso, para fortalecer ainda mais nosso compromisso com a sociedade e com o meio ambiente, voltamos nossas prioridades para políticas ESG, com metas norteadoras do futuro que projetamos e sonhamos construir”, comenta Guilherme Benevides, CEO Gafisa Incorporadora e Construtora São Paulo.


Na área de inovação, um dos projetos é de acompanhamento de obras que consiste na implementação de uma plataforma que integra dados de planejamento físico e financeiro de obras para facilitar medição física, inspeções de qualidade, meio ambiente e práticas de segurança, permitindo a elaboração de relatórios analíticos automatizados. Com esta metodologia, a Gafisa estima uma economia de até R$ 1,5 mil mensais por empreendimento, totalizando uma economia estimada de R$ 200 mil por ano, por obra. Além disso, está prevista uma economia de até 576 horas anuais de trabalho dos analistas que realizam trabalhos operacionais para elaborar relatórios de obra.


A utilização de drones é outra novidade implantada em 2021 e que facilitou o levantamento topográfico em dois terrenos e a captura de imagens 360º para auxiliar na estratégia dos empreendimentos a serem lançados. Com o trabalho realizado em conjunto com uma startup, a redução de custo foi de 68% nos dois empreendimentos, totalizando R$ 15 mil. Considerando 15 empreendimentos em um ano, a economia da Gafisa com o projeto poderá chegar a R$ 112 mil. Também houve redução de 66% no tempo de execução e entrega do projeto, uma economia total de 12 dias, além do aumento do nível de informação e maior assertividade nos dados colhidos.


Outra iniciativa foi um projeto-piloto com a utilização de drones para inspecionar fachadas, calcular volumes de materiais das obras, prospectar terrenos para incorporação e simular inspeções de segurança do trabalho. Os resultados foram ganho de produtividade de 93%, otimização do tempo de trabalho e redução de custo de 83%, gerando um retorno esperado de R$ 93 mil ao ano, além de menor exposição de colaboradores a riscos.


Na área ambiental, o esforço para as obras estarem alinhadas com a política de ESG da companhia está refletida em ações de logística reversa, que iniciou com um projeto com as latas de tintas utilizadas nos canteiros de obras, diminuindo gastos energéticos, consumo de água e favorecendo a reciclagem. Até o momento, foram recicladas mais de 60 latas, totalizando 25 quilos de resíduos destinados ao descarte correto.


“O setor de construção civil sempre teve métodos construtivos muito tradicionais e muitos anos sem nenhuma novidade. Através de ideias sugeridas por nosso time interno implementamos diferentes formas de melhorias em nossas obras e também em nosso negócio como um todo. Lembrando sempre que a inovação não diz respeito somente à tecnologia, pois otimizar e reduzir o tempo de trabalho, aumentar a produtividade e desburocratizar processos também pode surtir um grande efeito positivo para a companhia”, comenta Guilherme Benevides, CEO Gafisa Incorporadora e Construtora São Paulo.
 

A inovação sempre foi uma realidade nos 67 anos de história da Gafisa. Porém, ao longo de 2021, este atributo ficou ainda mais explícito através da criação duas frentes internas de atuação: o departamento de gestão da inovação, responsável por fomentar a cultura da inovação dentro da empresa; e a criação do Inova Gafisa, uma plataforma interna em que todos os colaboradores podem registrar suas ideias inovadoras para maximizar os processos tanto de sua própria área de atuação, quanto de outras áreas ou do negócio como um todo.
 

Para transformar as ideais aprovadas em realidade, a Gafisa conta com uma base constantemente atualizada de cerca de 500 startups mapeadas segundo as verticais estratégicas da companhia (Construtechs, Proptechs, Fintechs, Processos Corporativos e ESG) com as quais dividem as oportunidades e possíveis soluções que possam ser atendidas via parceria. A Gafisa manteve conexão com 200 destas startups e já implementou mais de 20 projetos.

Amanco Wavin investe R$200 milhões em aumento de capacidade produtiva e inovação em 2022

A Amanco Wavin, marca comercial da Wavin, multinacional de tubos e conexões, anuncia o investimento de R$ 200 milhões ao longo de 2022 para ampliação e melhoria do parque fabril e de capacidade de produção em conexões. O valor, o maior já investido pela empresa na história na operação brasileira, também será utilizado para compra de novos equipamentos, desenvolvimento de novos produtos e serviços, além de marketing e inovação.

Segundo Daniel Neves, presidente da Wavin no Brasil, o investimento vai permitir a modernização das tecnologias e serviços ofertados por meio de processos mais inovadores e eficientes. “Essa é a nossa contribuição com o intuito de preparar o mercado brasileiro para o futuro da construção civil e saneamento básico. Também estamos trazendo novos produtos e serviços ao país”, complementa o executivo.
 

Com um crescimento em vendas e operacional superior a 56% em 2021, a Amanco Wavin tem focado em conquistar novos espaços dentro do mercado. “Nosso crescimento foi extremamente expressivo e reflete nossos esforços em atrair novos clientes e consumidores com soluções mais modernas, sustentáveis e completas”, comenta Neves.
 

Crescimento — Para esse ano, a marca pretende crescer o dobro do mercado de construção civil. Parte do investimento será destinado à modernização das suas unidades em Joinville (SC) e Sumaré (SP), visando aumentar a capacidade da produção de conexões em 40%. O avanço se dará por meio da mudança da estrutura de manufatura industrial das unidades, que otimizará os processos produtivos graças a máquinas mais tecnológicas trazidas de fora do Brasil.
 

A companhia possui uma visão positiva sobre a prospecção de novos negócios, tendo em vista a retomada econômica, o aquecimento do setor de construção civil e a entrada de novos players no mercado de saneamento, em razão do marco regulatório que entrou em vigor em 2020. “Atualmente, somos a maior operação — com atuação em um único país — dentro da Wavin Global, o que nos permite maior confiança e respaldo para trazer novas tecnologias ao mercado nacional”, conta o presidente da Amanco Wavin.
 

Parcerias — Vale destacar que a marca ainda aposta no fortalecimento de parcerias — potenciais ou já existentes — para esse ano, como é o caso da Hidrodema, maior distribuidora de tubos, conexões e válvulas em termoplásticos industriais do País. Ao lado da distribuidora, a Amanco Wavin busca explorar o segmento industrial, levando mais inovação e qualidade aos clientes, além de reforçar a sua posição de liderança no mercado brasileiro.
 

Wavin Services — Ainda, para esse ano, a companhia planeja realizar o lançamento de uma nova área de negócios, a Wavin Services, setor voltado à prestação de serviços — com foco em dar suporte a prefeituras, governos e companhias de saneamento públicas e privadas. O projeto está alinhado com o propósito da Amanco Wavin de construir ambientes saudáveis e sustentáveis, buscando preservar a água distribuída no território nacional e minimizar a perda do recurso hídrico.
 

WWNM (Wavin Water Network Management Services) e as tecnologias MND (Métodos Não Destrutivos) são as duas frentes desse novo setor da empresa.
 

Ações com clientes — Em 2021, a marca conquistou mais de 3 mil clientes de diversos perfis, como instaladores, construtoras, varejistas e projetistas. Agora, a pretensão é fortalecer as relações estabelecidas e buscar novos relacionamentos. Para isso, a companhia continuará destinando esforços na melhoria da Central Nacional de Projetos (CNP) e da Biblioteca BIM Amanco Wavin — segmentos da empresa voltados para a transformação digital do setor, apoiando engenheiros e projetistas no dia a dia. Além disso, para o segundo semestre, a Amanco Wavin ainda tem planos de realizar uma aproximação com varejistas e consumidores finais por meio de uma grande ação de comunicação.

A CAIXA faz história no financiamento habitacional com novo recorde mensal de contratações

Após anunciar a marca de R$ 400 bilhões em financiamentos habitacionais desde 2019, o banco informa que alcançou o melhor resultado mensal de sua história em maio, com R$ 15,6 bilhões contratados

A CAIXA, banco líder do mercado imobiliário, bate novo recorde em maio de 2022 ao atingir o maior volume financeiro de contratações da sua história: R$ 15,6 bilhões, aumento de 29,2% em relação às contratações de maio de 2021.

A contratação recorde de maio de 2022 supera o resultado histórico alcançado em agosto de 2021, que foi de R$ 14,0 bilhões. Na comparação com o mês de maio de 2020, o resultado ainda é mais expressivo, com incremento de 78,8%.

Também em maio de 2022 a CAIXA alcançou a marca de R$ 400 bilhões aplicados no crédito imobiliário no período compreendido entre Janeiro de 2019 e Maio de 2022.

Os crescentes resultados apresentados solidificam a posição da CAIXA como o Banco da Habitação e reforçam seu papel de protagonismo nesse mercado que tem importante reflexo social e econômico no país.

Preço de vendas de imóveis residenciais registra alta de 0,41% em maio, aponta o índice FipeZAP+

Apesar do avanço menor em relação a abril, aumento segue abrangente, sendo observado na maioria das cidades monitoradas

■ Análise do último mês: acompanhando o comportamento dos preços de venda de imóveis residenciais em 50 cidades brasileiras, o Índice FipeZAP+, registrou uma alta de 0,41% em maio em 2022, após avançar 0,48% no mês anterior. Comparativamente, o IGP-M/FGV apresentou uma variação mensal de 0,52%, enquanto a prévia da inflação de maio (IPCA-15) registrou um aumento de 0,59% dos preços ao consumidor*. Em termos de abrangência geográfica, 45 das 50 cidades monitoradas pelo índice apresentaram elevação nos preços de venda de imóveis residenciais; sendo que, em 23 delas (incluindo Curitiba, Goiânia, João Pessoa e Recife), a variação observada nos preços de venda de imóveis residenciais superou prévia da inflação ao consumidor, dada pelo IPCA15. Considerando o recorte de 16 capitais acompanhadas, 14 registraram elevação nominal: Curitiba (+1,71%), Goiânia (+1,44%), João Pessoa (+1,44%), Recife (+1,26%), Florianópolis (+0,59%), Belo Horizonte (+0,56%), Campo Grande (+0,49%), Salvador (+0,49%), Vitória (+0,46%), Fortaleza (+0,34%), São Paulo (+0,31%), Rio de Janeiro (+0,23%), Maceió (+0,18%) e Porto Alegre (+0,18%). Em contraste, houve queda nos preços apurados em Brasília (-1,31%) e Manaus (-0,60%).
 

■ Balanço parcial de 2022: ao final de maio, o Índice FipeZAP+ de Venda Residencial exibe uma alta acumulada de 2,49% no ano, variação inferior à inflação ao consumidor de 4,91% (considerando o comportamento observado do IPCA/IBGE e sua prévia para maio, baseada no IPCA-15*) e à variação acumulada pelo IGP-M/FGV no mesmo período (+7,54%). A alta nominal nos preços residenciais abrangeu, nesse horizonte, 49 das 50 cidades monitoradas pelo índice, incluindo 15 das 16 capitais supracitadas, ordenadas da maior à menor variação da seguinte forma: Goiânia (+10,13%), Vitória (+7,95%), Campo Grande (+6,67%), João Pessoa (+5,79%), Curitiba (+5,05%), Fortaleza (+4,37%), Florianópolis (+4,32%), Maceió (+3,82%), Recife (+3,59%), Salvador (+3,28%), São Paulo (+2,14%), Belo Horizonte (+2,14%), Rio de Janeiro (+1,08%), Porto Alegre (+0,51%) e Manaus (+0,42%). Em Brasília, registra-se uma queda de 0,11% no ano.
 

■ Análise dos últimos 12 meses: o Índice FipeZAP+ acumula um avanço nominal de 6,21% nos 12 meses encerrados em maio de 2022 — variação inferior à inflação acumulada pelo IPCA/IBGE (+11,86%)* e pelo IGP-M (+10,72%) no mesmo horizonte temporal. No acompanhamento individual, todas as 50 cidades monitoradas pelo índice registraram aumento nos preços residenciais em suas respectivas localidades, incluindo as 16 capitais: Vitória (+22,66%), Goiânia (+20,96%), Curitiba (+15,95%), Florianópolis (+14,74%), Maceió (+14,67%), Campo Grande (+11,57%), João Pessoa (+10,65%), Fortaleza (+10,41%), Recife (+6,99%), Brasília (+6,87%), Manaus (+6,38%), Belo Horizonte (+5,05%), São Paulo (+4,48%), Porto Alegre (+3,87%), Salvador (+3,52%) e Rio de Janeiro (+2,35%).
 

■ Preço médio de venda residencial: com base na amostra de anúncios de imóveis residenciais para venda em maio de 2022, o preço médio calculado para as 50 cidades monitoradas pelo Índice FipeZAP+ foi de R$ 8.047/m². Entre as 16 capitais acompanhadas, a cidade de São Paulo apresentou o valor médio por metro quadrado mais elevado no último mês (R$ 9.913/m²), seguida pelo Rio de Janeiro (R$ 9.751/m²), Vitória (R$ 9.182/m²), Florianópolis (R$ 8.966/m²) e Brasília (R$ 8.603/m²). Por outro lado, entre as capitais monitoradas com menor preço médio de venda residencial, é possível destacar as seguintes localidades: Campo Grande (R$ 4.894/m²), João Pessoa (R$ 5.210/m²), Salvador (R$ 5.505/m²), Goiânia (R$ 5.631/m²) e Manaus (R$ 5.742/m²).

Nota: (*) informação de maio/2022 corresponde à variação do IPCA-15 (IBGE), uma prévia para inflação mensal ao consumidor medida pelo IPCA (IBGE).

Lançamentos de imóveis crescem 37% no trimestre, aponta levantamento ABRAINC-Fipe

O Indicador Abrainc-Fipe do último trimestre móvel (dezembro/2021, janeiro e fevereiro de 2022) aponta uma alta de 37% nos lançamentos de imóveis, quando comparado ao mesmo período do ano anterior (dezembro 2020, janeiro e fevereiro de 2021). No intervalo atual (dezembro/21 a fevereiro/22), foram lançadas 47.793 unidades habitacionais de todos os tipos.
 

Os dados referem-se ao levantamento realizado com 18 empresas associadas à ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), em parceria com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). Com o resultado de fevereiro, o total de imóveis lançados nos últimos 12 meses, encerrados no segundo mês de 2022, atinge a marca de 158.263 empreendimentos, uma elevação de 24,8% sobre o período precedente.
 

Comercialização — As vendas no último trimestre móvel (dezembro/2021, janeiro e fevereiro de 2022) apontam para um leve recuo de 3,7% quando os dados são comparados ao período anterior (dezembro 2020, janeiro e fevereiro de 2021). Todavia, nos últimos 12 meses, encerrados em fevereiro de 2022, houve uma alta de 2,1% nas vendas, com 143.310 novos imóveis comercializados.
 

Segmentação – Entre dezembro de 2021 e fevereiro de 2022,os lançamentos de empreendimentos de Médio e Alto Padrão (MAP) seguiram em ampla expansão e cresceram 339,8%, com a chegada de 23.713 imóveis no mercado. Em 12 meses, a alta chega a 278,1% com 70.154 novas unidades. No mesmo segmento, as vendas tiveram uma elevação de 86,1% com 9.106 unidades comercializadas no trimestre e um acumulado de vendas de 30.481 imóveis em 12 meses, registrando uma alta de 34,4%.
 

Os empreendimentos do CVA ainda representam a maior parcela das unidades lançadas (55,6%) e comercializadas (78,4%) nos últimos 12 meses. No trimestre móvel, os lançamentos registraram 24.080 novas unidades (-17,9%) sobre igual período do ano passado. Em 12 meses, foram 87.793 novos empreendimentos (-18,7%). Em termos de vendas, o segmento teve 23.283 imóveis comercializados no trimestre móvel (-19,2%) e 110.321 unidades vendidas nos últimos 12 meses, encerrados em fevereiro (-4,3%).
 

Segundo o presidente da ABRAINC, Luiz França, o segmento MAP vem sustentando o ritmo de vendas do setor. ” Muitos compradores estão enxergando uma boa oportunidade para a compra de imóveis. O ativo imobiliário vem se valorizando bastante e é uma forma de proteger o patrimônio da inflação. Além disso, o atual patamar da taxa de financiamento está abaixo da Selic, o que torna o financiamento atrativo”, destaca.

CAIXA alcança R$ 400 bilhões em financiamentos habitacionais à população brasileira

A CAIXA, maior financiador da casa própria no Brasil, com 66,5% de participação no mercado, segue fazendo parte da concretização do sonho de milhões de brasileiros. Ao emprestar R$ 400 bilhões em pouco mais de três anos, o banco impulsiona o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do setor da construção civil, cria milhares de empregos, bem como promove expressivo impacto social para a população em geral.

A Construção Civil registrou alta de 9,7% do PIB em 2021, dado divulgado no início de março de 2022 por entidades do setor. A CAIXA, atenta aos movimentos do mercado e exercendo seu papel social e de liderança no segmento, disponibilizou para 2022 um orçamento superior ao do ano anterior, com o objetivo de atender demandas do setor.

No 1º trimestre de 2022, as contratações com recursos da poupança (SBPE), somaram R$ 21,4 bilhões, representando um aumento de 31,2% em relação ao mesmo período de 2021. Se comparado ao primeiro trimestre de 2018, o crescimento é de 817,4%.

Os crescentes resultados demonstram ainda a efetividade de diversas ações adotadas pela atual gestão do banco na área de habitação como reduções de taxas, criação de novos produtos e implementação da jornada digital do financiamento, com destaque para a oferta de diversos serviços pelo App Habitação CAIXA.

Suvinil lança nova edição de seu programa de aceleração de startups, o Fora da Lata

A Suvinil, marca de tintas decorativas da BASF, anuncia nova edição do seu programa de aceleração de startups, o Fora da Lata, criado em parceria com a Liga Ventures, rede de inovação aberta que conecta empresas e startups a fim de potencializar interações e gerar novos negócios. O projeto, que alcançou sucesso desde sua primeira edição, chega em 2022 com mudanças significativas e soluções que podem contribuir ainda mais com a mudança da cultura interna dos colaboradores Suvinil, e atuação junto ao ecossistema das startups, ressaltando a inovação e geração de novas conexões, pilares presentes e atuantes no DNA da marca.
 

Para esta edição, Suvinil Fora da Lata — que terá duração inicial de seis meses – ganha uma nova roupagem e passa a contar com três novas frentes de atuação, em um movimento que colabora com a expansão do trabalho para outras áreas, aumentando a integração e engajamento da fabricante com startups e ampliando parcerias para apoiar sua nova estratégia de inovação.
 

“Com o programa, além da geração de negócios, um outro objetivo que temos é de reforçar uma cultura de inovação em nossa marca, por meio do engajamento com as startups. Neste quarto ciclo, a maturidade que atingimos fez com que ficássemos confortáveis para ampliar as experiências em outras áreas e, por isso, desmembramos

o programa em três frentes”, explica Maria Carolina Greenblat, Gerente Sênior de Insights e Inovação na Suvinil.

Novas frentes de atuação

Dando abertura a sua nova versão, a primeira frente de atuação nomeada como Fora da Lata Tech, é o programa original em sua essência, que continua trazendo Liga Ventures comoparceira. Essa divisão mantém o foco em tecnologia, apoiando os processos internos da marca de tintas.

“Programas como o Fora da Lata Tech são uma ótima oportunidade para que as startups apresentem suas ideias e realizem trocas enriquecedoras com diversos agentes importantes do ecossistema de inovação. Ao longo dos últimos anos, a Liga já ajudou a acelerar mais de 400 startups e atuou ao lado de grandes corporações, como a Suvinil, em mais de 500 projetos. Ficamos muito felizes em poder realizar mais uma edição do programa com uma parceira que leva a sério a missão de fomentar a inovação no país”, afirma Rogério Tamassia, cofundador da liga.

Suvinil estreia também o Fora da Lata Intra, programa que tem como objetivo convidar o colaborador para a experimentação, por meio de metodologias ágeis, mentorias e ferramentas na criação de soluções inovadoras. A parceira escolhida para essa vertente é a comunidade de criatividade Gravidade Zero.

E como terceiro e último viés de atuação, a marca lança Fora da Lata Lab, em que parceiros são executivos da área de pesquisa e desenvolvimento da empresa, que vão trabalhar em desafios de construção de produto, com expertise externa, otimização de tempo e recursos. Aqui, o objetivo principal é auxiliar no projeto, e para isso, a Suvinil conta com o apoio da The Bakery, consultoria de inovação corporativa.

Durante os meses de aceleração, as startups selecionadas contarão com mentorias de profissionais BASF e Suvinil, além do apoio e orientação da Liga Ventures, que conta com grande expertise no cenário de inovação. “Em edições anteriores já foram trabalhados temas relacionados a Novos Negócios, Economia Circular, Vendas, Inteligência de Mercado, Pricing, Supply Chain, Produção e Logística. Do último ciclo, duas soluções tiveram pilotos bem-sucedidos com uso de internet das coisas para digitalização e monitoramento do processo logístico em uma das fábricas, já contratado pela área fim, e inteligência artificial usado para criação de sistema preditivo de vendas. O que nos mostra um time cada vez mais engajado e maduro em processos de inovação aberta, trazendo mais velocidade para os projetos serem implementados”, diz Juliana Alencar, consultora de Inovação Aberta da Suvinil.

Suvinil Fora da Lata e a Inovação por meio da história

Lançado em 2019, o Fora da Lata recebeu mais de mil inscrições e acelerou 11 startups, como é o caso da InovaHouse3D – uma das selecionadas em 2021. Fundada em 2015 por Juliana Martinelli, a startup teve como missão o desenvolvimento de uma tecnologia capaz de resolver os principais problemas de habitação do Brasil. Hoje, seis anos depois de iniciar esse movimento, a empresa é responsável pela primeira impressora 3D para construção da América Latina.

Outra iniciativa de sucesso advinda do programa foi o projeto de logística reversa acelerado com a startup Residuall. O desafio foi lançado na primeira edição do programa, e testado em São Paulo e Belo Horizonte. Hoje, conta com dezenas de pontos na iniciativa, na qual lojistas recebem embalagens com sobras de tintas que são retiradas por um operador logístico, e destinadas a coleta e triagem. As embalagens são encaminhadas para reciclagem e as tintas recebem o destino correto de reaproveitamento, descarte ou mesmo doação.

De olho no futuro, a Suvinil não descarta outras evoluções na estratégia de seu programa. Se tratando de um cronograma vivo e de uma marca com atuações e objetivos que acompanham as necessidades do setor, consumo e sociedade como um todo, seus especialistas reforçam que o mindset do Fora da Lata se manterá em constante reinvenção e acompanhando as evoluções do mercado.

Para saber mais sobre o programa de aceleração, detalhes das inscrições e cronograma, acesse o site do Suvinil Fora da Lata.