A Construtora Tenda, referência nacional em habitação popular no Brasil, lançou nesta sexta-feira (18), em Salvador (BA), o Aruna Patamares, empreendimento que amplia sua atuação junto ao público elegível à Faixa 4 do Minha Casa Minha Vida (MCMV). Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 500 milhões, o projeto marca a entrada da companhia nesta faixa do programa, ampliando a oferta de imóveis para a classe média.
Localizado em Patamares, um dos bairros mais valorizados de Salvador, o empreendimento foi desenvolvido para atender a uma demanda identificada pela companhia por imóveis na faixa de aproximadamente R$ 400 mil. Nos últimos anos, a região concentrou lançamentos em categorias superiores, reduzindo a oferta para famílias que buscam conciliar localização, credibilidade, qualidade construtiva e condições de compra mais acessíveis.
“O Aruna Patamares representa um importante movimento da Tenda ao ampliar nossa atuação para um segmento com potencial de crescimento. O projeto reúne atributos de produto e características que respondem às demandas dos consumidores de mais alta renda, como localização qualificada, vistas deslumbrantes, uma grande de área de lazer, contato com a natureza, conceito wellness e bem-estar, além das melhores condições de compra do mercado”, afirma Rodrigo Hissa, Diretor Regional da Tenda.
O empreendimento contará com quatro torres e 1.143 apartamentos de dois quartos, todos com varanda a partir do primeiro andar. Entre os diferenciais do projeto está o paisagismo em parceria com a arquiteta e paisagista Roberta Ventura. O condomínio terá um boulevard central integrado às áreas verdes e aos espaços de convivência, reforçando a proposta de oferecer uma experiência de moradia voltada ao bem-estar. A estrutura de lazer inclui piscinas adulto e infantil, espaço fitness, quadra de areia, salão de festas e espaço família.
“O projeto foi pensado para que os espaços comuns façam parte da rotina dos moradores. O boulevard central, integrado ao paisagismo, estimula caminhadas, encontros e momentos de convivência, enquanto as áreas compartilhadas contribuem para uma experiência de moradia mais completa”, acrescenta Hissa.
