One Innovation consolida crescimento histórico em 2025 e amplia estratégia para atender diferentes faixas do mercado imobiliário 

Empresa fecha o ano com recorde de lançamentos, vendas robustas e pipeline reforçado para sustentar a expansão em 2026 

Paulo Petrin, vice-presidente da One Innovation

A One Innovation iniciou 2026 com perspectivas positivas após atravessar um dos períodos mais desafiadores do mercado imobiliário brasileiro com crescimento consistente. Mesmo em um ambiente de juros elevados e crédito mais restrito, a incorporadora registrou R$ 2 bilhões em Valor Geral de Vendas (VGV) em 2025, desempenho que ganha ainda mais relevância diante do contexto macroeconômico e reforça sua posição no segmento de empreendimentos compactos de médio e alto padrão em São Paulo. 

No ano passado, a empresa lançou 12 projetos, totalizando mais 4,8 mil unidades. Ainda no período, comercializou 4,1 mil moradias, incluindo studios e apartamentos, e entregou 11 empreendimentos, contabilizando mais de 2,6 mil unidades concluídas. Os números reforçam a capacidade da companhia de manter ritmo de lançamentos e entregas mesmo em um cenário de custos financeiros elevados – com movimentos estratégicos que hoje a colocam em posição favorável para capturar oportunidades em um ambiente de maior liquidez. 

Segundo Paulo Petrin, vice-presidente da empresa, os resultados refletem decisões tomadas com antecedência e consideram as transformações no perfil do consumidor urbano e o impacto do crédito sobre a demanda. “Vimos, ainda em um contexto de juros altos, a demanda crescente por compactos bem localizados em São Paulo e estruturamos nossos produtos para atender a esse novo perfil urbano. Isso nos permitiu atravessar um dos ciclos mais restritivos do mercado já preparados para o próximo momento, em que a tendência é de maior fluidez no crédito e retomada gradual do financiamento imobiliário”, afirma. 

O modelo de negócio da incorporadora é baseado no desenvolvimento de empreendimentos compactos próximos a eixos de mobilidade, com áreas comuns multifuncionais, como coworkings, rooftops e outros espaços de uso compartilhado. A estratégia se mostrou eficiente, ao reduzir o tíquete médio dos imóveis e ampliar a liquidez dos projetos, tanto para compradores finais quanto para investidores. “Mais do que vender imóveis, buscamos entregar soluções residenciais alinhadas à dinâmica da cidade, que valoriza mobilidade, praticidade e qualidade dos espaços”, complementa Petrin. 

Embora studios e unidades de um dormitório sigam como protagonistas, especialmente entre jovens compradores e investidores, o portfólio da One Innovation também incorpora apartamentos de dois dormitórios. Empreendimentos, como Nex One Parque Augusta, Nex One Angélica, Nex One Estação Clínicas e Very Estação Faria Lima, reforçam a atratividade desse formato, que combina metragem otimizada, maior flexibilidade de uso e potencial de valorização, especialmente em um cenário de normalização gradual das condições de crédito. 

“Esse movimento mostra que o conceito de compacto evoluiu. Ele deixou de ser restrito ao studio e passou a contemplar diferentes configurações, ampliando o alcance dos empreendimentos e tornando os projetos mais resilientes a diferentes ciclos econômicos”, avalia o executivo. 

Moradias Populares 

Nesse caminho, como parte da preparação para o novo ciclo do mercado, a One Innovation também ampliou sua atuação no segmento de moradias acessíveis. Em 2025, a companhia lançou a Moby Life, marca voltada ao programa Minha Casa Minha Vida, com foco em projetos da Faixa 4, segmento que apresenta dinâmica própria e menor sensibilidade às oscilações da taxa de juros. 

A nova frente já nasceu com um pipeline robusto. A incorporadora projeta R$ 500 milhões em lançamentos em 2026 e R$ 1,5 bilhão em 2027, além de investimentos de R$ 300 milhões na aquisição de terrenos e R$ 700 milhões em obras, com potencial para a produção de aproximadamente 6 mil unidades habitacionais nos próximos dois anos. 

“O segmento de moradias populares dentro do Minha Casa Minha Vida conta com funding mais previsível e demanda estruturalmente consistente, o que o torna estratégico em um momento de transição do ciclo monetário”, afirma Petrin. “Nosso objetivo é escalar esse modelo com responsabilidade, oferecendo moradias acessíveis, bem localizadas e com padrão construtivo eficiente, ampliando o acesso à casa própria e, ao mesmo tempo, mantendo disciplina financeira e sustentabilidade do negócio”, conclui. 

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