Em um mercado imobiliário cada vez mais orientado por conforto, saúde e qualidade de vida, o silêncio começa a ganhar peso como atributo de valor. A pesquisa Moradia do Amanhã, do Grupo OLX, de 2025, mostra que o isolamento acústico é a tecnologia mais desejada pelos compradores de imóveis, citado por 67% dos entrevistados, à frente de câmeras de monitoramento (66%) e aplicativos de condomínio (57%). A busca ajuda a explicar por que novos empreendimentos passaram a tratar o conforto sonoro como parte do projeto, especialmente em cidades densas e verticalizadas, onde privacidade, descanso e bem-estar se tornam diferenciais cada vez mais valorizados.
Balneário Camboriú, no litoral norte de Santa Catarina, é um exemplo. A cidade reúne alta valorização imobiliária, forte verticalização e uma dinâmica urbana marcada pela proximidade entre edifícios. Em mercados assim, a percepção de exclusividade passa a depender também de atributos invisíveis, como privacidade, silêncio e redução da transmissão de ruídos entre unidades e áreas de convivência.
No Auris Residenze, empreendimento do Fischer Group em construção na cidade, essa preocupação aparece na previsão de manta de contrapiso em todo o empreendimento, solução voltada a ampliar o conforto sonoro nas unidades, e de forro acústico em áreas comuns, como salão de festas e pavimento wellness. A proposta do ‘edifício-árvore’ reforça o conceito de well living do projeto, em que o luxo deixa de estar ligado apenas à estética ou à localização e passa a incorporar elementos diretamente associados à experiência diária de morar.
“Em uma cidade como Balneário Camboriú, onde a verticalização faz parte da identidade urbana, entendemos que o conforto de morar precisa ir além da vista, da localização e dos acabamentos. O silêncio também é um elemento de bem-estar. Quando pensamos o Auris, buscamos criar uma experiência residencial em que o morador se sinta protegido, acolhido e conectado à própria rotina com mais qualidade. A manta de contrapiso em todo o empreendimento e o forro acústico em áreas comuns fazem parte dessa visão: reduzir interferências, preservar a privacidade e transformar o conforto sonoro em um atributo real de exclusividade. Para nós, o novo luxo está justamente nesses detalhes que impactam a vida todos os dias”, afirma Cláudio Fischer, CEO do Fischer Group.
Com Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 110 milhões, o edifício-árvore terá 26 unidades exclusivas, com valores entre R$ 4,7 milhões e R$ 6 milhões, e metro quadrado entre R$ 26 mil e R$ 29 mil, conforme a altura. Localizado na Rua 2970, no Centro-Sul de Balneário Camboriú, a cerca de 100 metros da Avenida Brasil, principal via comercial da cidade, e próximo ao eixo de acesso rápido à BR-101, o empreendimento é assinado pelo escritório italiano Archea Associati, de Marco Casamonti. O projeto marca o primeiro residencial da Archea no Brasil e foi concebido como uma obra que une biofilia, arte, design e bem-estar.
Entre os diferenciais estão a biofilia funcional, com plantas 100% nativas selecionadas pelo paisagista Ricardo Cardim, jardins suspensos que aproximam os moradores da natureza e também funcionam como elementos de privacidade em uma cidade altamente verticalizada, além de uma área de lazer totalmente arborizada, concebida como um cinturão verde. Além da tecnologia acústica, o projeto também prevê renovação do ar, água filtrada diretamente nas torneiras e nos chuveiros e áreas comuns planejadas para transformar o morar em uma experiência de bem-estar, privacidade e conexão com a natureza.
O empreendimento também já conta com as pré-certificações internacionais WELL e LEED, que reforçam essa proposta ao avaliar critérios ligados à saúde, ao bem-estar, à eficiência e à sustentabilidade das edificações.
