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INTEC Brasil divulga no dia 1º de fevereiro o Ranking das Maiores Construtoras de 2022

A INTEC Brasil, plataforma especializada em dados técnicos e inteligentes de obras em andamento pelo país, divulga no próximo dia 1 de fevereiro o Ranking das Maiores Construtoras do Brasil de 2022. O Ranking INTEC das 100 Maiores Construtoras do Brasil visa apresentar e homenagear as principais construtoras que se destacaram no ano anterior. Pela primeira vez na história, a premiação de 2022 vai homenagear mais de 100 construtoras, devido ao bom momento da construção civil nacional.

“Avaliamos e decidimos que não podemos limitar um mercado tão importante a 100 homenageadas. Por isso, a partir desse ano, o número será maior”, afirma Bruno Silva, CEO da INTEC Brasil. O setor é um dos mais importantes de todo o mundo – emprega 7% da população mundial e movimenta cerca de US$ 10 trilhões anualmente, segundo dados do McKinsey. Após a edição virtual de 2021, o evento volta a ser presencial em 2022, em uma cerimônia que será realizada na capital paulista, no dia 27 de abril.

“É um momento especial voltar a celebrar pessoalmente a entrega desse prêmio tão importante para o mercado da construção, que passou pela pandemia e se recuperou de maneira acelerada. É também uma comemoração da vitória do setor frente à Covid-19 e à crise gerada por ela”, completa Silva. A celebração contará com a presença de CEOs, presidentes e diretores das principais construtoras do Brasil, além de outros convidados importantes do segmento.

Em fase final de análise dos dados, a plataforma percebeu um aumento na metragem construída entre as empresas inscritas, derivada da boa fase da construção civil. Algumas construtoras chegaram a registrar um aumento de 95% de área construída em 2021. Além desse item, o Ranking avalia outros critérios rigorosos como idoneidade e reputação. Para este ano está prevista também uma nova categoria, que premiará os destaques do ABC paulista. “A gente tem orgulho de pesquisar a integridade das construtoras antes mesmo de aceitar qualquer inscrição, para garantir a credibilidade do ranking”, finaliza.

Índice de Variação de Aluguéis Residenciais avança 0,66% em dezembro

O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) subiu 0,66% em dezembro de 2021. Houve desaceleração com relação à taxa registrada no mês passado, de 0,79%. Com este resultado, o índice acumula variação de -0,61% em 12 meses, representando também uma desaceleração na comparação com a taxa interanual apurada em novembro, de +0,70%.
 

O IVAR é um índice criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil. Representa uma inovação nas estatísticas públicas do FGV IBRE por usar informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis .

Comparando-se a variação acumulada em 12 meses (interanual) do IVAR com a de outros índices que tradicionalmente medem a evolução dos aluguéis residenciais no Brasil, o resultado foi bem diferente em dezembro. O subitem Aluguel Residencial do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15 do IBGE) e o subitem correlato do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S do FGV IBRE), por exemplo, subiram 6,98% e 4,45%, respectivamente, nas mesmas bases de comparação. O Gráfico 1 do Press Release mostra como, ao longo dos últimos dois anos, os índices que medem a evolução dos valores de aluguéis residenciais registraram pouca oscilação em suas taxas de variação interanual, enquanto o IVAR captava muitas nuances.
 

“O setor imobiliário foi profundamente afetado pelos efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho. O desemprego elevado sustentou negociações entre inquilinos e proprietários que resultaram, em sua maioria, em queda ou manutenção dos valores dos aluguéis, contribuindo para o recuo da taxa anual do índice”, avalia Paulo Picchetti, Pesquisador do FGV IBRE e responsável pela metodologia do IVAR.
 

Entre novembro e dezembro, a taxa de variação mensal do IVAR desacelerou em duas das cidades de maior peso, São Paulo (de 0,78% para 0,48%) e Rio de Janeiro (de 1,46% para 1,03%). Enquanto em Belo Horizonte (de 1,00% para 1,17%) e Porto Alegre (de 0,27% para 0,43%), houve alta das taxas de variação.
 

Considerando a tendência da variação acumulada em 12 meses, todas as cidades componentes do IVAR apresentaram desaceleração, mas apenas São Paulo retrocedeu mais que o índice médio, registrando queda de 1,83% em dezembro. Em Porto Alegre a taxa acumulou queda de 0,35%. A maior variação interanual ficou com Belo Horizonte, com alta de 1,46%, seguida por Rio de Janeiro, com elevação de 0,46%.
 

“Ainda que a inflação, medida pelos principais índices de preços do país, esteja em aceleração, a variação interanual dos aluguéis residenciais segue em desaceleração. A alta da inflação vem reduzindo a renda familiar, que segue pressionada pela apatia da atividade econômica e pelo alto índice de desemprego. Com a renda familiar em baixa, os valores dos aluguéis tendem a acompanhar tal tendência, refletindo o avanço das negociações entre inquilinos e proprietários” avalia André Braz, Coordenador dos índices de preços do FGV IBRE.
 

A partir de janeiro de 2022, as informações sobre valores de aluguéis usadas no cálculo do IVAR serão incorporadas ao subitem Aluguel Residencial das diferentes versões do IPC/FGV. O FGV IBRE divulgará em breve uma nota sobre os aspectos metodológicos relacionados a esta mudança.

Cury Construtora lança novo empreendimento na Zona Portuária do Rio

A Cury Construtora está lançando seu segundo empreendimento na Zona Portuária, o Rio Energy. O stand de vendas abre no sábado dia 8 de janeiro. O empreendimento possui apartamentos studio, um, dois ou três quartos, com varanda, com opção de suíte, vaga de garagem e lazer completo. A metragem varia entre 33 m2 e 70,03m2. Com valor médio de R$ 300 mil, visa alcançar pessoas com renda familiar em torno de R$ 5 mil. A expectativa é repetir o grande sucesso registrado com o Rio Wonder – primeiro residencial da região, lançado em 2021, que vendeu mais de 1,2 mil unidades em pouco mais de quatro meses.
 

“Acreditamos muito no potencial da região, que disponibiliza mobilidade, lazer e comodidade para seus futuros moradores. Desta forma, o Rio Energy proporciona a oportunidade de as pessoas morarem perto de seus locais de trabalho, evitando a necessidade de grandes deslocamentos. A Prefeitura do Rio está empenhada na revitalização da região, o que torna a região cada vez mais atrativa, pela infraestrutura”, destaca Leonardo Mesquita, vice-presidente comercial da Cury Construtora.
 

O Rio Energy contará com 793 apartamentos, divididos em dois blocos. O terreno, localizado na esquina das ruas Cordeiro da Graça e Equador, no Santo Cristo, faz parte do Passeio Ernesto Nazareth, parque urbano entregue como parte da revitalização do Porto Maravilha. O Passeio está no centro do Distrito de Arte do Porto, maior galeria de arte urbana a céu aberto da América Latina, lançada em outubro e patrocinado pela Cury.

Os moradores contarão com piscina, rooftops com piscina, lounge e churrasqueira, quadra, playground, food square, cine open air, praça de convivência, espaço zen com sauna, pet place, academia, espaço crossfit, bicicletário, salão de festas, lounge de salão de festas, salão de jogos, lavanderia, easy market, coworking, oficina, pet care e área com armários inteligentes.
 

A localização é privilegiada, com ampla rede de transportes e próximo ao VLT. Além disso, a região do Porto Maravilha vem sendo revitalizada pela Prefeitura do Rio e, hoje, conta com atrativos turísticos e culturais, como Museu do Amanhã, AquaRio, Rio Star e Museu de Arte do Rio, além de áreas de lazer.
 

Para ter acesso a mais informações sobre o empreendimento e as condições de compra, os interessados podem visitar o stand da Cury, que fica na Rua Professor Pereira Reis, 42 — Santo Cristo.

Serviço Stand:

Local: Rua Professor Pereira Reis, 42 — Santo Cristo.

Horário de atendimento do stand: Todos os dias, das 9h30 às 20h.

Bild inaugura quadra de beach tennis no Granja Marileusa, em Uberlândia

Bild Desenvolvimento Imobiliário inaugura em Uberlândia (MG) um novo espaço esportivo para a pratica de beach tennis, na esquina das ruas Floriano Peixoto e Braga, no Granja Marileusa. A quadra será aberta para a população – uma iniciativa da construtora para incentivar a pratica esportiva entre os moradores da região. O lançamento do novo espaço acontece no dia 15/01 (sábado), a partir das 8h com a presença de food truck.

Em julho de 2021, a Bild – construtora presente em Uberlândia desde 2018 – anunciou sua parceria com o Granja Marileusa e lançou seu quarto empreendimento na cidade: o edifício Dot, projeto com apartamentos de 43, 68 e 85m², com lazer completo e um diferencial: um espaço de entretenimento na cobertura, chamado sky lounge, próprio para a realização de festas e churrascos entre os moradores. A entrega do edifício está prevista para 2024.

O bairro

O Granja Marileusa é o primeiro bairro planejado de Uberlândia.  Em 2021, tornou-se pioneiro no país com segurança 4.0 com a implantação do aplicativo AME Segurança, trazendo Inteligência Artificial (IA) como ferramenta de potencialização da segurança pública.

Atuação em Uberlândia

A Bild Desenvolvimento Imobiliário anunciou sua entrada no estado mineiro em junho de 2020. Com negócios na cidade deste 2018, a empresa conta com quatro empreendimentos lançados: três deles com obras avançadas, com cerca de 600 novos empregos diretos e indiretos na cidade. Com o início das obras nos próximos meses do edifício Dot (lançado recentemente), a expectativa é a geração de mais 200 novos empregos.

A unidade de negócios da Bild em Uberlândia está localizada na avenida Rondon Pacheco, 2.019 | Telefone (34) 2512-5300 – Mais informações: www.bild.com.br 

Financiamento imobiliário do imóvel próprio: um sonho possível

De acordo com dados revisados pela Fundação João Pinheiro (ano base de 2019) – em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) – e publicados em março deste ano, o deficit habitacional no Brasil está na faixa de 5,8 milhões de moradias e aponta tendência de aumento nos próximos anos. Um dos principais componentes desse índice (e seu crescimento) é o ônus do aluguel urbano seguido do aumento populacional. Mais do que nunca, portanto, ter a casa própria continua sendo um dos maiores sonhos das famílias brasileiras. Para isso, existem algumas formas facilitadas de aquisição do imóvel, entre elas, o financiamento imobiliário, um dos modelos mais escolhidos. Porém, ao optar por essa modalidade de pagamento, é preciso conhecer suas diferentes possibilidades.

Segundo Luciana Hoffmann, coordenadora do departamento de financiamento Pessoa Física da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii, há duas modalidades de financiamento imobiliário (casas e apartamentos residenciais ou comerciais) por meio de bancos públicos e privados: o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). “Pelo SFH é possível financiar imóveis residenciais de até R$ 1,5 milhão e os fundos são provenientes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Já pelo SFI, pode-se financiar imóveis residenciais ou qualquer outro tipo de imóvel acima de R$ 1,5 milhão, do qual o fundo é proveniente do Mercado de Capitais”, detalha.

Na modalidade SFH, ela explica que o FGTS pode ser usado como entrada na compra do imóvel, desde que o comprador se enquadre nos requisitos estipulados pelo Governo Federal, sendo que até 80% do valor ainda pode ser financiado seguindo as condições das taxas de juros cobradas por cada instituição bancária. “A parcela final do financiamento é composta pelo valor da parcela (amortizada), acrescido de juros fixos, indexador, seguro Danos Físicos do Imóvel, Seguro Morte por Invalidez e Taxa Administrativa”, completa a coordenadora. As taxas de juros, em geral, são fixas. O que muda é o indexador, que pode ser baseado na Taxa Referencial, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – que varia conforme a inflação – e Poupança, também chamada de Poupe Mais”, diferencia Luciana.

Para se ter uma ideia, em 2020, antes da pandemia, o governo alcançou um valor histórico do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), de apenas 2%, o menor patamar da história. Contudo, desde junho deste ano, a taxa vem subindo gradativamente e deve chegar a marca de 8,5% até o final de dezembro, que hoje está em 7,5%. “Geralmente, as instituições flexibilizam as taxas de juros para quem já é cliente do banco, ou se já possui conta aberta, bem como pelo número de movimentações e aplicações.”

Sistemas de cobrança

Escolhida a forma de financiamento e o indexador, é hora de escolher o sistema de cobrança. Ela pontua que existem três que podem ser aplicados no financiamento: Tabela Price, Sistema de Amortização Constante (SAC) e Sistema de Amortização Crescente (Sacre). Conforme a coordenadora de financiamento, na Tabela Price, as prestações possuem valor fixo com juros já embutidos. “Na composição das parcelas, os juros são decrescentes e as amortizações crescentes”, explica. Já no SAC, o valor das parcelas diminui com o tempo, já que, como o nome indica, o valor da amortização é constante e somente os juros diminuem. O Sacre, por sua vez, é uma união entre a Price e a SAC. “No começo, as parcelas terão um valor mais alto e, a partir de certo momento, começam a diminuir. Isso porque, o valor da amortização cresce ao longo do tempo, enquanto os juros diminuem. Num determinado momento, o valor da amortização para de aumentar e também começa a diminuir.”

Departamento especializado

A construtora Yticon dispõe de um departamento especializado em atender os clientes que pretendem financiar o imóvel. Para isso, ao adquirir um imóvel na planta, os agentes da empresa apresentam as taxas de financiamento praticadas no mercado, fazem análises com as instituições bancárias e acompanham todo o processo escolhido pelo cliente.  “Ao escolher o imóvel, ele irá pagar de 20% a 30% do valor do imóvel para a construtora durante a obra, sempre corrigindo o saldo pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Até a data de entrega da obra, deverá quitar com recursos próprios ou procurar uma linha de crédito com uma instituição financeira”, orienta.

Porém, no Programa Casa Verde e Amarela (PCVA), o cliente entra já com o processo de financiamento na escolha da unidade. “Isso permite que ele já consiga as condições do programa atuais e, nesse caso, somente assinará o contrato de compra e venda com a construtora se o crédito estiver aprovado junto à instituição. Para esse modelo de negócio, a Yticon também atua de forma pró ativa, buscando as novidades e atualizações do programa, treinando os corretores e acompanhando de perto cada análise de crédito que é encaminhada aos correspondentes.” O programa federal tem suas especificidades de financiamento, no qual os beneficiários ainda podem receber subsídio para a entrada do imóvel. Há dois meses, o governo do Paraná também lançou o programa Casa Fácil Paraná, que oferece mais R$ 15 mil de subsídio na compra do imóvel enquadrado no PCVA.

Holding RPX lança empresa Aluguel Virtual

A Holding RPX – com mais de 130 empresas de inovação e tecnologia que atuam nos mercados “old-age” – traz soluções para o mercado imobiliário com o lançamento da Aluguel Virtual, empresa que pagará um aluguel sobre os imóveis mesmo ocupados ou alugados.
 

A nova proposta apresentada pelo Aluguel Virtual é permitir que o cliente receba um aluguel sobre o ativo, através do modelo Home Equity Rentável, novidade no Brasil, mas sem precisar pagar parcelas, sem atrasos, burocracia e sem inquilinos. “Nossa empresa conta com bancos parceiros e fundos de investimento que dão um crédito sobre o imóvel do cliente. Essa operação ocorre sem risco para o cliente final, e tanto a parcela, quanto o aluguel virtual do ativo são pagos mensalmente por até 20 anos”, explica Rafael Pimenta, CEO da Holding RPX.

Com um investimento de cerca 11 bilhões em 2022, a Aluguel Virtual traz para o Brasil o modelo e conta com vários fundos de investimento, além de um grupo composto de grandes empresas especialistas no mercado financeiro e imobiliário, como a Holding RPX.

A plataforma calcula automaticamente o valor do imóvel e faz uma oferta de pagamento mensal aos proprietários diretamente ou através de imobiliárias e corretores. Dessa forma, entram em ação os parceiros estratégicos como o Banco Daycoval, Banco Paulista e a Companhia Hipotecária Piratini, entre outros 14 parceiros nacionais e 3 internacionais. O foco da empresa é pagar um “aluguel virtual” para os proprietários por até 20 anos com risco zero de perda do imóvel.

Segundo a Exame Invest e a Statista, só nos Estados Unidos, no ano de 2020, o mercado imobiliário movimentou mais de 21 trilhões de dólares seguindo o modelo Home Equity, enquanto no Brasil esse número girou em torno de 10 bilhões de reais no mesmo período. “Mais do que uma disruptura, nosso modelo caminha na contramão do mercado, pois os proprietários não desembolsam 1 real, sem nenhuma desvantagem, sem risco, sem pegadinhas, ele simplesmente recebe mensalmente”, completa Pimenta.

O produto que a Aluguel Virtual disponibiliza no mercado surge na contramão do setor, oferecendo um aluguel pelo ativo, como uma complementaridade e uma nova alternativa de renda, gerando mais tranquilidade para o cliente, sem que ele tenha algum risco.

Gafisa abre Programa de Estágio e Trainee 2022

Com inscrição até o dia 20 de janeiro, a empresa oferece mais de 30 vagas

A Gafisa está recrutando jovens para os processos seletivos de Estágio e Trainee 2022. O programa possibilitará aos profissionais, em início de carreira, amplo aprendizado e a oportunidade de desenvolver e trilhar caminhos para a construção de uma trajetória de sucesso.
 

A empresa acredita, desenvolve e endossa programas de retenção e desenvolvimento de seus profissionais e carrega um importante histórico de formação de líderes.
 

“Para estes programas nós desenvolvemos uma trilha com foco no desenvolvimento do profissional, propomos um formato de aprendizado interessante e desafiador, que envolve a troca de conhecimento, novas responsabilidades em um espaço colaborativo, onde novas ideias são sempre bem-vindas promovendo o senso de pertencimento do profissional”, conta Sheyla Resende — Vice-presidente de Gestão & RH da Gafisa.
 

Com todo o aprendizado proporcionado, a Gafisa demonstra o funcionamento da sua estratégia de recursos humanos com a alta taxa de retenção de talentos, exemplo disso é a contratação de 89% do quadro de participantes da edição de 2021 do Programa de Estágio.
 

Os Programas de Estágio e Trainee oferecem uma série de benefícios aos candidatos, são eles:
 

Benefícios do Programa de Estágio: Zenklub (plataforma de saúde mensal com sessões gratuitas de terapia), seguro de vida, carga horária de 4h ou 6h, bolsa auxílio, vale refeição, auxílio transporte e Gympass.
 

Benefícios do Programa de Trainee: Zenklub (plataforma de saúde mensal com sessões gratuitas de terapia), seguro de vida, vale refeição, auxílio creche, estacionamento, bônus e Gympass, carga horário: 8 horas.
 

“Na primeira oportunidade que tive, me inscrevi no programa de Trainee e iniciei minha carreira na Gafisa. Durante seis meses tive desenvolvimento com treinamentos de capacitação, para conhecimento do negócio, áreas e processos e job rotation. Esses aprendizados foram fundamentais para a minha jornada na empresa”, relata Sheyla Resende, que ingressou em 2009 e hoje é vice-presidente de Gestão e RH da Gafisa.
 

ESTÁGIO
 

Com início previsto para fevereiro de 2022, o Programa de Estágio, busca por estudantes que estejam cursando: Administração de Empresas, Arquitetura e Urbanismo, Ciências Contábeis, Direito, Economia, Engenharia Civil, Marketing e Tecnologia da Informação. É necessário que a previsão de formação seja em dezembro/2023, para que o profissional possa concluir um ciclo de dois (2) anos de aprendizado.

São 30 vagas disponíveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, em áreas como: Controladoria, Jurídico, Recursos Humanos, Dados, Inovação, Tecnologia da Informação, Relação com Investidores, Planejamento Financeiro, Incorporação e Obras.
 

O processo seletivo é realizado em parceria com a Cia de Talentos, responsável pela triagem inicial dos jovens que possuem perfis aderentes à cultura da empresa. As etapas consistem em: inscrição, testes como fit cultural, de comportamento, dinâmica de grupo e painel com gestores. A seleção será 100% on-line e as inscrições podem ser realizadas no site até 20 de janeiro.
 

Os profissionais selecionados participarão de uma trilha de treinamento comportamental, encontros com RH e desenvolverão um projeto com foco em solução durante o período de estágio. Para isso, os participantes serão divididos em grupos de forma aleatória, e deverão escolher uma área da Companhia para otimizar processos. O gestor da área é envolvido como o mentor do grupo, e acompanhará a construção e desenvolvimento da proposta. Ao final, cada grupo deverá apresentar o seu projeto para avaliação da alta liderança, que elegerá a melhor proposta para implementação.
 

Além disso, os participantes também passam por uma avaliação individual com prova técnica, vídeo de apresentação e redação. Desta forma, no dia da apresentação dos projetos, a alta liderança têm em mãos o histórico de cada candidato, considerando todo o período de estágio, incluindo as notas das provas e áreas por onde passou.
 

A somatória da avaliação em grupo (projeto de solução) e individual resultam no processo de efetivação.
 

TRAINEE

Com inscrições até o dia 20 de janeiro pelo site, os pré-requisitos para participar do programa de Trainee, são: formação entre julho de 2020 e dezembro de 2021 nos cursos: Administração de Empresas, Economia, Direito, Engenharia Civil, Engenharia de Produção, Arquitetura e Urbanismo ou Marketing. O objetivo é que o candidato participe de um ciclo de 12 meses, com início em março/2022 e efetivação em março/2023. Neste período, o participante terá três (3) meses de desenvolvimento mais intenso, com uma trilha que passa por diferentes áreas da Companhia, possibilitando uma visão estratégica da empresa para potencializar o aprendizado e desenvolvimento dentro do ambiente de trabalho. Após os primeiros meses, será realizado um painel para direcionamento do candidato à área específica onde atuará por cerca de nove (9) meses.
 

Para este processo a Gafisa está com 10 vagas disponíveis em São Paulo e no Rio de Janeiro, em áreas: Comercial, Incorporação (Desenvolvimento de produtos), Incorporação (Novos Negócios), Novos Negócios (Gafisa Propriedades), Financeiro (Planejamento Financeiro), Financeiro (Operações Estruturadas), Engenharia — Perfil Obras, Marketing e Jurídico. Vale ressaltar que as áreas de atuação podem ser alteradas, de acordo com a identificação de potenciais candidatos.

O processo de seleção do Trainee é realizado em parceria com a Cia de Talentos, responsável pela triagem inicial dos jovens que apresentem perfis aderentes à cultura da empresa. As etapas consistem em: inscrição, testes como fit cultural e de comportamento, dinâmica de grupo e painel com gestores.
 

Serviço:

Gafisa Programa de Estágio e Trainee 2022

Inscrição: até 20/1

Site: Gafisa | Programa de Estágio e Trainee 2022 (bettha﹒com)

Indústrias cerâmicas poderão ser afetadas devido ao preço do gás



“A proposta apresentada pela Petrobras às distribuidoras, que poderá resultar, a partir de janeiro de 2022 e pelos próximos quatro anos, em aumento de 50% no valor do gás natural, poderá ter sérias consequências para nossa atividade”, alerta Benjamin Ferreira Neto, presidente do Conselho de Administração da Anfacer (Associação Nacional dos Fabricantes de Cerâmica para Revestimentos, Louças Sanitárias e Congêneres). A entidade representa o setor que é o segundo maior consumidor industrial de gás natural do Brasil.


 O dirigente salienta que o segmento de revestimentos cerâmicos fez elevados investimentos para converter o gás natural na sua principal fonte energética. “Foi uma opção movida pela responsabilidade ambiental e constante busca pela sustentabilidade. Não podemos agora ser apenados por termos adotado uma prática ecológica correta”, pondera, revelando que a Anfacer enviou ofício ao presidente Jair Bolsonaro, apontando o problema da iminente majoração e solicitando soluções.
 

O Brasil é um dos protagonistas no mercado mundial de revestimentos cerâmicos e louças sanitárias, ocupando a terceira posição em produção e a segunda em consumo, além de ser o sétimo no ranking das exportações, com vendas para mais de 110 países. O segmento é, também, um grande gerador de empregos e renda e representa 6% do PIB da indústria de materiais de construção.
 

“Respondemos por cerca de 14% de todo o gás natural de uso industrial no País”, ressalta Ferreira Neto, afirmando: “Prevemos sérias consequências para nosso setor caso se confirme a majoração, claramente sinalizada na proposta da Petrobras às distribuidoras. Um encarecimento de 50% de um insumo que representa 30% do custo total de fabricação do metro quadrado de cerâmica afeta de modo muito contundente a competitividade do setor no Brasil e no comércio exterior”.
 

O presidente do Conselho de Administração da Anfacer lembra que, em abril deste ano, a indústria cerâmica comemorou a sanção presidencial da nova Lei do Gás, que prometia promover a abertura do mercado, representando um choque de energia barata e contribuindo para a recuperação da economia. Cabe ressaltar que o novo marco legal resultou de um processo de muitos anos, no qual a entidade foi uma das que mais se mobilizaram.

O metro cúbico de gás natural no Brasil já é um dos mais caros do mundo. Diferentemente do que se vislumbrava quando da aprovação do novo marco regulatório, pela proposta da Petrobras às distribuidoras cujos contratos vencerão no fim de dezembro, o preço do insumo subirá de aproximadamente US$ 8 para US$ 12 por milhão de BTU durante o primeiro ano de vigência dos novos contratos.

Tal majoração dilapidará a competitividade da indústria cerâmica brasileira, que prevê chegar, ao fim deste ano, à marca de um bilhão de metros quadrados produzidos. Em 2022, caso a política da Petrobras confirme-se, estima-se queda de 32% na produção nacional, ou 320 milhões de metros quadrados que deixarão de ser fabricados. Haverá consequente redução de 26% na geração de novos empregos. O impacto também será significativo nas exportações, com perda de 30% no ingresso de divisas.

“A despeito da crise energética global, não se admite um aumento tão expressivo no preço do gás natural, no momento em que o setor industrial é decisivo para a criação de emprego e renda, em meio a uma das maiores crises da História”, avalia Ferreira Neto, concluindo: “Na verdade, toda uma cadeia produtiva será punida por uma política de preços que vai na contramão dos preceitos de livre mercado”.
 

Visão do mercado

Eduardo Roncoroni Fior, diretor-geral da Cerâmica Carmelo Fior, localizada no interior paulista, salienta que “o retrato sobre os possíveis aumentos do preço do gás é catastrófico para todos os setores consumidores intensivos e gerará o repasse de custos aos consumidores”. As consequências serão mais inflação, diminuição significativa do poder aquisitivo da população, menor atração e desestímulo de investimentos nacionais e internacionais. “Até agora, não foi possível ver o choque daenergia barata e sim majoração significativa”, observa.

Antônio Marcos Schroth, presidente do Conselho da Infragás, frisa: “As Indústrias cerâmicas de Santa Catarina dependem do insumo. Se este não for minimamente competitivo, várias empresas do nosso estado poderão ter muitas dificuldades em manter o equilíbrio competitivo, considerando as previsões de aumentos na tarifa. Outras indústrias cerâmicas poderão até ser obrigadas a fechar suas atividades, gerando assim um desemprego considerável. Vamos tentar, perante o governo estadual e as entidades de classe, uma alternativa para amenizar os impactos”.

Otmar Müller, presidente do Sindiceram (Sindicato das Indústrias de Revestimentos Cerâmicos do Sul de Santa Catarina), lembra que já houve aumento de 82% nas tarifas do gás natural em 2021, ano no qual deveria ter sido inaugurado o novo mercado, com abertura a mais fornecedores e redução de custos. “Porém, estamos agora em um ambiente de total assombro e incerteza perante as notícias de novos reajustes muito expressivos já em janeiro de 2022”.

Müller observa que há novos fornecedores, mas com a ausência das regulações da ANP (Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), a Petrobras continua com o monopólio do mercado brasileiro. “Alia-se a isso o ambiente internacional pós-Covid, com o encarecimento generalizado dos energéticos. A crise hídrica brasileira foi socorrida pelo gás natural. Agora, busca-se empurrar o peso dessa conta para a indústria. Não há como suportar a majoração prevista”.

Regularidade marca indústria de materiais de construção em dezembro

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa sexta-feira, 07, a nova edição do Termômetro da Indústria de Materiais de Construção, pesquisa realizada com as lideranças das empresas associadas. O estudo aponta fim de ano “regular” a partir da análise das vendas em dezembro. A publicação também destaca o crescimento do otimismo, considerado moderado dada a manutenção da média registrada nos demais índices da pesquisa.
 

O termômetro da ABRAMAT aponta que para 44% das empresas associadas, o faturamento no mês de dezembro foi considerado “regular”. Para 28% o período foi “bom” ou “muito bom”, outros 28% consideraram dezembro um mês “ruim”.
 

As projeções para o mês de janeiro indicam desempenho razoável: 56% esperam um mês “regular”, 28% acreditam em um mês “bom” ou “muito bom” e 17% indicam um mês “ruim”.
 

A pretensão de investimentos para o longo prazo registrou 83%, mesmo número observado em novembro de 2021. O nível de utilização da capacidade instalada teve queda de 6p.p., passando de 80% em novembro para 74% em dezembro. Ambos os indicadores se mantêm em patamares mais elevados que antes da pandemia.
 

“Com base em nosso levantamento é possível verificar que o final de 2021 foi positivo para o setor, seja em material de base ou acabamento. A retomada progressiva das atividades e a vacinação em todo o país são fatores que contribuíram para as avaliações positivas, ainda que moderadas, de nossos associados”, revela Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.

Itaquera terá primeiro condomínio inteligente da Zona Leste de São Paulo

Os modelos sustentáveis de moradia, que associam qualidade de vida a meio ambiente e responsabilidade social, ganham espaço cada vez maior no mundo e, mais recentemente, no Brasil. Os empreendimentos são planejados dentro do conceito de economia integrada e colaborativa, voltada às transformações urbanas e conexões tecnológicas. Em Itaquera, na Zona Leste de São Paulo, a parceria exclusiva entre a anglo-italiana Planet Smart City e a CASA8, incorporadora da holding Inloop, lança o primeiro condomínio-clube inteligente e vertical da região, parte da já bem-sucedida estratégia da linha Viva!Smart no país.

O Viva!Smart Itaquera é formado por duas torres. O projeto conta com mais de 40 soluções smart, todas desenvolvidas para atender a quatro pilares fundamentais do conceito: pessoas, tecnologia, arquitetura e meio ambiente. São soluções que vão desde um aplicativo exclusivo para acessar as facilidades do condomínio – coleta seletiva, área de compostagem e reaproveitamento de água das chuvas – à presença de um gestor social, profissional responsável por promover a interação, trocar experiências entre os moradores e estimular a economia local. 

“O futuro está na interação entre moradores, na conexão digital e na forma com que as pessoas vão passar a lidar com o espaço urbano a partir dos recursos tecnológicos. A arquitetura, o ecossistema e a tecnologia são parte essencial desse propósito, que busca qualidade de vida e uso racional tanto de recursos quanto de tempo. O Planet App, nosso aplicativo, é uma solução inteligente para compartilhar experiências, informações e até mesmo fazer vendas, estimulando os negócios entre vizinhos”, explica Eduardo Peralta, CEO da Inloop.

Os apartamentos têm plantas de 39m² (434 unidades) e 41m² (114 unidades), todas com dois dormitórios, opções de vaga de garagem e varanda. Na área comum, os espaços são pensados para estimular a convivência entre moradores. As áreas de lazer, por exemplo, dispõem de duas piscinas, churrasqueira, área de eventos, quadra gramada, academia, horta urbana e brinquedoteca. Um dos pontos mais charmosos, que atrai principalmente ao público jovem, é o Cantinho para Luau.

Estrategicamente localizado próximo a vias de acesso, transporte, escolas e serviços, o Viva Smart Itaquera fica na Rua Ioneji Matsubayashi, bem perto do estande de vendas (Avenida Jacu Pêssego, 45).

Criado para ser um hub de inovação no mercado imobiliário, o empreendimento faz parte do projeto de habitação social Casa Verde e Amarela. Com unidades a partir de R$ 189 mil – com exigência de renda familiar de R$ 2.800 e facilidade na entrada e parcelamento.

“Pelos custos mais baixos e facilidades oferecidas na compra, já que se trata de um programa social de habitação, o projeto permite que jovens possam adquirir seu primeiro imóvel dentro de uma proposta totalmente nova de moradia”, explica Eduardo.

Quem faz o projeto

A CASA8 é uma incorporadora com foco em empreendimentos residenciais de entrada e de médio padrão. A empresa tem uma parceria exclusiva para construção de condomínios inteligentes verticais em São Paulo com a italiana Planet, líder em smart cities em todo o mundo. Parte do grupo imobiliário Inloop, a CASA8 é a única empresa no mercado a unir este novo conceito inteligente, que inclui tecnologias importadas, sustentabilidade e viés social a projetos populares do Casa Verde e Amarela.

Já a Planet é uma empresa Italiana, com sede no Reino Unido, que constrói cidades inteligentes acessíveis ao redor do mundo. Líder global na categoria, tem projetos em Índia, Itália, Estados Unidos, Vietnã e México, no Brasil já se consagrou em estados do Nordeste: Ceará, Bahia e Rio Grande de Norte. Tem condomínios inteligentes abertos também em São Paulo, com a linha vertical Viva!Smart em parceria com a CASA8.

Em todas as empresas do grupo Inloop, inteligência em projeto, qualidade na entrega e atendimento é premissa básica. Isso se aplica também para os nossos parceiros, por isso, ao escolher a empresa que irá tangibilizar nossos projetos, não poderia ser diferente. Referência no mercado de construção civil, a P4 Engenharia traz em seus 10 anos de experiência um histórico impecável de entregas no prazo e qualidade indiscutível nas suas mais de 5000 unidades entregues e 1 milhão de metros quadrados construídos. Entre obras finalizadas e em execução, a P4 ultrapassa 60 obras no portfólio e 1,7 bilhão de reais em construção. São resultados como esse que colocam a P4 no Top 20 da INTEC e em 9º lugar do Top Imobiliário 2021, sempre com todas as certificações necessárias e atendendo à todas as exigências do mercado.