Category Mercado Imobiliário

Prêmio Talento Engenharia Estrutural amplia o prazo para inscrições

As inscrições para a 19ª edição do Prêmio Talento Engenharia Estrutural podem ser feitas até o dia 29 de agosto. Promovida pela Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, e a Associação Brasileira de Engenharia e Consultoria Estrutural (ABECE), a iniciativa reconhece o trabalho de empresas e profissionais projetistas de estruturas nas categorias Infraestrutura, Edificações, Pequeno Porte, Obras Especiais e Jovens Talentos.

Os projetos serão avaliados por uma comissão técnica formada por profissionais indicados pela Gerdau e pela ABECE segundo os critérios concepção estrutural, processos construtivos e uso adequado de materiais, originalidade, monumentalidade, implantação harmônica em relação ao ambiente, esbeltez e deformabilidade. A estrutura pode ser de qualquer tipo: concreto armado, concreto protendido, metálica, madeira, alvenarias ou mista.

O vencedor de cada categoria, além dos ganhadores da menção honrosa, será conhecido no dia 27 de outubro de 2022 em evento de premiação do Prêmio Talento Engenharia Estrutural.

Mais informações no site do Prêmio Talento. Link para acesso.

CAIXA atinge R$ 600 bilhões em carteira de crédito imobiliário

Banco mantém a liderança do mercado habitacional e reforça o protagonismo no financiamento à casa própria

A presidente da CAIXA, Daniella Marques, anunciou hoje, 18/08, que o banco atingiu R$ 600 bilhões no saldo de sua carteira de crédito imobiliário, com 6,2 milhões de contratos ativos. O resultado recorde reforça o protagonismo do banco no financiamento à casa própria, com 66% de market share.

Segundo Daniella Marques, “o Estado está dando assistência social, mas apoiando o cidadão para se inserir no mercado. E a CAIXA tem um papel muito importante nessa jornada de transformação social e de redução de desigualdade, concedendo crédito e promovendo educação financeira, com toda a potência de rede que tem”.

Com o recorde de contratações em julho deste ano, ocasião em que foram concedidos R$ 16,3 bilhões em crédito imobiliário em um único mês, a CAIXA acumula durante os sete primeiros meses do ano um montante de R$ 90,5 bilhões investidos na habitação. Este número corresponde a uma alta de 17,2% em relação ao mesmo período de 2021 (R$ 77,2 bilhões), contribuindo para o sonho da casa própria de mais de 361,2 mil famílias.

Linhas de Crédito:

A CAIXA prioriza a liberdade de escolha dos seus clientes e, desde março de 2021, oferece quatro opções de linhas de financiamento imobiliário com recursos SBPE para aquisição de imóvel novo ou usado: TR, IPCA, Poupança CAIXA e Taxa Fixa. Para construção e reforma, são oferecidas três linhas: TR, Poupança CAIXA e Taxa fixa.

Desta forma, o banco reforça sua atuação para que o cliente tenha a opção de escolher a linha de crédito habitacional mais adequada ao seu perfil.

Para conhecer melhor as linhas de financiamento habitacional, fazer simulações sobre a melhor opção, os clientes podem acessar o site do banco.

Jornada Digital:

Para comodidade do cliente, é possível simular a operação pretendida e iniciar a contratação sem precisar se dirigir a um canal de atendimento físico, por meio do simulador disponível no aplicativo Habitação CAIXA ou no site do banco.

Após a simulação, é possível prosseguir com o processo de aprovação da operação no próprio aplicativo, até a assinatura do contrato, ocasião em que o cliente deverá procurar uma das agências da CAIXA ou um Correspondente CAIXA Aqui.

Medidas adotadas:

Uma série de medidas implantadas recentemente facilitaram o acesso ao crédito imobiliário, refletindo nos resultados apresentados, dentre as quais se destacam:

  • a redução da taxa de juros de 2,95% a.a. + remuneração da poupança para 2,80% a.a. + remuneração da poupança no Crédito Imobiliário Poupança CAIXA;
  • a retirada do limitador de financiamento de R$ 3 milhões para operações SBPE individual no Correspondente Caixa Aqui;
  • a redução da taxa de juros da modalidade Pró-cotista, permitindo a ampliação da capacidade de financiamento para imóveis até R$ 1,5 milhões aos cotistas do FGTS;
  • a alteração na composição de grupos por faixa de renda com ampliação dos subsídios e redução de juros nos Grupos 2 e 3 do programa Casa Verde Amarela;

A marca de R$ 600 bilhões solidifica a posição da CAIXA como o Banco da Habitação e reforça seu protagonismo nesse mercado que tem importante reflexo social e econômico no país.

Novolar passa a aceitar veículos como forma pagamento na compra de apartamentos

A Construtora Novolar começou a oferecer a condição de utilização de veículo como meio de pagamento para compra de um imóvel. O valor do veículo – que pode ser carro, moto, caminhonete ou SUV – serve tanto para entrada (sinal), quanto para pagamento de parcelas do negócio. Os objetivos são gerar mais oportunidades de novos negócios para a Companhia e conquistar a satisfação do cliente. 

“É mais uma opção que estamos oferecendo ao cliente para facilitar a entrada do valor do imóvel. Nossa ideia é sempre facilitar o cliente e evitar perder venda”, explica Fenelon Matos, Gerente Comercial do Grupo Patrimar 

Neste modelo, o veículo será avaliado com base na tabela FIPE e vistoriado por uma empresa parceira, a Líder. Quando tudo aprovado, o valor é automaticamente revertido no valor de entrada com a construtora. Se houver algum saldo, o dinheiro pode ser usado para quitar outras parcelas seguintes, com direito a descontos exclusivos. Também existe a possibilidade de receber o valor que restou de volta.  

Parceiro desta iniciativa, o Grupo Líder possui atualmente diversas concessionárias e representa as principais marcas de veículos. Destaque para as concessionárias Recreio e Mila (Volkswagen), Líder (Chevrolet), Tai Motors (Hyundai), Valore (Fiat), Eagle (Jeep), Moto líder e Recreio Motos (Honda).  

“Estamos sempre em busca de alternativas para facilitar a compra do imóvel e, consequentemente, realizar o sonho dos nossos clientes de conquistar a casa própria”, finaliza Alex Veiga, CEO do Grupo Patrimar.  

Construsummit apresenta inovações e tendências para setor da construção

As temáticas centrais para o aperfeiçoamento da cadeia da construção serão abordadas no Construsummit 2022, evento que reúne as principais entidades do setor, construtoras, incorporadoras e empresas ligadas à construção civil. O evento é realizado pelo Sienge, ecossistema tecnológico para a indústria da construção, e pelo CV — Construtor de Vendas, CRM de gestão do mercado imobiliário.
 

Desenhado para o gestor de empresas de construção que precisa transformar o seu negócio por meio da tecnologia, o conteúdo do Construsummit 2022 aborda desde tendências até cases práticos de soluções e conceitos aplicados. A programação de conteúdo está sustentada nas etapas de pré-obra, obra e pós-obra e se organiza em torno das jornadas de negócio da construção, procurando abranger toda a extensão da cadeia produtiva. 
 

Alguns dos principais especialistas de construção civil, economia e inovação estarão presentes para palestrar e promover o debate de importantes e constantes mudanças que esse setor vem atravessando. “Grandes transformações são impulsionadas por pessoas, e o Construsummit é o espaço onde essas pessoas poderão fazer networking de qualidade para construir os próximos passos da indústria da construção”, afirma Ionan Fernandes, Diretor Executivo do Sienge.
 

O evento terá nomes como José Carlos Martins, Presidente da CBIC — Câmara Brasileira da Indústria da Construção; Leonardo Santana, Analista de Produtividade e Inovação da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI); Ieda Vasconcelos, Economista-chefe da CBIC; Alexandre Frankel, CEO & Founder da HOUSi Chairman; Felipe Cardosos dos Reis, Innovation and R&D Manager, Corporate Development na MRV&CO; Ricardo Mateus, Fundador da Brasil ao Cubo; e Glaucia Guarcello, Innovation & Ventures Lead Partner na Deloitte.
 

Serão dez blocos de conteúdo dedicados a temas específicos, abordando assuntos como funding (financiamentos), inovação no canteiro de obras, BIM, ESG, industrialização na construção civil, mercado imobiliário, inovação no mercado imobiliário, experiência do cliente, marketing e vendas. 
 

“O Construsummit 2022 vai direto ao ponto das demandas históricas e atuais do segmento, evidenciando que o sucesso em um mundo cada vez mais diverso, complexo e instável passa pela integração da cadeia da construção e pela transformação digital do setor, por meio da coleta, organização e cruzamento de dados”, argumenta Guilherme Quandt, Diretor de Marketing e Estratégia do Sienge.
 

Para Fábio Garcez, CEO do CV, “as empresas que entendem a inovação como parte ativa de suas operações contribuem para a revolução digital da indústria da construção e serão as primeiras a alcançar um ambiente de completa integração que proporcionará ganhos exponenciais”.
 

Além da CBIC e da ABDI, o Construsummit tem apoio institucional da Abrainc (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), da Abramat (Associação Brasileira da Indústria Materiais de Construção), da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), do Crea-SC (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina), dos Sindicatos das Indústrias da Construção Civil da Grande Florianópolis, da Bahia e do Paraná, da Acate (Associação Catarinense de Tecnologia) e do iCON Hub.

Serviço Construsummit 2022

Data: 14 e 15 de setembro de 2022

Horário: das 9h às 17hs

Local: online para todo o Brasil e presencial, na Sede da Softplan, desenvolvedora do Sienge

Endereço: Sapiens Parque – Av. Luiz Boiteux Piazza, 1302, Florianópolis (SC)

Ingressos: a partir de R$ 259,99

Inscrições e informações: acesse o site oficial

O mercado de Construção Civil e as oportunidades digitais, de acordo com a LGPD

Por Filiphe Curvello, Head do Departamento Legal da Juntos Somos Mais

O setor da construção civil ainda vive um dilema antigo: a falta da digitalização. Um dos maiores desafios, se não o maior deles, é a ausência de tecnologia em boa parte dos negócios na área. Essa falta de presença online deixa o ambiente ainda analógico, distanciando cada vez mais os consumidores finais e impactando a segurança dos negócios. 

Em tempos de transformação digital, diferenciação, omnicalidade e tantas outras formas de enxergar o potencial do digital, essa virada de chave se faz mais do que necessária. Ainda mais em um setor com perspectiva alta de crescimento para 2022, na contramão de muitos mercados. Segundo dados da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (Cbic), a estimativa de crescimento para o ano começou em 2%, em abril foi elevada para 2,5%, e agora passou a 3,5%. 

Esses dados demonstram que a área da construção tende a crescer ainda em 2022 e, quando analisamos dados referentes à digitalização, conseguimos enxergar a importância da tecnologia e como ela pode ser útil. De acordo com um levantamento da Confederação Nacional da Indústria (CNI), 7 a cada 10 empresas no Brasil fazem uso de tecnologias digitais diversas e, entre as empresas ouvidas, os principais benefícios citados são o aumento da produtividade, melhoria da qualidade dos produtos ou serviços e redução dos custos operacionais. 

Tendo esse panorama em vista, é inegável a importância e a urgência do setor de construção iniciar o processo de digitalização dos serviços e produtos. A exemplo da Juntos Somos Mais e todo conceito que tem sido implantado pela joint venture com a Loja Virtual da Juntos Somos Mais, que já comemora 3 anos de existência. 

Segurança e oportunidades em conformidade com a LGPD

A Lei nº 13.709/2018 (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, ou LGPD, como é mais conhecida) fala sobre o tratamento de dados pessoais, inclusive nos meios digitais, com o objetivo de proteger os direitos fundamentais de liberdade e de privacidade, além de evitar o uso indevido e ilimitado dos dados pessoais.

A partir da entrada em vigor da LGPD, em 2020, visando a proteção de dados pessoais e dos direitos dos titulares de dados pessoais, foram estabelecidas responsabilidades específicas para entidades e organizações, públicas e privadas, que tratam essas informações em suas atividades de negócio. Então, ao digitalizar um negócio, é necessário ter todo o apoio e respaldo jurídico para que a empresa atue de acordo com a Lei. É necessário reforçar que a legislação não impede a digitalização das empresas, desde que observadas as obrigações legais que impõe, para possibilitar uma prestação segura de serviços envolvendo o tratamento de dados pessoais. A digitalização, quando feita de acordo com a LGPD, pode trazer mais segurança às empresas e para os consumidores também, que podem exercer seus direitos e entender como seus dados pessoais são utilizados.

Na Juntos Somos Mais, foram criados designs amigáveis e intuitivos para as políticas de privacidade de cada uma de nossas empresas, visando garantir transparência sobre nossas práticas envolvendo os dados pessoais dos usuários em nossas plataformas digitais, para garantir o funcionamento do Programa de Fidelidade, da Loja Virtual, do Triider e do Habitissimo. Os dados pessoais de todos os usuários cadastrados são tratados de acordo com a legislação vigente e adotamos mecanismos apropriados para garantir a segurança dessas informações.

O propósito da inovação utilizando a tecnologia e, consequentemente, a digitalização dos negócios é reinventar o mercado, todos que sejam. As empresas podem – e devem – pensar em maneiras de utilizar a digitalização permitindo o barateamento de produtos e serviços, por exemplo, ou até otimizar o uso de insumos para evitar desperdícios e produzir estruturas mais resistentes, além do aspecto de relacionamento com consumidor, UX, logística e todos os demais formatos que o avanço traz. Afinal, o avanço é um benefício para empresas e sobretudo para o consumidor. A  digitalização pode promover maior agilidade em processos, aumentar a produtividade nos diferentes setores e ser utilizada na hora de reter os clientes promovendo a fidelização online. Vendas por plataformas de e-commerce são uma ótima oportunidade para o crescimento e diversificação do segmento que continua em expansão.

Por fim, é necessário promovermos uma movimentação em prol do setor de construção civil, para que se digitalize e conquiste resultados positivos da união do segmento com a tecnologia, permitindo um crescimento contínuo e promissor da área. 

Vendas de imóveis residenciais sobem 26,6% no país, aponta indicador ABRAINC-FIPE

O número de novos imóveis comercializados no Brasil cresceu 26,6% nos cinco primeiros meses de 2022, quando comparado ao mesmo período de 2021. Ao todo, foram vendidas 74.570 unidades no acumulado do ano. Os dados referem-se ao levantamento realizado com 18 empresas associadas à ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), em parceria com a FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas).
 

Segmentação – De janeiro a maio, as vendas de imóveis de Médio e Alto Padrão (MAP) seguiram em ampla expansão e cresceram 145,3% com a comercialização de 19.620 unidades sobre igual período de 2021. O resultado se deve ao fato de muitos compradores estarem enxergando uma boa oportunidade para compras de ativos imobiliários, com expectativa de valorização futura nos preços dos imóveis. A manutenção de um bom patamar de concessão de financiamento habitacional também explica esse efeito. Dados da Abecip mostram que a originação de crédito imobiliário para imóveis novos subiu 6% em relação ao ano passado, o que caracteriza um importante impulsionador para o segmento MAP.
 

Já no segmento Casa Verde Amarela (CVA) foram vendidos 53.776 imóveis no acumulado do ano, uma alta de 8%. Esse resultado já reflete as medidas aprovadas pelo governo em abril deste ano, que readequaram os benefícios do programa habitacional para a população de baixa renda. O ajuste foi necessário pois esse público, que sofreu uma forte queda no poder de compra. Em julho, novas medidas foram aprovadas, que melhoram ainda mais as condições de compra de imóveis para a população mais necessitada.
 

O presidente da ABRAINC, Luiz França, avalia que o setor segue como um dos protagonistas no processo de recuperação da economia brasileira e que medidas do governo, para incentivo ao CVA, vão surtir efeito na procura e venda por imóveis, o que melhora a expectativa dos empresários em relação aos próximos meses. “O mercado imobiliário segue apresentando bons resultados e mostrando sua resiliência. Para o brasileiro, a compra do imóvel é vista como uma forma de proteger parte do patrimônio da alta inflacionária, e assim obter ganhos reais no longo prazo. As medidas aprovadas pelo governo no programa Casa Verde Amarela também serão importantes para recuperar o poder de compra da baixa renda e devem impulsionar as vendas nesse segmento no segundo semestre”, finaliza o executivo.

Outro ponto positivo foi relação entre distratos/vendas ficou em 11% no acumulado de 2022, que vem caindo a cada trimestre. Em 2016, esse patamar era de 62%.

Lellolab lança 3ª chamada de aceleração de ideias inovadoras

O LelloLab, o laboratório de inovação da vida em comum criado pela Lello, acaba de lançar a terceira chamada da sua aceleradora de projetos e ideias inovadoras. A iniciativa vai impulsionar empreendedores, pesquisadores e startups por meio de mentorias, aproximação com investidores e a oportunidade de implementar os projetos no ecossistema de mais de três mil condomínios e milhares de imóveis administrados pela Lello.

Nas duas primeiras edições do programa, foram mais de 200 projetos inscritos, o Lellolab selecionou e acelerou 24 deles durante um período de 3 a 6 meses em cada processo.80% dos participantes destas duas rodadas, realizadas no e no segundo semestre de 2021 e primeiro semestre de 2022, tiveram suas soluções implementadas no ecossistema do Grupo Lello, tanto nos condomínios e nos imóveis, como na própria empresa.

Os projetos que já foram acelerados até o momento pelo Lellolab são: Alpop,Green Mining, Loa Terra, Coletando, Du Local, E-unidos, O Expresso, Piipee, Tupinambá, Muni, GOMA, Morada da Floresta, Sampapé, Co-Criança, Nouvem, Sunergia, Visitown, Carbono Zero, Facilitat, FlatMatch, Actum, UseCar e Assistência Maria.

“Ficamos muito contentes em dar continuidade a esse projeto da aceleradora. Já estamos dando início a nossa 3ª rodada de aceleração em um período de um ano. Esperamos encontrar projetos tão legais quanto os que trabalhamos nas edições anteriores. Queremos dar novas oportunidades a todas e todos todos aqueles com boas ideias inovadoras e com foco na melhoria da vida em comum, aprimorando o processo que já conta com mais de 70 mentores e mantendo o alto nível de implementação das soluções”, diz Filipe Cassapo, diretor do Lellolab.

“O Alpop teve a honra de participar da primeira turma do programa de aceleração conduzido pelo LelloLab. Todo o programa foi muito bem estruturado, aglutinando a dimensão empresarial com a dimensão responsabilidade social, sempre tratadas com a profundidade necessária para tratar tatear problemas com tamanha complexidade. Outra coisa que chamou a atenção foi o comprometimento da Lello com o programa, que, no caso da Alpop, permitiu o aprimoramento da nossa solução, participando ativamente das nossas reflexões.” diz Caio Belazzi, CEO da Alpop, startup acelerada pelo Lellolab na 1ª chamada.

Com a participação nesse processo do Lellolab algumas startups tiveram a oportunidade de crescerem e aprimorarem-se. A Alpop, por exemplo, foi uma startup que recebeu investimento financeiro. Além disso, a Loa Terra se tornou a principal parceira da Lello na implantação de hortas urbanas.

O processo de inscrição é simples, sem burocracia, e aberto a todos, independente da maturidade da sua ideia. Interessados podem se inscrever no site do Lellolab até 23 de agosto: http://lellolab.com.br/aceleradora.

Aluguel em São Paulo tem baixa no preço, segundo Imovelweb

O Imovelweb,um dos maiores portais imobiliários do País, divulga seu relatório mensal de preços de julho em São Paulo. No mês passado, o preço mensal médio do aluguel fechou em R$ 3.410 para os apartamentos de 65 m² com dois quartos, tendo uma baixa de 0,3% em relação ao mês anterior.

Segundo o relatório, esta é a primeira baixa de valor depois de oito meses consecutivos de alta. No acumulado de 2022, os valores do aluguel acumularam um incremento de 4,6% abaixo da inflação (5,8%) e muito abaixo do ajuste do IGP-M (8,4%).
 

Os dados do relatório mensal de preços do Imovelweb, também chamado de Index, são gerados com base em 100% dos imóveis listados no portal, seja aluguel ou venda, mostrando o preço médio das propriedades.

Na análise por região, a Zona Oeste é a mais cara da cidade, com um aluguel médio mensal de R$ 3.906. Por sua vez, a Zona Leste é a mais barata, custando R$ 1.842 por mês.
 

RegiãoValor do aluguel (R$)Variação MensalVariação Anual
Leste1.8420,7%11,0%
Noroeste1.8801,1%9,0%
Nordeste2.0711,5%15,4%
Sul2.323-0,4%-1,8%
Sudeste2.3501,0%8,6%
Centro2.9620,6%-5,3%
Centro-Sul3.6040,9%-0,1%
Oeste3.906-1,4%-2,2%

Considerando os bairros, Itaim Bibi tem o aluguel mais caro de São Paulo, com um preço médio mensal de R$ 4.752. Cidades Tiradentes é o mais econômico para locar um imóvel, fechando julho com um valor médio de R$ 970 por mês.

Mais baratos (R$)Variação MensalVariação Anual
CIDADE TIRADENTES970-1,7%-4,5%
JARDIM HELENA1.1305,3%S/D
ITAIM PAULISTA1.4300,9%-4,6%
Mais caros (R$)Variação MensalVariação Anual
PINHEIROS4.214-1,2%3,7%
MOEMA4.3671,7%3,2%
ITAIM BIBI4.752-2,8%-1,1%

Imóveis à venda: preços abaixo da inflação

O preço médio em São Paulo para a compra de um imóvel fechou o mês de julho em R$ 9.812 por m², 0,5% acima do mês anterior. Em 2022, os preços acumulam uma alta de 2,6% abaixo da inflação, derivando em uma queda real de 3,2% p.p. As novas unidades e as que estão em construção registram maior aumento de preço em 2022, +5,8% e +4,5% respectivamente.
 

Um apartamento típico paulista de dois quartos tem 65 m², 1 vaga e um preço médio de R$ 619 mil. Já um apartamento de três quartos tem um valor médio de R$ 959 mil.
 

De acordo com o relatório, Pinheiros é o bairro mais caro da capital paulista para adquirir uma propriedade, com um valor médio de R$ 14.815 por m². Assim como para locação, Cidades Tiradentes é o bairro mais barato na hora da compra, com um preço médio de R$ 2.710 por m².
 

Mais baratos (R$/m²)Variação MensalVariação Anual
CIDADE TIRADENTES2.7100,3%0,8%
LAJEADO3.8530,0%0,4%
JOSÉ BONIFÁCIO4.1100,9%1,7%
Mais caros (R$/m²)Variação MensalVariação Anual
MOEMA14.1440,0%5,0%
ITAIM BIBI14.7900,5%6,1%
PINHEIROS14.8150,6%3,3%

Rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. O relatório de julho apontou um índice de 5,54% bruto anual, o que significa que são necessários 18 anos de aluguel para reembolsar o investimento de compra, 2,6% a menos que um ano atrás.
 

As regiões periféricas são as que oferecem maior retorno para os investidores: Zonas Leste e Sul acima de 6% anual. 

Rentabilidade por região

RegiãoRentabilidade
Nordeste5,4%
Centro-Sul5,5%
Oeste5,5%
Sudeste5,6%
Centro5,6%
Noroeste5,7%
Sul6,2%
Leste6,4%

Gafisa cresce 41% em vendas líquidas do 1º semestre de 2022

A Gafisa, uma das principais incorporadoras e construtoras do Brasil, divulga resultados financeiros do 2º trimestre de 2022. A empresa lançou três empreendimentos em São Paulo no período de abril a junho, totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 471,1 milhões: Evolve Vila Mariana, Stratos Bandeira Paulista e Go Inn República. No semestre, os lançamentos contabilizam R$ 526 milhões em VGV.

As vendas brutas somaram R$ 227,6 milhões entre abril e junho, uma alta de 13% na comparação anual, enquanto as vendas liquidas totalizaram R$ 203,4 milhões no mesmo período, avanço de 13% na mesma base de comparação. No 1º semestre de 2022, a Gafisa atingiu R$ 436 milhões nas vendas líquidas, crescendo 41% em comparação com o mesmo período do ano anterior

“O crescimento de 41% das vendas líquidas do primeiro semestre demonstra a consolidação da retomada operacional da companhia, que decidiu pela estratégia de priorizar o posicionamento no alto luxo, um setor mais resiliente aos indicadores econômicos”, explicou Guilherme Benevides, CEO da Gafisa Incorporadora e Construtora São Paulo, no release de resultados.

Com performance nas vendas, os lançamentos ajudaram a recompor o estoque da companhia, que voltou a ultrapassar a casa dos R$ 2 bilhões. Os empreendimentos de alto padrão já correspondem por 84% do estoque da Gafisa e 97% do valor total estão concentrados em São Paulo e no Rio de Janeiro.

No trimestre, a receita líquida da companhia somou R$ 263,3 milhões, uma alta de 35% e 2% na comparação com o primeiro trimestre de 2022 e com o mesmo período do ano passado.

Vendas de casas em condomínios fechados superam o volume de lançamentos, em Goiânia

Números comprovam o que busca por residências em condomínios fechados disparou após a pandemia

Após um longo tempo de reclusão, durante a pandemia da Covid-19, a percepção do que é importante na hora de escolher uma moradia mudou. O desejo por espaços mais amplos, com mais áreas externas e que possam atender às diversas necessidades dos seus moradores, do lazer ao home office, foi intensificado. Entre as opções, os condomínios horizontais se destacaram e os números comprovam o que os especialistas já vinham percebendo no dia a dia. 

A última pesquisa divulgada pelo Sindicato das imobiliárias e condomínios do Estado de Goiás (Secovi-GO), realizada pela Brain Inteligência Imobiliária (Brain), apontou em quem 2020 e 2021 [os dados vão até setembro). O número das vendas de casas em condomínios horizontais foi maior do que o número de lançamentos dessa tipologia. Foram 2065 casas e sobrados vendidos e apenas 1902 lançados no período. O estoque de casas no período apresentou queda de 31,94% ( de 504 para 343 unidades).

“Com a necessidade de ficar mais tempo dentro do lar, houve uma reavaliação do espaço e da usabilidade das residências. Esse foi o grande catalisador para grande parcela das vendas de imóveis e do aumento expressivo na procura por móveis planejados, por exemplo, nos últimos dois anos”, reforça Guilherme Werner, sócio-consultor da Brain.

“A gente percebe a boa aceitação por se viver em condomínios fechados, em razão da segurança e da qualidade de vida. Conjugando isso com a possibilidade de se trabalhar em  home office, as vendas explodiram”, comenta o presidente do Secovi, Antônio Carlos da Costa.

Na perspectiva do Secovi-GO, esse mercado deverá permanecer aquecido, com novos lançamentos. Um deles será o Condomínio Alto da Boa Vista (ABV), na região noroeste de Goiânia, terá o lançamento de sua última etapa, com 32 sobrados de 126 metros quadrados, com três quartos, sendo uma suíte, garagem para quatro veículos (com duas vagas cobertas) e quintal privativo, no final de julho. As novas unidades irão encerrar a expansão do residencial, já habitado por outras 250 famílias. 

O nome Alto da Boa Vista se deve a sua localização privilegiada, na Avenida Perimetral Norte, no setor Vila João Vaz, de onde é possível ter uma visão ampla e bela da capital goiana. Na parte externa do residencial fica o fundo do Parque Macambira-Anicuns, formando assim um cinturão verde ao seu redor. 

A área verde privativa do local atrai aves de diversas espécies e abafa os ruídos da cidade, além de contribuir com a temperatura, sendo ainda um pulmão verde para seus moradores. Ao seu redor, foi montada uma pista de cooper de 1,4 km, além de ser equipado com equipamentos para exercícios. O residencial também possui duas portarias e conta ainda com sauna seca, salão de jogos, bar, academia, quadra society, quadra de tênis e poliesportiva. 

Sustentabilidade
Entre os diferenciais do Alto da Boa Vista estão o sistema de subterrâneo dos cabos de energia elétrica e de telefonia instalados no residencial, para uma maior organização e menos poluição visual. Os sobrados são entregues com sistema para aquecimento solar da água do chuveiro, considerado um dos vilões da conta de energia, o qual representa em média de 25% a 35% no valor da conta mensal. 

“As placas coletoras, que ficam no telhado, captam a energia solar e aquecem o boiler, que por sua vez faz o aquecimento da água que é encaminhada para o chuveiro, o qual possui dois registros de abertura, quente e frio”, explica o engenheiro civil responsável pela construção da terceira etapa do condomínio, Murilo Guimarães Melo.

Outro ponto sustentável do Alto da Boa Vista é que a água da chuva é captada por ralos e vai para um poço de infiltração, que a libera gradativamente no lençol freático, evitando pontos de alagamento e contribuindo para o abastecimento subterrâneo do líquido no solo.