Category Mercado Imobiliário

Balneário Camboriú vai receber empreendimento com marca da Housi

A cidade catarinense de Balneário Camboriú será a próxima a ter à disposição o primeiro empreendimento com a marca da Housi, startup que oferece moradia sob demanda para moradores que desejam um aluguel flexível e 100% online. A startup fechou uma parceria com a NF Empreendimentos Ltda, para lançar na segunda quinzena de setembro o NF Moov, com 68 unidades residenciais, localizado no bairro das Nações, precisamente na Rua Islândia, O local possui excelente localização, perfil jovem para investidores, moderno e com uma gama enorme de serviços e comércio próximo ao empreendimento.

O NF Moov fica localizado no charmoso balneário, que ganhou o título de Dubai brasileira. Muitas pessoas, a procura de um local para sair da rotina e encontrar um lugar especial e aconchegante, com belas paisagens, lazer variado e excelentes restaurantes, tem a cidade de  Balneário Camboriú como referência. A cidade é conhecida nacionalmente como uma ótima opção para quem procura um empreendimento.

De acordo com levantamento feito pela Prospecta Inteligência Imobiliária e divulgado na revista Exame, aponta Balneário Camboriú entre o ranking das 100 melhores cidades para se investir em imóveis, além de ter déficit habitacional de 40,40%. O estudo de análise do mercado de imóveis da Prospecta levou em consideração a demanda de cada região estudada. Com base nos dados divulgados, o município apresenta ótimo desempenho no setor imobiliário nacional. Muitos investidores têm alocado recursos na cidade, estimulando o desenvolvimento de novos empreendimentos e valorizando o mercado imobiliário da região.

Outro ponto a se destacar é que a cidade apresenta um forte desempenho econômico, com muita qualidade de vida, colocando Balneário Camboriú entre as 10 cidades com maior PIB de Santa Catarina. Os dados do IBGE também apontam que a concentração urbana de Itajaí e Balneário Camboriú, que integra sete municípios da região, detém a maior fatia do PIB a preços correntes de Santa Catarina. Com R$ 44,4 bilhões, a região é a sexta do Brasil e ultrapassou a concentração urbana de Florianópolis, que era a detentora do primeiro lugar no Estado.

A qualidade de vida em Balneário Camboriú também se aplica na hora de escolher investir em imóveis na cidade. Em um único lugar, pode-se encontrar segurança, acesso à saúde, educação de qualidade e múltiplas opções de lazer. No quesito segurança, a cidade está entre as 10 cidades mais seguras do estado, ocupando a 6ª posição, isso devido a uma integração muito eficiente entre os órgãos de segurança. Outro ponto que leva a cidade a estar entre as mais seguras, é o investimento em segurança indireta, como a iluminação pública, câmeras de vigilância e outras coisas do gênero. A cidade também ocupa o 12º lugar entre todas as cidades do Brasil no Ranking da Urban Systen 2021, que avalia vários setores como segurança, mobilidade, urbanismo, meio ambiente, economia, saúde, empreendedorismo, entre outras. Esses itens fazem com que a cidade tenha um dos melhores Índices de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil: 0,845. Com isso, ocupa a 3ª posição no ranking nacional e a 2ª em Santa Catarina.

Housi estará presente com seus principais serviços

A Housi fará a gestão das locações disponibilizadas. Entre as opções de lazer e serviços do empreendimento estão a parte de piscinas, lavanderia, mercado, academia, fireplace, pub e boate, salões gourmet, coworking, espaço pet e outros a serem desenvolvidos com a participação da Housi. Os serviços como Housi Decor e Housi Pay também estão em processo de negociação para levar ao local mais comodidade e facilidades que só a startup oferece aos seus moradores.

De acordo com Alexandre Frankel, CEO da Housi, a cidade de Balneário Camboriú é perfeita para os investidores que querem ter uma rentabilidade forte e atrativa dentro do mercado imobiliário.

“Não é à toa que um dos mais charmosos balneários do Brasil, é conhecido como a Dubai brasileira, pelo poder do seu mercado imobiliário. É gratificante podermos estar presentes com a Housi, em uma cidade aconchegante, com boa infraestrutura, belas paisagens, variedade de lazer e excelentes restaurantes. Tenho certeza que a Housi vai atender todas as expectativas de investidores e futuros moradores”, indica o CEO.

Mercado Imobiliário: compradores buscam apartamentos até R$800 mil e inquilinos dão preferência a até 90 m² em São Paulo

Propdo, empresa israelense que fornece soluções em software para tomada de decisão no setor, aponta ainda que bairros como Butantã, Mooca e Ipiranga são os locais onde os imóveis mais valorizaram nos últimos seis meses

O perfil de escolha dos investidores e moradores de São Paulo está em constante mudança. Após uma debandada das regiões centrais da cidade e busca por espaços maiores durante a pandemia, o mercado imobiliário agora vê uma mudança no interesse pela localização e tamanho das propriedades. De acordo com a Propdo, proptech israelense que fornece soluções em software para tomada de decisão no mercado imobiliário e chegou ao Brasil com um investimento de U$3 milhões, 55% dos compradores procuram por imóveis na faixa dos R$240 mil a R$800 mil e 51% preferem espaços entre 46m² e 90m². No arrendamento, 81% dos inquilinos buscam apartamentos até 90m².

“Se isolarmos o mercado de imóveis de segunda mão, que é sempre um indicador melhor e mais limpo da salubridade do mercado imobiliário local, analisando nossos dados estatísticos entre janeiro e junho deste ano, podemos detectar que os bairros de periferia de primeira linha como Butantã, Santana, Belém, Mooca, Casa Verde, Cambuci, Água Rasa, Ipiranga e Brás, são os que mais valorizaram, alavancando os preços dessas regiões em 2,63%”, explica Nathan Varda, head da Propdo no Brasil.

O estudo também aponta que bairros centrais como Pinheiros, Itaim Bibi, Moema, Jardim Paulista, Vila Mariana, Alto de Pinheiros, Consolação, Pedizes e Barra Funda, apresentaram uma menor valorização de seus imóveis, com um aumento médio nos valores de apenas 1,73%. “Isso indica duas situações, a primeira é que as pessoas ainda buscam morar perto do centro da cidade, mas como nessas regiões os valores são mais altos, os primeiros a ter mais demandas são os bairros de periferia de primeira linha. Isso também aponta um potencial para aumentos de preços em alguns desses bairros, sendo possíveis lugares para se investir”, aponta Nathan.

Outro ponto do estudo é a procura por apartamentos funcionais ao em vez de grandes espaços. De acordo com dados da proptech, 51% dos compradores buscam apartamentos entre 46m² e 90m² (20% – 46 a 60 m²; 31% – 61 a 90 m²) e para alugar a busca é por menores de 90 m².

Sobre os valores, a empresa cita que 55% dos compradores desejam comprar por R$240 mil a R$800 mil (32% – R$240k a R$500k; 23% – R$500k a R$800k). Além disso, verificou-se que o perfil de imóveis mais comum à venda no mercado, hoje, ou seja, o ativo mais desejável para venda em São Paulo são apartamentos de até 3 quartos com uma média de 140m², fora do padrão buscado pelos investidores e moradores.

Por fim, a Propdo identificou que, no último mês, os bairros que mais aumentaram o número de imóveis à venda são: Higienópolis, Boaçava, Paraíso, Perdizes, Pinheiros. “Detectamos principalmente fortes movimentos de investidores, altas demandas e novas construções que lançam novos apartamentos ao mercado. Estes bairros apresentaram mais de 3,5% de novos apartamentos para venda”, completa Varda.

Brasil tem as cidades mais baratas para morar entre as principais da América Latina

Buenos Aires é a cidade mais cara da América Latina para comprar ou alugar um imóvel. Já as cidades brasileiras aparecem entre as mais baratas. A conclusão faz parte de um estudo inédito feito pelo QuintoAndar com dados de 12 das cidades mais populosas da região.
 

Segundo a publicação, intitulada “O mercado residencial na América Latina”, o Brasil aparece com apenas uma cidade entre as cinco mais caras para comprar e só com uma também entre as cinco com o aluguel mais alto. Brasília tem o 5º maior custo para compra, enquanto São Paulo tem o 4º maior para alugar.
 

O levantamento foi feito levando em conta dados dos últimos 12 meses, encerrados em julho de 2022, com base nos anúncios e nas buscas feitas nos portais Zonaprop (Argentina), Imovelweb e WImóveis (Brasil), Plusvalia (Equador), Inmuebles24 (México), Compreoalquile (Panamá), Adonde Vivir e Urbania (Peru), integrantes do Grupo QuintoAndar.

Foram analisadas sete cidades do Brasil (São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador, Belo Horizonte, Curitiba e Porto Alegre) e cinco capitais da América Latina (Lima, Cidade do México, Buenos Aires, Quito e Cidade do Panamá). Juntas, essas cidades congregam mais de 55 milhões de habitantes.
 

Como fora do Brasil os imóveis são listados tanto em moeda local como em dólar americano, foi feita uma conversão de todos os dados para dólares americanos usando a taxa média mensal de fechamento do mês em que o anúncio foi criado para permitir uma comparação.
 

“Esse estudo ajuda a mapear um mercado relevante de moradia e carente de informação de qualidade. E contribui com nossa missão de auxiliar as pessoas a morarem melhor, uma vez que democratizar o acesso a esses dados permite uma tomada de decisão mais assertiva e empoderada. Trata-se de um material exclusivo e que reforça nosso papel de referência não só no Brasil“, ressalta Bruno Rossini, diretor de Comunicação do QuintoAndar.
 


Compra e venda: Buenos Aires é a cidade mais cara; Brasília aparece em 5º lugar

De acordo com o estudo, o metro quadrado na capital argentina custa, em média, US$ 2.479. É o mais caro entre todas as analisadas. O Brasil tem as cidades com os preços mais baixos. Veja todos os valores no gráfico:
 

A inflação, a valorização do dólar e as elevadas taxas do crédito para a habitação têm feito com que muitos consumidores adiem os seus planos de compra de um imóvel e continuem no aluguel. O ponto é que, como o preço de venda está mais caro, as pessoas preferem esse mercado, diminuindo o estoque para aluguel.

Aluguel: Buenos Aires também está no topo; São Paulo fica em 4º lugar

Para aluguel, Buenos Aires também figura no topo do ranking do preço do metro quadrado anunciado entre as 12 cidades analisadas. O preço médio do m² nos últimos 12 meses, encerrados em julho, foi de US$ 11,8. Isso significa que um apartamento de 50 m² não sai por menos de US$ 590 por mês na “Paris da América Latina”.

As cidades brasileiras aparecem novamente na parte debaixo do ranking. Veja todos os valores no gráfico:


“Durante a pandemia, houve uma curiosa combinação de fatores que se traduziu num pequeno boom imobiliário. E é possível perceber que o mercado na América Latina está hoje, em boa parte, aquecido. A Argentina é uma exceção: Buenos Aires vive um cenário de muita oferta e pouca procura. Ainda assim, com a inflação em alta, os preços de imóveis na capital são comparativamente maiores que os de outras cidades da região”, explica Vinicius Oike, economista do QuintoAndar.

Comprometimento de renda tem nível crítico nas cidades

O estudo também aponta uma situação crítica no que diz respeito ao comprometimento da renda com o aluguel. Apenas 3 das 12 cidades analisadas apresentam um percentual inferior a 30% – considerado o limite recomendado por especialistas. As três são brasileiras: Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro.

E, quando se fala na compra de imóveis, das 12 cidades analisadas, 11 aparecem com um índice de acessibilidade financeira considerado “alarmante” – ou seja, quando o indicador que revela quantos anos de renda uma família precisa comprometer para comprar um imóvel é superior a 7-10 anos.  A única exceção é Belo Horizonte, que, ainda assim, possui um indicador “preocupante” (pouco menos de 7 anos).
 

“Os valores de comprometimento para compra são bastante similares e também indicam uma baixa acessibilidade financeira. Já os valores no aluguel apontam para um mercado formal descolado da renda familiar média. No caso da Cidade do México, há uma fatia expressiva do mercado que atende estrangeiros, que tipicamente têm renda muito mais elevada que a família média local”, ressalta Oike.

Busca por apartamentos segue em alta na América Latina

A pesquisa também mostra que, em 11 das 12 cidades analisadas, a procura por apartamentos supera as buscas por casas. A exceção na lista é Quito, onde o inverso é registrado – cerca de 54% das buscas são por casas. A capital tem uma das menores densidades demográficas entre todas as cidades analisadas (3.400 hab/km²), o que ajuda a explicar o percentual.

Entre as cidades brasileiras analisadas, a maior diferença foi identificada em Brasília, no Distrito Federal. Na capital do país, em média, 69% das buscas no primeiro semestre deste ano foram por apartamentos, enquanto somente 31% das procuras foram por casas.

No universo latino-americano, o volume de procura por imóveis verticais é bem próximo do registrado no Brasil. Em Buenos Aires, por exemplo, cerca de 80% das buscas visam apartamentos. Já na Cidade do México esse percentual é de 60%. Lima e Cidade do Panamá seguem na mesma tendência, com incidência próxima de 70%.

Segundo o estudo, há uma tendência de crescimento na procura por casas. No primeiro semestre de 2019, para o mesmo período de comparação, 70% das buscas eram por apartamentos, enquanto 30% eram por residências térreas.

Jardim, varanda e quintal: filtros revelam busca por espaço e natureza

O estudo revela ainda os filtros mais usados por quem procura um imóvel nas 12 cidades analisadas. O desejo por um cantinho extra e por um contato maior com a natureza são evidentes. Varanda e jardim, por exemplo, estão presentes na preferência de boa parte dos que acionam os filtros, seja em Curitiba ou em São Paulo, seja na Cidade do México ou em Quito. Já o quintal é o campeão na Cidade do Panamá.

As características de determinadas regiões também influenciam na procura. O tradicional churrasco, por exemplo, une os hermanos de Buenos Aires aos gaúchos de Porto Alegre: ambos colocam a churrasqueira como uma prioridade no imóvel tão sonhado.

A metodologia

A base de dados analisada é composta por anúncios imobiliários nos portais do grupo Navent de julho de 2021 até julho de 2022. A cobertura geográfica inclui 6 países (Argentina, Brasil, Equador, México, Panamá e Peru).

Foram escolhidas 12 cidades, que estão entre as mais populosas e mais representativas economicamente da região, além de possuírem um volume significativo de anúncios nos portais do Grupo QuintoAndar. São elas: Brasília (BRA), Belo Horizonte (BRA), Buenos Aires (ARG), Cidade do México (MEX), Cidade do Panamá (PAN), Curitiba (BRA), Lima (PER), Porto Alegre (BRA), Quito (EQU), Rio de Janeiro (BRA), São Paulo (BRA) e Salvador (BRA).

Para padronizar a comparação de preços entre os países no estudo, foram selecionados apenas os anúncios de compra/venda e de aluguel de apartamentos. Já para a análise dos filtros mais utilizados foram considerados tanto apartamentos como casas e todos os filtros de busca acessíveis nos sites.

Para a comparação de custo de vida e affordability foi feita uma conversão para dólares em paridade de poder de compra ou ppp (purchase power parity). Este tipo de conversão cambial ajusta as diferentes taxas de câmbio às flutuações domésticas no nível de preços e permite uma comparação mais adequada do custo de vida e do poder de compra da população nos países. As taxas de câmbio em paridade de poder de compra foram extraídas do Banco Mundial.

Senior Sistemas realiza Fastbuilt Experience 2022, evento que destaca soluções tecnológicas para o setor da construção

Nos dias 06 e 07 de outubro a Senior Sistemas participa da Fastbuilt Experience, em Blumenau Santa Catarina. Durante o evento a empresa irá destacar soluções para o segmento da Construção dentro das áreas atendidas: Engenharia (Construção civil e pesada), Incorporação e Urbanismo. Com o ERP Mega Construção a companhia é atualmente a principal fornecedora de tecnologias para gestão de empresas do setor da construção.

“Atendemos mais de 2 mil clientes do setor da construção e vivemos com eles momentos diversos da nossa economia. Durante as movimentações do cenário econômico, nossa tecnologia se mostrou resiliente e essencial, especialmente por atender a busca incessante das empresas por transformar seus processos para garantir maior controle, produtividade e também capacitação”, destaca Cleber Francischini, Head de Produto na Senior Sistemas.

A Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e a Fundação Getúlio Vargas (FGV), apontou em seu levantamento realizado em junho de 2022, que o setor da Construção foi um dos que apresentou maior evolução no indicador investimentos em digitalização. No estudo, que é realizado de 3 em 3 meses, cerca de 15,5% das empresas deste setor informou ter aumentado os investimentos, contra 5,5% na pesquisa anterior, 10 pontos percentuais a mais.

A aplicação de tecnologia nos negócios do setor da construção tem tornado o gerenciamento de processos mais eficaz, reduzindo desperdícios, erros e acidentes de trabalho. Além disso, o investimento na gestão digital também contribui com o controle de custos e prazos, e todo o acompanhamento da qualidade e do andamento dos serviços.

“Nossa tecnologia já é uma realidade no dia a dia da gestão de obras, tanto em tarefas operacionais como na gestão de orçamentos. Também conseguimos mensurar produtividade com indicadores e visão voltada para as atividades dos colaboradores e equipamentos, além de toda parte de planejamento, gestão de segurança da obra e contratos com empreiteiros”, explica o Head da Senior Sistemas.

Com o avanço do Índice de Confiança da Construção, que avançou 3,5 pontos em setembro deste ano, de acordo com avaliação feita pelo Instituo Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (FGV-Ibre), a expectativa é que o ano de 2022 feche tão positivo como o ano anterior para as empresas do setor da construção.

“As empresas que estão imersas na transformação digital do setor da construção já estão se movimentando de forma ágil para aproveitar os movimentos positivos de mercado. Para as empresas que ainda não se prepararam para a digitalização, estaremos na Fastbuilt apresentando nosso portfólio, com cases de grandes players do nosso mercado”, finaliza Cleber Francischini da Senior Sistemas.

Durante a Fastbuilt Cleber Francischini também será palestrante. A apresentação do Head de Produto da Senior Sistemas irá abordar o tema: “X Platform – Impulsionando a transformação digital na Construção” no dia 07/10, às 09h00.

Maior rede de administradoras de condomínios teve seu primeiro evento pós-pandemia

Durante a pandemia que atingiu o mundo todo em 2020, os eventos corporativos foram suspensos para evitar qualquer tipo de transmissão do vírus, fazendo com que as organizações se reinventassem, promovendo encontros online, com objetivo de manter os colaboradores dentro da cultura organizacional.

Entretanto, com a passagem da pandemia, finalmente os eventos presenciais foram se restabelecendo e criando fôlego para novos desafios, e isso não apenas no mundo corporativo. O modelo híbrido se tornou o novo presencial, trazendo o melhor dos dois mundos, oferecendo uma melhor experiência aos convidados.

A BRCondos, proptech que administra mais de dois mil condomínios pelo Brasil, não ficou de fora dessa retomada. A empresa realizou no mês de setembro a edição anual do seu summit, convenção de todos os franqueados da empresa, que tem como objetivo manter um bom relacionamento e integração entre os franqueados.

“Queremos restabelecer essa conexão entre os nossos colaboradores, e a primeira edição do summit após a pandemia foi fundamental para ampliar o relacionamento com nossos franqueados e também entre eles” comenta Hugo Fabiano Cordeiro, CEO da BRCondos.

O evento apresentou novidades do setor, além de pautas, como a Copa do Mundo, que ocorre no mês de novembro, o objetivo é sugerir encontros entre os condôminos para assistirem aos jogos da copa de forma harmoniosa dentro dos condomínios, promovendo um bom relacionamento entre os moradores.

Imovelweb aponta que os preços dos imóveis em Curitiba estão em alta

O Imovelweb,um dos maiores portais imobiliários do País, divulga seu relatório mensal de preços de agosto em Curitiba, o qual mostra que os preços de imóveis na cidade estão em alta.

No caso do aluguel, o index de Curitiba mostra que o preço médio mensal ficou em R$ 1.811 para os apartamentos de dois quartos, subindo 2,5% no mês. O incremento de preço acelerou em agosto, aumentando a diferença com a inflação.

Já para os imóveis à venda, o relatório apontou que o preço do m² vem registrando, desde outubro de 2019, um aumento mensal ininterrupto. Em agosto, o preço médio na cidade, ficou em R$ 8.314 por m², subindo 2,2% no mês.

Análise dos últimos 12 meses e acumulado de 2022

Na análise dos últimos 12 meses, o aluguel na cidade subiu 23,7%, muito acima da inflação e do ajuste do IGP-M. Para os imóveis à venda, o preço subiu 5,6% em termos reais no período.

Já no acumulado de 2022, o valor do aluguel teve um incremento de 14,5%, abaixo da inflação (5,0%) e do IGP-M (7,6%). Quando se trata das propriedades à venda, em 2022, o aumento foi de 11,2%, muito acima da inflação, o que deriva em uma alta real de 6,2%.

Preços nas regiões e bairros de Curitiba para alugar e comprar um imóvel

Para quem busca um imóvel para alugar, Matriz é a região mais cara, com um valor de aluguel mensal de R$ 2.092. Boa Vista é a mais barata, custando R$ 1.410 por mês.

Valor médio do aluguel mensal nas demais regiões de Curitiba:

RegiãoValor do aluguel (R$)Variação MensalVariação Anual
BOA VISTA1.4100,6%18,1%
BOQUEIRÃO1.4313,3%16,1%
PINHEIRINHO1.4731,4%21,2%
CAJURU1.6171,3%S/D
CIDADE INDUSTRIAL DE CURITIBA1.6435,1%22,1%
FAZENDINHA-PORTAO1.6951,1%24,4%
SANTA FELICIDADE1.8961,2%13,1%
MATRIZ2.0923,5%26,4%

Já na análise por bairros, Centro Cívico tem o maior preço médio, com um aluguel de R$ 2.922 por mês. Parolin é o mais econômico, custando R$ 1.050 mensais.

ALUGUEL – BAIRROS MAIS E MAIS CAROS EM CURITIBA
Bairros mais baratos (R$)Variação MensalVariação Anual
PAROLIN1.050-5,5%4,8%
CACHOEIRA1.0530,6%-2,6%
TATUQUARA1.077S/D9,3%
Bairros mais caros (R$)Variação MensalVariação Anual
CAMPINA DO SIQUEIRA2.3659,5%19,1%
PRADO VELHO2.740-0,9%23,7%
CENTRO CÍVICO2.9223,9%S/D

Para os imóveis à venda, o relatório de agosto aponta que Santa Felicidade é a região mais cara, com o metro quadrado custando quase R$ 10 mil. Campina do Siqueira é o bairro mais caro, com metro quadrado de quase R$ 12 mil.

Valor médio do m² mensal nas regiões de Curitiba:

RegiãoValor do m²Variação MensalVariação Anual
BAIRRO NOVO3.4780,6%4,8%
BOQUEIRÃO5.1170,3%11,9%
PINHEIRINHO5.4020,7%9,3%
CAJURU5.8802,4%S/D
BOA VISTA6.9322,2%15,0%
CIDADE INDUSTRIAL DE CURITIBA7.3111,5%S/D
FAZENDINHA-PORTAO8.2272,0%13,5%
MATRIZ9.7542,3%15,1%
SANTA FELICIDADE9.9824,0%19,5%
IMÓVEIS À VENDA – BAIRROS MAIS E MAIS CAROS EM CURITIBA
Bairros mais baratos (R$)Variação MensalVariação Anual
CAMPO DE SANTANA3.0970,5%5,7%
AUGUSTA3.1930,0%4,7%
CACHOEIRA3.2400,5%7,5%
Bairros mais caros (R$)Variação MensalVariação Anual
BATEL11.3933,2%13,9%
BIGORRILHO11.4853,3%S/D
CAMPINA DO SIQUEIRA11.9464,5%9,4%

Rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. O relatório de agosto apontou um índice de 4,35% bruto anual, o que significa que são necessários 23 anos de aluguel para reembolsar o investimento de compra, 5,9% a menos que um ano atrás.

Boqueirão e Cajuru são as regiões que oferecem mais retorno para os investidores. Lindia e Centro Cívico são os melhores bairros para quem busca renda. 

Rentabilidade por região:

RegiãoRentabilidade
CIDADE INDUSTRIAL DE CURITIBA2,8%
SANTA FELICIDADE2,8%
MATRIZ4,4%
BOA VISTA4,5%
FAZENDINHA-PORTAO4,7%
PINHEIRINHO4,9%
BOQUEIRÃO5,0%
CAJURU5,5%

Os dados do relatório mensal de preços do Imovelweb, também chamado de Index, são gerados com base em 100% dos imóveis listados no portal, seja aluguel ou venda, mostrando o preço médio das propriedades.

ABRAMAT: Resultado de setembro mostra desempenho regular no setor de Indústria de Materiais de Construção

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa sexta-feira, 30, a nova edição do Termômetro da Indústria de Materiais de Construção. A pesquisa de opinião realizada com as lideranças do setor indica que as empresas associadas acreditam no desempenho regular em setembro. Para 61% dos associados da ABRAMAT o mês apresentará resultado regular, já para 25% o período tende a ser bom. O Termômetro pode ser acessado no site da ABRAMAT.

Já para outubro a expectativa é que o otimismo cresça, com 46% das empresas associadas estimando resultado bom, e 4% muito bom. A pesquisa também apresenta os dados consolidados de agosto de 2022, indicando que o mês foi de resultados negativos no setor. Para apenas 25% dos associados agosto trouxe resultados bons, ante 50% considerando regular, e para 18% ruim.

O Termômetro da ABRAMAT também traz informações acerca do nível de utilização da capacidade instalada da indústria de materiais. Em setembro, a utilização da capacidade industrial foi de 75%, na média das empresas associadas, 1 ponto percentual acima em relação a agosto de 2022, e apresentando 3 pontos percentuais a menos do que em setembro de 2021.

As pretensões de investimento em setembro de 2022 também apresentam alta, com aumento de 5 pontos percentuais em relação ao mês anterior, refletindo boas expectativas sobre a retomada dos investimentos projetados para este ano, com 79% das indústrias de materiais indicando que devem investir nos próximos 12 meses seja para aumento da capacidade produtiva, seja na modernização dos meios de produção. Em setembro do ano passado, este indicador era de 72%.

“A pesquisa da ABRAMAT traz a expectativa de nossos associados de que o desempenho do setor será regular em setembro, com probabilidade de melhora em outubro. Continuamos acreditando que o setor continuará com um otimismo moderado, porém cauteloso em função das muitas externalidades envolvidas, como taxa de juros, inflação, eleições e questões macroeconômicas globais. Estamos trabalhando em conjunto com toda a cadeia da construção civil para reforçar o importante papel que temos na geração de empregos, atração de investimentos e retomada da economia”, explica Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.

Mora em condomínio? Entenda como é calculada a cota condominial

Entre os condôminos, uma dúvida é bastante comum: “por que condomínio é tão caro?”. Para que o empreendimento possa funcionar adequadamente e, ainda, proporcionar conforto, segurança e bem-estar a todos, existem custos, que podem ser relativamente baixos ou altos, a depender da gestão do síndico e necessidades apresentadas pelos condôminos. Para explicar como esse valor é calculado, o CEO e cofundador da fintech CondoConta, banco exclusivo para condomínios, Rodrigo Della Rocca, separou algumas informações relevantes que explicam como é usado o valor pago todos os meses.

O que é a cota condominial?

A cota condominial é o valor pago mensalmente pelas unidades de um condomínio a fim de compor o caixa e cobrir as despesas comuns. Os recursos são essenciais para custear as diversas operações necessárias que mantêm o empreendimento funcionando. Isso implica em manutenções, segurança, consertos, equipe de colaboradores, contas de consumo e outros gastos – como melhorias.

Esse valor pode variar?

Para entender as variações, é importante lembrar que existem dois tipos de cotas condominiais — ordinárias e extraordinárias, com características distintas. A cota ordinária inclui os custos referentes às necessidades básicas da gestão condominial, como Consumo de água, gás, luz e esgoto nas áreas comuns; Salários, encargos e contribuições previdenciárias dos funcionários do condomínio;Manutenção e conservação das instalações e equipamentos hidráulicos, elétricos e mecânicos de uso comum;Equipamentos de prevenção contra incêndios;Manutenção das áreas comuns de lazer, como piscina ou academia;Pequenos reparos nas instalações elétricas e hidráulicas de uso coletivo;Rateio de saldo devedor durante o período da locação do imóvel; e Reposição do fundo de reserva do condomínio utilizado durante o período da locação.

Já a cota extraordinária, atribuída ao condômino, ou proprietário do imóvel, compreende os gastos incomuns, como obras e reformas que alteram a estrutura integral do imóvel; Pinturas das fachadas; Instalação de iluminação na área do condomínio; Indenizações trabalhistas e previdenciárias pela dispensa de empregados do condomínio, desde que ocorram antes do início da locação; Instalação de equipamento de segurança, contra incêndio, telefone ou de lazer; Despesas com decoração e paisagismo; e Constituição do fundo de reserva.

Como é o cálculo por proprietário?

O valor total dos custos para manter o condomínio é dividido entre o total de moradores de modo igual ou pela “fração do solo”. Por exemplo: o proprietário de um apartamento com três quartos pagará mais do que quem tem um imóvel com dois dormitórios ou menor fração Em tese, quanto maior o número de apartamentos, menor será o valor do condomínio para cada morador.

Não tenho o valor do condomínio. É possível negociar?

Imprevistos acontecem. Motivo pelo qual você já deve ter se perguntado, o que acontece se eu não conseguir pagar a cota condominial? Quando um valor não é pago por um dos proprietários, os adimplentes têm que pagar pelos inadimplentes. Isso porque o condomínio precisa manter-se funcionando, as luzes, limpeza, gestão, portaria, precisam manter-se em funcionamento. Por isso, é dever de todos arcarem com os valores. O condomínio geralmente não consegue negociar ou parcelar o valor. Mas, atualmente, existem soluções financeiras que permitem que o síndico receba os valores da cota condominial à vista, enquanto o condômino ganha mais opções de pagamento, outra empresa especializada em oferecer soluções financeiras para condomínios facilita as formas de pagamento. Essa solução está em alta. Na pandemia, a adesão à nossa solução Receita Garantida, cresceu 210%.

Plaenge e DB1 Global Software lançam aplicativo com foco no aperfeiçoamento de vendas

Em parceria com a DB1 Global Software, uma empresa brasileira especializada no desenvolvimento de software sob demanda, a Plaenge Empreendimentos lançou, nas últimas semanas, o aplicativo Ventas, com proposta voltada para o uso diário da equipe de negócios. Utilizando as melhores tecnologias e metodologias para criação de aplicativos, o objetivo é garantir acesso a informações essenciais e que impactam nas negociações e comercializações dos vendedores.

Já em uso desde o dia 8 de agosto, o aplicativo é de acesso único e exclusivo da equipe de negócios, e permite que cada vendedor possa obter dados importantes para negociações com clientes. Dentre as funcionalidades estão: cadastro completo de leads e clientes, consulta de imóveis disponíveis, simulação de venda, lançamento de propostas comerciais e informações de empreendimentos.

De acordo com a gerente de portifólio da DB1 Global Software, Sandra Mota, a principal motivação da busca da Plaenge pela solução foi justamente a dificuldade da equipe de negócios em ter acesso a esse tipo de informação de forma rápida e consistente, on e offline. Por conta disso, havia uma necessidade de investir em um processo que permitisse um melhor relacionamento com os clientes e que facilitasse o processo de vendas de imóveis de alto padrão.

Completando o pensamento, a coordenadora de planejamento de produto da Plaenge, Andrea Fabian, lista que a dificuldade existente no início era ter uma ferramenta que desse suporte ao comercial, mas que ao mesmo tempo tivesse a cara da empresa. “Hoje, o vendedor consegue trabalhar de qualquer lugar, sem precisar ficar preso em planilhas. Ele pode atender em casa, na casa do cliente, no escritório, ou seja, a ideia de precisar estar em um ambiente nosso foi quebrada”, comenta.

A partir dessa concepção do que era necessário para a empresa, o Ventas saiu do papel. Para tanto, Cleber Marcio Ganassini, gerente de projetos da DB1 e responsável pela demanda, detalha que, para chegar até aqui, foram mais de 49 mil horas trabalhadas, com mais de 85 mil linhas de código de programação.

“Hoje a gente tem integrações com vários sistemas dentro da Plaenge. E o aplicativo é algo que vai permear tudo isso. Essa integração foi um dos principais desafios dentro do projeto, junto com o desafio bem relevante de levar uma experiência ao usuário diferenciada”, completa.

Gestão remota e processo de design UX otimizado 

O gerente da DB1 lembra ainda que, com foco em entregas de experiências realmente diferenciadas aos usuários, houve muita interação pessoal entre as empresas para realizar, definir e criar o melhor design de UX (user experience). Nessa etapa é tratado sobre o entendimento das reais necessidades dos usuários, focado em interface limpa e usabilidade facilitada.

Além disso, o fato de o projeto ter sido realizado praticamente100% de forma remota, aos olhos do gerente de TI da Plaenge, Jalles Rosa, não impactou em nada a qualidade das entregas. Ele reforça que a única interação presencial foi para que a equipe de design de UX pudesse entrevistar pessoas chave, a equipe comercial, e ouvir também de quem de fato iria conceber o produto.

“Foi um momento bem importante dentro do planejamento, porque esse produto não nasceu da ideia de nenhum gerente de projeto da DB1 ou da Plaenge, mas sim da necessidade de quem faz a operação diariamente e sente as dificuldades, de quem comercializa”, finaliza Jalles.

Lyx renova certificado de qualidade na construção civil

Construtora Lyx recebe Certificado do SIAC 2021 exigido pelo Governo Federal

A Lyx recebeu, em setembro, o Certificado de Sistema de Gestão Referencial Normativo nível “A” do SIAC 2021. O documento é emitido por Organismos de Avaliação da Conformidade (OAC), empresas acreditadas pela Cgcre/Inmetro e atesta que os serviços e o sistema de gestão da construtora estão dentro dos padrões de conformidade exigidos pelo Programa Brasileiro de Qualidade e Produtividade do Habitat (PBQP-H).

De acordo com a Gerente de Processos da Lyx, Luana Fialkoski, esse é mais um certificado que vem confirmar aos clientes e ao mercado a seriedade e o comprometimento do trabalho da construtora, responsável por obras do programa Casa Verde e Amarela do Governo Federal no Paraná e no Rio Grande do Sul.

Essa certificação se soma à certificação IS0 9001. “Além dessas auditorias, a empresa ainda passa por Auditoria Contábil e de Controle e Operação Financeira, tudo para garantir o melhor funcionamento interno dos processos, seja na área administrativa ou de engenharia”, explica.

Luana fala que essas certificações são uma garantia extra para quem adquire um imóvel da Lyx. Isso porque o PBQP-H é uma ferramenta do Governo Federal usado para melhorar a qualidade das construções a partir da avaliação de conformidade das empresas de serviços e engenharia. “Auditorias Externas são ferramentas eficazes no processo de gestão empresarial, sempre realizadas por empresas terceirizas, idôneas e isentas. São eventos periódicos nos quais é possível avaliar requisitos, conforme normas específicas, medir a conformidade de processos e tratar não-conformidades oriundas de desvios”, salienta.

São verificados pontos como a qualidade, com obras marcadas pela segurança e durabilidade; e a produtividade do setor da construção a partir da sua modernização. “Durante esse processo, a empresa de auditoria analisa desde a qualidade dos materiais utilizados nas obras, a padronização técnica, as tecnologias inovadoras, além de uma série de outros requisitos importantes para uma habitação social e uma construção sustentável”, comenta.