Tenda mantém trajetória de crescimento e registra no 3T25 lucro líquido de R$ 111,7 milhões e geração de caixa total de R$ 157,1 milhões

A Construtora Tenda (B3: TEND3), referência nacional em habitação popular, divulgou na quarta-feira (6) seus resultados referentes ao terceiro trimestre de 2025 (3T25), consolidando a trajetória de crescimento de uma operação sólida e rentável. No período, a Companhia registrou lucro líquido consolidado recorrente de R$ 237,3 milhões, com margem líquida de 13,2%, impulsionada pela forte performance da marca Tenda, que segue superando o guidance de vendas e sustentando o bom desempenho consolidado.

O lucro líquido acumulado nos últimos 12 meses alcançou R$ 422,4 milhões, revertendo de forma consistente o prejuízo observado no mesmo período do ano anterior e evidenciando a tendência de crescimento contínuo da rentabilidade. A receita líquida trimestral consolidada apresentou recorde histórico, com R$ 1.135,4 milhões, aumentos de 24,5% e 14,5% em relação ao 3T24 e 2T25, respectivamente.

A operação Tenda apresentou mais um trimestre de resultados robustos. A margem bruta ajustada da Tenda atingiu 36,4% no 3T25, dentro do intervalo superior do guidance. A margem REF, indicador que considera corretagem, distratos, permutas e correção monetária, subiu de 40,1% no 3T24 para 42,0% no 3T25, reforçando a consistência operacional e a eficiência construtiva da marca.

As vendas líquidas consolidadas da Tenda também superaram as expectativas, atingindo R$ 1.232,7 milhões em VGV, com VSO líquida de 26,6%, demonstrando a resiliência da demanda e a boa aceitação dos produtos no programa Minha Casa, Minha Vida (MCMV). Desse total, 46% das vendas foram destinadas à faixa 1 do programa.

“Acreditamos que a solidez da operação Tenda e a evolução das margens confirmam a capacidade da companhia de entregar resultados sustentáveis, mesmo em um cenário de transição macroeconômica e setorial”, afirma Luiz Maurício Garcia, CFO da Construtora Tenda.

A operação da Alea, construtora off-site da Companhia, manteve ritmo saudável de vendas, com VSO líquida de 35,4%, refletindo a boa aceitação do produto industrializado, além de uma redução relevante no consumo de caixa. A empresa segue com a revisão de custos e ajustes operacionais, que inclui a verticalização da mão de obra e o aprimoramento dos processos construtivos visando a estabilização da operação para e obtenção de ganhos de ganhos financeiros.

“Estamos atravessando uma etapa natural de consolidação da Alea. Acreditamos firmemente no modelo construtivo off-site e seguimos comprometidos em ajustar os processos para capturar margens sustentáveis no médio prazo”, acrescenta o CFO.

A Alea encerrou o 3T25 com 33 canteiros de obras ativos, sendo 10 Alea e 23 Casapatio, representando crescimento de 230% em relação ao 1T24 e reforçando o avanço operacional da companhia.

Geração de caixa positiva e alavancagem em trajetória de melhora

A Tenda registrou geração total de caixa de R$ 157,1 milhões no trimestre, resultado da forte operação da marca Tenda, que sozinha gerou R$ 139,2 milhões, compensando o consumo de caixa de R$ 17,9 milhões da Alea.

A dívida líquida corporativa sobre o patrimônio líquido encerrou o trimestre em -15%, melhora de 11 p.p. em relação ao trimestre anterior, consolidando a posição financeira sólida e a capacidade de financiamento futuro da companhia.

No acumulado de nove meses de 2025, a Tenda atingiu 101,4% da meta de margem bruta ajustada, posicionando-se acima do intervalo previsto no guidance (36% a 37%). Já a Alea, impactada pela revisão de custos, encerrou o período com margem de 2,2%, abaixo do intervalo projetado, mas mantendo ritmo forte de vendas e previsão de lançamentos relevantes no quarto trimestre, incluindo o projeto Canoas (RS), com 1.500 unidades.

guidance consolidado para 2025 projeta Margem Bruta Ajustada entre 36,0% e 37,0% (Tenda) e entre 6,0% e 10,0% (Alea). Vendas Líquidas entre 4.100,0 milhões e R$ 4.300,0 (Tenda) e entre R$ 700 milhões e R$ 800 milhões (Alea). Lucro Líquido Consolidado entre R$ 360 milhões e R$ 400 milhões.

Com foco em eficiência operacional e expansão sustentável, a Tenda segue fortalecendo sua posição como uma das principais construtoras de habitação popular do país, unindo rentabilidade, inovação e impacto social.

“Acreditamos que os resultados do 3T25 consolidam a virada estrutural da Tenda. Seguimos com uma operação sólida, rentável e preparada para um novo ciclo de crescimento”, conclui Luiz Maurício Garcia.