Category Mercado Imobiliário

BIM é salto tecnológico que a indústria de materiais de construção precisa acompanhar, diz ABRAMAT

Rodrigo Navarro – Presidente da ABRAMAT

Associação é a curadora de conteúdo do 4º Seminário Disseminação do BIM e a Indústria de Materiais no Brasil, evento que faz parte da programação do Feicon Live Show

Com uma série de benefícios para o setor de construção, incluindo a redução de impactos ambientais, o sistema BIM (Building Information Modeling) ainda necessita de maior adesão da cadeia, incluindo as empresas de materiais. Por isso, Feicon e Abramat, em parceria com a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) e com o apoio do Bim Fórum Brasil, unem esforços para discussão das atuais ações de estímulo à ferramenta e avanços em normas e padrões no 4º Seminário Disseminação do BIM e a Indústria de Materiais no Brasil.

O Seminário faz parte da programação do último dia do Feicon Live Show, conjunto de apresentações onde especialistas debaterão temas do varejo e da construção, marcado para os dias 5 e 6 de outubro.  O painel sobre BIM contará com a experiência de convidados como a equipe da ABDI, do Governo de Santa Catarina, da Frente Parlamentar do BIM, representantes do BIM Fórum Brasil e especialistas que lideram grupos de trabalho na Comissão ABNT/CEE-134.

“Vamos abordar as principais ações do Governo Federal com ênfase na Plataforma BIM BR e Biblioteca Nacional BIM, do Governo do Estado de Santa Catarina para uso do BIM em obras públicas, nova lei de licitações, um mapeamento de maturidade BIM no país, ações do BIM Fórum Brasil, avanços na elaboração das normas BIM com ênfase na ABNT/NBR 19650 e aplicações de BIM à infraestrutura e Facilities Management”, explica Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.

Uso do BIM na indústria de materiais de construção

O BIM é um modelo que permite o trabalho simultâneo dos profissionais envolvidos nas diversas etapas de um projeto com representação em 3D e linguagem padronizada. Assim, fica muito mais fácil definir soluções, materiais e processos, impactando na obra como um todo, do orçamento ao tempo de execução. O que o 4º Seminário Disseminação do BIM e a Indústria de Materiais no Brasil propõe é uma reflexão do papel da indústria de materiais no avanço da ferramenta.

“Esse papel é o de modelagem de objetos BIM dos produtos para que as informações possam ser utilizadas nos softwares compatíveis com a nomenclatura BIM . As ações e investimentos das indústrias neste sentido têm avançado ano a ano, mas ainda são poucas as marcas e linhas de produtos que já estão alinhadas. Entre as barreiras para aceleração do processo, é possível citar a conclusão das normas brasileiras, as ações de capacitação das empresas e a ampliação da oferta de serviços de apoio específico às indústrias nessa tarefa”, explica Navarro.

Sobre a importância da ferramenta depois da pandemia, o executivo é enfático: “O BIM representa um salto tecnológico no setor com benefícios potenciais imensos. A velocidade do processo de disseminação tende a aumentar no pós-Covid em função do aumento da digitalização de serviços. A indústria de materiais tem que acompanhar a evolução, prover as informações nos formatos demandados e aproveitar as oportunidades de desenvolvimento de soluções em conjunto com os demais agentes”, finaliza.

Para participar do Feicon Live Show e do 4º Seminário Disseminação do BIM e a Indústria de Materiais no Brasil, basta acessar:

https://www.feicon.com.br/pt-br/feiconnect.html

Serviço:

4º Seminário Disseminação do BIM e a Indústria de Materiais no Brasil

Data: 6 de outubro, às 9h

Formato: Digital

Link: https://www.feicon.com.br/pt-br/feiconnect.html

Confiança da Construção alcança maior nível desde fevereiro de 2014

O Índice de Confiança da Construção (ICST), do FGV IBRE, se manteve relativamente estável ao variar 0,1 ponto em setembro, para 96,4 pontos, maior nível desde fevereiro de 2014 (96,7 pontos). Em médias móveis trimestrais, o índice avançou pelo quarto mês consecutivo, desta vez, 1,3 ponto.

“Depois de quatro meses de crescimento contínuo, em setembro, a expectativa de melhora da demanda foi corrigida para baixo, sob efeito da elevação das taxas de juros do crédito imobiliário: o segmento de Edificações Residenciais foi o que acusou a maior queda do indicador de demanda prevista. Ainda assim, a confiança das empresas acomodou num patamar mais favorável desde 2014 por uma ligeira melhora da percepção sobre à situação corrente. O Indicador de Evolução Recente da atividade alcançou o melhor resultado desde dezembro de 2012. Ou seja, a retomada da atividade ganha força na percepção empresarial, mas diminui o otimismo com a continuidade desse ciclo”, observou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção do FGV IBRE.

A acomodação do ICST no mês foi resultado de uma compensação de sinais opostos. Houve melhora da avaliação atual mas queda nas expectativas em relação aos próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA-CST) subiu 0,8 ponto, para 92,7 pontos, maior nível desde agosto de 2014 (93,0 pontos). Enquanto, o Índice de Expectativas (IE-CST) recuou 0,7 ponto, para 100,2 pontos, nível neutro.

A alta do ISA-CST foi influenciada pelo aumento da satisfação em relação à situação atual dos negócios, cujo indicador subiu 1,8 ponto, para 92,2 pontos, enquanto que o indicador de carteira de contratos cedeu 0,2 ponto, para 93,3 pontos.

Já no horizonte das expectativas, a queda IE-CST foi influenciada exclusivamente pela piora de demanda prevista que caiu 1,6 ponto, para 101,2 pontos, enquanto o indicador tendência dos negócios ficou relativamente estável ao subir 0,3 ponto, para 99,2 pontos.

O Nível de Utilização da Capacidade (NUCI) da Construção aumentou 1,9 ponto percentual (p.p.), para 75,0%. O NUCI de Mão de Obra e o Nuci de Máquinas e Equipamentos avançaram 1,9 e 1,2 ponto percentual, para 76,2% e 68,3% respectivamente.

Mercado imobiliário

O Indicador que mede a evolução recente das atividades das empresas de Edificações Residenciais alcançou o melhor resultado desde setembro de 2013. “O indicador começa a refletir de forma mais significativa o ciclo de negócios do mercado imobiliário, que desde o ano passado vem acusando bons resultados. Crédito em expansão e baixas taxas de juros contribuíram para impulsionar as vendas que agora se traduzem em obras e emprego”, observou Ana Castelo.

Rooftop aloca R$ 80 milhões do primeiro fundo imobiliário

Rooftop, proptech que oferece gestão inteligente de transações ao conectar imóveis em situações especiais a potenciais compradores e investidores, alocou 80% do seu primeiro fundo, chamado ROOF11, com patrimônio líquido de R$ 80 milhões. A BlueMacaw, gestora de fundos de investimentos imobiliários alternativos, é acionista da operação e prevê um retorno sobre capital investido de 30% ao ano.

Um total de 170 imóveis residenciais foram comprados pelo fundo, sendo 66% dos quais localizados na cidade de São Paulo. O valor médio das unidades é de R$ 400 mil, compradas com 40% de desconto em relação ao valor de mercado, e a expectativa de retorno anual para os investidores é de 30%. As primeiras unidades compradas pelo fundo no primeiro semestre deste ano, já desembaraçadas, foram revendidas. A Rooftop atua nos chamados imóveis em situações especiais, que são aqueles retomados por bancos ou atrelados a algum processo judicial, e utiliza tecnologia que permite monitorar essas unidades vinculadas a processo judicial, extrajudicial, leilão ou pendente de regularização.

Após o mapeamento e investigação detalhada da situação de cada imovel, a proptech realiza a aquisição e regulariza as unidades para venda sempre com valor abaixo do mercado, para atrair os potenciais clientes, sejam eles investidores locais ou clientes finais. “As revendas das primeiras unidades regularizadas já apresentam uma TIR líquida expressiva superior a 50% em algumas transações, o que representa um desempenho significativo em relação à subscrição e ao mercado imobiliário”, afirma Daniel Gava, fundador e CEO da Rooftop.

Roberto Dib, sócio e gestor do portfólio do BlueMacaw Renda+ FOF – FII, explica que o fundo Renda+ decidiu investir no fundo ROOF11 porque viu uma oportunidade de acessar um mercado com margens atrativas de uma forma profissionalizada. Tudo isso com escala sustentada por tecnologia em um momento particularmente interessante, dada a situação econômica pós-covid. “Um total de 15% dos ativos do FOF Renda+ foram adquiridos em ofertas restritas, não abertas ao público em geral, que conseguimos acessar devido à nossa base de relacionamentos. Tais investimentos não estão disponíveis para o investidor comum”, destaca.

Programa InCasa
Além da aquisição, regularização e venda de imóveis especiais, a Rooftop também atua com o programa Rooftop InCasa, que tem a proposta de ajudar proprietários de imóveis quitados ou vinculados a um financiamento bancário e que estejam passando por dificuldades financeiras, correndo o risco de ter a propriedade retomada por meio de processos judiciais e extrajudiciais. Também se aplica a donos de imóveis que simplesmente estão sem acesso a banco e capital.

O programa compra o imóvel pagando à vista e o antigo proprietário permanece como locatário, com direito contratual de recomprar em até 36 meses pelo mesmo valor que vendeu atualizado pelo IPCA. Também há a possibilidade de venda a terceiros. É uma alternativa a empréstimo bancário para quem teve pedido de crédito consignado com imóvel como garantia negado.

A ideia foi do fundador e CEO Daniel Gava que investe seus recursos pessoais há mais de 10 anos em imóveis adquiridos via leilões para revenda no mercado imobiliário. Daniel percebeu que muitas famílias poderiam ter mantido seus lares se tivessem uma alternativa que oferecesse liquidez imediata, evitando assim as perdas do investimento realizado na casa própria atreladas aos descontos aplicados nos leilões. Às vezes, dívidas de pequeno ou médio porte prejudicam muito o patrimônio de quem perde o imóvel. A Rooftop já iniciou a estruturação de um novo fundo, com previsão de captar R$ 250 milhões, que combina as duas estratégias da empresa.

Índice Nacional de Custo da Construção sobe 0,56% em setembro

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) subiu 0,56% em setembro, repetindo a taxa do mês anterior. Com este resultado, o índice acumula alta de 11,99% no ano e de 16,37% em 12 meses. Em setembro de 2020, o índice havia subido 1,15% no mês e acumulava alta de 5,01% em 12 meses. A taxa do índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços passou de 1,10% em agosto para 0,83% em setembro. O índice referente à Mão de Obra subiu 0,27% em setembro, após não variar em agosto.

Materiais, Equipamentos e Serviços

No grupo Materiais, Equipamentos e Serviços, a taxa correspondente a Materiais e Equipamentos variou 0,89% em setembro, após alta de 1,17% no mês anterior. Três dos quatro subgrupos componentes apresentaram decréscimo em suas taxas de variação, destacando-se materiais para estrutura, cuja taxa passou de 1,05% para 0,78%.

A variação relativa a Serviços passou de 0,78% em agosto para 0,56% em setembro. Neste grupo, vale destacar o recuo da taxa do item projetos, que passou de 1,08% para 0,40%.

Mão de obra

A taxa de variação referente ao índice da Mão de Obra subiu 0,27% em setembro, após não variar em agosto.

Capitais

Quatro capitais apresentaram decréscimo em suas taxas de variação: Brasília, Belo Horizonte, Recife e São Paulo. Em contrapartida, Salvador, Rio de Janeiro e Porto Alegre apresentaram acréscimo em suas taxas de variação.

Com lançamentos e vendas em alta, incorporação tem o melhor 1º semestre da série histórica

O Indicador Abrainc-Fipe do 2° trimestre de 2021, que contempla dados de 18 empresas associadas à entidade, apontou o lançamento de 34.815 unidades ao longo do período, o que corresponde a uma alta de 84,8% sobre o mesmo intervalo do ano anterior. Comparativamente, no recorte do 1º semestre de 2021, o número de lançamentos totalizou 61.199 imóveis, um aumento de 61,7% em relação ao mesmo período de 2020. Já nos últimos 12 meses, encerrados em junho, as unidades lançadas somaram 144.420 unidades, o equivalente a um aumento de 35,7% em relação ao intervalo precedente.

Ao mesmo tempo, foram comercializadas 39.615 unidades no 2º trimestre de 2021, o que representa um avanço de 30,1% em relação ao volume transacionado no mesmo período do ano passado. No balanço do 1º semestre, por sua vez, as vendas chegaram a 74.438 unidades – alta de 25,9% sobre a primeira metade de 2020. Finalmente, nos últimos 12 meses encerrados em junho de 2021, os 153.853 imóveis comercializados pelas incorporadoras contribuíram para um acréscimo de 32,1% em comparação aos resultados obtidos no intervalo anterior. As vendas líquidas, que correspondem ao volume de vendas excluindo-se as unidades distratadas no mesmo período, também foram positivas, com altas de 36,6% (2º trimestre de 2021), 29,5% (1º semestre de 2021) e 35,2% nos últimos 12 meses encerrados em junho.

Segmentos – Os empreendimentos enquadrados no Programa Casa Verde Amarela (CVA) ainda respondem pela maior parte dos imóveis lançados (75,7%) e comercializados (82,7%) nos últimos 12 meses, encerrados em junho. Em termos de unidades lançadas, o segmento registrou alta em todos os recortes considerados: 18,7% no 2º trimestre, 24,1% no 1º semestre, e de 21,1% nos últimos 12 meses. Já com respeito às vendas, as incorporadoras reportaram aumento de 22,8% no 2º trimestre, 24,3% no 1º semestre, e 34,7% ao longo dos últimos 12 meses.

Comparativamente, o desempenho do segmento residencial de Médio e Alto Padrão (MAP) registrou um crescimento expressivo de 978,5% em lançamentos no 2° trimestre de 2021 em relação ao mesmo período de 2020, quando a pandemia estava em uma de suas fases mais agudas e os estandes de vendas tiveram de ser fechados. No 1° semestre deste ano, a alta foi de 265,1% e, no horizonte de 12 meses, o avanço foi de 113,7%. O momento favorável se estende às vendas, cuja apuração no 2º trimestre destaca uma elevação de 79,4% em relação no mesmo período de 2020; contribuindo assim para um aumento de 33,2% no 1º semestre, e de 21,3% nos últimos 12 meses.

Para o presidente da ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), Luiz França, os resultados obtidos no 1° semestre de 2021 são importantes pois representam o melhor desempenho da série histórica do Indicador, iniciada em 2014. “O crescimento do segmento MAP, aliada à manutenção dos números positivos do CVA, foram fundamentais nessa escalada do setor. A incorporação imobiliária vem demonstrando bom desempenho contínuo, o que destaca a atratividade cada vez maior de empreendimentos tanto por parte compradores como de investidores, em relação às aplicações financeiras tradicionais, assim como as boas condições de crédito imobiliário do período, com taxas de financiamento baixas e crescimento recorde nos financiamentos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE)”, afirma.

Gafisa inaugura um projeto único em Moema que reúne arte, arquitetura e gastronomia

Dando continuidade à sua estratégia de desenvolvimento de projetos de alto padrão, a Gafisa inova na construção do emblemático residencial em Moema e utiliza em seu projeto arquitetura contemporânea e atemporal, obra de arte suspensa de 30 metros de altura em estrutura modular, intitulada Canto do Sábia, criada pelo artista Arnaldo Diederichsen, e peças interligadas que se assemelham a um móbile. A obra dá sentido à assinatura do empreendimento: Vinci – Arte, Arquitetura e Gastronomia e se incorpora ao projeto arquitetônico projetado por Aflalo & Gasperini Arquitetos.

O projeto será erguido onde funciona a unidade da Speranza, em Moema, na Avenida Sabiá, 786, que terá suas atividades transferidas para o endereço em frente, no número 773, quando as obras se iniciarem. No local, a Gafisa projetou duas torres de unidades residenciais, studios e flats, além do espaço gastronômico premium, que fará parte da fachada ativa e será administrado pela Cantina e Pizzaria Speranza.

“A ideia da Gafisa foi criar um empreendimento residencial que oferecesse também esta experiência gastronômica diferenciada aos moradores, que terão a praticidade e a comodidade dos serviços da Speranza combinadas a uma proposta de arquitetura que tornará o projeto um marco em Moema”, afirma Guilherme Benevides, CEO Gafisa Incorporadora e Construtora.

As unidades residenciais estão distribuídas em 14 apartamentos de 63 m2, 10 de 124 m2 e 23 de 148 m2, além de duas coberturas duplex de 292 m2 e 396 m2. O empreendimento também terá 63 studios e 57 flats de 21 a 29 m2.

Como diferencial, em suas áreas comuns, o projeto conta com Lobby/Galeria, Salão de Festas com lounge externo, Piscina com prainha, deck e bar, Fitness, SPA, Área de Massagem, Gafisa Car Station – local destinado para manutenção e lavagem de veículos (dry-wash) e tomada para carro elétrico – e bicicletário. Além disso, contará com o exclusivo térreo gastronômico da Speranza, com previsão para oferecer serviços exclusivos aos futuros moradores.

Além disso, a Gafisa segue a sua Política ESG e traz neste projeto um olhar importante para itens que promovam sustentabilidade, por meio da usabilidade, com diminuição de gasto de água, considerando o reuso e energia elétrica com tecnologia de sensores. Além de reciclagem, coleta seletiva e menor geração de entulho e desperdício de material.

A inauguração da loja conceito acontece no dia 25/9. O empreendimento se destaca por também estar associado a um serviço gastronômico premium, graças à parceria com a Cantina e Pizzaria Speranza – referência na boa e autêntica gastronomia napolitana em São Paulo.

Marcas tradicionais renovadas

A parceria entre Speranza e Gafisa foi idealizada antes da pandemia e antecipou o desejo de transformação de duas marcas tradicionais no segmento gastronômico e no mercado imobiliário, respectivamente. De um lado, a Speranza, com 63 anos de contribuições à gastronomia de São Paulo, que se movimenta para agregar experiências diferenciadas aos seus consumidores. Do outro, a Gafisa, uma companhia com 67 anos, que se reinventa ano a ano e trabalha para se tornar uma completa plataforma de produtos, serviços e soluções imobiliárias.

O projeto tem o objetivo de promover experiências encantadoras e sinergia entre os públicos. “A união destas duas grandes empresas vai resultar em um complexo imobiliário icônico e exclusivo que sintetiza a renovação de ambas as marcas e congrega o estilo de vida em um único local”, explica Luis Fernando Ortiz, diretor de incorporação da Gafisa.

A sócia da Cantina e Pizzaria Speranza, Paola Tarallo Altieri, comenta que o movimento é um marco para a história da família Tarallo. “Este é um grande momento que reflete a transformação e o salto de inovação no projeto empreendido por nossa família. É uma oportunidade positiva para renovar a nossa oferta de serviços e produtos em um novo espaço em Moema”, destaca a empresária, terceira geração da Família Tarallo no Brasil, que mantém a matriz em funcionamento na capital, no bairro da Bela Vista.

MPD Engenharia lança empreendimento em localização estratégica de Alphaville

Projeto arquitetônico do Soul Itapecuru, em Alphaville, reforça o moderno conceito de “15 minutes city”, em que bairros residenciais oferecem todas as comodidades para o morador em uma distância máxima de 15 minutos

Com conceito moderno de arquitetura, que alia bem-estar e o respeito ao meio ambiente, a MPD Engenharia – uma das principais empresas de construção e engenharia do país, com 39 anos de atuação no setor -, anuncia seu mais novo empreendimento em Alphaville: o Soul Itapecuru. Localizado em um ponto estratégico de um dos melhores bairros da região, na Alameda Itapecuru, o projeto apresenta plantas com metragens menores, entre 51m² e 85m² com uma ou duas suítes, para atender uma demanda atual do mercado. Para quem busca qualidade de vida, como a possibilidade de otimizar o dia a dia, o empreendimento oferece ao mesmo tempo a tranquilidade de um bairro residencial e a proximidade de uma ampla variedade de comércio e serviços.

O empreendimento, com 16 pavimentos mais rooftop e 159 unidades, apresenta espaço delivery, minimercado e lavanderia compartilhada nas áreas comuns. O projeto, com mais de 16 mil metros quadrados de área construída, conta ainda com várias opções para os espaços comuns como salão de festas com espaço gourmet, fitness, sala de ginástica e fitness externo, brinquedoteca, playground, pet care, pet place, bicicletário e churrasqueira no térreo. No rooftop há ambientes como sport bar e churrasqueira, piscinas adulto e infantil descobertas, além de espaço para massagem, sauna seca, ducha e coworking. Estes ambientes foram estrategicamente definidos para estimular a convivência entre os moradores e com suas respectivas famílias e amigos. Já na área privativa, os apartamentos reforçam a qualidade MPD e o alto padrão inerente aos lançamentos da companhia. Os futuros moradores encontram benefícios como previsão de triturador na bancada da cozinha, infraestrutura entregue para ar-condicionado na sala e no dormitório (pontos de drenos, passagem para instalação de tubulação frigorígena, pontos de elétrica no terraço e ponto de tomada para condensadora no terraço social), fechadura biométrica no acesso das unidades, tomadas com porta USB em alguns ambientes, água quente na pia da cozinha e banheiros, além de previsão para churrasqueira à carvão nos apartamentos de 85m².

Além da construção ser ambientalmente responsável, característica de todas as obras da companhia, o empreendimento também será entregue com vários itens que ressaltam o respeito ao meio ambiente. Haverá medição individualizadas de água, previsão de medição individualizada de gás, sistema automático de irrigação dos jardins otimizando o consumo de água, central de recepção de lixo com espaço para lixo reciclável, reservatório para retenção de águas pluviais e bacias sanitárias com acionamento duplo. Já a iluminação da área comum será toda em LED.

“O Soul Itapecuru é mais uma grande obra a ser entregue pela MPD em Alphaville, que vai ao encontro das novas demandas do mercado da região em um empreendimento inovador”, comenta Débora Bertini, diretora de incorporações da MPD. “Ele reúne características importantes e que se destacam entre os interesses de quem está querendo adquirir um imóvel, que é a facilidade de conseguir resolver todas as pendências do dia a dia em uma distância máxima de 15 minutos ao mesmo tempo que está localizado em um bairro muito tranquilo”, acrescenta. Portanto, morar no empreendimento é uma ótima opção. O lançamento atende uma demanda crescente, e não atendida, por imóveis com essa metragem.

Além de uma estrutura interna completa e próximo ao comércio, escolas, shoppings e à Castelo Branco, o Soul oferece uma qualidade de vida superior com a possibilidade dos moradores desfrutarem de lugares que já frequentam, aproveitar academias e spas estimulando hábitos saudáveis e a circular pelo bairro com extrema facilidade.

Ainda com todos os protocolos necessários para garantir a segurança de visitantes e colaboradores, o estande e o decorado do Soul Itapecuru estarão abertos para visitações a partir do dia 25/09. No dia da inauguração haverá uma recepção especial para receber os clientes no estande: quatro foodtrucks – Mocotó, DeBetti, Lilidee e Dama Bier -, e um Dj de jazz para animar o ambiente. O evento acontecerá entre 11h e 19h. Para mais informações, acesse: https://www.mpd.com.br

• Fonte: Índice Fipezap – 2021

Produtividade, segurança e agilidade: o futuro do setor de Construção

Por Eduardo Pires, diretor do segmento de Construção e Projetos da TOTVS

Considerado um dos setores mais tradicionais, o segmento de Construção tem se remodelado nos últimos tempos, seja para se adaptar às volatilidades econômicas ou para atender demandas sociais e ecológicas na hora de construir. Nesse sentido, as inovações tecnológicas também têm caminhado para fornecer a estrutura necessária para aumentar a produtividade e de fato incrementar o desenvolvimento do setor.

Segundo o estudo global “Transformação Digital: O Futuro da Construção Conectada”, encomendado pela Autodesk à IDC, a transformação digital é uma prioridade para 72% das empresas de Construção consultadas – o estudo ouviu 835 profissionais de grandes construtoras de 12 países. A pesquisa ressalta ainda o alto investimento do Brasil na utilização da tecnologia BIM (Building Information Modeling): o país adota essa tecnologia em 53% dos projetos de construção, enquanto os demais países se mantém na faixa dos 40%.

A adoção dessa tecnologia se dá principalmente pelas suas multifuncionalidades, que permitem a integração de todos os setores envolvidos no projeto. A ferramenta possibilita a criação de projetos 3D, com todas as especificações de elementos de construção e materiais utilizados, alinhando-a ao backoffice com cada etapa do projeto, da concepção até a manutenção pós-entrega. O BIM é tão robusto e completo que a Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) avalia que a produtividade de um projeto pode aumentar em 10% com sua utilização.

No entanto, o mesmo estudo analisa que, quando comparado a outros países, o Brasil apresenta o menor nível de maturidade e atraso na utilização de tecnologias como Inteligência Artificial, modelagem 3D e Big Data. Entre os principais fatores que podem explicar essa baixa adesão estão: dificuldade de implementação, devido à falta de padronização de seus materiais e componentes; ausência de treinamentos e capacitação da equipe e o custo de aquisição e encarecimento do processo. Mas, assim como o conceito BIM, que é bastante utilizado por aqui, essas outras ferramentas também proporcionam diversos benefícios para o projeto.

O uso de Inteligência Artificial para a captação e processamento de dados, por exemplo, está sendo utilizado nos mais diversos setores, e na Construção não seria diferente. A coleta de dados através da integração de sistemas e uso de IA permite que as construtoras tenham acesso a uma série de informações, insights e predições que auxiliam os gestores nas tomadas de decisões, reduzindo riscos de maiores erros e eventuais perdas – financeiras e materiais.

Também voltado para conectividade, o setor de Construção pode ainda investir em tecnologias de IoT – Internet das Coisas. Traduzindo o termo e a ferramenta, é a conectividade de grande parte dos aparelhos, equipamentos e dispositivos que fazem parte da obra, captando e gerando dados de funcionamento, status e alertas para acompanhamento dos gestores.

Para quem está diretamente na operação, tecnologias que podem fazer a diferença no dia a dia são os wearables. Os dispositivos vestíveis podem ser acoplados às vestimentas, capacetes e equipamentos dos colaboradores dentro de um canteiro de obras. Com isso, é possível mitigar riscos e preservar a integridade dos funcionários, aferindo temperatura corporal e outras parametrizações que servem de alerta para um problema eventualmente maior.

Ainda no contexto de tecnologias que impulsionam a evolução do setor, uma ferramenta que tem ganhado adeptos nos últimos anos, em diferentes segmentos e para as mais variadas finalidades, são as modelagens 3D. Em Xangai, por exemplo, em 2014 uma empresa de construção utilizou concreto reciclável em uma mega impressora 3D para construir dez casas, de 200 m2, em 24 horas. O feito mostra não só que é possível a aplicação dessa ferramenta no setor da Construção, como também a eficiência operacional e a sustentabilidade que ela pode trazer para o mercado.

As soluções tecnológicas disponíveis para o setor de Construção são vastas, mostrando uma confiança dos fornecedores de tecnologia em investir e ampliar a entrada nesse segmento. Cenário otimista àqueles que perceberam ou estão começando a se movimentar para essa direção.

Relatório do Wimoveis mostra que alugar um imóvel custa R$ 2.720 em Brasília

De acordo com o relatório de agosto do Wimoveis, maior portal imobiliário do Distrito Federal, o preço médio para alugar um imóvel padrão (65m², dois quartos e uma vaga) na região é R$ 2.720/mês. O valor registrou uma queda de 0,3% em relação ao mês anterior, mas no ano acumula um aumento de 3%.

Entre agosto de 2020 e agosto de 2021, houve um aumento de 2% no preço do aluguel. O crescimento do preço do aluguel foi ainda mais significativo em Núcleo Bandeirante (R$ 1.229/mês, +16%), Taguatinga Sul (R$ 1.492/mês, +17%) e Samambaia Sul (R$ 1.217/mês, +18%). Já as maiores quedas nos preços ocorreram em Taguatinga Centro (R$ 1.327/mês, -5%), Centro de Guará (R$ 1.892/mês, -4%) e Asa Norte (R$ 2.400/mês, -1%).

Na tabela estão os locais onde o aluguel é mais barato e mais caro:

Mais baratos (R$/mês)Variação MensalVariação Anual
Ceilândia Norte (Ceilândia)1.0541,4%2,0%
Ceilândia Sul (Ceilândia)1.1032,4%0,4%
Samambaia Norte (Samambaia)1.157-3,5%7,4%
Mais caros (R$/mês)Variação MensalVariação Anual
Noroeste (Brasília)3.525-0,6%S/D
Setor de Hotéis e Turismo Norte (Brasília)4.1522,3%S/D
Setor Hoteleiro Norte  (Brasília)4.9640,6%0,1%

Preço do m² sobe 8,8% no ano

O relatório do Wimoveis mostra que o m² no Distrito Federal custa, em média, R$ 10.909. O valor é 0,4% maior que o registrado em julho e teve um aumento de 8,8% ao longo de 2021 e de 12% em relação a agosto do ano passado. Dessa forma, um imóvel padrão (65 m², dois quartos e uma vaga) no Distrito Federal tem custo médio de R$ 709 mil.

Os locais onde o valor do m² mais caiu no Distrito Federal foram Área de Desenvolvimento Econômico (R$ 2.818/m²,  -14%), Setor Habitacional Meireles (R$ 2.894,         -8%) e Setor Residencial Leste (R$ 2.568/m², -8%). Já as maiores altas aconteceram em Areal (R$ 5.117/m², +18%), Setor Habitacional Vicente Pires (R$ 3.486/m², +18%) e Vicente Pires (R$ 3.415/m², +19%).

Confira os locais onde o preço do m² é mais barato e mais caro em Brasília:

Mais baratos (R$/m²)Variação MensalVariação Anual
Setor Habitacional Contagem (Sobradinho)2.383-0,3%3,1%
Setor Residencial Leste (Planaltina)2.568-8,7%-7,8%
Setor Total Ville (Santa Maria)2.757-2,1%-0,6%
Mais caros (R$/m²)Variação MensalVariação Anual
Lago Sul (Brasília)13.4900,5%S/D
Superquadra Noroeste (Brasília)13.6391,6%S/D
Setor De Clubes Esportivos Sul (Brasília)13.647-2,7%3,9%

Rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de agosto, o índice se manteve em 4,1%. Dessa forma, são necessários 24,1 anos de aluguel para obter o valor investido na compra do imóvel, 9,7% a mais que há um ano.

Veja onde encontrar os índices de rentabilidade mais altos e baixos: 

Mais rentáveis
Setor Hoteleiro Norte9,8%
Vicente Pires7,4%
Setor de Hotéis e Turismo Norte6,8%
Menos rentáveis
Guara II4,6%
Sudoeste4,4%
Ceilândia Centro2,1%

CMI/Secovi-MG certifica empresas que mais investem em capacitação

Cássia Ximenes, presidente da CMI/Secovi-MG Foto: Carlos Olímpia)
 

Cerimônia do Programa de Qualidade e Excelência Empresarial da CMI/Secovi-MG será promovida em novembro

Os empresários do mercado imobiliário já estão em contagem regressiva para participar de uma das maiores certificações do setor no país: o Programa de Qualidade e Excelência Empresarial (PQEX), promovido pela CMI/Secovi-MG (Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais). No dia 9 de novembro, será realizado, 100% on-line, o workshop “Dialogando com o Mercado” —com painéis, debates e palestras totalmente virtuais— e, no dia 10, para “fechar com chave de ouro”, haverá a grande cerimônia do mercado imobiliário, marcada pela entrega das certificações, que será no formato híbrido: presencialmente e com transmissão on-line.

A realização do evento é da CMI/Secovi-MG em parceria com a cooperativa de crédito do mercado imobiliário Sicoob Secovicred-MG e a Universidade Corporativa Secovi (UniSecovi-MG). Os patrocinadores são Carmem Seguros, Construir Loteamentos e Sindimóveis-MG; o apoio é da RB Imóveis.

O selo de compliance do setor é entregue às empresas do mercado imobiliário que mais investem em capacitação ao longo do ano. Para serem certificadas, elas devem conquistar pontuação por meio da participação nos cursos da UniSecovi-MG. A presença em eventos e palestras da CMI/Secovi-MG também conta pontos. Neste ano, por conta das restrições de ocupação dos espaços impostas pela pandemia, o evento terá um número reduzido de pessoas presencialmente no Teatro Bradesco.

“O PQEX, considerado o ‘Oscar’ do mercado imobiliário mineiro, valoriza e reconhece os esforços das empresas em prol da qualidade do trabalho”, afirma

. Segundo ela, o PQEX, criado em 2005, acumula uma história de aprendizado e evolução. “Precisamos estar atentos às constantes transformações, e as capacitações oferecidas pela entidade preparam o nosso setor para lidar com novos desafios, processos e mudanças comportamentais dos clientes”, complementa.

Ela destaca que as empresas ainda podem garantir a pontuação no PQEX 2021. O ranking deste ano contempla os pontos obtidos com a participação nos cursos no ano passado, que serão somados aos deste ano.

Ranking 2021

COLOCAÇÃOASSOCIADAPONTUAÇÃO
1Pontes Mol Netimóveis263
2RB Imóveis228
3Ximenes Netimóveis200
4Só Galpões157
5LR Imóveis106
6Álvaro Maia103
7Planejar Corretora de Seguros99
8Cia Mineira Netimóveis97
8SMEL Netimóveis97
9IMOP Netimóveis93
10Solimob Netimóveis90