Moura Dubeux apresenta lucro líquido de R$ 41 milhões no 3º trimestre, o maior da sua história

Moura Dubeux apresenta lucro líquido de R$ 41 milhões no 3º trimestre, o maior da sua história

Lucro líquido recorde foi de R$ 41 milhões no terceiro trimestre, com crescimento de 53,2% ante o mesmo período de 2021. Lançamentos e vendas superaram patamar de R$ 1 bilhão nos nove primeiros meses do ano

No terceiro trimestre de 2022, conforme resultados protocolados nesta quarta-feira (9/11) na Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Moura Dubeux realizou dois lançamentos, com Valor Geral de Vendas (VGV) líquido de R$ 390 milhões (crescimento de 16,1% em relação ao mesmo período de 2021). De janeiro a setembro, o montante acumulado foi de R$ 1,3 bilhão (40,7% a mais na comparação anualizada) e, nos últimos 12 meses, R$ 1,5 bilhão.
 

Quanto às vendas e adesões líquidas, foram de R$ 360 milhões no terceiro trimestre de 2022 (mais 5,1% na comparação anualizada), R$ 1,1 bilhão de janeiro a setembro (mais 10,2%) e R$ 1,4 bilhão nos últimos 12 meses. O banco de terrenos, com aquisição de sete unidades, fechou o período com VGV potencial de R$ 8,4 bilhões.
 

Marcello Dubeux, CFO e diretor de Relações com Investidores, enfatiza que a companhia registrou o maior lucro líquido em um trimestre em toda sua história de quase 40 anos: R$ 41 milhões (crescimento de 53,2% ante igual período do ano passado). “No acumulado de janeiro a setembro, o lucro líquido foi de R$ 95 milhões, um aumento de 34,3% na comparação interanual. Nos últimos 12 meses, ultrapassamos pela primeira vez desde nosso IPO, em fevereiro de 2020, o patamar de R$ 100 milhões, chegando a R$ 109 milhões”, ressalta.
 

Na mesma base de comparação trimestral, a margem líquida de 19,3% significou avanço de 2,7 pontos percentuais. “Encerramos o terceiro trimestre com a maior posição de caixa líquido da nossa história, com R$ 121 milhões. Fomos capazes de gerar caixa num momento em que a companhia cresce em números de canteiros de obra e adiciona terrenos ao seu landbank”, complementa Diego Villar, CEO da Moura Dubeux.

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