Expositores apontam geração de conexões comerciais, aproximação com o varejo e leitura qualificada de mercado como diferenciais do evento
Em um cenário de reorganização da cadeia, o setor da construção civil intensifica a busca por ambientes capazes de concentrar negócios, leitura de mercado e fortalecimento de posicionamento. Nesse panorama de transformação, a FEICON – Feira Internacional da Construção Civil reforça seu papel como um dos principais pontos de articulação do segmento, conectando representantes da indústria, varejo, distribuidores e profissionais em torno de oportunidades concretas de conexão e geração de negócios. A edição de 2026 será realizada de 7 a 10 de abril, no São Paulo Expo, na capital paulista.
Para Agnaldo Bergamo, diretor comercial para o setor de Construção Civil da Eucatex, a participação nesta edição do evento ocorre em um momento decisivo do setor. “A FEICON tem um papel estratégico porque funciona como um termômetro da cadeia da construção em um momento de transição. Após um período de desaceleração e ajustes no mercado, a retomada tende a ser mais criteriosa, com maior atenção ao custo-benefício, desempenho técnico e durabilidade dos produtos”, destaca.
Bergamo acrescenta que, para a empresa, o encontro representa consolidação institucional. “Ao longo das edições, a FEICON se reafirma como um espaço relevante para apresentar avanços, fortalecer parcerias e compreender os novos rumos da construção e do varejo de materiais no Brasil”, ressalta.
Geração de negócios e fortalecimento de parcerias
Pedro Morelli, gerente comercial e de marketing da Sil Fios e Cabos Elétricos, avalia o alcance e a visibilidade proporcionados pelo evento. “Participar da FEICON é saber que estamos na maior vitrine das indústrias que atuam na construção civil. A feira alcançou prestígio e reputação ao reunir as empresas que são referência de qualidade e inovação no mercado brasileiro”, resume.
O gerente afirma que a presença no evento propicia visibilidade para clientes de todo o país que estão em busca de fazer novos negócios. “Nossas expectativas são sempre grandes pela capacidade que a FEICON tem de atrair os olhares do mercado. Mas, além de negócios imediatos, prezamos pelo relacionamento, pois é o momento de encontrar parceiros de longa data, conhecer novos clientes e ouvir o que todos têm a dizer”, detalha.
De acordo com Ivan Romão, diretor da FEICON, a participação das empresas reflete o papel estruturante do evento na cadeia produtiva. “A feira reúne, no mesmo ambiente, os diferentes elos do setor em um momento em que decisões precisam ser tomadas com base em dados, diálogo e visão de longo prazo. Quando indústria e varejo se encontram presencialmente, com foco em negócios, relacionamento e leitura de mercado, criam-se condições concretas para transformar posicionamento em resultado e preparar o segmento para um novo ciclo de crescimento”, afirma.
