Com investimento superior a R$ 200 milhões, a ARA Resorts & Residences, empresa que integra o Grupo ARA, que atua em vários segmentos do mercado, vai apresentar oficialmente o início da operação do Samoa Villa Resort e a entrega do Polinésia Villa Resort Residences, em Muro Alto. A solenidade será neste sábado (31), às 19h, e vai reunir os setores hoteleiro e imobiliário, além de convidados exclusivos, em uma noite que contará com show da cantora Vanessa da Mata.
O momento marca a expansão, posicionamento e vocação da ARA Resorts & Residences no desenvolvimento de empreendimentos turísticos e imobiliários no litoral sul de Pernambuco por meio da linha de produtos Polinésia. O primeiro projeto entregue foi o Samoa Beach Resort, em 2018, também em Muro Alto, com 165 unidades, e o Polinésia Beach Resort, com 216 apartamentos.
Neste segundo, são 166 quartos no Samoa Villa Resort e 160 no Polinésia Villa Resort. “Chegamos à conclusão exitosa de mais um empreendimento. Nosso diferencial não está apenas na construção e entrega, está no conceito, na lógica e atuação na operação dos projetos, garantindo valorização, cuidado e rentabilidade do produto. Vamos além e contribuímos para o desenvolvimento qualificado e planejado do destino”, explica Alexander Borges, diretor-executivo da ARA Resorts & Residences.
Um dos impactos diretos em Ipojuca e região é a absorção de mão de obra local. Das 270 contratações do equipamento turístico, 80% são de pessoas residentes em Ipojuca e região.
Ainda segundo o executivo, a expectativa para este primeiro ano de plena atividade das novas operações é que a ARA Resorts e Residences mais que dobre o faturamento e o volume de hóspedes.
GESTÃO, RENTABILIDADE E DIFERENCIAIS
Um dos grandes ativos da ARA Resorts & Residences é a atuação continuada dos empreendimentos. Isso acontece por meio da gestão hoteleira, que se volta a garantir ocupação acima da média, experiências positivas para os visitantes e fortalecimento do setor; e da gestão imobiliária, focada na valorização do produto e rentabilidade aos investidores dos residenciais.
Com a segunda unidade da bandeira Samoa, o novo resort iniciou o período de soft opening em agosto de 2024 e atualmente marca 75% de taxa de ocupação, com permanência média de cinco dias. São visitantes e turistas – vindos especialmente do Sudeste, Centro-oeste e Sul – assim como de países da América Latina, que buscam localização à beira-mar e estrutura robusta. Eles podem optar por meia pensão ou pensão completa e por unidades com varanda, vista para o mar ou piscina exclusiva.
O resort é o único da região com uma praia interna, que traz elementos naturais, como areia e seixos, em uma estrutura inédita que oferece a experiência do mar de forma exclusiva. Também conta com 3,5 mil metros quadrados de lâmina d’água que compõem o cenário, brinquedos e desafios aquáticos, quadras esportivas, academia, área infantil, restaurante, serviços de bem-estar e autocuidado e programação recreativa diária para crianças e adultos.
Outro diferencial é a conexão do resort com a Villa Muro Alto, novo atrativo turístico do local. O espaço, integrado ao Samoa Villa e Polinésia Villa, recebe os turistas e visitantes do destino para momentos de convivência em família. Semanalmente, há extensa programação com missa na Capela Santana, feira criativa com artesanato local e apresentações musicais ao vivo, que se somam a áreas verdes, parque infantil e operações gastronômicas diárias do Beijupirá Obará, Toscana Trattoria e D’Anton Gelateria.
A atuação no setor imobiliário acontece por meio da construção, incorporação e venda de imóveis de segunda residência de alto padrão, com gestão de locação realizada por meio do La Fleur Collection Vacation Homes, área da ARA Resorts & Residences que trata da gestão de locação por curta temporada. Ela gerencia os residenciais para garantir aos investidores rentabilidade durante disponibilidade da unidade. Isso significa que, ao aderir à modalidade, o proprietário conta com serviços de manutenção, limpeza e gestão do imóvel, estrutura e mobiliário, evitando depreciação do patrimônio e obtendo renda com as locações de curta temporada.
“A hospedagem para períodos curtos ou temporadas já é uma realidade, especialmente em destinos de praia, mas é também um risco quando a modalidade é praticada a partir de meios que não garantem a preservação do patrimônio e não posicionam corretamente o valor da locação”, ressalta Alexander. Neste formato de gerenciamento, o investidor tem sua unidade inserida no portfólio do Grupo, com acesso à estrutura do resort, obtendo rentabilidade acima da média do mercado.
