Mesmo perdendo liderança invicta no padrão econômico, capital paranaense mantém presença entre as cinco mais bem colocadas nos segmentos de demanda residencial
Curitiba (PR) registrou uma das movimentações mais significativas do trimestre no Índice de Demanda Imobiliária (IDI) Brasil, estudo desenvolvido pelo Ecossistema Sienge, CV CRM e Grupo Prospecta, em parceria com a Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC).
Após liderança histórica no padrão econômico, voltado a famílias com renda entre R$ 2 mil e R$ 12 mil, a capital paranaense foi superada por Fortaleza (CE) no terceiro trimestre de 2025. A mudança marca o fim de um ciclo em que Curitiba ocupava, de forma ininterrupta, o primeiro lugar desde a criação do índice.
Mesmo com a perda da liderança, Curitiba permanece entre as cidades mais atrativas do país, ocupando a 3ª posição no ranking econômico, e mantendo presença no Top 5 também no segmento de médio padrão (renda familiar de R$ 12 mil a R$ 24 mil), onde aparece em 5º lugar, atrás apenas de São Paulo, Goiânia, Brasília e Salvador.
O desempenho reflete o vigor e a estabilidade do mercado imobiliário curitibano, sustentado por bases sólidas de demanda e consistência da atividade econômica local, fatores que mantêm a capital como uma das praças mais competitivas e consolidadas do país.
De acordo com o IDI Brasil, as movimentações observadas em 2025 revelam o dinamismo do mercado nacional e a importância de acompanhar as variações trimestrais para compreender as mudanças no comportamento da população e na demanda habitacional.
O levantamento, que analisou 79 cidades brasileiras com maior atratividade em imóveis residenciais verticais, utiliza dados reais de transações imobiliárias para mensurar o desempenho de cada praça e identificar tendências regionais.
Os dados completos do IDI Brasil podem ser acessados pelo site.
