Pesquisa aponta que 60% dos brasileiros consideram o financiamento de um imóvel mais atraente após redução da taxa de juros

Pesquisa aponta que 60% dos brasileiros consideram o financiamento de um imóvel mais atraente após redução da taxa de juros

Em outubro a Caixa Econômica Federal (CEF) anunciou mais uma redução de juros para o financiamento de imóveis: a taxa máxima de juros passa de 9,5% para 8,5% ao ano para imóveis residenciais enquadrados nos sistemas Financeiro de Habitação (SFH) e Financeiro Imobiliário (SFI). Já a taxa mínima será de 6,75% ao ano. Esta nova taxa mínima é agora a menor praticada no mercado.

Para avaliar a percepção do brasileiro com o setor, a Loft encomendou uma pesquisa nas principais capitais brasileiras. Entre os achados, foi identificado que 60% dos brasileiros estão considerando o financiamento de um imóvel mais atraente após redução da taxa.

De acordo com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) os cortes consecutivos nos juros, promovidos pela CEF, deverão proporcionar um incremento líquido real de 5,8% na concessão de crédito imobiliário, nos próximos meses. A Confederação avalia que, para cada corte de um ponto nas taxas de juros do financiamento imobiliário, a demanda por crédito para aquisição de imóveis novos ou usados tende a aumentar 3,1% em um intervalo de até cinco meses.

O estudo da Loft mostrou, ainda, que 92% dos brasileiros se sentem mais seguros sendo donos do imóvel, reforçando que o brasileiro prefere comprar a alugar. Entre os principais motivos para a escolha estão a garantia de um bem para o futuro (20%), construção de patrimônio (20%), independência (17%), construção de família (13%) e investimento de menor risco (12%).

A pesquisa encomendada pela Loft ao Instituto OpinionBox entrevistou brasileiros das principais capitais do país. Os entrevistados apresentam faixas etárias variadas, começando em 25 anos, de ambos os sexos e pertencentes às classes A, B e C1. A pesquisa foi realizada na modalidade coleta online, entre os dias 12 e 24 de outubro de 2019, e contou com 326 respondentes – o que representa uma margem de erro de 5,4 pp.

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