A Cury Construtora, uma das empresas líderes no segmento residencial no Brasil, alcançou R$ 2,3 bilhões em vendas líquidas no segundo trimestre deste ano, resultado 29,3% superior ao registrado no mesmo período de 2024. Em relação ao primeiro trimestre de 2025, o crescimento foi de 7,4%. Os dados constam na operação prévia da companhia e representam um registro histórico.
O VGV repassado no 2T25 também bateu recorde: R$ 2,15 bilhões, um aumento de 49,4% na comparação anual e de 91,4% em relação ao 1T25. O resultado corresponde a 7.155 unidades repassadas no trimestre. No acumulado do ano (6M25), a Cury repassou 10.938 unidades, contra 8.203 unidades no mesmo período de 2024 – alta de 33,3%.
A Construtora lançou novos empreendimentos no segundo trimestre de 2025, sendo seis em São Paulo e três no Rio de Janeiro. O VGV total de lançamentos foi de R$ 2,2 bilhões, aumento de 28,3% em relação ao mesmo trimestre de 2024. Nos seis primeiros meses do ano, os lançamentos somaram VGV de R$ 5 bilhões – 38,4% acima do registrado no mesmo período do ano anterior.
A companhia também alcançou recorde histórico de produção no 2T25, com 4.046 unidades construídas – alta de 9,5% frente ao 2T24.
A Cury encerrou o segundo trimestre de 2025 com uma carteira de terrenos de R$ 21,1 bilhões em potencial de VGV, o maior valor já registrado pela empresa. Isso representa um crescimento de 20,1% frente ao mesmo período de 2024 e de 6,6% em relação ao 1T25. Atualmente, o banco de terrenos é composto por R$ 15,75 bilhões alocados em São Paulo e R$ 5,36 bilhões no Rio de Janeiro.
“Nosso desempenho reflete uma estratégia assertiva de lançamentos concentrada no primeiro semestre e foco em eficiência operacional. Seguimos com um banco de terrenos sólidos e geração de caixa consistente, que garantem previsibilidade para nosso crescimento”, afirma Fábio Cury, CEO da Cury Construtora.
Preço médio de lançamentos, vendas e VSO (Venda Sob Oferta)
- As vendas líquidas totalizaram R$ 2,3 bilhões, atingindo recorde histórico
- O preço médio de vendas registrado no 2T25 foi de R$ 309,7 mil, aumento de 2,7% em relação ao 2T24 e leve retração de 0,2% frente ao 1T25.
- A VSO líquida trimestral foi de 47,5%, superior aos 45,4% registrados no 1T25, porém inferior aos 50,5% do 2T24.
- Nos últimos doze meses, o VSO foi de 74,3%, com leve retração de 0,8 ponto percentual em relação aos 75,1% apresentados no 2T24 e aumento de 1,7 pp frente ao 1T25.
- O preço médio das unidades lançadas foi de R$ 337,8 mil no 2T25, crescimento de 8,8% em relação ao 2T24 e de 10,8% na comparação com o 1T25.
- No acumulado do semestre (6M25), o preço médio das unidades lançadas foi de R$ 318,6 mil, um aumento de 1,7% frente aos R$ 313,4 mil do 6M24.
Produção e estoque
- No 2T25, foram produzidas 4.046 unidades, o que representa um recorde histórico e um crescimento de 9,5% em relação ao mesmo período do ano anterior. Comparado ao 1T25, o aumento foi de 20,3%.
- Com isso, a companhia produziu 7.409 unidades no 6M25, um crescimento de 11,8% em relação às 6.626 unidades no 6M24.
- Durante o 2T25, Cury concluiu 1.613 unidades, acima das 1.543 unidades concluídas no 2T24 e abaixo das 2.220 unidades finalizadas no 1T25.
- A companhia cerrou o 2T25 com estoque de R$ 2,5 bilhões. Desse total, 98,7% consistem em unidades lançadas ou em construção e apenas 1,3% em unidades concluídas.
VGV repassado e geração de caixa
- No 2T25, a Cury apresentou geração de caixa operacional positiva de R$ 103,3 milhões, mantendo uma sequência de 25 trimestres consecutivos de resultado positivo. O valor, no entanto, é 32,1% inferior ao registrado no 2T24, reflexo de mudanças operacionais nas regras de repasse pela Caixa Econômica Federal.
- O VGV repassado no 2T25 foi de R$ 2,15 bilhões, recorde histórico, com alta de 49,4% em relação ao 2T24 e de 91,4% frente ao 1T25.
- As unidades repassadas passaram de 5.046 no 2T24 para 7.155 no 2T25 – crescimento de 41,8% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 89,1% na comparação com o trimestre anterior.
- No acumulado do semestre (6M25), a companhia atingiu R$ 129,1 milhões em geração de caixa operacional – queda de 23,7% frente aos R$ 169,3 milhões gerados em 6M24.
- Considerando o desempenho dos 6M25, o VGV repassado cresceu 40,8% frente ao 6M24, e as unidades repassadas evoluíram de 8.203 para 10.938 no mesmo período.
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