Pesquisa da Housi investiga o que os moradores valorizam em prédios inteligentes

O levantamento, que será apresentado em um webinar, analisa hábitos digitais, demanda por serviços e percepção de valor em um mercado que deve movimentar US$ 204 bilhões no mundo até 2032

Alexandre Frankel, CEO da Housi

A experiência de morar está cada vez mais conectada à tecnologia, mas a rotina dos condomínios ainda passa por diferentes canais, como interfone, grupos de WhatsApp, aplicativos específicos e atendimento presencial. Para entender essa distância e identificar o que os moradores realmente valorizam em um empreendimento, a Housi realizou uma pesquisa nacional sobre a experiência de morar em prédios residenciais.

O levantamento ouviu mais de 400 moradores de apartamentos, entre 25 e 55 anos, em capitais e regiões metropolitanas. A pesquisa investiga hábitos digitais, dificuldades para acessar serviços do condomínio, demanda por conveniência e percepção de valor em relação a um empreendimento com sistemas e serviços integrados. 

Entre os pontos analisados estão quantos canais os moradores utilizam para resolver questões do condomínio, quais serviços gostariam de contratar pelo celular e o quanto um único aplicativo facilitaria essa rotina. O estudo também compara a preferência entre um prédio tradicional e um prédio inteligente, considerando condições equivalentes de preço e localização. 

Os resultados serão apresentados pela Housi durante um webinar que marca uma nova etapa da Housi AppSpace, ecossistema digital que integra serviços, conveniências e experiências dentro dos empreendimentos.

A proposta parte de uma mudança na própria definição de prédio inteligente. Mais do que automatizar equipamentos, sensores ou sistemas, a tecnologia pode conectar o empreendimento à rotina de quem vive nele. É a integração entre morador, prédio, serviços e dados que está no centro da proposta da Housi AppSpace.

A plataforma reúne em um único ambiente serviços como coworking, lavanderia, mobilidade compartilhada, acesso, entregas, reserva de áreas comuns, medição individualizada de consumo e serviços sob demanda, como limpeza e manutenção. A lógica é reduzir a fragmentação da experiência e concentrar diferentes necessidades do morador em um mesmo ecossistema digital. 

O movimento acompanha a evolução do mercado de smart buildings. Segundo o Smart Buildings Market Report, o mercado global de prédios inteligentes deve movimentar US$ 204 bilhões até 2032, com crescimento anual de 9%. Na América Latina, a projeção é de crescimento de US$ 7 bilhões em 2025 para quase US$ 29 bilhões em 2033. O estudo também aponta uma migração de um mercado baseado na venda de equipamentos para modelos apoiados em plataformas e serviços orientados por dados. 

“O prédio que não evoluir para um modelo inteligente vai se tornar obsoleto. A tecnologia deixou de ser um diferencial e passou a ser infraestrutura. O que vai determinar o valor de um empreendimento é a capacidade de integrar prédio, serviços e experiência para gerar mais tempo e praticidade na vida de quem mora ali”, afirma Alexandre Frankel, CEO da Housi.

A pesquisa e a Housi AppSpace serão apresentadas no webinar “Raio-X do Novo Morador Brasileiro”, que acontece nesta quinta-feira, 1º de outubro, às 19h. As inscrições podem ser feitas aqui.

Compartilhar