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Rooftop transaciona R$ 70 milhões e lança rede de agentes autônomos imobiliários

Rooftop, proptech que oferece gestão inteligente de transações ao conectar imóveis em situações especiais a potenciais compradores e investidores, lançou sua rede própria de AAI – Agentes Autônomos Imobiliários – na capital e interior de São Paulo. Cada agente oferecerá um portfólio exclusivo de casas, apartamentos e terrenos que estavam em processo judicial, extrajudicial, leilão ou pendente de regularização, e foram comprados e regularizados para voltar ao mercado livres de problemas por valores abaixo da média. Na Grande São Paulo, a Zambotti Imobiliária se tornou agente e, em Presidente Prudente e região, a Herbella Imóveis.

Cada agente, além de ofertar os imóveis já regularizados a suas carteiras de clientes, também será responsável por formar parcerias com imobiliárias locais e corretores autônomos para expandir ainda mais o alcance dos produtos. “Mesmo antes da criação da rede de agentes, transacionamos mais de R$ 70 milhões com nosso fundo de investimento imobiliário ROOF11, trazendo cerca de 150 imóveis residenciais para nossa base. As revendas das primeiras unidades regularizadas já apresentam uma TIR líquida expressiva superior a 50% em alguns casos, ficando na média de 30%, o que representa um desempenho significativo em relação à subscrição e ao mercado imobiliário”, destaca o fundador e CEO da Rooftop, Daniel Gava.

O potencial de mercado para esses imóveis especiais é imenso. De acordo com Gava, a expectativa é fechar o ano com o fundo tendo investido mais R$ 150 milhões em 250 imóveis próprios, que serão comercializados por meio da rede de agentes e parceiros da Rooftop. O fundo ROOF11 é constituído sob a forma de condomínio fechado, com prazo de duração determinado, tendo como objetivo auferir ganhos com a compra e venda de ativos imobiliários alternativos, diferenciando-se na prospecção, avaliação, aquisição, desembaraço e venda desses imóveis, por um time de especialistas dedicados ao desenvolvimento de negócios da startup.

“Nós estamos trazendo novos produtos para nosso portfolio de São Paulo e nossos imóveis alcançam cerca de 85% do valor de mercado, enquanto a média nacional é de 74%. Temos quase mil corretores autônomos ativos e várias imobiliárias na nossa rede de contatos. A meta é fechar o ano com 30% do mercado apto a oferecer os produtos à base de clientes”, explica o agente responsável por São Paulo e fundador da imobiliária, Ricardo Zambotti.

“Essas novidades vieram para agregar à operação, possibilitando que tenhamos produtos diferenciados que agilizem e aumentem as vendas, assim como as comissões. É um novo fôlego não apenas para nós, mas para o mercado imobiliário da região. Vender rapidamente um imóvel e ainda receber à vista, como no caso do programa Rooftop InCasa, é algo raro no mercado. Já estamos buscando parcerias com corretores autônomos e outras imobiliárias para que identifiquem casas e apartamentos, dentro do perfil, e ofereçam essa alternativa aos proprietários”, afirma o agente responsável pela operação em Presidente Prudente e sócio-fundador da Herbella, Fábio Menegasso, que viabilizou o acordo de cooperação junto com o também sócio-fundador Guilherme Tinti.

A proptech utiliza tecnologia que permite monitorar casas, apartamentos, lotes e terrenos de interesse. Após o mapeamento, adquire e regulariza a propriedade para venda com valor de investimento abaixo do mercado. Os investidores do fundo incluem mais 14 pessoas físicas HNWI, além da participação da gestora BlueMacaw e XP Asset e dos family offices Prada Assessoria e Lakewood Investment Management. A Rooftop já iniciou a estruturação de um novo fundo, também fechado, com previsão de captar R$ 250 milhões ainda este ano.

Além dos imóveis especiais, a rede de AAI da Rooftop também ofertará o programa Rooftop InCasa, uma alternativa a empréstimo bancário para quem teve pedido de crédito com imóvel em garantia negado, os chamados home equity. O programa tem a proposta de ajudar os proprietários de imóveis quitados ou vinculados a um financiamento ou empréstimo bancário que estivessem passando por dificuldades financeiras, inclusive correndo o risco de ter a propriedade retomada por meio de processos judiciais e extrajudiciais. Também se aplica a donos de imóveis que simplesmente estão sem acesso a banco e capital. O programa compra o imóvel pagando à vista e o antigo proprietário permanece como locatário, com direito contratual de recomprar em até 30 meses pelo mesmo valor que vendeu atualizado pelo IPCA. Também há a possibilidade de venda a terceiros.

O programa Rooftop InCasa foi desenvolvido pela Rooftop. A ideia foi do fundador e CEO que, adquirindo há mais de 10 anos imóveis em leilões para revenda no mercado imobiliário enquanto pessoa física, percebeu que muitas famílias poderiam ter mantido seus lares com uma opção que oferecesse liquidez imediata, sem perder grande parte do investimento realizado na casa própria nos descontos dos leilões que prejudicam muito o patrimônio de quem perde o imóvel, às vezes por dívidas de pequeno e média porte.

Levantamento do Imovelweb mostra que Zona Oeste é a região mais cara para comprar um imóvel em São Paulo

O preço médio do m² na capital paulista foi R$ 9.412 em agosto, segundo informações do Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País. Houve aumento de 0,2% nos preços se comparado ao mês anterior e de 4,4% no período de 12 meses. De acordo com os dados, a região mais cara para se morar na cidade é a Zona Oeste, onde o preço de compra é R$ 11.277/m². Já o local mais barato é a Zona Leste, com média de R$ 5.137/m².
Na tabela abaixo é possível ver o preço médio do m² por região:

RegiãoValor médio do m² (R$)Variação mensalVariação anual
Leste5.1370,3%3,4%
Noroeste5.7760,4%2,0%
Sul6.3740,1%4,1%
Nordeste6.8910,5%3,1%
Sudeste7.3620,1%2,8%
Centro9.4610,0%2,6%
Centro-Sul10.6330,3%5,3%
Oeste11.2770,3%5,1%

O relatório do Imovelweb também aponta que o bairro mais caro para comprar um imóvel é Pinheiros, enquanto o mais barato é Cidade Tiradentes. Confira os valores na tabela:

Mais Baratos (R$/M²)Variação MensalVariação Anual
Cidade Tiradentes (Leste)2.6920,12%5,32%
Lajeado (Leste)3.810-0,70%1,86%
José Bonifácio (Leste)4.032-0,23%6,03%
Mais Caros (R$/M²)Variação MensalVariação Anual
Moema (Centro-Sul)13.5050,30%5,03%
Itaim Bibi (Oeste)13.9710,23%6,90%
Pinheiros (Oeste)14.3980,39%5,18%

No período de um ano, os bairros onde o preço do m² mais subiu em São Paulo foram São Miguel Paulista (R$ 4.748/m², +12,9%), Jardim Helena (R$ 4.566/m², +11,9%) e Jaguara (R$ 5.965/m², +10,9%). Por outro lado, os bairros que mais se desvalorizaram foram Cidade Dutra (R$ 4.897/m², -6,0%), Pari (R$ 6.542/m², -9,0%) e Parelheiros (R$ 6.227/m², -11,6%).

Aluguel em estabilidade

O relatório do Imovelweb mostra que em 2021 o aluguel quase não registrou alterações, houve apenas uma pequena queda de 0,1%. Dessa forma, o preço de locação de um imóvel padrão (65 m², dois quartos e uma vaga) na capital paulista está, em média, R$ 3.453/mês, somente R$ 2 reais abaixo do valor do início do ano. Em 12 meses, houve um incremento de 3,1% no preço do aluguel.

Os dados também mostram que a Zona Oeste é a mais cara para alugar um imóvel, enquanto a Zona Leste é mais barata. Confira a tabela com os dados:

RegiãoValor médio do aluguel (R$)Variação mensalVariação anual
Leste1.6650,3%7,3%
Noroeste1.7360,6%6,6%
Nordeste1.8121,0%9,4%
Sudeste2.1730,4%8,7%
Sul2.3750,4%
Centro3.122-0,2%-2,9%
Centro-Sul3.6160,2%4,7%
Oeste4.0260,7%1,9%

Já o bairro com o menor preço de locação é Cidade Tiradentes, enquanto o maior preço está no Itaim Bibi. Confira os bairros mais baratos e mais caros para alugar imóveis em São Paulo:

Mais Baratos (R$/mês)Variação MensalVariação Anual
Cidade Tiradentes (Leste)1.0412,46%10,09%
Pedreira (Sul)1.227-1,47%S/D
Lajeado (Leste)1.337-4,70%S/D
Mais Caros (R$/mês)Variação MensalVariação Anual
Jardim Paulista (Oeste)4.1700,55%4,31%
Moema (Centro-Sul)4.2480,42%7,42%
Itaim Bibi (Oeste)4.8270,53%1,02%


Em 12 meses, os locais onde ficou mais barato alugar um imóvel foram Sé (R$ 3.091/mês, -15,8%), Bom Retiro (R$ 1.865/mês, -15,3%) e República (R$ 2.973/mês, -11,9%). Os aluguéis ficaram mais caros em Itaquera (R$ 1.705/mês, +15,6%), Vila Medeiros (R$ 1.589/mês, +16,3%) e Belém (R$ 2.058/mês, +17,1%).

Rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de agosto, o índice foi de 5,8% bruto anual. Dessa forma, são necessários 17,3 anos de aluguel para obter o valor investido no imóvel, 11% a mais que há um ano.

Confira a rentabilidade por região em São Paulo:

RegiãoRentabilidade
Nordeste4,9%
Sudeste5,4%
Noroeste5,5%
Centro-Sul5,7%
Oeste5,9%
Leste6,0%
Centro6,0%
Sul6,7%

Gafisa lança empreendimento residencial de alto luxo no Leblon

No Leblon, em frente ao mar, foi projetado o TOM Delfim Moreira; cidade ganha ainda uma escultura de Iole de Freitas a ser instalada na calçada em frente ao prédio

Para demonstrar a importância do Rio de Janeiro na nova fase da Gafisa, a empresa lança o seu segundo empreendimento na cidade maravilhosa, com foco em um público premium, reforçando o seu posicionamento como marca de alto padrão: o residencial de luxo TOM Delfim Moreira chega logo após o sucesso do alto padrão Cyano, lançado em 2020.

Localizado na Avenida Delfim Moreira, 558, no quarteirão mais cobiçado do Leblon, entre as ruas José Linhares e João Lira, o TOM ocupará o último terreno disponível na Praia do Leblon. Para valorizar a localização privilegiada em frente ao mar, a Gafisa vai entregar um empreendimento único e exclusivo, um legado para o Rio de Janeiro.

Para apoiar este projeto, o empreendimento foi desenvolvido pela Gensler, um dos maiores escritórios de arquitetura do mundo, o projeto tem linhas arredondadas e cores que interagem com a bela natureza do entorno. O TOM se destacará entre os prédios vizinhos principalmente pela fachada imponente e icônica, com varandas em curva e com grandes panos de vidros (sem estruturas metálicas), facilitando a entrada de luz natural e trazendo uma visão especial da paisagem carioca aos moradores. Grandes “panos de vidro” nas varandas exploram a sensação de que o oceano está dentro dos apartamentos.

Outro diferencial, pensado cuidadosamente pela Gafisa, foram as plantas flexíveis. O prédio terá apenas seis unidades, sendo um apartamento por andar, com plantas em três tamanhos: a unidade do apartamento 101, no primeiro andar, terá 315,60 m² e contará com um terraço que a difere dos outros andares onde a planta terá 283,96 m². No sexto andar, a cobertura duplex terá 501,56 m²A disposição original de todas as unidades é de quatro suítes, entretanto, os proprietários poderão personalizar a planta e os acabamentos de suas unidades. Para isso, no desenvolvimento dos projetos da estrutura e das instalações, a concepção dos pilares e prumadas foram realizados nas extremidades do edifício, deixando o meio do apartamento livre para uma customização total, deixando o imóvel com flexibilidade para personalização.

O TOM terá áreas de lazer que não são comuns nos prédios do entorno. No térreo, além do lobby, ambientado como uma galeria de arte, o prédio terá academia com aparelhos de última geração, sala de reunião exclusiva para os moradores, sala para motoristas com copa, espaço para guarda de pranchas e bicicletas, guarita para o segurança, área de recebimento de encomendas.

O projeto conta ainda com diferenciais de sustentabilidade, automação, segurança e tecnologia, como: elevadores com sistema regenerativo de energia, controle inteligente para iluminação das áreas comuns através de sensores e lâmpadas de LED, fechadura eletrônica com senha, biometria e cartão de acesso, sistema de automação predial para controle de bombas de serviço e iluminação, sala de segurança com monitoramento 24 horas, detecção eletrônica de incêndio e pânico, gerador para as áreas comuns e para alguns pontos das unidades, entre outras soluções.

Galeria de Arte – Tom Delfim Moreira

Uma parceria da Gafisa com a Viva Projects, vai levar obras de artistas brasileiros para dentro do TOM Delfim Moreira. O lobby do edifício foi concebido como uma galeria de arte, que abrigará uma escultura do artista plástico Ernesto Neto e um quadro de Vik Muniz, que retrata o Rio de Janeiro.

E não é só no interior que as obras de arte estarão presentes. No canteiro em frente ao empreendimento será instalada uma escultura de Iole de Freitas, a arte será doada à Prefeitura e aos cariocas como uma gentileza urbana.

Outra iniciativa que ficará como um presente para os moradores do TOM será uma obra exclusiva dos Irmãos Campana, que ocupará a parede que fica nos fundos do edifício, sendo exclusiva para apreciação dos moradores.

O projeto de arquitetura do TOM Delfim Moreira foi desenvolvido pela Gensler, Sá & Almeida Paisagismo e Erick Figueira de Mello para a decoração das áreas comuns.

A Gafisa atenderá os clientes de forma exclusiva, em uma loja conceito no local do empreendimento, a partir do dia 14 de setembro, mediante a agendamento. O apartamento decorado do Rodrigo Jorge poderá ser visualizado virtualmente. A loja conceito, projeto do Alexandre Feu Rosa, conta com uma arquitetura limpa, estruturada em um cubo de vidro, de forma inovadora e tecnológica.

A estrutura do espaço para receber os clientes se diferencia por ser reutilizável e foi todo projetado em módulos para que possa ser desmontado e construído em outro local. A iniciativa faz parte dos novos projetos adotados pela companhia, de acordo com o aperfeiçoamento da Política Gafisa ESG, que visa impactar positivamente o mercado, os indivíduos e a comunidade com soluções inovadoras que prezem a qualidade de vida e a sustentabilidade global.

Imóvel padrão em Belo Horizonte custa, em média, R$ 346 mil, segundo Imovelweb

O relatório do Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, mostra que os preços dos imóveis em Belo Horizonte seguem em tendência de alta. Em julho, o preço médio de venda foi R$ 5.329/m², 0,3% a mais do que no mês anterior. Em 2021, o aumento foi de 2,5% e em 12 meses o crescimento foi de 4,1%. Dessa forma, um imóvel padrão (65m², dois quartos e uma vaga na garagem) custa, em média, R$ 346 mil.

Entre julho de 2020 e julho de 2021 os bairros onde o preço de venda mais aumentou foram Santa Mônica Pampulha (R$ 4.320/m², +18,6%), Santa Helena (R$ 4.393/m², +19,4%) e Brasil Industrial (R$ 4.817/m², +20,0%). Por outro lado, os locais onde o preço do m² mais diminuiu foram Cruzeiro (R$ 6.508/m²,            -12,5%), Olaria (R$ 2.855/m², -11,3%) e Jardim Leblon (R$ 3.567/m², -11,1%).

Veja os bairros mais baratos e mais caros para comprar um imóvel em Belo Horizonte:

Mais barato (R$/m²)Variação mensalVariação anual
Solar do Barreiro (Barreiro)2.358-0,44%-2,30%
Flávio de Oliveira (Barreiro)2.3740,42%0,53%
Conjunto Califórnia II (Noroeste)2.446-1,18%1,62%
Mais caro (R$/m²)Variação mensalVariação anual
Santo Agostinho (Centro-Sul)11.3230,62%10,96%
Braúnas (Pampulha)11.500EstabilidadeEstabilidade
Santa Lúcia Oeste (Oeste)15.0480,74%S/D

Veja o preço médio do m² por região em Belo Horizonte:

BairroPreço médio (R$/m²)Variação mensalVariação anual
Venda Nova3.9410,7%-1,1%
Norte3.9730,4%2,4%
Barreiro3.9741,2%6,0%
Noroeste4.3620,4%1,8%
Nordeste4.5910,1%0,5%
Pampulha4.7290,4%2,1%
Leste5.0620,1%3,2%
Oeste5.0670,2%3,6%
Centro-Sul7.7530,1%8,1%

Aluguel volta subir

Após registrar uma queda de 0,8% em junho, o preço do aluguel voltou a subir em Belo Horizonte. Com um aumento tímido de 0,1% em relação ao mês anterior, o valor médio de locação em julho foi R$ 1.499/mês. Em 2021, o aluguel apresenta uma variação positiva de 3,3%, enquanto no ano o aumento foi de 9,1%.

Os bairros onde o aluguel mais aumentou nos últimos 12 meses Sagrada Família (R$ 1.358/mês, +15,0%), Belvedere (R$ 2.877/mês, +16,1%) e Cidade Nova (R$ 1.371/mês, +17,5%). Já as maiores quedas ocorreram em Palmares (R$ 1.308/mês, -18,9%), Boa Viagem (R$ 1.638/mês, -15,9%) e Nova Suíssa (R$ 1.031/mês, -14,0%).
Veja os bairros que possuem o maior e menor aluguel em Belo Horizonte:

Mais barato (R$/mês)Variação mensalVariação anual
Barreiro (Barreiro)865-1,81%5,09%
Heliópolis (Norte)875-4,01%-9,74%
Jaqueline (Norte)905-1,69%-2,51%
Mais caro (R$/mês)Variação mensalVariação anual
Lourdes (Centro-Sul)2.4261,59%11,90%
Savassi (Centro-Sul)2.836-0,79%S/D
Belvedere (Centro-Sul)2.877-2,57%16,11%

A tabela abaixo mostra o preço médio do aluguel por região:

BairroPreço médio (R$/m²)Variação mensalVariação anual
Venda Nova9862,3%5,6%
Norte1.022-1,1%-0,7%
Noroeste1.271-5,4%15,4%
Nordeste1.3190,5%19,2%
Oeste1.319-0,3%4,4%
Pampulha1.3391,3%6,1%
Leste1.3762,1%13,3%
Centro-Sul1.8910,6%10,0%

Rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de julho, o índice foi de 3,36% bruto anual. Dessa forma, são necessários 29,8 anos de aluguel para obter o valor investido no imóvel, 0,4% a menos que há um ano.

Confira a rentabilidade por região de Belo Horizonte:  

RegiãoRentabilidade
Norte2,3%
Nordeste2,9%
Leste3,2%
Oeste3,2%
Pampulha3,4%
Centro-Sul3,4%
Venda Nova3,6%
Noroeste4,4%

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Alta do IGP-M mantém cenário favorável para migração do aluguel para aquisição da casa própria, avalia Credihome

Com aumento de 31%, em 12 meses, índice que reajusta contratos de aluguel contrasta com taxas de juros em patamares muito baixos, mesmo com retomada de alta da Selic

O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado como base para o reajuste dos contratos de aluguel, registrou alta de 2,94% em março, percentual superior ao apurado em fevereiro, de 2,53%. Com isso, o índice acumula alta de 31,1%, em 12 meses. A forte alta do indicador, segue contrastando com a ainda reduzida taxa básica de juros, sendo um dos fatores que têm incentivado a troca do aluguel pela casa própria, destaca Bruno Gama, CEO da Credihome, plataforma digital de crédito imobiliário multibanco.

Levantamento da Credihome apontou que mais de um terço dos financiamentos imobiliários originados pela empresa, em 2020, corresponderam à migração do aluguel para a aquisição da casa própria. “Muita gente tem feito as contas e concluído que a parcela do financiamento ficou mais vantajosa que o aluguel”, explica Gama.

Ainda que a Credihome projete uma Selic de 4%, ao final deste ano, em linha com a projeção do mercado, Gama considera que as taxas de financiamento devem seguir baixas, bastante influenciadas pelo aumento da concorrência entre grandes bancos e fintechs nesse produto de crédito. “A queda da taxa de juros contrastou com o forte aumento do IGP-M e foi um dos fatores que contribuiu com o crescimento dos financiamentos imobiliários e estimulou a migração da locação para a aquisição”, afirma Gama. A Credihome encerrou 2020 com R﹩ 1,2 bilhão em financiamentos contratados no período, valor três vezes maior que o apurado no ano anterior.

Yuca abre quarta captação por meio da Bloxs Investimentos com meta de R$2,3 milhões

Startup referência em soluções de moradia de ponta a ponta anuncia captação via crowdfunding com rentabilidade alvo de 18.9% a.a. em cotas a partir de R$ 10 mil

Após um ano de pandemia e com todas as oscilações do mercado imobiliário, o modelo de negócios da Yuca, startup referência em soluções de moradia de ponta a ponta, segue em ascensão para investidores no setor. A proptech anuncia a abertura da quarta captação com a Bloxs Investimentos, plataforma de crowdfunding pioneira em investimentos alternativos do Brasil, que opera 100% online e com regulamentação da CVM (Comissão de Valores Mobiliários). A rodada tem o objetivo de alcançar até R$2,3 milhões para a aquisição de três apartamentos na capital paulista, nos bairros de Moema, Bela Vista e Brooklin. Estes serão reformados, mobiliados e equipados para locação sob gestão da Yuca, traduzindo o propósito da startup de soluções de moradia 360.

Com cotas a partir de R$10 mil, a oferta tem expectativa de rendimentos mensais de 0,56% e rentabilidade alvo (TIR) de 18.9% a.a, considerando a venda dos imóveis após 2 anos. A alternativa de investimento projeta um rendimento anual de 6,7% a.a e faz parte da proposta da Yuca de garantir aos investidores opções de ativos distintos daqueles aplicados em bancos, descomplicados e com rápido retorno por meio da captação coletiva. Para dar segurança aos players do mercado, o próprio fundo de investimento imobiliário da Yuca é um potencial comprador dos imóveis ao final do segundo ano de operação.

“É essencial, como proptech, oferecer essa multiplicidade de opções de investimentos e produtos para o setor imobiliário. A captação por meio de crowdfunding em parceria com a Bloxs se mostrou uma importante opção de retorno ágil, com risco baixo e livre de burocracia”, pontua o cofundador e Head de Real Estate da Yuca, Rafael Steinbruch.

De acordo com Felipe Souto, CEO da Bloxs Investimentos, há um leque de oportunidades para quem quer investir no setor de imóveis, paralelo a isso existem muitos investidores olhando para esse mercado e investindo por meio das plataformas de crowdfunding. “Os investimentos alternativos passaram a cumprir um papel fundamental na composição das carteiras dos investidores e mesmo com os riscos presentes, são uma das melhores opções. Muito desse movimento se deu pela sua popularidade e principalmente de plataformas como a Bloxs, considerada o melhor caminho para conectar investidores que desejam rentabilidade e diversificação do novo perfil de empreendedores que buscam acesso ao mercado de capital como o da Yuca para diversificar seu portfólio”, explica Souto.

Ao adquirir uma ou mais cotas da nova oferta de Equity (título conversível em participação) da Yuca, os novos investidores passam a ser acionistas da SPE (Sociedade com Propósito Específico), empresa criada exclusivamente para ser proprietária dos imóveis a serem reformados e geridos pela startup. A parceria entre a Yuca e a Bloxs Investimentos já promoveu outras 3 ofertas em menos de um ano, captando quase R$5 milhões no total e refletindo a necessidade do mercado em oferecer uma proposta de baixo risco e retorno atrativo para novos perfis de investidores.

MPD Engenharia aumenta sua presença em São Paulo

Projeto arquitetônico traduz desejos dos paulistanos com espaços verde, horta urbana e integração da área residencial e comercial em um dos destinos imobiliários mais procurados da Zona Oeste

A MPD Engenharia, uma das principais empresas de construção e engenharia do País, com 38 anos de atuação no mercado, está expandindo ainda mais sua atuação na capital paulista, depois do sucesso do seu primeiro empreendimento residencial na cidade. Com o lançamento do Hera Perdizes, a construtora buscou traduzir no projeto arquitetônico os desejos e a herança de valores dos moradores de Perdizes, apontados em um estudo sobre a região. No dia 6 de março, também será aberto o apartamento decorado para visitação com hora marcada.

O novo projeto que tem tudo para repetir o sucesso do empreendimento Verve, em Pinheiros, lançado em outubro e que, em menos de três meses, já teve 90% das suas unidades vendidas.  “É um grande orgulho para nós concluir um projeto como esse, com características tão próprias e únicas, que respeita a herança da região, mostrada em nosso estudo e com parceiros tão competentes em traduzir tudo isso em sua concepção e realização”, afirma Débora Bertini, diretora de Incorporações da MPD.

O estudo feito mostra que o distrito é amado pelos moradores, que valorizam suas áreas verdes, alimentação saudável e o contato com a natureza, sua ótima localização e o fácil acesso aos diferentes serviços e infraestrutura. São pessoas que valorizam conciliar trabalho com qualidade de vida, apreciam vinho e a vida cultural da região.

Para atender as expectativas locais, o projeto une conceitos modernos em seu design, muitos espaços verdes. Mais um grande destaque do Hera são as suas áreas comuns, com sua decoração de interiores assinada por Claudia Albertini. No projeto paisagístico de Beth Miyazaki, a horta urbana é outro grande diferencial do empreendimento, assim como o lobby com pé direito triplo, parte do projeto arquitetônico da SPOL Architects.

Com 28 pavimentos agregando 101 apartamentos e duas lojas, o Hera apresenta um condomínio residencial de alto padrão e um empreendimento comercial – com acesso e estacionamento independente, permitindo assim que não haja cruzamento de fluxo de pessoas.

No setor residencial, todos os apartamentos têm em suas plantas o diferencial do conceito de Open View, com terraço em formato de “L”, que permite um maior ângulo de visão para todo o bairro. Nos andares mais altos, é possível avistar a Serra da Cantareira. São oferecidas quatro opções de metragem para os mais diversos perfis de moradores e famílias, com 49 unidades de 70 m² e 48 de 111 m², além de quatro unidades duplex, duas de 125 m² e mais duas de 202 m².

As unidades também refletem a modernidade do projeto por meio do Open Space, um conceito que valoriza o espaço interno dos apartamentos. Pode-se por exemplo, eliminar paredes e, com isso, obter maior integração entre os ambientes, o que permite mais opções criativas na hora do morador decorar e aproveitar sua casa.

Além disso, separados em dois pavimentos, o Hera conta ainda com pet space, piscina com raia de 20m, espaço coworking, espaço fitness, lounge coberto, espaço e terraço gourmet com churrasqueira e forno de pizza, , brinquedoteca, playgrounds específicos para diferentes faixas etárias, sauna e sala de massagem.

Além desses, um diferencial é o espaço delivery, que se trata de um elevador compacto, que o porteiro do Hera pega o alimento pedido pelo morador e digita o número do apartamento. Esse mini elevador foi projetado no empreendimento para facilitar o dia a dia dos clientes, principalmente neste momento de pandemia, que os pedidos via delivery cresceram exponencialmente.

Tomando todos os cuidados necessários para garantir a segurança de visitantes e colaboradores, o estande do Hera está aberto para visitações. A MPD, com o intuito de tornar as visitas ao decorado ainda mais seguras, está apostando no uso de materiais digitais, além da utilização de QRCode para evitar o contato manual. Aqueles que preferirem, também podem agendar uma visita virtual, com o corretor transmitindo ao vivo do estande.

Localizado num ponto estratégico de Perdizes, o Hera fica a poucos minutos de locais referência do bairro, como o SESC Pompéia, o Parque da Água Branca, o Allianz Park, os shoppings West Plaza e Bourbon, o campus da PUC, de importantes estações de trem e metrô, como da futura Linha 6-Laranja, além de diversos mercados, restaurantes, hospitais e escolas. Toda essa diversidade em ofertas de produtos e serviços somada à proximidade de bairros centrais, como no caso da Av. Paulista, fazem de Perdizes – o bairro com 3º maior IDH da cidade de São Paulo (1) – estar em constante valorização. Com a Zona Oeste sendo uma das regiões que se destacam em quesitos como vendas sobre oferta de unidades (2), um imóvel em Perdizes é, além de tudo, um investimento para o futuro.

“O Hera é mais um passo importante na consolidação da MPD como uma das construtoras de referência em São Paulo, um empreendimento inovador em seus conceitos, que preserva os valores de um bairro como Perdizes”, explica Débora Bertini, diretora de Incorporações da MPD.

Para mais informações, acesse: www.mpdlancamento.com.br

1: Fonte: IBGE, Censo Demográfico 2010

2: Fonte: Secovi-SP

Resale e Wuzu levam tecnologia blockchain ao mercado de imóveis

Startups unem suas soluções para que propostas e pagamentos sejam mais transparentes e seguros

O setor imobiliário é um dos mercados mais tradicionais, mas também tem passado por um grande processo de digitalização. Além das tecnologias já existentes, entra em cena também o blockchain, tornando as transações digitais de todos os tipos de imóveis, inclusive fazendas, cada vez mais transparentes, íntegras e seguras. A Resale, outlet de imóveis que desenvolve soluções para gestão e venda de imóveis que retornam ao mercado provenientes de instituições financeiras, e a Wuzu, fintech curitibana especialista na criação de exchanges de Bitcoin e criptomoedas, são duas das startups responsáveis por isso.

A Resale leva ao consumidor final a possibilidade de comprar online imóveis retomados que estão nas bases de bancos como o Banco do Brasil e a EMGEA – Empresa Gestora de Ativos do Governo Federal com alto valor de desconto, característico da categoria. Antes conhecida apenas por quem era do meio, a compra desses imóveis ficou muito mais digital e ágil com a tecnologia da startup.

Dentro de suas modalidades de venda, a Resale criou o modelo de concorrência pública, que consiste em uma forma extremamente segura e transparente para o envio de propostas de compra criptografadas. “O valor proposto (envelope comercial) é 100% criptografado, inviolável e identificado por meio de um token cujos dados somente serão liberados após o término da concorrência, quando então é conhecido o ranking de participantes”, explica o CTO da Resale, Paulo Nascimento.

O desenvolvimento dessa solução via blockchain utilizou a tecnologia da Wuzu. Criada em 2017, a startup leva ao mercado soluções de infraestrutura e é a primeira empresa a conectar várias exchanges na mesma matching engine. E não é a primeira vez que a startup lança algo voltado para o mercado de real estate. Em 2020, auxiliou o Banco BTG Pactual, também sócio da Resale, no desenvolvimento do ReitBz, uma plataforma que utiliza blockchain para a tokenização de ativos imobiliários sob gestão do banco.

Segundo Guilherme Zonatto, COO da Wuzu, “essa parceria com a Resale decreta um novo marco em governança e transparência nos processos em que existe a necessidade de propostas secretas. Não permitir o acesso às informações por nenhuma das partes até o fim do processo garante um procedimento sem interferências externas sobre o resultado final, o que traz mais segurança e confiabilidade para as negociações. Além de proporcionar mais segurança, a tecnologia usada nessa parceria é altamente escalável, permitindo milhares de concorrências concomitantes com um custo operacional muito baixo”.

Ainda em 2021, as duas empresas pretendem levar ainda mais tecnologia de ponta ao mercado de imóveis. “Sabemos que a compra digital de ativos se torna uma realidade para um número de pessoas cada vez maior. Queremos que esses novos consumidores e também as instituições financeiras contem com nossas soluções para seguirem comprando e vendendo com máxima segurança digital”, finaliza o CTO da Resale.

Vìncere Incorporadora acredita em aumento na intenção de compra e busca por imóveis maiores em 2021

Com a taxa básica de juros da economia, a Selic, mantida em 2%, a perspectiva é que o mercado imobiliário permaneça em ascensão este ano. De acordo com o levantamento da Associação Brasileira das Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), realizado com 38 dos maiores players do segmento, 97% dos empresários pretendem lançar novos projetos nos próximos 12 meses e 92% comprará terrenos no período.

Para Altemir Farinhas, especialista em finanças pessoais, existe uma força motriz impulsionando o setor. “O financiamento imobiliário tem ajudado muito o mercado. Agora muitas pessoas têm acesso a crédito e é por isso que vemos muitos prédios sendo construídos. Além disso, a queda da Selic impactou muito na rentabilidade da poupança, do tesouro direto e alguns fundos de investimento. Nós sempre tivemos no mercado pessoas com bom valor financeiro, com quantias altas na caderneta de poupança e, esses conservadores, estão migrando para o setor imobiliário porque olham muito para a questão da segurança”, explica

Procura por imóveis maiores

Já a diretora da Víncere Incorporadora, Adriana Macedo Perin, afirma: “Além dos juros baixos despertar a intenção de comprar um imóvel, há também, quem passou a trabalhar de maneira remota permanentemente e, com isso, aumentou o desejo por melhor qualidade de vida. Nos últimos meses os consumidores passaram a procurar por imóveis mais amplos. Acredito que isso seja um reflexo da demanda maior por home office. Além disso, muitas pessoas que antes investiam na bolsa passaram a comprar imóveis por ser um investimento seguro”.

Segundo o analista de finanças pessoais, muitas pessoas que moram em apartamentos menores estão migrando para imóveis maiores. “Estamos vivendo um cenário em que as pessoas não estão vendendo o apartamento do qual estão saindo. Muitos têm optado por comprar um novo, ou seja, estão fazendo uma previdência com o aluguel de alguns imóveis e outros estão mudando para um imóvel maior e melhor. Portanto, acredito muito nesse boom no mercado imobiliário. Ao que tudo indica, o vento está a favor”, afirma Altemir Farinhas.

Ainda sobre as perspectivas para o mercado imobiliário, a diretora da Víncere Incorporadora, Adriana, diz: “Queremos que investidores e moradores tenham uma ótima experiência ao adquirir o seu futuro imóvel. Por isso, nossos empreendimentos sempre prezam por boa localização, plantas bem resolvidas e otimização de espaços”.

Incorporadora You,inc anuncia CFO, COO e Head de RI

A You,inc, incorporadora paulista referência em apartamentos compactos, anuncia a contratação de três novos profissionais: Bruno Vasques, novo Chief Financial Officer (CFO), Mauricio Belo, como Chief Operating Officer (COO) e Bruna Gambôa que assume como head de Relações com Investidores.

Como CFO, Bruno Vasques ficará responsável pela estrutura administrativa e financeira e terá como desafio central suportar a execução da estratégia de lançamentos e aquisição de terrenos maximizando a geração de valor para acionistas e parceiros. Vasques é formado em Economia pela Universidade de São Paulo (USP), com especialização em finanças pela London Business School. Possui mais de 20 anos de experiência em finanças em diferentes segmentos econômicos. Vasques atuou como diretor financeiro na Caloi, De´Longhi e Haribo. Antes de assumir como CFO na You Inc, foi CEO da Ducoco Alimentos.

Maurício Belo chega como COO para fomentar a expansão da Companhia via aquisição de terrenos. O executivo é formado em Engenharia Civil pela Universidade Mackenzie, com MBA em tecnologia e gestão da produção de edifícios pela Universidade de São Paulo. Possui mais de 20 anos de experiência no setor imobiliário, com passagens por empresas como Even Construtora e Tegra Incorporadora.

Bruna Gambôa, head de Relações com Investidores da You,inc, chegou para assumir a área e preparar a companhia para um IPO previsto para 2021. Gambôa é formada em Economia pela Fundação Armando Álvares Penteado (FAAP), com pós-graduação em Finanças pelo INSPER. Com mais quatorze de experiência na área de relações com investidores e transações de mercado de capitais, a profissional já passou por empresas como ANBIMA, BM&FBOVESPA, GPA, JHSF e CSU CardSystem.