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Indústria continua ganhando fôlego e ABRAMAT revisa projeção para o ano

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga a nova edição de sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE sobre o faturamento das indústrias de materiais de construção. A pesquisa indica que em setembro o faturamento das indústrias de materiais de construção manteve a recuperação. O resultado do mês é de alta de 1,1% sobre agosto. Os resultados positivos dos últimos meses fizeram a modelagem da FGV utilizada pela ABRAMAT apontar uma revisão da projeção em 2020 para -2,8%, significativamente melhor que os -7% projetados no auge da crise trazida pelo Covid-19.

A alta é registrada tanto no setor de acabamento, com avanço de 1,4%, quanto no de base, que apresenta crescimento de 0,9% sobre agosto. Já em comparação com setembro de 2019, a melhora apresentada foi de 3,8%. No acumulado do ano, entre janeiro e setembro, o resultado contudo ainda é negativo, de -5,6%.

Segundo Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT, “A tendência para os próximos meses é que essa recuperação tenha sustentabilidade, assim como no médio e longo prazo. Para tanto, estamos trabalhando com uma série de fatores para assegurar atração de investimentos, geração de empregos e retomada da economia. Temos um sentimento de otimismo, porém moderado e cauteloso, pois há muitas externalidades em jogo. Objetivamos que essa recuperação do setor se consolide no pós-crise e nos anos a seguir” conclui o executivo.

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Faturamento das indústrias de materiais de construção cresce 2,9% em agosto

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga a nova edição de sua pesquisa Índice, elaborada pela FGV com dados do IBGE sobre o faturamento das indústrias de materiais de construção. A pesquisa aponta que em agosto o faturamento deflacionado da indústria de materiais de construção registrou alta de 2,9% em relação a julho. O número já está ajustado sazonalmente e evidencia alta em ambos os setores, de base e acabamento. Se comparado a agosto de 2019, o aumento é ainda maior, de 9%.

No entanto, a expectativa para o fechamento do ano ainda é de queda. Até o momento a expectativa é uma retração de 7% sobre 2019, mas este percentual deve sofrer alteração no início do último trimestre. O faturamento acumulado até agosto é de -6,2%, se comparado a 2019.

Segundo Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT, “o setor tem trabalhado muito para minimizar os efeitos da pandemia trazida pelo Covid-19, e o nosso sentimento com os dados que indicam uma recuperação consistente é de um otimismo moderado. Temos de ser ao mesmo tempo cautelosos, pois sabemos que há muitas externalidades envolvidas”.

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Indústria de materiais de construção busca celeridade nas ações com novo Governo

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa segunda-feira, 29, a nova edição do Termômetro da Indústria de Materiais de Construção. O estudo destaca a diminuição das expectativas positivas acerca das ações governamentais para a sequência do ano. A análise sobre o faturamento da indústria de materiais de construção, em março e a projeção do setor de resultado “bom” em abril.
No início de 2019 a indústria de materiais de construção demonstrava alta expectativa sobre o novo governo, cenário que vai sofrendo mudanças, segundo o estudo. A sequência de resultados com pouca variação positiva somada à dificuldade na aprovação das reformas estruturais, e ao potencial bloqueio dos repasses ao Programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) pela Caixa Econômica em junho, fizeram surgir o pessimismo no setor em relação às ações governamentais, algo não observado desde outubro de 2018. 
Pesquisa conduzida entre os membros da associção, o Termômetro aponta que 25% das empresas respondentes manifestaram expectativa negativa sobre as ações governamentais, somadas a 63% que vêem tais ações com indiferença. Somente 12% das empresas ainda demonstraram otimismo com as ações governamentais para os próximos meses.

Quando analisado o faturamento das empresas, o termômetro apontou que para 33% das associadas o resultado em março foi “bom” ou “muito bom”. A expectativa sobre o mês de abril, cujo resultado será repercutido na próxima edição do Índice da ABRAMAT, se mantém ligeiramente otimista. 54% das associadas esperam resultado “bom”, enquanto apenas 4% responderam projetar faturamento “ruim”, com as demais empresas prevendo desempenho “regular”. 
O termômetro da ABRAMAT também aponta que 83% de suas associadas pretendem investir em sua linha de produção (modernização ou expansão) nos próximos 12 meses, a primeira vez que tal resposta atinge o patamar dos 80% desde setembro de 2012.

“A ABRAMAT reconhece as iniciativas do novo governo em buscar identificar as diferentes demandas para a recuperação econômica do país, mas o resultado dessa edição do termômetro traz um indicador importante. A celeridade na resolução de questões que acabam sendo gargalos produtivos para a indústria é fundamental; isso não ocorrendo, é natural uma mudança gradual na expectativa. Esse movimento, aliás, está ocorrendo não só em nossa indústria, mas em vários outros setores. De qualquer forma, estamos dando continuidade às discussões, por meio – por exemplo – das Mesas Executivas, importante instrumento criado pelo Governo para tratar desses temas. É também importante destacar que mesmo com uma queda nas expectativas nesse momento, o setor atua com uma visão de longo prazo e tem programado investimentos compatíveis com uma retomada de crescimento”, afirma Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.

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