Imovelweb mostra que preço do m² sobe 8,6% em Curitiba em 2021

Imovelweb mostra que preço do m² sobe 8,6% em Curitiba em 2021

O relatório de setembro do Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, mostra que o preço de venda dos imóveis em Curitiba subiu 0,7% no mês, 8,6% em 2021 e 12,1% quando comparado com setembro de 2021. O valor médio na capital paranaense é R﹩ 7.265/m², de forma que um imóvel padrão (65 m², dois quartos e uma vaga) custa R﹩ 449 mil.

Comparando setembro de 2020 e setembro de 2021, os três bairros onde o preço do imóvel mais diminuiu foram Capão Raso (R﹩ 5.395/m², -8,5%), Novo Mundo (R﹩ 5.583/m², -7,9%) e Guara (R﹩ 5.006/m², -7,1%). Já as maiores altas ocorreram Fanny (R﹩ 5.513/m², +17,3%), Bacacheri (R﹩ 6.941/m², +18,6%) e Tingui (R﹩ 5.519/m², +19,6%).

Veja na tabela abaixo os bairros mais baratos e mais caros para comprar um imóvel:

A próxima tabela mostra o preço médio do m² por região:

Aluguel sobe 1% no mês

O aluguel de um imóvel padrão (65 m², dois quartos e vaga na garagem) em Curitiba custa, em média, R﹩ 1.480/mês, o que representa um aumento de 1% no mês e de 7,2% em 2021. Nos últimos 12 meses, houve um incremento de 10,3% no preço do aluguel em Curitiba. No mesmo período, as maiores desvalorizações no preço de locação ocorreram em Parolin (R﹩ 970/mês, -9,8%), Capão da Imbuia (R﹩ 1.258/mês, -8,0%) e Hugo Lange (R﹩ 1.850/mês, -3,8%). Guara (R﹩ 1.167/mês, +19,3%), Gua Verde (R﹩ 1.412/mês, +19,8%) e Santa Cândida (R﹩ 1.212/mês, +20,0%).

O bairro mais caro para alugar um imóvel é Santo Inácio, enquanto o mais barato é Parolin. Os detalhes podem ser vistos na tabela abaixo:

Rentabilidade

O índice de rentabilidade imobiliária relaciona o preço de venda e valor de locação do imóvel para verificar o tempo necessário para recuperar o dinheiro utilizado na aquisição do imóvel. No relatório de setembro, o índice continua com tendência de queda e chegou a 4,15% bruto anual. Dessa forma, são necessários 24,1 anos de aluguel para obter o valor investido no imóvel, 2,7% a mais que há um ano.

Confira a rentabilidade por região:

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