Com VGV de R$ 2,78 bi, RE/MAX Brasil mais que dobra sua receita e registra o melhor semestre de sua história

Com VGV de R$ 2,78 bi, RE/MAX Brasil mais que dobra sua receita e registra o melhor semestre de sua história

A RE/MAX Brasil, a empresa que mais vende imóveis no País, acaba de registrar o melhor semestre de sua história. Seu Valor Geral de Vendas (VGV) alcançou R$ 2,78 bilhões, cifra duas vezes e meia maior na comparação com os seis primeiros meses do ano passado. No período, o número de unidades em operação, de 384 para 481 (25%), e de corretores empreendedores, de 5.008 para 7.393 (47%), também cresceu bem acima das expectativas.

Há pelo menos quatro anos a companhia vem batendo sucessivos recordes de faturamento e de expansão de sua rede. No primeiro trimestre de 2021, por exemplo, seu VGV foi de R$ 1,2 bilhão enquanto que, no segundo, chegou a R$ 1,55 bilhão – altas de 129% e 173%, respectivamente, em relação a 2020.

“Não são pontos fora da curva. O que nos deixa mais confiantes é que os números, além de expressivos, são consistentes”, afirma Peixoto Accyoli, presidente e CEO da RE/MAX Brasil. “Nosso modelo de negócio, calcado no reconhecimento de marca, investimento em tecnologia, empreendedorismo dos corretores e cultura empresarial focada nas pessoas, nos permitiu crescer durante a pandemia. E, agora, com o avanço da vacinação e a reabertura gradativa da economia, acreditamos que poderemos acelerar ainda mais”.

Segundo Accyoli, as restrições impostas pelo novo coronavírus fizeram com que mudanças esperadas para o setor fossem antecipadas em cinco ou dez anos. Por um lado, a nova onda do varejo, o omnichannel – isso é, o uso simultâneo e interligado de diferentes canais de comunicação, tanto offline e online – atingiu o mercado imobiliário em cheio. Por outro, foi observado um processo de consolidação, a partir do qual concorrentes menores tiveram de se adaptar ou sucumbir.

“Até março do ano passado, quando olhávamos para as unidades RE/MAX que abríamos, havia uma divisão uniforme: metade delas eram realmente novas (startups), metade eram formadas por imobiliárias que se converteram à nossa bandeira”, exemplifica Accyoli. “Com a pandemia, isso mudou. Agora, 76% das novas unidades são de imobiliárias que adotaram a nossa marca e nosso modelo de negócio. Esses empresários fizeram as contas e perceberam que, diante de um cenário tão competitivo e desafiador, era mais estratégico e vantajoso internacionalizar suas empresas e acessar as melhores práticas do mercado imobiliário mundial”.

Um dos pontos centrais desse modelo é justamente a sinergia entre o mundo online e offline. Por isso, ao mesmo tempo em que investe em novas tecnologias, como softwares de gestão e marketing, a RE/MAX se concentra no treinamento de seus corretores empreendedores. Até por conta de sua presença global – são mais de 8 mil agências espalhadas pelos seis continentes -, a empresa consegue verificar que, mesmo em países com forte cultura digital, o cliente ainda exige o auxílio de um profissional de qualidade na hora de adquirir um imóvel.

“Quando o consumidor está diante de uma das decisões de compra mais importantes de sua vida, como a de uma casa própria, ele quer tantos detalhes quanto possível, e não abre mão de um excelente corretor”, diz Accyoli. “O imóvel não é uma aquisição trivial. É como um vestido de noiva: você pode até pesquisar preços e modelos online, mas é incomum e até inusitado fechar a compra sem auxílio, sem vê-lo ou tocá-lo”.

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