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Vedacit Labs abre inscrições para aceleração de startups

Programa de Inovação Aberta da Vedacit, líder no mercado de impermeabilização, o Vedacit Labs está com as inscrições abertas para o terceiro ciclo. As cinco startups selecionadas receberão um Seed Money de até R﹩ 200 mil reais e três meses de aceleração, com mentoria dos executivos, conselheiros da Vedacit e convidados. As inscrições podem ser feitas até primeiro de março pelo site: https://www.vedacitlabs.com .

Este é o terceiro ano do Programa, por meio do qual já foram aceleradas 10 startups e mais de 800 inscritas nas edições anteriores. Podem participar da seleção construtechs e proptechs (startups de construção civil e do setor imobiliário) com projetos voltados para as áreas:

• Tecnologia para edificações: soluções, produtos e serviços para a melhoria dos sistemas construtivos, com foco em planejamento e concepção de projetos, no uso consciente da água durante a construção (diminuição nos índices de perdas), na eficiência energética (automação e digitalização do controle de impacto) ou na reutilização de materiais de uso temporário ou reciclagem, além de tecnologias que contribuam com o planejamento, gestão e o monitoramento da execução das obras;

• Varejo: soluções para gestão de lojas e estoques de pequeno e médio porte, com foco na atração e retenção do consumidor dentro da loja, que melhorem a experiência do cliente, no varejo online (para facilitar o processo de entrega dos produtos) ou voltadas à oferta de crédito para pequenos lojistas, além tecnologias para a coleta e análise de feedbacks (possibilidade de otimizar os produtos, serviços e atendimentos);

• Mercado imobiliário: soluções com o foco em gestão de propriedade, segurança e comunicação em condomínios ou voltadas à oferta de crédito para consumidores de baixa renda.

O Pitch Day com as finalistas acontece em 26 de março e as selecionadas iniciam o Programa em maio de 2021. O regulamento completo e as inscrições estão disponíveis no site.

Após a conclusão do ciclo de aceleração, as startups têm a possibilidade de escalarem o negócio e trabalharem com a Trutec, empresa do grupo Vedacit que leva soluções tecnológicas para a construção civil. Três construtechs que já passaram pelo Labs – ConstruCode, Cianove e ElixirAI – fazem parte do portfólio da Trutec atualmente, além de outras que estão negociando a parceria. A ConstruCode, inclusive, é uma das 100 Open Startups, ranking que destaca anualmente as startups mais atraentes para o mercado corporativo. É a segunda colocada entre as Construtechs e a 38ª na colocação geral.

“A Trutec é uma empresa que leva soluções tecnológicas para a construção civil. O Vedacit Labs é a porta de entrada, faz a seleção de novos modelos de negócio, acelera e encontra as iniciativas aderentes à proposta. Somos a primeira empresa que investe em inovação e oferece um caminho completo para trilhar. É uma entrega de valor para o mercado, levando cada vez mais tecnologia e contribuindo para modernização do setor”, afirma Luis Fernando Guggenberger, executivo de Inovação e Sustentabilidade da Vedacit um dos e founders da Trutec.

Primeira empresa do segmento a lançar um programa de aceleração corporativa, a Vedacit quer ser referência no campo do empreendedorismo voltado para as construtechs no Brasil. A cada ciclo, são investidos cerca de R﹩2 milhões no Programa. O objetivo é ampliar a oferta de soluções ao segmento de construção civil, disponibilizando produtos, serviços e tecnologias.

“Os resultados conquistados nas duas primeiras edições foram além do esperado. Todas as construtechs desenvolveram soluções de impacto que ajudarão a preencher a lacuna de tecnologia na construção civil com serviços voltados para as construtoras e para o varejo. No último ciclo, por exemplo, tivemos faturamento quintuplicado e melhoria nos processos. A inovação é fundamental na construção”, acrescenta Gabriela de Rezende Oliveira, coordenadora de Novos Negócios da Trutec e gestora do Vedacit Labs.

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MRV e SENAI lançam desafio para startups da construção civil

A MRV, plataforma de soluções habitacionais com mais de 40 anos de mercado, se uniu ao Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) para lançar um desafio para startups e empresas de base tecnológica em busca de soluções inovadoras para a indústria da construção civil. A categoria será Empreendedorismo Industrial, que contará com dois desafios: Gestão de inventário e romaneio de fôrmas e Inteligência aplicada ao processo de modulação de peças e kits de fôrmas. Serão aprovados até quatro projetos que terão acesso a recursos de, no mínimo, R$ 250 mil para o desenvolvimento das propostas. As inscrições e o edital completo podem sem acessados no endereço www.plataformainovacao.com.br. As inscrições podem ser feitas até o dia 15 de janeiro de 2021.

A MRV vislumbra grande potencial de escala para as soluções a serem desenvolvidas, com aplicação em centenas de canteiros de obras espalhados por 22 estados do território nacional. O SENAI, parceiro da iniciativa, além de ajudar na seleção dos projetos, vai ofertar a infraestrutura laboratorial e especialistas necessários para o desenvolvimento das propostas e disponibilizar, junto à MRV, os recursos financeiros para o desenvolvimento dos projetos. “Vamos selecionar as startups com as melhores propostas, ajudá-las a fazer o planejamento e a execução dos projetos adequados ao tempo e do recurso disponibilizado pela chamada”, afirma André Zanatta, gerente de Inovação e Tecnologia do CIT SENAI, explicando que o projeto será executado no CIT. Zanatta reforça ainda que a iniciativa traz a possibilidade de novos e bons negócios para toda a cadeia produtiva da construção civil. “Queremos proporcionar a geração de negócios entre as empresas, fortalecer serviços e produtos a partir da resolução destes desafios. Quem sabe, possibilitar que novas empresas trabalhem com a MRV, deixando o setor mais produtivo e também, mais seguro” reforça o executivo.

Flávio Vidal Cambraia, Gestor Executivo de Inovação e P&D da MRV, reforça a importância da chamada: “essa iniciativa é de grande relevância para a companhia, que está aberta ao desenvolvimento de tecnologias em colaboração com o ecossistema de inovação. Será uma excelente oportunidade de unir inteligência interna e externa para criar soluções relevantes para os nossos empreendimentos e, consequentemente, nossos clientes e o setor de habitação no Brasil. Contar com mentes pensantes, pessoas engajadas e a estrutura do SENAI nos faz ter ótimas perspectivas”, ressalta Vidal.

Parceria em Pesquisa e Desenvolvimento

Tendo como um de seus pilares a inovação, a MRV, anunciou, em junho de 2020, a criação do seu próprio Centro de Pesquisa e Desenvolvimento, que está instalado no CIT SENAI, em Belo Horizonte. A iniciativa, inédita no setor de construção civil, tem o objetivo de fomentar o desenvolvimento de tecnologias, novos processos e métodos construtivos, desenvolvimentos e testes de materiais, entre outros pontos, com o intuito de entregar aos brasileiros habitações com cada vez mais qualidade e tecnologia.

Emgea realiza primeira venda de imóveis do Governo via blockchain

A Empresa Gestora de Ativos do Governo (EMGEA), realiza a gestão de bens e direitos provenientes da União e das demais entidades integrantes da Administração Pública Federal. Agora, será a primeira empresa do Governo a utilizar a tecnologia blockchain para venda dos seus imóveis graças à parceria com a Resale, outlet de imóveis que desenvolve soluções para gestão e venda de ativos que retornam ao mercado provenientes das instituições financeiras.

A tecnologia da startup permite que todas as propostas comerciais recebidas sejam 100% criptografadas e imunes a interferências humanas, um fator sempre sensível em modelos de venda em licitações. Parte dos imóveis a serem disponibilizados para venda são aqueles que precisam passar pelo método de disputa, de acordo com a Lei 13.303 e que, no modelo a ser lançado pela EMGEA, terá o nome de concorrência pública.

A iniciativa faz parte de uma série de medidas estratégicas que a empresa vem adotando para a venda dos seus ativos imobiliários. Em outubro, a EMGEA lançou o seu próprio portal de imóveis em parceria com a startup, para levar essas ofertas diretamente para o cliente final, e agora lança essa nova modalidade de venda. “O foco dessa gestão é cumprir as diretrizes traçadas pelo Governo Federal, que visam a redução do tamanho do Estado. Mesmo já sendo atrativa para o mercado, esta é uma das muitas iniciativas que a EMGEA vem adotando com o objetivo de melhorar a gestão dos seus processos, aperfeiçoando-a cada vez mais, e consequentemente, potencializando o seu valor e retorno para União, seja na liquidação de ativos, seja na sua desestatização”, afirma Diogo Mac Cord de Faria, Secretário Especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia.

A tecnologia blockchain já é conhecida do mercado, especialmente no setor financeiro por ser a utilizada para a emissão das criptomoedas, como o bitcoin. No setor público algumas iniciativas já vêm sendo testadas em licitações para compra de produtos, mas é a primeira vez que é aplicada na venda de imóveis públicos. Paulo Nascimento, sócio e diretor de tecnologia da Resale diz: “estamos aplicando tecnologia para melhorar o processo de venda de bens públicos. Tecnologia de ponta não pode ser ‘modinha’, tem que ser aplicada para gerar benefícios reais para quem a utiliza”, conclui o CTO.

O lançamento dessa nova solução acontece em um momento importante na Emgea, onde o presidente Fábio Rito Barbosa acelera o processo de desestatização dos atuais ativos da empresa, assim como de alavancar os resultados operacionais e financeiros, além de avaliar formas para oportunizar via Emgea mais desestatizações de diversos ativos atualmente estagnados. “Nosso objetivo é que a base de imóveis seja vendida com muito mais agilidade, gerando maior eficiência operacional, ao reduzir nossos custos com as despesas de manutenção desses ativos. A iniciativa de fazer isso utilizando novas tecnologias está em linha com esse objetivo, ao passo que damos muito mais segurança à venda dos ativos públicos. Sendo importante enfatizar que o principal benefício mútuo é que esses ativos estagnados, como casas, apartamentos e salas comerciais saiam das mãos da União e cheguem aos brasileiros com valores muito mais acessíveis”, enfatiza Rito.

Segundo Alexandre Mota, diretor executivo da EMGEA, a logística presente na solução da startup casa perfeitamente com as necessidades da instituição. “Até pouco tempo atrás nós esperávamos os interessados nos procurarem. Agora, mudamos completamente nosso posicionamento buscando tornar esses ativos mais fáceis de comprar em uma vitrine online 24 horas por dia, 7 dias por semana”, enfatiza.

“Entendemos que podíamos ser ainda mais ativos na oferta. Para isso, conseguimos nos tornar ainda mais agressivos na venda junto ao nosso cliente final”, esclarece Mota.

Como exemplos: um apartamento em Juiz de Fora (MG) avaliado em R﹩120mil é vendido por R﹩53.903, (55% de desconto) ou então, um apartamento na Praia de Itaparica em Vila Velha (ES), avaliado em R﹩181.400 é vendido por R﹩ 94.328 (48% de desconto), entre outros imóveis que chegam até 66% de desconto. Nesse tipo de venda, chamada de “venda direta” não existe leilão, ou seja, basta se cadastrar na plataforma e enviar toda a documentação para que a pessoa possa se tornar elegível para compra do imóvel.

Vendas na prática

Qualquer pessoa interessada em comprar um imóvel que esteja em concorrência pública, poderá acessar o site da Emgea e realizar sua proposta online. A partir desse momento, a solução então cria dois “envelopes”, um chamado de comercial que contém as informações de valores e condições de pagamento e outro de documental que, como o nome já diz, contém os documentos obrigatórios para habilitação na compra. O valor proposto (envelope comercial) é 100% criptografado, inviolável e identificado por meio de um token cujos dados somente serão liberados após o término da concorrência, quando então é conhecido o ranking de participantes.

A primeira concorrência da Emgea contará com 50 imóveis que estarão disponíveis para receberem propostas até o dia 13/01. Para participar basta acessar o portal de imóveis https://www.emgeaimoveis.com.br e filtrar os imóveis pelo tipo de venda “concorrência pública”.

Simulador otimiza negociação para fiança locatícia na CredPago

Como forma de transparência e para facilitar o processo de locação entre imobiliárias e inquilinos, a CredPago , startup pioneira em oferecer o serviço de fiança locatícia com uso de cartão de crédito no mercado imobiliário brasileiro, oferece o Simulador de locação. Com a ferramenta, o inquilino tem uma pré-aprovação dos valores que ele pode pagar no aluguel e para a imobiliária o dispositivo funciona como um qualificador de lead.

“Quando a resposta é gerada, o Simulador aponta qual o valor ideal para o cliente alugar um imóvel com a informação exata dos preços compatíveis ao inquilino. Como prova da eficácia, os clientes relatam que com o uso do simulador a taxa de conversão das locações aumentou em cerca de 65%, um volume significativo e importante para nós”, afirma Jardel Cardoso, CEO da CredPago.

De acordo com ele, após um rápido preenchimento do formulário no site a ferramenta informa os valores. “Os clientes finais podem usar o site para a simulação, já as imobiliárias possuem um simulador dentro da plataforma da CredPago, na qual elas contam com um histórico das simulações feitas, assim, podem trabalhar melhor os seus leads”, salienta Cardoso.

O Simulador da startup é único no mercado imobiliário brasileiro. A ferramenta não apresenta custo para imobiliárias, personaliza o atendimento de cada cliente e adequa os imóveis disponíveis à renda informada no cadastro.

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Com mais de 50 opções de serviços gerais, startup Triider movimenta cerca de R﹩ 5 milhões no setor

O setor da construção civil é considerado uma das atividades essenciais para a economia, movimentando mais de R﹩ 225 bilhões ao ano. Com 136 mil lojas de materiais de construção em todo o país, o mercado conta com 4,6 milhões de profissionais de obra no Brasil. Para potencializar a qualidade e eficiência dos serviços prestados aos consumidores, surgiu o Triider , plataforma de serviços de manutenção e reforma que conecta clientes com profissionais especializados.

A startup Triider, um marketplace de serviços gerais, apostou na crescente demanda do setor e criou uma plataforma que conecta clientes com profissionais especializados em diversas áreas como elétrica, pintura, hidráulica, instaladores, marido de aluguel, assistencia técnica, entre outros serviços. Desde a sua criação em 2016, o Triider já realizou mais de 40 mil operações em importantes regiões do Sul do Brasil. Atualmente, a startup expandiu suas operações em capitais como Curitiba, São Paulo, Belo Horizonte e Brasília.

Criada a partir da dificuldade de quatro sócios de encontrar bons profissionais para serviços de manutenção em geral, o Triider começou sua operação em Porto Alegre e Canoas, no Rio Grande do Sul. Em outubro de 2020, foi adquirida pela joint venture da Votorantim Cimentos, Gerdau e Tigre, a Juntos Somos Mais. Com um importante investimento este ano, o Triider pretende fechar 2020 com mais 70 novos colaboradores que vão apoiar o forte processo de expansão e consolidação da plataforma em todo o país.

Com um processo full-stack, o Triider se diferencia por ser a primeira plataforma a acompanhar o serviço do início ao fim, intermediando todas as etapas desde o orçamento, realização do serviço, garantia e até o pagamento. Desta forma, nem o cliente, nem o profissional ficam desassistidos em nenhum momento e o processo flui de maneira mais estruturada, evitando desentendimentos e transtornos.

“O Triider surgiu para facilitar essas atividades, garantindo a segurança e agilidade dos serviços de reparo e manutenção em geral. A nossa proposta é de disrupção dos serviços do setor, proporcionando melhorias para o cliente e o profissional”, conta Juliano Murlick, CEO do Triider. A empresa ainda se encarrega de regular a oferta e a demanda nas regiões, de forma que haja um equilíbrio entre a quantidade de pedidos de orçamentos e profissionais na plataforma, gerando assim oportunidades iguais para todos os prestadores sem que falte mão de obra para atender os consumidores.

A plataforma conta com atendimento humanizado 24×7, em que o cliente pode explicar sua dor e os especialistas o direcionam para o profissional ideal, sempre intermediando os contatos e resolvendo questões pontuais. “A nossa proposta de valor beneficia tanto o cliente, que conta com garantia de serviço, suporte 24h do nosso time e toda a facilidade de um processo full stack, quanto o profissional, através da recorrência de serviços e garantia de pagamento.” completa Murlick.

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Startup cresce 50% ao mês com aquecimento do setor imobiliário

Com o mercado imobiliário aquecido, a startup Hent, que automatiza a gestão de recebíveis das vendas de terrenos em loteamentos imobiliários, tem crescido 50% ao mês, desde março deste ano.  Hoje, mais de 700 contratos de lotes são gerenciados pela plataforma e a expectativa é que esse número suba para 4 mil até dezembro deste ano.  

O que explica esse otimismo, segundo a empresa, é o fato de a pandemia ter acelerado as vendas das loteadoras e despertado a necessidade da digitalização nessas empresas.

“Na pandemia, a grande procura por imóveis com espaços abertos amplos e as baixas taxas de juros do crédito imobiliário impulsionaram a venda de terrenos em loteamentos residenciais. Aliado a isso, as loteadoras e incorporadoras estão investindo em tecnologia para agilizar seus processos internos e de negócio”, diz o CEO da Hent, Leo Pinho.

A tecnologia da Hent, fundada há um ano, auxilia as loteadoras a reduzir custos operacionais, melhorando a eficiência financeira. Segundo Pinho, um loteador leva anos para desenvolver um novo empreendimento porque geralmente seu fluxo de caixa é baixo e o custo operacional é alto.

“Na maioria dos casos, o loteador precisa esperar muitos meses – ou até anos – para ter o recurso financeiro necessário para lançar um novo empreendimento. Nós ajudamos a acelerar essa engrenagem”, comenta o executivo.

Sediada em Recife (PE), a Hent foi fundada em Agosto de 2019, por David Aragão (fundador da Motonow, empresa de delivery vendida em 2015 para a Loggi), Leo Pinho (fundador da Kaplen, fintech comprada pelo Itaú em 2015) e Thiago Diniz (fundador da Eventick, startup de eventos adquirida pela Sympla em 2016).  

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Banib fica entre as 5 startups mais atrativas do mercado brasileiro no evento 100 Open Startups de 2020

A empresa Banib, criadora da plataforma de tour virtual Banib Conecta, recebeu o prêmio do 100 Open Startups, que elege todo ano, as startups favoritas por quase 3 mil das principais corporates do Brasil.

Foram quase 14 mil startups participantes do processo da 100 Open Startups e a Banib alcançou o 4º lugar. A categoria Construtech dá a Banib o devido reconhecimento por ser a plataforma de tour virtual mais usada pelas construtoras do Brasil, assim como por mais de 800 imobiliárias. A plataforma já está sendo usada em mais de 5 países.

Neste mês de novembro, a Banib assinou uma parceria com a Senior/Mega Sistemas, empresa especializada em software de gestão das principais construtoras do país, onde eles oferecem , com exclusividade para todos os seus clientes, a solução de tour virtual da Banib, tanto para vistoria e acompanhamento de obras quanto para venda qualificada de imóveis.

Renato Rodrigues, CEO da Banib, promete mais atualizações na em sua plataforma com o intuito de ampliar o campo de atuação da empresa, com o novo modelo de franquia que está na fase final de projeto.

De janeiro a setembro de 2020, a plataforma já teve mais de 1,2 milhão de visitas em seus tours, um crescimento de 353% comparado ao mesmo período de 2019.

“Alcançamos essa premiação com muito trabalho e força de vontade, mas acreditamos que há muito espaço para expandirmos com novas ferramentas e modelos de negócio. Recomendo que todos os profissionais não se acomodam em suas funções e busquem sempre inovar. Na Banib fazemos isto todos os dias para melhor atender os nossos clientes, e por isto também do reconhecimento”, aponta Renato.

A plataforma foi primordial para as empresas do mercado de construção, pois os tours virtuais dispõe de várias funcionalidades para garantir benefícios as construtoras, incluindo vistoria de obras e medições digitais, auxiliando na elaboração de relatórios técnicos, reduzindo a incidência de multas e taxas, conquistando selos de boa gestão e de qualidade e certificações internacionais. Tudo isso podendo inserir várias imagens para ilustrar cada descrição e disponibilizar para os fiscais e auditores fazer as devidas verificações.

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Yuca anuncia novos formatos de investimentos imobiliários com retorno de até 8.8% ao ano

Apostando na força do setor imobiliário, principalmente frente a um cenário de juros baixos, a Yuca, startup referência em coliving no Brasil, expande suas opções de investimento nesse setor. O Projeto Yuca Invest garante ao investidor um ativo rentável, seguro e sem a volatilidade financeira do mercado de capitais.

O novo investidor do Yuca Invest poderá ser sócio ou proprietário direto de um apartamento gerenciado pela Yuca – que aluga e opera como coliving – e conta com as vantagens de um imóvel totalmente reformado, rentável e sem as preocupações de um proprietário comum, que precisaria lidar com toda a gestão do ativo. O Yuca Invest oferece duas modalidades de captação: Buy to Rent (investimento direto) e via cotas de investimento (de Equity ou Dívida).

Com a curadoria de imóveis para renda, na modalidade Buy to Rent o investidor torna-se proprietário de um imóvel indicado pela Yuca, que cuida de todo o resto: reforma, gestão e operação, alugando no formato de co-living e rentabilizando o ativo. Os investimentos partem de R﹩ 400.000 e tem retorno mínimo garantido, podendo chegar a 8.8% a.a. considerando a ocupação total dos apartamentos.

Na modalidade de cotas, o investimento é feito formato de crowdfunding através de uma plataforma de investimentos terceira, com oportunidades de financiamento de expansão ou até novas aquisições. Por valores mais acessíveis, os retornos podem chegar a até 10.03% a.a. Neste formato, o investidor se torna sócio da SPE (Sociedade com Propósito Específico) criada pela Yuca para ser a proprietária dos imóveis que serão operados pela startup.

Um imóvel gerido pela Yuca é a garantia de um patrimônio rentável, seguro e sem as variações do mercado, ou as dores de cabeça com manutenção e relacionamento com os inquilinos. As diferentes iniciativas da Yuca são algumas das apostas da proptech para revolucionar o setor imobiliário do Brasil, garantindo ao investidor uma renda fixa acima daquelas aplicadas em bancos. “Por meio de nossa plataforma, os investidores podem fazer parte dessa transformação do mercado de imóveis e aproveitar retornos muito superiores ao investimento tradicional” conta Rafael Steinbruch, co-founder e Head de Real Estate da Yuca.

A Yuca surgiu para renovar o mercado imobiliário e traz em sua essência o conceito de living-as-a-service (LaaS), entregando praticidade, mobilidade e qualidade de vida unindo tecnologia e um design inovador. Os fundadores se inspiraram no modelo chinês de transformação urbana, que implementou o formato co-living em apartamentos antigos recuperados e espalhados em megacidades para atender a crescente demanda de jovens profissionais.

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Fix firma parceria com projeto social para expandir capacitação de mulheres na Construção Civil

A Fix, uma das startups mais promissoras de manutenção residencial, firmou parceria com a OSC Mulher em Construção para aumentar a inserção da mulher na Construção Civil. A ideia da parceria surgiu por meio da ação Fix Social, iniciativa criada pela startup para se aproximar de projetos sociais de capacitação de profissionais.

A empresa tem o intuito de expandir os trabalhos de capacitação da OSC, investir na formação das profissionais e, com isso, inserir mulheres no mercado e gerar mais oportunidades de emprego, com demandas de serviços disponíveis na plataforma da Fix. Segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, estima-se que a absorção de mulheres na construção civil cresceu quase 50% nos últimos dez anos, e que mais de 200 mil mulheres já atuam na área no Brasil.

Com o objetivo de iniciar seus trabalhos em São Paulo, a OSC Mulher em Construção trabalha com a capacitação de mulheres na área de Construção Civil há 14 anos, visando resgatar os valores, direitos e a independência da mulher. Este projeto já atendeu mais de 5 mil mulheres de maneira direta com cursos e oficinas em diversas áreas da construção civil e agora busca parceiros corporativos para apoiar sua missão e, com isso, iniciar sua expansão para São Paulo

“Como uma mulher que atua na construção civil, essa iniciativa é extremamente importante para que haja mais igualdade para nós. O nosso propósito é de mais portas abertas, valorização das mulheres na profissão e oferecer melhores condições de trabalho, com capacitação e oportunidade”, afirma Thais Sterenberg, CMO da Fix.

Dia do Trabalhador da Construção Civil

No dia 26 de outubro é comemorado o Dia do Trabalhador da Construção Civil, homenageando todos os profissionais ligados diretamente e indiretamente a este ramo. O mês desta celebração foi escolhido em homenagem a São Judas Tadeu, padroeiro religioso da profissão.

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Alude, startup do setor imobiliário, recebe aporte de USD 3,3 milhões

A Alude, plataforma que promete otimizar o dia a dia dos corretores e o aluguel, fechou sua rodada seed com um aporte de USD 3,3 milhões co-liderado pelos fundos de investimento Ribbit Capital, Y Combinator, Maya Capital e GFC. Também participaram da rodada os investidores pessoas físicas como Hugo Barra e os fundadores da Stone, Vivareal, Wildlife, Brex, Gympass, Ingresse e Plaid. Com os recursos, a startup pretende aprimorar o produto e escalá-lo, aumentando a distribuição para os corretores.

Com tecnologia própria, a Alude desenvolveu uma plataforma capaz de automatizar o processo de locação. O software é responsável pela verificação de antecedentes, coleta de documentos, assinatura online e compra de seguros. Isso possibilita redução de custos e horas de trabalho para os corretores, que deixam de perder clientes devido à burocracia. Já os inquilinos e compradores vão ter uma experiência segura e rápida – é possível concluir todo o processo em apenas um dia. O produto é oferecido de forma gratuita para imobiliárias tradicionais.

“Nossa missão é empoderar o corretor com as ferramentas e conhecimento necessários para que ele foque toda a sua atenção no cliente, melhorando o atendimento, sem se preocupar com prazos e burocracias. Queremos atuar em todo o território brasileiro e nos tornar a maior companhia de seguro residencial e fiança locatícia da América Latina”, explica Alexandre Dubugras, CEO da Alude.

O faturamento da companhia é proveniente da venda de produtos financeiros e domésticos para seus clientes, como seguros, por exemplo. No futuro, a Alude pretende atuar como concierge e oferecer entre outros serviços, internet, móveis, logística para mudanças, além de processar pagamentos.

Crescimento

Até o fim de 2020, a plataforma deve ser utilizada apenas por uma pequena lista de corretores convidados – 150 deles já utilizam o produto com 100% dos clientes, enquanto 150 aguardam na lista de espera. A expansão está prevista para 2021.

“Nossa meta é fechar o próximo ano com 20 mil locações. Contar com a confiança de fundos nacionais e estrangeiros apostando em nosso negócio é uma grande motivação para aprimorar ainda mais nossa solução e ganhar escala”, afirma Alexandre.

Empreender durante a pandemia

Apesar das incertezas que dominaram o ecossistema nos últimos meses, a pandemia acelerou o processo de digitalização, dando ainda mais força para o software da Alude. Isso porque o sistema permite que o cliente faça todo o processo via internet, em uma única plataforma. “Conseguimos nos aproximar dos corretores e mostrar que nosso produto pode ser um grande aliado no dia a dia”, declara Dubugras.

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