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Intenções de compra de imóveis para os próximos 24 meses saltaram de 8,75% para 23,10%, segundo Datastore

O Datastore Series de agosto mostra índices positivos nas intenções de compra de imóveis pelas famílias brasileiras para os próximos 24 meses. Se comparado a julho, o aumento foi mais discreto: de 21,80% para 23,10%, mas no comparativo entre junho e agosto, os números passaram de 8,75% para 23,10%. As intenções de compra para 12 meses dentro deste grupo foram de 50% para 51%. A quantidade de famílias também teve alta, passando de 11 milhões para 11,6 milhões, quase atingindo o patamar do início da pandemia, em março, que era de 12,5 milhões de famílias.

Segundo Marcus Araujo, CEO e fundador da Datastore, a redução da taxa Selic contribuiu para o forte crescimento em julho, e apesar do índice mais baixo em agosto (2%), a Selic já não é suficiente para impulsionar o mercado, na mesma proporção que em julho. “A queda da taxa de juros não vai criar uma explosão de vendas. Para continuar crescendo precisamos de geração de empregos. Temos claramente uma retomada em V das intenções de compra e venda, mas não podemos descansar. Em julho, tivemos a melhor taxa de empregos formais registrados na pandemia. Significa que estamos no caminho certo para continuar crescendo. Se houver recuperação no comércio, serviços e indústria, podemos atingir o maior patamar da história” analisa.

Araujo também analisa a série história do relatório de agosto, com destaque para a retomada acelerada nos últimos três meses. “Em 2007, a intenção de compra era de 39%. Durante os governos Temer e o primeiro ano de Bolsonaro ficamos em 25%. Na pandemia, caímos para 10,5%, a maior queda desde 2007. Em agosto, chegamos a 23,10%. Nunca houve uma queda e uma recuperação tão rápida. O estoque inteiro do país foi praticamente vendido. Economicamente falando, o mercado imobiliário é o mais saudável da economia brasileira”.

De acordo com o CEO da Datastore, os empreendedores já estão colocando novos produtos no mercado. “Os compradores imediatos, ou seja, os que querem adquirir imóveis nos próximos 12 meses, estão aí. É o momento para lançamentos que entrem em obras entre quatro e seis meses, gerando empregos formais e contribuindo para a recuperação rápida da economia”.

O aumento na intenção de compra também ocorreu em todas as regiões do país: a região Sul registrou 24,89%, a Sudeste 23,52%, Centro-Oeste 23,14%, Nordeste 21,65% e Norte (17,97%). Em relação à região Sul, Araujo explica os motivos da boa recuperação. “Ela se deve, principalmente, à influência do Paraná e de Santa Catarina, especialmente Balneário Camboriú, que teve compradores brasileiros residentes em inúmeros países e de estados das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste”, finaliza.

Datastore Series

A Datastore Series é uma análise completa e gratuita sobre os dados do mercado imobiliário com projeções e análises mensais feitas pela Datastore e Marcus Araújo sobre a movimentação do setor. A análise pode ser feita por abrangência nacional, regional, mensal trimestral, quadrimestral e pode, inclusive, indicar os próximos passos do mercado imobiliário em geral. A Series é consistente e traz dados coletados com abrangência nacional desde 2007.

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Comprar ou alugar? Pagar à vista ou financiar? Confira dicas de como escolher o próximo imóvel

Após nove quedas consecutivas da Selic, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) do Brasil manteve neste mês a meta em seu piso histórico de 2%. Com a taxa baixa, a rentabilidade de investimentos de renda fixa diminui, porém favorece o consumidor que busca comprar um imóvel e financiá-lo. Nesse cenário econômico, comprar uma casa ou apartamento ficou mais atraente para milhares de pessoas. Mas vale a pena comprar um imóvel? É melhor financiar ou pagar à vista? O aluguel também pode ser uma boa opção?

O efeito da pandemia fez as pessoas refletirem sobre mudança, pois neste período houve uma ressignificação da relação com o morar. Com mais tempo em casa e podendo trabalhar remotamente de forma mais rotineira o aspiracional por conforto e segurança aumentou bastante.

Segundo dados da OLX Brasil, a busca por imóveis cresceu 15% no segundo trimestre de 2020 no país, se comparado ao mesmo período do ano anterior. A procura por compra teve aumento de 21% e por aluguel de 7%, na mesma comparação.

Para ajudar aqueles que procuram casas e apartamentos nesse momento, o diretor de Imóveis da OLX Brasil, Marcelo Dadian, dá algumas dicas para fazer a escolha ideal.

Vale mais a pena comprar ou alugar?

O especialista afirma que a resposta não é tão simples quanto pode parecer: “Olhando somente pelo aspecto financeiro, atualmente temos baixas taxas de juros para financiamentos imobiliários, o que deve facilitar a compra. A cada 1% de baixa nas taxas de juros, mais de um milhão de pessoas passam a ter renda para comprar seu imóvel, o que gera aumento nas vendas de imóveis. Outro ponto relevante é que com a baixa taxa de juros e as novas modalidades de financiamento, muitas vezes o valor da prestação se aproxima muito do valor do aluguel. Além disso, para quem quer investir em imóveis para alugar, a receita de aluguel passa a ter mais importância, pois, percentualmente, pode ser maior que o das aplicações mais conservadoras e ainda pode contemplar a valorização do imóvel.

A decisão depende muito do perfil de cada um e do grau de confiança para se comprometer com uma dívida de longo prazo no caso da compra de um imóvel.

O aluguel é vantajoso quando a intenção é manter uma reserva financeira para eventuais emergências. Para isso, é necessário escolher um imóvel em que o valor da locação, do IPTU e do condomínio caiba no bolso e que não exceda 20% da renda familiar. Além disso, o aluguel permite que o inquilino tenha mais mobilidade e flexibilidade para mudar de bairro, cidade ou país a qualquer momento. As pessoas podem optar também por uma locação como um teste de uma mudança de maior impacto como ir para regiões mais afastadas dos grandes centros, por exemplo.

Segundo Dadian, seja qual for a opção, ela deve ser decidida somente após uma boa pesquisa. “Optar por um imóvel é uma escolha importante e, por isso, é natural que leve algum tempo. Aproveite para olhar diferentes alternativas e definir qual a melhor localização, configuração de planta, equipamentos nas áreas comuns e serviços incluídos no condomínio e despesas do imóvel, por exemplo”.

É melhor comprar um imóvel na planta ou já pronto?

Comprar um imóvel ainda na planta pode ser mais vantajoso para quem não tem pressa e para quem espera valorização do imóvel depois de comprado. Tende a ser mais moderno e a contar com espaços de áreas comuns mais atualizados. Mas é importante lembrar que as parcelas mensais e anuais sofrerão reajustes e a obtenção do financiamento sempre tem relação com a renda familiar. “O comprador deve ficar atento no caso de contratação de financiamento, já que o custo final do imóvel será corrigido de acordo com a inflação e com os juros do contrato”, comenta o diretor da OLX Brasil.

Outro fator a levar em consideração é a reputação da construtora e se ela costuma cumprir os prazos prometidos em outras obras. Já no imóvel pronto, não há risco de atraso na obra, ele já está disponível para entrar e morar.

Deve-se juntar dinheiro para comprar à vista ou financiar?

Se o consumidor tem o dinheiro para comprar à vista, é o mais recomendado e, inclusive, nesta modalidade pode gerar algum desconto relevante. Por outro lado, para quem precisa financiar, este é um bom momento para fechar negócio, pois as taxas de juros estão favoráveis para o comprador. No caso de financiamento é importante notar o valor final do imóvel na tabela de simulação, onde aparecem calculadas todas as parcelas relacionando os juros incidentes e o valor final do imóvel.

“Se a pessoa não tem o valor total para comprar, a solução mais recomendada é tentar dar a maior entrada possível e financiar o restante. Assim, ela não perde a oportunidade naquele momento, e minimiza os custos futuros”, sugere o especialista.

Como escolher um imóvel anunciado em plataformas online?

É possível encontrar excelentes oportunidades de apartamentos e casas pela internet, mas é sempre bom tomar alguns cuidados. Primeiro, precisa ficar atento na busca pelos menores preços e desconfiar se o valor estiver muito abaixo do solicitado naquela região para imóveis semelhantes.

Muitas vezes os anúncios estão associados a um corretor de imóveis ou a uma imobiliária, e um bom profissional sempre pode ajudar na tomada de decisão.

Depois, é indicado pesquisar o endereço e verificar no mapa se as informações estão de acordo com o explicado pelo vendedor. O ideal é visitar o imóvel antes de efetuar a compra ou o aluguel durante horários e dias diferentes para entender, por exemplo, a variação da incidência de luz no apartamento e o trânsito na microrregião.

Dadian traz outras dicas importantes: “Antes de fechar negócio, é importante pedir todas as certidões do proprietário e do imóvel, tais como a matrícula e o IPTU para garantir que não exista nenhuma pendência que impeça a venda. No caso da intenção de contratar um financiamento junto ao banco de sua preferência, obter o valor do crédito antecipadamente pode agilizar todo o processo”.

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Sinduscon-MG: vendas de apartamentos crescem, mas custo de construção aumenta

Em julho foram vendidos, nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima, 370 apartamentos novos, o que representou uma alta de 16,7% em relação a igual mês do ano anterior (317). As vendas continuaram se destacando e superando o volume de lançamentos, o que têm levado o estoque disponível para comercialização aos menores patamares históricos. É o que aponta o Censo do Mercado Imobiliário, realizado pela Brain Consultoria para o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Estado de Minas Gerais (Sinduscon-MG).

Foram lançados dois empreendimentos nas referidas cidades, totalizando 63 unidades, o que representou um recuo de 14,86% em relação a julho do ano passado. Para o vice-presidente da Área Imobiliária, Renato Michel, os lançamentos represados em função da crise provocada pela pandemia do novo coronavírus deverão acontecer nos próximos meses: “Após a queda histórica de 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do País no segundo trimestre, em relação aos três primeiros meses do ano, indicadores relativos ao segundo semestre demonstram resultados mais satisfatórios, evidenciando que o pior ficou para trás. A produção da indústria, o desempenho do comércio varejista e até mesmo o setor de serviços vêm apresentando resultados positivos. Esses fatores, aliados ao baixo patamar da taxa de juros e ao incremento do financiamento imobiliário com recursos da caderneta de poupança fortalecem as expectativas mais promissoras para o desempenho do mercado de imóveis novos”.

Entretanto, Renato Michel destaca: “Um desafio que está preocupando os construtores e pode estar contribuindo para o adiamento de novos investimentos é o aumento acentuado nos custos dos materiais de construção. Produtos básicos como o aço e o cimento têm apresentado altas elevadas, prejudicando o andamento das obras e das atividades do segmento. Os indicadores de custo da construção já demonstram isso”.

Em agosto, o Custo Unitário Básico de Construção (CUB/m²), calculado e divulgado pelo Sinduscon-MG, aumentou 1,69%, a maior elevação desde dezembro de 2018. Este resultado é justificado pela alta de 4,13% no custo com materiais de construção, a maior desde novembro de 2002 (4,93%), ou seja, dos últimos 18 anos. Aço, concreto e cimento, que juntos representam 30% do custo com materiais de construção, apresentaram os seguintes aumentos em agosto: 12,24%, 4,75% e 21,23%, respectivamente. Para o vice-presidente do Sinduscon-MG, esse processo de expressiva alta dos insumos pode interromper o fortalecimento das atividades do setor, num momento tão delicado como o que o País vivencia.

Em função do baixo patamar de unidades novas disponíveis para comercialização, que está inferior a 3.000 mil unidades, o preço dos imóveis novos já tem sofrido pressão. Em relação a julho do ano passado a alta observada no preço de apartamentos novos foi de 5,27%, enquanto o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA)/IBGE, indicador oficial da inflação do País, foi de 2,31%. “Com o aumento acentuado no preço dos insumos, essa situação pode se agravar e prejudicar a recuperação da oferta das cidades, levando a uma falta de imóveis novos. E o resultado dessa situação poderá ser a menor geração de emprego e renda no setor”, destaca Michel.

Em julho foram vendidos, nas cidades de Belo Horizonte e Nova Lima, 370 apartamentos novos, ou seja, elas mantiveram-se em patamar elevado, registrando o terceiro melhor resultado do ano, atrás somente de junho (382 unidades) e janeiro (402 unidades). Desagregando as vendas por região observa-se que que a Centro Sul foi destaque, com 106 unidades, seguida pela Pampulha (77 unidades) e pela Região Oeste (59 unidades).

As vendas de apartamentos novos em Belo Horizonte e Nova Lima, nos primeiros sete mese deste ano, em relação a igual período de 2019, registraram incremento de 11,56% . O aumento observado nos lançamentos foi ainda mais expressivo: 23,46%. As vendas, neste período, também foram superiores aos lançamentos, contribuindo, portanto, para a continuidade da queda da oferta de imóveis novos nas referidas cidades. Há quatro meses consecutivos a oferta está registrando retração. Também há quatro meses seguidos as vendas são superiores aos lançamentos. Apenas 17,9% dos imóveis residenciais que entraram no mercado estão disponíveis para venda.

A Sondagem da Indústria da Construção realizada pela Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), com o apoio do Sinduscon-MG demonstrou que os empresários da construção estão com expectativas mais positivas para os próximos seis meses para o lançamento de novos empreendimentos, para a compra de insumos, para a geração de novas vagas de emprego e para o aumento do seu nível de atividades, o que certamente poderá contribuir para o País voltar a encontrar o caminho do crescimento econômico.

“Os aumentos de custos em função de elevação de preços de insumos, e em alguns casos até com desabastecimento de produtos, pode interromper esse processo, gerando mais desemprego e recuo ainda maior do que já é aguardado para a economia nacional”, comenta Renato Michel. Assim, o otimismo para os próximos meses esbarra neste momento na preocupação com a expressiva elevação dos custos do setor. É necessário aguardar os desdobramentos dessa situação para ver o comportamento do mercado imobiliário.

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Rio tem melhor agosto em 4 anos para compra e venda de imóveis residenciais

Secovi Rio indica que esse foi o melhor agosto dos últimos quatro anos para a compra de imóveis na cidade. Desde 2017 não se fechavam tantos negócios residenciais entre compradores e vendedores. Foram quase 3.500 no mês passado. Os principais motivos: juros baixos e facilidade de crédito. A APSA – líder em gestão de propriedades urbanas – confirma esse aumento da procura, sobretudo nos bairros de Copacabana e Tijuca, onde houve maior busca por residenciais no mês de agosto. Os dois bairros concentraram 63% da procura, dentre os bairros monitorados.

A flexibilização das medidas de distanciamento social, a redução nos juros e a maior oferta de crédito imobiliário estão aquecendo o mercado de compra e venda do Rio de Janeiro. O crescimento de busca pela compra de imóveis residenciais cresceu 77% entre junho e agosto, na comparação com os três primeiros meses do ano, antes da pandemia, de acordo com a APSA.

“Percebemos um aumento tanto na busca por interessados quanto nos pedidos de avaliações para venda por parte de proprietários. O volume de visitas aumentou consideravelmente, bem como de propostas e fechamentos. Os motivos são os mais diversos, mas destaco que o principal é a necessidade das pessoas em se adequar a uma nova realidade de vida, seja profissionalmente (Home Office), pessoal (Novas opções de lazer e facilidades próximas as suas residências) ou financeira (adequação a uma nova realidade financeira)”, analisa Gustavo Araújo, gerente de Negócios da APSA.

Neste levantamento, são monitorados os bairros da Zona Sul e a Tijuca, representando a Zona Norte.

Atlantico Bait foi um dos lançamentos de Copacabana em agosto. 

Dados da Secovi Rio indicam que foram feitas mais de 18.237 transações residenciais de janeiro a agosto de 2020, sendo quase 20% apenas no mês de agosto. Leblon (R﹩ 2.513.896), Ipanema (R﹩ 2.424.344) e Barra da Tijuca (R﹩ 1.400.720) concentraram os valores médios mais altos de imóveis no período.

“Estes números positivos do mês de agosto mostram que, apesar do período crítico de isolamento social vivido no primeiro semestre por conta da pandemia, muitas famílias não deixaram de lado seus planos para o futuro. A fase de retomada da economia deu mais segurança para as pessoas enxergarem boas oportunidades, gerando negociações relevantes para o mercado imobiliário carioca como um todo. A expectativa é que esse cenário otimista ganhe ainda mais força ao longo do ano e estimule novas vendas”, avalia Leonardo Schneider, vice-presidente do Secovi Rio.

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Lopes registra alta nas vendas de lançamentos durante a pandemia

Apesar da pandemia, o setor imobiliário registrou bons resultados no primeiro semestre de 2020. Com quedas na bolsa de valores, os imóveis ganharam ainda mais espaço entre investidores – que buscam segurança em meio à crise. Neste cenário, a Lopes Consultoria de Imóveis realizou mais de 80% das intermediações imobiliárias dos 18 novos empreendimentos lançados no período de março a agosto, dos quais 60% foram para investimento e 40% para moradia própria. Localizados em regiões estratégicas nas zonas central, leste, norte, sul e oeste, os imóveis tiveram uma média de 260 a 500 pessoas interessadas cada. Os atendimentos foram por uma equipe super capacitada, composta por mais de 80 corretores de imóveis associados à Lopes.

Além da localização, outro diferencial dos imóveis é o valor do m² – a partir de R$ 14.930. Os interessados foram atendidos por meio da plataforma online da Lopes, com direito a tour virtual para conhecer apartamentos decorados ou realizar agendamento online. Esses atrativos fizeram com que a maioria das negociações fosse fechada em tempo recorde, de 15 a 30 dias entre o primeiro contato e a assinatura de contrato. 

“Valores competitivos e juros baixos, somados ao atendimento virtual, foram a chave para o sucesso das intermediações, mesmo com a quarentena. Muitos dos clientes buscaram os lançamentos com foco em investimentos. O interesse se dá pela localização e infraestrutura dos projetos, que possuem um amplo leque de opções de lazer e serviços, além de design inovador, conforto e sofisticação nos detalhes – pontos essenciais para locação”, explica Mirella Raquel Parpinelle, Diretora Executiva Comercial da Lopes.

A porta-voz destaca ainda, que após a flexibilização do isolamento social, com a reabertura dos estandes, foi possível realizar visitas presenciais agendadas aos imóveis, garantindo um melhor fluxo no fechamento das negociações. “Fizemos tudo seguindo os protocolos de segurança e saúde para preservar a saúde dos nossos colaboradores, associados e compradores”, afirma Mirella.

Sucesso nas Negociações

Entre os empreendimentos com sucesso de intermediações imobiliárias está o AG Residences – GLAM, localizado na região de Pinheiros, a apenas 6 minutos da rua Oscar Freire -um dos pontos de comércio mais elegantes e valorizados de São Paulo. O projeto possui uma nova proposta de moradia de alto padrão, com dois blocos independentes de 144 unidades disponíveis em modelo Studio (com 18m² a 36m²), conectados por cafés e jardins, bem como opções de lazer como salão de festas, varanda gourmet, pool bar e espaços como piscina e academias. “O empreendimento teve 100% das intermediações finalizadas, assim como o Ascent Paulist, lançado no mês de julho, na Bela Vista, região central. Devido ao grande sucesso, lançaremos em breve o segundo empreendimento voltado para investimento, que é o Ascent Paulista Select, com apartamentos de 18 a 36m²”, ressalta Mirella.

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Financiamento escasso derruba vendas de imóveis usados em maio em São Paulo

Os bancos financiaram pouco mais de um terço dos imóveis usados vendidos na cidade de São Paulo em maio (34,21% do total), desempenho que se refletiu na queda de 17,87% nas vendas em relação a abril. A maioria das vendas (61,84%) foi feita com pagamento à vista. Os consórcios imobiliários e as vendas a prazo financiadas pelos próprios donos dos imóveis tiveram participação residual, de 2,63% e 1,32%, respectivamente.

Os números foram levantados em pesquisa realizada com 288 imobiliárias da Capital pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CreciSP). Das unidades vendidas em maio, 65,79% eram apartamentos e 34,21% eram casas. O resultado das vendas em maio fez com que o saldo acumulado desde janeiro ficasse negativo em 5,21%.

Todos os imóveis foram vendidos com desconto sobre o preço original de venda, com destaque para os localizados em bairros agrupados na Zona C, como Mooca e Tucuruvi. O desconto médio ali deu um salto de 189% ao passar da média de 3% em abril para 8,67% em maio. “Foi como dar um anabolizante para o atleta que vinha se arrastando na pista e perdendo posições para competidores com mais recursos”, compara José Augusto Viana Neto, presidente do CreciSP.

As vendas na Zona C somaram 44,77% do total de unidades vendidas em maio, superando de longe as Zonas A (9,19%), B (25%), D (7,87%) e E (13,16%). Em abril, a Zona C ficara com 23,6% das vendas e, em março, com 22,34%. Esse aumento de 189% foi o maior registrado pelas pesquisas do CreciSP este ano nos percentuais de descontos aplicados aos preços fixados originalmente pelos proprietários.

Por efeito desse e dos demais descontos – de 9,33% na Zona A, de 8,14% na Zona B, de 10% na Zona D e de 12,33% na Zona E – os preços médios dos imóveis usados caíram 1,44% em maio em relação a abril. Nos últimos 12 meses, de junho de 2018 a maio último, os preços acumulam redução de 6,59%.

“Apenas descontos maiores não bastam para que se venda mais imóvel usado em qualquer região, pois pesam nessa equação outros fatores como preço médio e localização, mas são um estímulo importante para a negociação dar certo, o que aconteceu com os imóveis da Zona C nesse mês”, afirma o presidente do CreciSP.

Mais barato, mais vendido

Também contribuiu para o bom resultado das vendas na Zona C a manifesta preferência dos compradores por imóveis de menor valor, tendência que se mantém constante nas pesquisas. Em maio, quase a metade das casas e apartamentos vendidos – 47,37% do total – tinha preço final de até R$ 500 mil. Esse tipo de imóvel não se encontra em bairros como os Jardins, na Zona A, nem no Brooklin e Pinheiros, na Zona B.

Na média geral dos preços coletados pela pesquisa CreciSP, 46,48% dos imóveis usados vendidos em maio na Capital custaram aos compradores até R$ 5.000,00 o metro quadrado. Outro dado apurado pela pesquisa com as 288 imobiliárias consultadas foi que 63% dos imóveis vendidos eram de padrão médio, 22% de padrão standard e 15% de padrão luxo.

Locação tem queda de 6%, mas

acumula alta de 26,75% no ano

A locação de imóveis residenciais na Capital paulista caiu 6% em maio comparado a abril, mas mantém um saldo positivo de 26,75% desde janeiro graças aos bons resultados de abril (+ 2,88%), março (+ 36,11%) e janeiro (+ 19,89%).

As 288 imobiliárias pesquisadas pelo CreciSP alugaram em maio 57,33% do total em casas e 42,67% em apartamentos. O valor do aluguel subiu 2,1% em média na comparação com abril, mas nos 12 meses contados de junho de 2018 a maio último acumula queda de 6,59%. Nesse mesmo período, a inflação medida pelo IPCA do IBGE chegou a 4,66% e 7,64% pelo IGP-M da FGV.

As imobiliárias receberam as chaves de imóveis no equivalente a 94,16% do total de novas locações, de inquilinos que desistiram de continuar alugando-os por motivos como mudança de bairro ou cidade (61,94% do total) ou razões financeiras (38,06%).

Os imóveis mais alugados em maio na Capital – 49,61% do total – foram os de aluguel mensal até R$ 1.200,00. No segmento de casas, a pesquisa CreciSP registrou como o menor aluguel de Maio o de casas de 1 dormitório na Zona E, de R$ 545,87 mensais, e o maior o de residências de 3 dormitórios na Zona A, de R$ 5.066,67 mensais.

Entre os apartamentos, o aluguel mais barato – R$ 700,00 mensais – foi o de quitinetes na Zona C, e os mais caros os de 4 dormitórios nas Zona A e B, alugados em média por R$ 5.800,00 mensais.

Descontos e garantias

Os descontos concedidos pelos proprietários sobre os valores anunciados foram em média de 8,91% na Zona A, de 8,94% na Zona B, de 10,21% na Zona C, de 10,19% na Zona D e 12,86% na Zona E.

As garantias mais utilizadas nos contratos de locação em maio foram o depósito de três meses do valor do aluguel (38,26%), o fiador pessoa física (34,51%), o seguro de fiança (16,32%), a caução de imóveis (7,83%), a cessão fiduciária (2,32%) e a locação sem garantia (0,77%).

A pesquisa CreciSP também apurou que a inadimplência em maio, de 4,42% do total de contratos em vigor, foi 12,82% menor que a de abril, que havia batido em 5,07%.

Levantamento feito pelo CreciSP nos Fóruns da Capital constatou um aumento de 1,15% no número de ações judiciais propostas em maio (2.378) em relação a abril (2.351). Cresceu o número de ações de rito ordinário (+ 48,44%, de 64 para 95); as consignatórias (+ 80%, de 5 para 9); as renovatórias (+ 14,47%, de 76 para 87): e as propostas por falta de pagamento (+ 1,55%, de 1.288 para 1.308). As ações de rito sumário tiveram queda de 4,25%, de 918 em abril para 879 em maio.

No que a redução de juros anunciadas pela Caixa reflete no mercada imobiliário?

Após um período de crise e estagnação no mercado imobiliário, a expectativa dos especialistas é de alta no setor neste ano. Dados da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança, a Abecip, demonstram este crescimento. Somente no mês de abril, foram R$ 5,77 bilhões investidos em financiamentos imobiliários para a compra e construção de 21,1 mil imóveis.

Levando em consideração, os dados coletados pela Abecip, nos quatro primeiros meses deste ano, cerca de 84 mil imóveis foram adquiridos, o que representa uma alta de 38% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Na compra e construção, foram investidos cerca de R$ 21 bilhões de recursos do Sistema Brasileira de Poupança e Empréstimo durante o quadrimestre. Eduardo Machado Silva Filho, CEO da Lança Urbanismo, afirma estar otimista com o mercado “Nós já começamos a sentir os primeiros sinais de recuperação e retomada no mercado imobiliário. As vendas estão crescendo e se a Reforma da Previdência for aprovada, a expectativa é de que até o começo do ano que vem, essa crise tenha chegado ao fim.”

Um novo comunicado feito pela Caixa Econômica Federal no início deste mês promete um novo aquecimento ao setor. O banco anunciou a redução de juros de financiamentos imobiliários nas modalidades de Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema de Financeiro Imobiliário (SFI).

De acordo com o anúncio, no SFH, onde se encontram os imóveis residenciais cujo valor seja de até R$ 1,5 milhão, a taxa reduziu de 8,75% para 8,5%. E no SFI, onde se encaixam os imóveis residenciais ou comerciais que não tem limite de valor para financiamento, os juros diminuíram de 9,75% para 8,5%.

Com as novas medidas, será mais prático negociar dívidas, realizar novos contratos e comprar imóveis usados. Quem adquiriu imóveis no programa do Governo Federal Minha Casa, Minha Vida também serão beneficiados com a redução. As ações ainda beneficiarão quem pretende comprar terreno para construção ou construir e reformar os imóveis.

Mercado Imobiliário inova em formas de pagamento

O comportamento do consumidor está em constante mudança e busca por praticidade. Ao mesmo tempo, pagar o aluguel e economizar para adquirir a casa própria é um desafio para muitas pessoas.  O mercado imobiliário tem acompanhado essa movimentação e observou a necessidade de inovar na forma de pagamento dos imóveis, com o objetivo de aumentar o interesse dos clientes em realizar um investimento para a vida toda.

Ao notar essa realidade de mercado, a MPD Engenharia desenvolveu um formato de venda que facilita a aquisição sem que o proprietário precise tomar a decisão de compra e necessite fazer um investimento de imediato.

Com o Invista Seu Aluguel é possível pagar um aluguel em parcelas fixas durante 30 meses e, após o período, ter o valor pago revertido como entrada para a futura aquisição da unidade. É uma nova forma de comercialização válida para todos os empreendimentos prontos da construtora, seja ele residencial ou comercial, o formato traz mais facilidade e segurança ao cliente.

O modelo tem conquistado casais como o Cristiano e Kathy Cruz. Casados há um ano, eles encontraram no Invista Seu Aluguel o benefício de reverter o valor pago no aluguel em entrada para adquirir o tão sonhado imóvel, uma vez que para comprá-lo seria necessário ter 25% do valor do imóvel disponível. A campanha da MPD possibilitou a realização do sonho do casal, que já adquiriu sua unidade no Resort Bethaville, em Barueri. “Não só assinamos o Contrato de Aluguel como também o de Intenção de Compra. Nosso apartamento está em reforma e adoramos acompanhar cada etapa. Já até fizemos amizade com alguns vizinhos”, conta Cristiano.

Importante lembrar que é válido também para unidades comerciais. Um exemplo disso é o casal de cirurgiões-dentistas Bianca e Humberto, que escolheram o Office Bethaville para abrir o consultório odontológico. “A ideia de financiamento, naquele momento, não agradava. Foi aí que a corretora sugeriu o Invista seu Aluguel. Gostamos da proposta, principalmente por não precisar desembolsar um valor alto de entrada”, explica Bianca, de 26 anos.

Segundo Débora Bertini, Diretora de Incorporações da MPD, o modelo idealizado pela companhia é uma oportunidade ímpar. “O formato de pagamento é uma oportunidade para muitas pessoas realizarem o sonho de ter seu imóvel sem precisar tomar a decisão de compra e fazer o investimento imediato para ocupar o imóvel”.

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Imóveis em leilão da Caixa poderão ser adquiridos com recursos do FGTS e financiamento

A Caixa Econômica Federal realizará, nos dias 13 e 26 de junho, um leilão de 60 imóveis populares e de alto padrão no estado de São Paulo. O grande diferencial deste pregão, organizado em duas fases pela Frazão Leilões, é que os lances poderão ser quitados com recursos do FGTS, além de serem financiados. Casas, apartamentos, terrenos e lojas poderão ser adquiridos por valores a partir de 25% do seu preço de mercado.

É o caso, por exemplo, de um apartamento de dois dormitórios em Taboão da Serra, cujo lance mínimo previsto para o segundo leilão, no dia 26 de junho, é de cerca de R$ 32 mil, valor correspondente a um quarto do preço original de mercado. Há ainda oportunidades de negócios na capital e em municípios como Cotia, Guarulhos, Itapecerica da Serra, Mogi das Cruzes e Mauá.

“Esse leilão é uma grande oportunidade, já que normalmente os recursos do FGTS só podem ser utilizados para a compra de imóveis novos. Tal facilidade de pagamento abre muitas oportunidades”, destaca Claudia Frazão, Leiloeira à frente da Frazão Leilões. Ela explica que os interessados em utilizar o FGTS para dar um lance, devem visitar uma agência da Caixa antes do pregão para verificar seu saldo do FGTS e condições de parcelamento, se desejar financiar.

Os interessados poderão participar do leilão presencialmente ou pela internet. As informações sobre todos os imóveis estão disponíveis no link www.frazaoleiloes.com.br/leilao/4846.

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Caixa reduz taxas do crédito imobiliário

A CAIXA anunciou, nesta quarta-feira (5) a redução das taxas de juros para financiamentos habitacionais. A medida foi anunciada em coletiva de imprensa realizada no Edifício Matriz da Caixa em Brasília, e promete reaquecer o mercado imobiliário.

A taxa mínima para imóveis residenciais enquadrados no Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e Sistema Financeiro Imobiliário (SFI) será de 8,5% a.a. e a máxima de 9,75% a.a. As novas taxas já começam a valer na próxima segunda-feira, 10 de junho. “A taxa mínima estava a 9,75% pelo SFI e 11% na taxa balcão, e a Caixa vinha perdendo mercado, e nós estamos corrigindo essa defasagem”, observou o presidente Pedro Guimarães.

A grande mensagem é que nós estamos eliminando as distorções, para não ter o tratamento diferenciado em categorias de renda”, destacou o presidente. A partir de 10 de junho, tanto para o SFH, que tem a utilização do FGTS pelo tomador, quanto no financiamento pelo SFI, a taxa mínima será de 8,5 % + TR.

Novas medidas para as próximas semanas

Na coletiva para os jornalistas, o presidente ainda anunciou duas novidades para o crédito imobiliário, previstas para entrar em prática de duas a três semanas: a opção de escolha pelos tomadores entre a indexação pela TR ou IPCA e a opção de financiar pela SAC ou Price.

Até o momento, a CAIXA apenas trabalha com a indexação por TR, que é determinada pelo Ministério da Economia, portanto volúvel quando se trata de um financiamento a longo prazo como é o habitacional, explicou Pedro Guimarães.

Quanto a opção de financiar pela tabela Price, estará disponível conforme avaliação de crédito. A vantagem da tabela Price é começar a pagar prestações menores, que vão subindo gradativamente. Essa medida visa atender a uma expectativa de aumento de renda do cliente no decorrer dos anos. “Isso é uma demanda dos construtores, que nós percebemos ao ouvir vários empresários com as visitas do CAIXA Mais Brasil, é uma demanda importante, do mercado”.

Na ocasião, o presidente reafirmou o compromisso com a continuidade dos programas habitacionais para a classe baixa. “A Caixa Econômica Federal vai continuar com foco na classe baixa. Não existe descontinuidade do Minha Casa Minha Vida”, afirmou.

Fonte: CAIXA


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