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Comprar ou alugar? Pagar à vista ou financiar? Confira dicas de como escolher o próximo imóvel

Após nove quedas consecutivas da Selic, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) do Brasil manteve neste mês a meta em seu piso histórico de 2%. Com a taxa baixa, a rentabilidade de investimentos de renda fixa diminui, porém favorece o consumidor que busca comprar um imóvel e financiá-lo. Nesse cenário econômico, comprar uma casa ou apartamento ficou mais atraente para milhares de pessoas. Mas vale a pena comprar um imóvel? É melhor financiar ou pagar à vista? O aluguel também pode ser uma boa opção?

O efeito da pandemia fez as pessoas refletirem sobre mudança, pois neste período houve uma ressignificação da relação com o morar. Com mais tempo em casa e podendo trabalhar remotamente de forma mais rotineira o aspiracional por conforto e segurança aumentou bastante.

Segundo dados da OLX Brasil, a busca por imóveis cresceu 15% no segundo trimestre de 2020 no país, se comparado ao mesmo período do ano anterior. A procura por compra teve aumento de 21% e por aluguel de 7%, na mesma comparação.

Para ajudar aqueles que procuram casas e apartamentos nesse momento, o diretor de Imóveis da OLX Brasil, Marcelo Dadian, dá algumas dicas para fazer a escolha ideal.

Vale mais a pena comprar ou alugar?

O especialista afirma que a resposta não é tão simples quanto pode parecer: “Olhando somente pelo aspecto financeiro, atualmente temos baixas taxas de juros para financiamentos imobiliários, o que deve facilitar a compra. A cada 1% de baixa nas taxas de juros, mais de um milhão de pessoas passam a ter renda para comprar seu imóvel, o que gera aumento nas vendas de imóveis. Outro ponto relevante é que com a baixa taxa de juros e as novas modalidades de financiamento, muitas vezes o valor da prestação se aproxima muito do valor do aluguel. Além disso, para quem quer investir em imóveis para alugar, a receita de aluguel passa a ter mais importância, pois, percentualmente, pode ser maior que o das aplicações mais conservadoras e ainda pode contemplar a valorização do imóvel.

A decisão depende muito do perfil de cada um e do grau de confiança para se comprometer com uma dívida de longo prazo no caso da compra de um imóvel.

O aluguel é vantajoso quando a intenção é manter uma reserva financeira para eventuais emergências. Para isso, é necessário escolher um imóvel em que o valor da locação, do IPTU e do condomínio caiba no bolso e que não exceda 20% da renda familiar. Além disso, o aluguel permite que o inquilino tenha mais mobilidade e flexibilidade para mudar de bairro, cidade ou país a qualquer momento. As pessoas podem optar também por uma locação como um teste de uma mudança de maior impacto como ir para regiões mais afastadas dos grandes centros, por exemplo.

Segundo Dadian, seja qual for a opção, ela deve ser decidida somente após uma boa pesquisa. “Optar por um imóvel é uma escolha importante e, por isso, é natural que leve algum tempo. Aproveite para olhar diferentes alternativas e definir qual a melhor localização, configuração de planta, equipamentos nas áreas comuns e serviços incluídos no condomínio e despesas do imóvel, por exemplo”.

É melhor comprar um imóvel na planta ou já pronto?

Comprar um imóvel ainda na planta pode ser mais vantajoso para quem não tem pressa e para quem espera valorização do imóvel depois de comprado. Tende a ser mais moderno e a contar com espaços de áreas comuns mais atualizados. Mas é importante lembrar que as parcelas mensais e anuais sofrerão reajustes e a obtenção do financiamento sempre tem relação com a renda familiar. “O comprador deve ficar atento no caso de contratação de financiamento, já que o custo final do imóvel será corrigido de acordo com a inflação e com os juros do contrato”, comenta o diretor da OLX Brasil.

Outro fator a levar em consideração é a reputação da construtora e se ela costuma cumprir os prazos prometidos em outras obras. Já no imóvel pronto, não há risco de atraso na obra, ele já está disponível para entrar e morar.

Deve-se juntar dinheiro para comprar à vista ou financiar?

Se o consumidor tem o dinheiro para comprar à vista, é o mais recomendado e, inclusive, nesta modalidade pode gerar algum desconto relevante. Por outro lado, para quem precisa financiar, este é um bom momento para fechar negócio, pois as taxas de juros estão favoráveis para o comprador. No caso de financiamento é importante notar o valor final do imóvel na tabela de simulação, onde aparecem calculadas todas as parcelas relacionando os juros incidentes e o valor final do imóvel.

“Se a pessoa não tem o valor total para comprar, a solução mais recomendada é tentar dar a maior entrada possível e financiar o restante. Assim, ela não perde a oportunidade naquele momento, e minimiza os custos futuros”, sugere o especialista.

Como escolher um imóvel anunciado em plataformas online?

É possível encontrar excelentes oportunidades de apartamentos e casas pela internet, mas é sempre bom tomar alguns cuidados. Primeiro, precisa ficar atento na busca pelos menores preços e desconfiar se o valor estiver muito abaixo do solicitado naquela região para imóveis semelhantes.

Muitas vezes os anúncios estão associados a um corretor de imóveis ou a uma imobiliária, e um bom profissional sempre pode ajudar na tomada de decisão.

Depois, é indicado pesquisar o endereço e verificar no mapa se as informações estão de acordo com o explicado pelo vendedor. O ideal é visitar o imóvel antes de efetuar a compra ou o aluguel durante horários e dias diferentes para entender, por exemplo, a variação da incidência de luz no apartamento e o trânsito na microrregião.

Dadian traz outras dicas importantes: “Antes de fechar negócio, é importante pedir todas as certidões do proprietário e do imóvel, tais como a matrícula e o IPTU para garantir que não exista nenhuma pendência que impeça a venda. No caso da intenção de contratar um financiamento junto ao banco de sua preferência, obter o valor do crédito antecipadamente pode agilizar todo o processo”.

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Appzinho destina atenção especial ao público 60+

Diante de um mundo em constante evolução tecnológica, ficar para trás muitas vezes significa perda de tempo e renda. Por isso, é necessário a busca por uma adaptação. É o caso dos proprietários de imóveis acima dos 60 anos que utilizam o site Appzinho para fazer suas ofertas de locação, e precisam aprender a mexer na plataforma para não perderem as oportunidades.

Em uma pesquisa feita pela proptech, que atua exclusivamente com um portal na cidade do Rio de Janeiro, foi identificado que as(os) Clientes acima dos 60 anos correspondem a 7,35%, dos quais 4,9% são mulheres e 2,45% homens.

Com mais de 1600 Clientes deste perfil, tidos como integrantes da “economia prateada”, o site tem sido procurado por oferecer diferentes funcionalidades que facilitam o dia a dia destas pessoas na busca ou na oferta de um imóvel. Um exemplo é o aposentado Hugo Borghi de 72 anos. Usuário fiel do portal, aderiu à plataforma para conseguir alugar seu imóvel localizado no bairro do Horto, zona sul do Rio. Em menos de um mês, ele conseguiu alugar a oferta que divulgou e complementar sua renda mensal. “Appzinho aluga aconchego.”, diz Hugo.

Segundo a CEO do Appzinho, Daniela Pereira, o site consegue atender as necessidades do público mais velho trazendo praticidade e eficiência, já que nessa faixa etária eles não têm pressa em alugar, pois entendem que uma pessoa no perfil procurado irá aparecer na hora certa. “Temos uma plataforma de fácil navegação, planejada para que os usuários 60+ consigam fazer as ofertas sem dificuldade, mesmo que não tenham tanta familiaridade com um computador e com as novas tecnologias. Quando ainda assim precisam de algum auxílio e não conseguem ajuda dos parentes mais jovens, por exemplo, disponibilizamos canais de atendimento, até mesmo por meio ligações telefônicas, para que o imóvel consiga ser ofertado com sucesso”, explica.

O resultado dessa atenção direcionada é perceptível. “Muitos dos nossos usuários acima dos 60 anos elogiam a interface do Appzinho e a linguagem que usamos, além, é claro, do suporte que oferecemos por telefone, chats e aplicativos de mensagens. E não temos limite de tempo para essa ajuda. Ficamos com eles até que tudo esteja 100%”, acrescenta a CEO.

Através desse atendimento diferenciado, a empresa vem se destacando no mercado imobiliário e, somente no mês de agosto, foram mais de 1100 novos Clientes de todas as idades. “Acabamos de estrear nosso novo site que está ainda mais prático para navegação e com diversas funcionalidades. Hoje temos 22 mil clientes cadastrados e nossa meta para esse mês de setembro é ter uma média de 35 mil Usuária(os) por mês utilizando a plataforma”, finaliza Daniela.

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QuintoAndar usa tecnologia para criar ferramenta inédita que elimina o ‘chute’ na precificação de imóveis para locação

O QuintoAndar, plataforma imobiliária com mais de R﹩ 30 bilhões em ativos sob gestão, criou uma ferramenta inédita de precificação que usa inteligência artificial para oferecer mais rapidez e melhor retorno aos proprietários, assim como os preços mais justos para inquilinos. O ‘Smart Pricing’ cruza centenas de variáveis e o histórico de centenas de milhares de imóveis para chegar no preço ideal para cada imóvel específico.

O Preço Inteligente, desde que foi lançado em fevereiro, já foi usado em mais de 20 mil imóveis alugados pelo QuintoAndar. A ferramenta leva em conta características únicas do imóvel, como seu estado de conservação, se está em andar alto ou baixo, se é ensolarado ou não, assim como condições de mercado, como localização do imóvel e demanda e oferta na região. O preço é definido por fatores reais, e não por estimativas baseadas em informações insuficientes e pouco profundas, que são tudo o que o proprietário tem na hora de escolher o valor do aluguel do seu imóvel.

“Os proprietários precisam de uma referência sólida para e achar o melhor equilíbrio entre preço do aluguel e o tempo de vacância dos seus imóveis para otimizar o seu retorno com um valor justo para ele e para o inquilino. Eles precisam de dados para fazer isso e a gente tem esses dados, em volume, detalhe e precisão muito maior que qualquer outra empresa do nosso mercado. O Preço Inteligente foi tão natural para a gente quanto se tornou poderoso para o proprietário”, diz Gabriel Braga, CEO do QuintoAndar. “O dono do imóvel agora tem a segurança de que não vai ficar tempo demais sem alugar por estar pedindo um valor alto demais e que não vai deixar dinheiro na mesa, por pedir um valor muito baixo”.

Ao anunciar um imóvel no QuintoAndar, os proprietários podem escolher entre definir eles mesmos o preço do aluguel ou ativar o Preço Inteligente. Os imóveis que têm a ferramenta ativada são disponibilizados com um preço otimista e passam por calibragens periódicas até alcançar o preço ideal, com base em suas características próprias e no contexto de mercado.

O Preço Inteligente foi desenvolvido pela equipe interna do QuintoAndar e não tem custo adicional para os clientes da plataforma. Caso o proprietário opte por voltar definir o preço final manualmente, pode desativar o serviço a qualquer momento.

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RuaDois oferece opção para imobiliárias que buscam transformação digital sem perder segurança de unidade física

Existem mais de 12 milhões de residências alugadas no Brasil e, provavelmente, a maioria delas demandaram muito tempo e visitas longas até chegarem à decisão final e serem alugadas. Em um mundo onde a tecnologia está presente em diferentes setores, por que não trazer a transformação digital para dentro do setor imobiliário? Foi o que pensou Paulo Fernandes, CEO e fundador da RuaDois, startup que está revolucionando o mercado imobiliário por meio da transformação digital, oferecendo tecnologia gratuita para imobiliárias de todos os portes.

A startup foi fundada em novembro de 2018 e fez sua primeira visita em janeiro de 2019 no Distrito Federal. A tecnologia desenvolvida pela RuaDois permite à imobiliária entregar uma experiência 100% digital, desde a hora de trazer os imóveis para sua carteira até o momento de ajudar os locatários a acharem uma casa nova.

“Participo do setor imobiliário desde que nasci e comecei ver uma transformação muito grande, diversas notícias falavam sobre players que poderiam acabar com as imobiliárias. Entre resistir cegamente a este movimento e estudar o necessário para construir a mudança, preferi a segunda opção”, conta Fernandes.

Com um processo mais digital, a startup promete reduzir para 24 horas a disponibilidade de agenda para visitas e de 6 para 1 dia o tempo entre a proposta e a assinatura do contrato. “Existe uma burocracia enorme no preenchimento de documentos, com regras que variam de acordo com cada imobiliária, nossa intenção é otimizar esses processos e oferecer uma tecnologia de forma simples e rápida”, explica o CEO da empresa.

Os serviços da RuaDois funcionam assim: a pessoa acessa o site de uma das imobiliárias parceiras, agenda a visita e encontra um host no imóvel, no horário agendado. Toda a negociação pode acontecer online. O proprietário aceita a proposta diretamente do seu celular e o contrato é assinado digitalmente. Não precisa daquela lista enorme de documentos que as imobiliárias exigem, basta apresentar o RG, CPF e a última fatura paga do cartão de crédito. No dia seguinte já pode se mudar para o imóvel.

Em menos de um ano de operação, a startup já passou por um processo de expansão e está atendendo também no Rio Grande do Sul. “Nosso objetivo é atuar em todo Brasil. Até o segundo semestre queremos atender mais 5 estados” finaliza Paulo.

Financiamento escasso derruba vendas de imóveis usados em maio em São Paulo

Os bancos financiaram pouco mais de um terço dos imóveis usados vendidos na cidade de São Paulo em maio (34,21% do total), desempenho que se refletiu na queda de 17,87% nas vendas em relação a abril. A maioria das vendas (61,84%) foi feita com pagamento à vista. Os consórcios imobiliários e as vendas a prazo financiadas pelos próprios donos dos imóveis tiveram participação residual, de 2,63% e 1,32%, respectivamente.

Os números foram levantados em pesquisa realizada com 288 imobiliárias da Capital pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CreciSP). Das unidades vendidas em maio, 65,79% eram apartamentos e 34,21% eram casas. O resultado das vendas em maio fez com que o saldo acumulado desde janeiro ficasse negativo em 5,21%.

Todos os imóveis foram vendidos com desconto sobre o preço original de venda, com destaque para os localizados em bairros agrupados na Zona C, como Mooca e Tucuruvi. O desconto médio ali deu um salto de 189% ao passar da média de 3% em abril para 8,67% em maio. “Foi como dar um anabolizante para o atleta que vinha se arrastando na pista e perdendo posições para competidores com mais recursos”, compara José Augusto Viana Neto, presidente do CreciSP.

As vendas na Zona C somaram 44,77% do total de unidades vendidas em maio, superando de longe as Zonas A (9,19%), B (25%), D (7,87%) e E (13,16%). Em abril, a Zona C ficara com 23,6% das vendas e, em março, com 22,34%. Esse aumento de 189% foi o maior registrado pelas pesquisas do CreciSP este ano nos percentuais de descontos aplicados aos preços fixados originalmente pelos proprietários.

Por efeito desse e dos demais descontos – de 9,33% na Zona A, de 8,14% na Zona B, de 10% na Zona D e de 12,33% na Zona E – os preços médios dos imóveis usados caíram 1,44% em maio em relação a abril. Nos últimos 12 meses, de junho de 2018 a maio último, os preços acumulam redução de 6,59%.

“Apenas descontos maiores não bastam para que se venda mais imóvel usado em qualquer região, pois pesam nessa equação outros fatores como preço médio e localização, mas são um estímulo importante para a negociação dar certo, o que aconteceu com os imóveis da Zona C nesse mês”, afirma o presidente do CreciSP.

Mais barato, mais vendido

Também contribuiu para o bom resultado das vendas na Zona C a manifesta preferência dos compradores por imóveis de menor valor, tendência que se mantém constante nas pesquisas. Em maio, quase a metade das casas e apartamentos vendidos – 47,37% do total – tinha preço final de até R$ 500 mil. Esse tipo de imóvel não se encontra em bairros como os Jardins, na Zona A, nem no Brooklin e Pinheiros, na Zona B.

Na média geral dos preços coletados pela pesquisa CreciSP, 46,48% dos imóveis usados vendidos em maio na Capital custaram aos compradores até R$ 5.000,00 o metro quadrado. Outro dado apurado pela pesquisa com as 288 imobiliárias consultadas foi que 63% dos imóveis vendidos eram de padrão médio, 22% de padrão standard e 15% de padrão luxo.

Locação tem queda de 6%, mas

acumula alta de 26,75% no ano

A locação de imóveis residenciais na Capital paulista caiu 6% em maio comparado a abril, mas mantém um saldo positivo de 26,75% desde janeiro graças aos bons resultados de abril (+ 2,88%), março (+ 36,11%) e janeiro (+ 19,89%).

As 288 imobiliárias pesquisadas pelo CreciSP alugaram em maio 57,33% do total em casas e 42,67% em apartamentos. O valor do aluguel subiu 2,1% em média na comparação com abril, mas nos 12 meses contados de junho de 2018 a maio último acumula queda de 6,59%. Nesse mesmo período, a inflação medida pelo IPCA do IBGE chegou a 4,66% e 7,64% pelo IGP-M da FGV.

As imobiliárias receberam as chaves de imóveis no equivalente a 94,16% do total de novas locações, de inquilinos que desistiram de continuar alugando-os por motivos como mudança de bairro ou cidade (61,94% do total) ou razões financeiras (38,06%).

Os imóveis mais alugados em maio na Capital – 49,61% do total – foram os de aluguel mensal até R$ 1.200,00. No segmento de casas, a pesquisa CreciSP registrou como o menor aluguel de Maio o de casas de 1 dormitório na Zona E, de R$ 545,87 mensais, e o maior o de residências de 3 dormitórios na Zona A, de R$ 5.066,67 mensais.

Entre os apartamentos, o aluguel mais barato – R$ 700,00 mensais – foi o de quitinetes na Zona C, e os mais caros os de 4 dormitórios nas Zona A e B, alugados em média por R$ 5.800,00 mensais.

Descontos e garantias

Os descontos concedidos pelos proprietários sobre os valores anunciados foram em média de 8,91% na Zona A, de 8,94% na Zona B, de 10,21% na Zona C, de 10,19% na Zona D e 12,86% na Zona E.

As garantias mais utilizadas nos contratos de locação em maio foram o depósito de três meses do valor do aluguel (38,26%), o fiador pessoa física (34,51%), o seguro de fiança (16,32%), a caução de imóveis (7,83%), a cessão fiduciária (2,32%) e a locação sem garantia (0,77%).

A pesquisa CreciSP também apurou que a inadimplência em maio, de 4,42% do total de contratos em vigor, foi 12,82% menor que a de abril, que havia batido em 5,07%.

Levantamento feito pelo CreciSP nos Fóruns da Capital constatou um aumento de 1,15% no número de ações judiciais propostas em maio (2.378) em relação a abril (2.351). Cresceu o número de ações de rito ordinário (+ 48,44%, de 64 para 95); as consignatórias (+ 80%, de 5 para 9); as renovatórias (+ 14,47%, de 76 para 87): e as propostas por falta de pagamento (+ 1,55%, de 1.288 para 1.308). As ações de rito sumário tiveram queda de 4,25%, de 918 em abril para 879 em maio.

Aluguel de casas em cidades serranas de São Paulo,nas férias de julho, tem diárias a partir de R$ 191

Passar as férias de julho, ou alguns dias da temporada de Inverno, em cinco dos principais destinos turísticos de regiões serranas tradicionais de São Paulo é algo que se pode fazer alugando casas por valores diários entre R$ 191,00 e R$ 676,00. O inverno começou oficialmente na sexta-feira, 21 de junho, e deve levar muitos paulistanos e paulistas às cidades de Campos do Jordão, Atibaia, Águas de Lindoia, Serra Negra e Brotas.

Os valores das diárias para julho foram pesquisados em 14 imobiliárias dessas cinco cidades pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CreciSP) e mostram que houve um empate entre os preços das diárias deste ano e as do ano passado. Dos 15 tipos de imóveis em oferta, oito estão mais baratos e sete, mais caros.

Todas as residências em oferta em Águas de Lindoia e Brotas estão com as diárias mais caras que em julho de 2018, situação inversa em Serra Negra e Campos do Jordão, onde todos os preços baixaram.

A diária que mais aumentou entre os 15 tipos de imóveis disponíveis para locação foi a de casas de 2 dormitórios em Águas de Lindoia – passou de R$ 220,00 para R$ 450,00, alta de 104,54%. A diária que ficou mais barata foi a de casas de 4 dormitórios em Campos do Jordão – baixou de R$ 1.400,00 para R$ 676,00, queda de 51,71%. Essa é a diária mais cara este ano.

A pesquisa do CreciSP mostra que as casas maiores, de 3 e 4 dormitórios, têm preços similares nas cinco cidades, com as diárias variando entre R$ 400,00 e o máximo de R$ 676,00. As residências menores, de 2 dormitórios, têm diárias entre R$ 191,00 e R$ 450,00. Serra Negra, a 148 quilômetros de São Paulo, e Brotas, a 248 quilômetros, são as que têm os imóveis de 2 dormitórios com diárias mais baratas.

Em Serra Negra, na Serra da Mantiqueira, esse tipo de imóvel pode ser alugado por R$ 191,00 diários, em média. Em Brotas, na serra do Itaqueri, o preço médio sobe para R$ 310,00. A diária de R$ 191,00 é a mais barata entre todas as compiladas pela pesquisa CreciSP.

Em três das cinco cidades, a pesquisa CreciSP apurou que as casas de 4 dormitórios têm preço idênticos. A diária média é de R$ 600,00 em Serra Negra e Brotas e R$ 605,00 em Águas de Lindoia(ver quadros abaixo).

Negociar e evitar “fantasmas”

“Mais caras ou mais baratas, todas as diárias podem ser negociadas, dependendo do tempo que se vai querer ocupar o imóvel e da antecedência com que se vai alugar”, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CreciSP. A previsão de que o Inverno de 2019 será mais quente que o normal, por causa do fenômeno El Niño que provoca aquecimento anormal das águas do Oceano Pacífico, é outro fator que “joga a favor dos veranistas de julho”, acrescenta Viana Neto.

“Menos frio e mais calor em julho devem fazer com que parte dos turistas decida trocar as montanhas pelo mar, diminuindo o fluxo nas cidades serranas, e esse pode ser um argumento de negociação na hora de estabelecer o valor da diária que se vai pagar”, acrescenta o presidente do CreciSP.

Seja na Serra, seja no Litoral, a “recomendação de segurança” de Viana Neto é que se alugue com a assessoria de um corretor ou imobiliária, “meio mais seguro e garantido de evitar golpes e fraudes de locadores fantasma que costumam agir nessas épocas”.

O site oficial do Creci traz os links de acesso a todas as imobiliárias credenciadas nessas cinco cidades, bastando digitar o endereço www.crecisp.gov.br/cidadao/buscarporimobiliaria e a cidade desejada.

Limites de ocupação

As cidades serranas em que a pesquisa CreciSP foi feita oferecem atrações típicas de inverno, trilhas nas montanhas, comidas, parques com atrações, como tirolesas e bondinhos, e artesanato local.

Em todas elas, a pesquisa do Creci apurou com as 14 imobiliárias consultadas que há limites comuns para o número de ocupantes permitidos para os vários tipos de imóveis disponíveis. Nas casas de 1 dormitório, admitem-se até 6 pessoas; nas de 2 dormitórios, até 8; nas de 3 dormitórios, o limite sobe para até 12; e nas de 4 dormitórios, aceitam-se até 15 pessoas.

Contatos com a imprensa:

Sonia Servilheira, Cesar Miranda, Jully Gomes, Chrystiane Saggese

Tel.(11) 3886.4927

E-mail: imprensa@crecisp.gov.br

Pesquisa Especial – Férias de Julho – Locação de Temporada

Atibaia
Kit1 dorm2 dorm3 dorm4 dorm
Casas 2018__R$ 283,00R$ 575,00R$ 765,00
Casas 2019__R$ 375,00R$ 400,00R$ 490,00
Variação__32,50%-30,43%-35,94%
Campos do Jordão
Kit1 dorm2 dorm3 dorm4 dorm
Casas 2018_R$ 400,00R$ 512,00R$ 740,00R$ 1.400,00
Casas 2019__R$ 425,00R$ 483,00R$ 676,00
Variação__-16,99%-34,72%-51,71%
Águas de Lindoia
Kit1 dorm2 dorm3 dorm4 dorm
Casas 2018__R$ 220,00R$ 400,00R$ 575,00
Casas 2019_R$ 350,00R$ 450,00R$ 475,00R$ 605,00
Variação__104,54%18,75%5,21%
Serra Negra
Kit1 dorm2 dorm3 dorm4 dorm
Casas 2018__R$ 228,00R$ 550,00R$ 630,00
Casas 2019__R$ 191,00R$ 450,00R$ 600,00
Variação__-16,22%-18,18%-4,76%
Brotas
Kit1 dorm2 dorm3 dorm4 dorm
Casas 2018_R$ 150,00R$ 180,00R$ 360,00R$ 530,00
Casas 2019__R$ 310,00R$ 413,00R$ 600,00
Variação__72,22%14,72%13,20%
Dormitórios/Pessoas
2 Côm./Kit1 dorm2 dorm3 dorm4 dorm
Casas2 a 64 a 810 a 1212 a 15

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Mercado Imobiliário inova em formas de pagamento

O comportamento do consumidor está em constante mudança e busca por praticidade. Ao mesmo tempo, pagar o aluguel e economizar para adquirir a casa própria é um desafio para muitas pessoas.  O mercado imobiliário tem acompanhado essa movimentação e observou a necessidade de inovar na forma de pagamento dos imóveis, com o objetivo de aumentar o interesse dos clientes em realizar um investimento para a vida toda.

Ao notar essa realidade de mercado, a MPD Engenharia desenvolveu um formato de venda que facilita a aquisição sem que o proprietário precise tomar a decisão de compra e necessite fazer um investimento de imediato.

Com o Invista Seu Aluguel é possível pagar um aluguel em parcelas fixas durante 30 meses e, após o período, ter o valor pago revertido como entrada para a futura aquisição da unidade. É uma nova forma de comercialização válida para todos os empreendimentos prontos da construtora, seja ele residencial ou comercial, o formato traz mais facilidade e segurança ao cliente.

O modelo tem conquistado casais como o Cristiano e Kathy Cruz. Casados há um ano, eles encontraram no Invista Seu Aluguel o benefício de reverter o valor pago no aluguel em entrada para adquirir o tão sonhado imóvel, uma vez que para comprá-lo seria necessário ter 25% do valor do imóvel disponível. A campanha da MPD possibilitou a realização do sonho do casal, que já adquiriu sua unidade no Resort Bethaville, em Barueri. “Não só assinamos o Contrato de Aluguel como também o de Intenção de Compra. Nosso apartamento está em reforma e adoramos acompanhar cada etapa. Já até fizemos amizade com alguns vizinhos”, conta Cristiano.

Importante lembrar que é válido também para unidades comerciais. Um exemplo disso é o casal de cirurgiões-dentistas Bianca e Humberto, que escolheram o Office Bethaville para abrir o consultório odontológico. “A ideia de financiamento, naquele momento, não agradava. Foi aí que a corretora sugeriu o Invista seu Aluguel. Gostamos da proposta, principalmente por não precisar desembolsar um valor alto de entrada”, explica Bianca, de 26 anos.

Segundo Débora Bertini, Diretora de Incorporações da MPD, o modelo idealizado pela companhia é uma oportunidade ímpar. “O formato de pagamento é uma oportunidade para muitas pessoas realizarem o sonho de ter seu imóvel sem precisar tomar a decisão de compra e fazer o investimento imediato para ocupar o imóvel”.

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Casafy anuncia novo CTO

A Casafy, portal global de venda e aluguel de imóveis, antiga Properati Brasil, anuncia a contratação de Jonas Palmeira como o novo CTO da empresa. Formado em Administração de Empresas pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, o executivo conta com experiência de mais de 18 anos atuando em organizações do segmento de tecnologia e inovação, além de passagens por empresas do setor imobiliário.

Ex-Imovelweb e Sua House, o novo Chief Technology Officer da Casafy será responsável por coordenar toda a operação técnica e manutenção de TI do portal, além de criar e contratar novas tecnologias e ferramentas para melhorar a eficiência do sistema da Casafy.

Renato Orfaly, CEO da Casafy, explica que a chegada do novo executivo irá contribuir para que a rápida expansão prevista para a empresa, no Brasil, seja ancorada por uma sólida base tecnológica.

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São Paulo: aluguel residencial custa em média R$ 3,5 mil no Itaim e R$ 1,9 mil em Santana

Um levantamento da administradora e imobiliária Lello com base nos novos contratos de locação de imóveis residenciais firmados no primeiro quadrimestre de 2019, em diferentes bairros da capital paulista, mostrou que os bairros de Pinheiros e do Itaim possuem valores mais altos de aluguéis, com média de R$ 3,5 mil mensais.

Já em Santana o valor da locação fica em torno de R$ 1,9 mil, em média. Nos Jardins o aluguel médio, conforme os contratos firmados nos quatro meses iniciais deste ano, é de R$ 3,2 mil mensais, enquanto na Vila Nova Conceição o valor gira em torno de R$ 3,8 mil.

Os valores médios dos novos aluguéis firmados na região de Perdizes são de 2,5 mil e também de R$ 2,5 mil na Vila Mariana. No Tatuapé e na Mooca o custo da locação é de R$ 2,1 mil, em média. O levantamento também incluiu a região do ABC, onde a imobiliária também atua. Lá o valor médio dos alugueis firmados entre janeiro e abril deste ano foram de R$ 1,7 mil por mês.

Do total de novos contratos firmados nos quatro primeiros meses de 2019, 84% foram de apartamentos e 16%, de casas residenciais. O valor médio total das novas locações na cidade de São Paulo ficou em R$ 2,2 mil, o mesmo verificado no mesmo período de 2018.

“Os valores das novas locações variam conforme três fatores principais: a relação entre a oferta e a procura, a localização e a conservação dos imóveis”, diz Roseli Hernandes, diretora de Locação da Lello Imóveis.

Segundo ela, no primeiro quadrimestre de 2019 os tipos de imóveis mais procurados foram apartamentos de dois dormitórios situados em prédios com ao menos uma vaga na garagem e áreas de lazer, preferencialmente próximos de estações de metrô.

O levantamento apontou ainda que o fiador foi usado como garantia em 52% dos novos contratos de locação. Já a caução (depósito de três aluguéis) respondeu por 24%, e o seguro-fiança, 16%. Títulos de capitalização foram usados como garantia em 6% dos novos contratos.

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QuintoAndar participa da Collision Toronto para mostrar por que as pessoas não vão mais comprar casas

O QuintoAndar, plataforma de tecnologia do mercado imobiliário, vai explicar por que comprar um imóvel residencial para morar vai deixar de ser prioridade para as pessoas. André Penha, co-fundador e CTO da start-up, estará na Collision Conference de Toronto entre 20 e 24 de maio para apresentar o modelo da companhia e falar sobre tendências, como a moradia como serviço (Housing as a Service).

“As pessoas mudam cada vez mais, seja para estar mais perto de um novo trabalho, seja porque a família cresceu – e comprar imóveis para morar é incompatível com essa mobilidade”, diz Penha. “Ao resolver as dores do processo de aluguel, e olhar para outros desafios, como a qualidade dos imóveis, cada vez mais as pessoas vão preferir alugar a comprar – adquirir um imóvel residencial vai passar a ser investimento.”

O modelo do QuintoAndar tem promovido uma mudança importante no setor imobiliário brasileiro. Ao eliminar as burocracias desnecessárias e tornar o processo rápido, fácil e seguro tanto para o inquilino quanto para o proprietário, ele atende a demanda das pessoas por maior mobilidade sem que deixem de se identificar com suas casas.

A Collision Conference é organizada pelo mesmo grupo que criou o Web Summit de Lisboa, maior evento de tecnologia do mundo. Assim como seu ‘irmão’ europeu, a Collision reúne CEOs e fundadores de grandes empresas e start-ups, investidores e mídia de mais de 120 países. O evento será realizado no Enercare Center, em Toronto – Canadá.

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