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Bela Vista e Cambuci: bairros paulistanos mais procurados na OLX

Levantamento realizado pela OLX Brasil apresenta ranking dos bairros mais buscados para alugar ou comprar imóveis na cidade de São Paulo em 2019. São eles, respectivamente: Bela Vista, Cambuci, Tatuapé, Vila Mariana e Santo Amaro. 

A plataforma também mostra que, enquanto os apartamentos dominam as buscas na Liberdade (91%), Bela Vista (88%) e Cambuci (79%), em Americanópolis, 88% dos usuários preferem casas. Já estabelecimentos comerciais têm busca mais pulverizada na capital, com a maior concentração de interessados em Santana (22%), Mooca (18%) e Tatuapé (16%). 

Em relação ao tipo de aquisição, dentre as pessoas que procuraram imóveis em São Paulo em 2019 na OLX, 60% preferem alugar. Os bairros que lideram a intenção de aluguel são Liberdade (74%), Bela Vista (73%) e Cambuci (73%). Já entre os interessados em comprar, as regiões de maior interesse são Santo Amaro (75%) e Tatuapé (49%). 

Entre todas as capitais do país, a cidade de São Paulo ocupa o segundo lugar no ranking de volume de buscas por residências e estabelecimentos comerciais na OLX durante o ano de 2019, atrás apenas do Rio de Janeiro. 

Trisul realiza venda totalmente online de seus empreendimentos

Neste momento de instabilidade, onde a avaliação da compra e investimento num imóvel torna-se uma das opções mais seguras, quem estava planejando a compra de um imóvel pode se perguntar: com a determinação das autoridades para que todos evitem sair de casa, como comprar um imóvel de maneira não presencial? A boa notícia é que as Construtoras estão se adaptando ao cenário atual e oferecem toda a estrutura necessária para quem está buscando um empreendimento. 

A Trisul, Construtora e Incorporadora há mais de 30 anos no mercado, reforçou sua equipe de corretores trabalhando remotamente: “o comprador entra em contato com um corretor através do site da construtora ou da mídia que preferir, como Whatsapp ou teleconferência, e recebe todo o atendimento e apresentação do projeto, assim como tour virtual de todos os decorados. A negociação, todo o trâmite comercial que envolve a compra de um imóvel é realizada pela internet, sem qualquer contato físico”, explica Lucas Araújo, superintendente de marketing da empresa. 

A venda totalmente online de suas unidades fez a Trisul adotar como rotina o uso da assinatura eletrônica. “Um dos momentos mais importantes de uma transação imobiliária é a assinatura do contrato. A alternativa paraadiantaro andamento do processo sem sair de casa é a assinatura eletrônica. Ao adotar essa prática, não é mais necessário reunir as partes em um mesmo local, gastar com papel, nem se deslocar”, comenta Lucas. 

Esse meio eletrônico de autenticação de aceites em contratos e documentos se dá através de verificação eguarda de informações digitais – serão essas informações que irão indicar que a assinatura e o contrato são confiáveis e válidos. Entre as vantagens, está um procedimento seguro, onde todos os documentos são criptografados, não é preciso imprimir diversas folhas de papel, não há tempo de espera, não é necessário a conciliação de agenda com o corretor e os compradores. 

“É possível a assinatura simultânea quando há mais de um comprador, a via do contrato é entregue com muito mais rapidez, sem contar que o contrato pode ser assinado de qualquer dispositivo, inclusive do próprio smartphone”, continua Lucas. A validade da assinatura eletrônica é determinada pelo artigo 10 da MP 2.200-2/2001 , havendo diversos termos de jurisprudência que ratificam a sua legalidade em documentos e contratos como sendo de mesma validade da assinatura manuscrita. “Dessa maneira, o processo inteiro pode ser realizado online, o que facilita a vida de quem quer comprar um imóvel, sem precisar lidar com burocracias nem sair de casa”, finaliza Lucas Araújo. 

MRV adere ao pacto “60 dias sem demissões”


Rafael Menin, presidente da MRV

Diante da pandemia global do novo coronavírus (COVID-19), a MRV, empresa que lidera o mercado brasileiro de soluções habitacionais, e a LOG CP, uma das maiores desenvolvedoras e locadoras de galpões logísticos do Brasil – ambas controladas pela família Menin – acabam de anunciar um compromisso firmado juntamente a outras grandes empresas para garantir que seus colaboradores diretos tenham estabilidade no emprego nos próximos 60 dias.

“Com esse pacto, garantimos que nenhum colaborador direto seja demitido durante este período, pois o nosso compromisso com o time continua sendo um valor inegociável, mesmo diante dos desafios que enfrentamos neste momento”, diz Rafael Menin, copresidente da MRV. Já Sergio Fischer, presidente da LOG CP afirma que “é nosso dever, como uma grande empresa, encontrar soluções para que nossos colaboradores não sejam prejudicados com essa pandemia”.

Desde o início da pandemia, ambas as empresas estão tomando uma série de medidas em prol da sociedade, desde doações ao Governo de Minas Gerais até implementações de processos que visam a segurança e o bem-estar de seus colaboradores e clientes.

Cosentino lança concurso internacional para estudantes de arquitetura: Design Challenge 14

O Grupo Cosentino, líder mundial em superfícies inovadoras para o mundo da arquitetura e do design, lançou o concurso Design Challenge 14, no qual alunos de arquitetura e design competirão entre si com projetos inovadores em duas categorias distintas – Arquitetura:Ocupando o espaço urbano e Design: Cosentino e a Tradição Local – O Design contemporâneo. 

Com prêmios que contemplam até $1000,00 euros, os agraciados pelos primeiros lugares receberão uma menção especial, além de um diploma simbólico disponibilizado pelo renomado Grupo Cosentino Espanha. 

Os projetos criados pelos estudantes poderão ser submetidos até dia 01 de junho de 2020, e os detalhes sobre as regras do concurso devem ser conferidos por meio do site oficial: www.cosentinodesignchallenge.org ou pelo e-mail idea@cosentinodesignchallenge.org

O que podemos esperar do mercado imobiliário depois do coronavírus?

Por Alex Frachetta, CEO do Apto

O mercado imobiliário começou 2020 com o pé direito: a expectativa dos especialistas reforçava uma alta de 3%, destacando o setor como um dos motores da economia para este ano. Além disso, segundo o IBGE, o PIB (Produto Interno Bruto) da Construção Civil aumentou 0,3% em 2019, a primeira alta desde 2014. Esses dados geraram muito otimismo para construtoras, incorporadoras e imobiliárias. No entanto, essa confiança deu lugar a cautela. Toda a economia começa a se preparar para o novo cenário que se desenha com a propagação do coronavírus no país. Então, o que podemos esperar do setor de imóveis? 

O Brasil já enfrentou diversas situações e teve que se adaptar a diferentes períodos da economia mundial e nacional. Em 2008, por exemplo, a crise imobiliária dos Estados Unidos refletiu de forma negativa em todo o mundo. Mas, foi justamente neste pós-crise que a economia brasileira começou a dar sinais de prosperidade. De acordo com levantamento global feito em 54 países pelo Banco de Compensações Internacionais (BID, na sigla em inglês), instituição que funciona como o banco central dos bancos centrais, a valorização imobiliária no Brasil foi de 121% nos cinco anos seguintes ao período de 2008. Entre 2008 e 2011, a valorização anual ficou acima dos 20%. 

E não para por aí: passamos por outra crise mais recente, que começou em 2014, originado pelo enfraquecimento na economia nacional, além das incertezas políticas. Até 2018, a crise econômica enfrentada pelo Brasil fez com que a taxa básica de juros Selic, por exemplo, chegasse à casa dos 14%, em 2015. Esse valor altíssimo teve um efeito negativo na oferta de crédito. Com isso, qualquer um que buscasse financiamento imobiliário precisava pagar juros muito volumosos, o que diminuiu a procura. Os primeiros sinais de melhora no setor vieram, no primeiro semestre de 2018. 

Essa recuperação deu fôlego para o que temos atualmente: o mercado da construção civil representa uma média de 8 a 10% do PIB nacional, o que significa que sua retomada impulsionou a economia do país. No último ano, por exemplo, este setor foi responsável pela criação de cerca de 117 mil novos postos de trabalho. Esse breve histórico traz a reflexão de que passamos por muitas crises e podemos sim, contornar mais uma. 

Sabemos que vamos ter grandes transformações e, por isso, algumas medidas são necessárias. Por exemplo, adiar lançamentos de novos apartamentos, é uma decisão urgente a ser tomada, neste momento. A ideia é não aglomerar pessoas em um dia só, apenas para criar um clima favorável para vendas e é fundamental que os empreendimentos do setor sigam todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS). 

Na ausência dos atrativos estandes, uma alternativa pode ser reforçar os tours virtuais no site, para que os potenciais clientes possam navegar pelo projeto decorado dos apartamentos. E sabemos que nesse ponto a tecnologia pode ajudar: o uso de vídeo e fotos profissionais, em um giro em 360° dos imóveis em anúncios, são uma solução muito conhecida e que pode ser incentivada ainda mais nesse período. A realização das negociações, o envio de documentação e a assinatura de contrato de forma online, também pode ser uma resposta positiva ao cenário atual. 

É claro que comprar um apartamento não é tão simples como comprar uma roupa, mas pode ser mais descomplicado do que parece. Nesse momento, com as pessoas em casa, é comum observar que elas gastem mais tempo procurando novas possibilidades de negócios. 

Não queremos aqui ficar presos em uma bolha de otimismo, que ignora uma possível crise no setor imobiliário. Sabemos que o aquecimento que estávamos vivenciando deve diminuir, consideravelmente no próximo trimestre. No entanto, também não podemos ser pessimistas: há muito para ser feito nesse setor e pensar no digital pode ser a solução. Vamos juntos? 

Maior investimento em ética e compliance são necessárias para reverter imagem ruim do setor de construção civil no Brasil

Depois de seguidos anos em baixa, o setor de construção civil iniciou 2020 com perspectivas de crescimento de 3%. Segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SindusCon) do Estado de São Paulo, hápotencial para criação de mais de 2,3 milhões postos de trabalhos formais até o fim do ano. Contudo, apesar da retomada de investimentos, construtoras, incorporadoras e prestadores de serviços têm um longo caminho a percorrer no que tange a imagem do segmento frente a sociedade, que foi abalada nos últimos anos por inúmeros casos de envolvimento em ações de corrupção. 

Por isso, crescem iniciativas para diminuir tais problemas e combater a corrupção com seriedade, garantindo sustentabilidade dos negócios e maior credibilidade a todos os players envolvidos. O caminho para isso passa pela tecnologia e prevenção. “Investir em compliance com processos bem estruturados, como Know you Supllier(KYS) ou Conheça seu Parceiro; Know Your Employee (KYE) ou Conheça Seu funcionário, backgroung checkdue dilligence, entre outros, são talvez as melhores maneiras de prevenir fraudes diretas e indiretas”, pontua Eduardo Tardelli, CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para busca e estruturação de informações retiradas de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet. 

O momento, portanto, exige do empresariado um investimento maior em ética e compliance, a fim de garantir o cumprimento das normas e regulamentações, e consequente durabilidade do aquecimento. “Por ser um setor que possui muitas leis, é essencial investir em metodologias que garantam o cumprimento destas”, lembra Tardelli. Outro motivo é que empresas que desejam estabelecer contratos com a Administração Pública de alguns Estados em valores acima de R$ 5 milhões devem adotar o Programa de Integridade – comumente conhecido como Compliance, seguindo Decreto 40.388/2020 regulamentou a lei 6.112/2018 (atualizada pela lei 6.308/2019), cujo objetivo é implementar uma cultura de ética empresarial e prevenir a corrupção. 

Iniciativas nesse sentido têm ganhado espaço: há dois anos, por exemplo, a Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma cartilha para auxiliar empresas do setor de construção civil a lidar com casos de corrupção e implantarem práticas de compliance. Mais recentemente, a Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) concretizou a primeira turma do curso EAD sobre “Ética & Compliance na Construção: transformando valores em ação”, que contou com 270 inscritos, sendo realizado entre outubro a dezembro do ano passado. 

Soluções digitais vão movimentar setor imobiliário durante a pandemia do coronavírus

Em tempos de quarentena e de circulação cada vez mais restrita de pessoas nas ruas, diversos setores estão precisando se adaptar para continuar suas atividades. No imobiliário, por exemplo, os condomínios já estão mudando as rotinas, fechando áreas comuns, restringindo acesso à elevadores e cancelando assembleias de moradores. Em paralelo, comprar ou alugar uma nova casa ou apartamento pode ficar mais difícil, com o impedimento da realização de etapas presenciais do processo. As empresas que se anteciparam e investiram em transformação digital saem na frente e vão fazer a diferença nesse período de isolamento devido ao coronavírus, que ainda não sabemos o quanto vai durar.

A APSA – maior empresa brasileira em soluções para viver em propriedades urbanas – investiu nos últimos anos mais de R﹩ 6 milhões em soluções online. A empresa já possui plataformas de gestão condominial informatizada disponível para os mais de 3 mil condomínios que administra em todo o país. No final do ano passado, lançou também o Alugue Rápido, ferramenta que possibilita locadores e locatários a fecharem negócio remotamente.

“Não temos como prever a escala destes impactos. As atividades de condomínios e locações não param graças à tecnologia. Condomínios, síndicos e condôminos, além de proprietários e inquilinos, têm acesso ao que é necessário remotamente, mas a contribuição deles é fundamental para que a gente siga movimentando o setor”, diz o diretor da APSA Fernando Schneider

O Alugue Rápido elimina toda a burocracia, papelada física e necessidade de deslocamentos na hora de combinar um contrato de aluguel. Pela própria ferramenta, o locatário pode procurar entre diversas opções de imóvel, agendar a visita de forma online e assinar um contrato digital sem precisar de fiador, seguro-fiança ou sequer um cheque-caução. Do outro lado, o locador tem a garantia do valor do aluguel mensalmente, mesmo em caso de inadimplência. Este é um serviço que está disponível nas cidades de Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Maceió e Fortaleza.

“Nossos indicadores apontam que o uso de tecnologia no processo aumenta em 30% a velocidade da locação”, Luiz Dacal, gerente geral da APSA, responsável pelas filiais do Nordeste.

Outra solução que surgiu no mercado é o Click Alugue, startup com atuação em todo o Brasil. A tecnologia permite que o dono do imóvel ou a própria administradora façam a gestão da propriedade de forma totalmente online, com relatórios semanais sobre anúncios de aluguel e contato com os interessados. Também é possível fazer o controle remoto de todos os processos como cadastro, controle financeiro mensal, emissão e envio automático de boletos. A Click Alugue tem metas ambiciosas, entre elas atingir 20% do mercado de autogestão, ou seja, 1,8 milhão de imóveis. Com a necessidade atual de digitalizar processos, esta meta deve ser atingida ainda mais cedo.

“Em tempos de crise mundial, o movimento DIY (Do It Yourself: Faça Você Mesmo) ganha ainda mais força, devido à imprevisibilidade econômica e financeira. O Click Alugue permite ao proprietário alugar e gerenciar seu imóvel de forma independente, simples e com um custo 10 vezes menor, logo, com a possibilidade de diminuir também o valor final do aluguel pro inquilino. É o verdadeiro ganha-ganha”, alerta Fred Groth, co-founder da startup Click Alugue.

Condomínios – A APSA já enviou uma série de recomendações aos seus clientes para os próximos meses. Entre elas, está evitar reuniões condominiais, procurar atendimento exclusivamente remoto, documentos para pagamentos pelo site ou app da administradora, evitar fazer movimentação de pessoal durante a crise inclusive informações que gerem movimento na folha de pagamentos como alteração de horas extras, comando de feriados etc. A plataforma da empresa permite fazer tudo online. Serviços importantes como consulta aos dados condominiais e financeiros (saldos, extratos, cotas, boletos, prestações de contas, funcionários, documentos – convocações, atas, circulares etc.); acesso aos dados de imóveis e locações (extratos, boletos etc.); boletos de condomínios e locações digitais; 2as vias de boletos de condomínios e locações; envio de documentos para pagamentos de condomínios; consulta aos dados de funcionários; registro de horas extras, etc.

Tinta para pintar casa: o que saber antes de comprar?

Com o aumento de casos de coronavírus no Brasil, muita gente tem ficado em casa para se proteger e evitar a propagação da contaminação. Há também quem resolveu aproveitar o tempo para mudar o visual da casa e renovar a pintura dos ambientes. Mas como escolher a tinta certa?

Antes de comprar, é importante saber direitinho o local em que será feita a aplicação. Isso porque a tinta para casa não deve ser escolhida só para estética e decoração, mas também para proteção. No mercado, há opções de diversos tipos e preços, divididas em categorias premium, standard e econômica. Cada tipo de tinta para casa tem suas características, então é preciso ficar atento na hora da compra para ter certeza se é o tipo que está buscando.

As tintas acrílicas são indicadas para proteção e decoração de superfícies de reboco, concreto, gesso, massa acrílica, massa corrida, texturas e fibrocimento. Os tipos premium e standard são indicados para ambientes externos e internos e a econômica apenas para ambientes internos. É importante destacar também que existem tintas específicas para piso, telhado, madeiras e metais.

Veja algumas dicas da Anjo Tintas para a pintura da casa:

Dica 1: As tintas premium são mais caras, mas possuem maior valor agregado, otimizam tempo de trabalho, a durabilidade é maior que os outros tipos de tinta para casa e dão mais cobertura. Então, se quiser que o trabalho fique pronto mais rápido e o prazo de durabilidade da pintura seja maior (em anos), a sugestão é investir neste tipo. Enquanto isso, as tintas standard têm uma resistência menor porque, apesar de ter a mesma indicação, ela tem menor durabilidade. E a tinta econômica é recomendada apenas para o interior porque não tem propriedades para uma exposição externa, além de sua durabilidade ser mais curta que as outras e normalmente precisar de um número maior de demãos para finalizar a pintura.

Dica 2: Ao decidir o tipo de tinta que será comprado, escolha também a marca da tinta e compre todos os produtos que serão utilizados no processo de pintura desta mesma marca, eliminando o risco de incompatibilidade dos produtos.

Dica 3: Saiba exatamente o espaço que será pintado em metros quadrados e faça o cálculo de quanto produto irá precisar. Compre a quantidade total da tinta para casa de uma só vez, já que tintas de lotes diferentes podem sofrer pequenas alterações na tonalidade, comprometendo o resultado final.

Dica 4: Se escolheu uma tinta para casa premium, tem mais duas decisões a tomar sobre o tipo de acabamento. As tintas premium podem ser divididas em alto rendimento e normal. Além disso, você precisa escolher se prefere o acabamento brilho, semibrilho, acetinado ou fosco. Com estas dicas simples você poderá eliminar alguns problemas que poderiam acontecer por falta de conhecimento sobre os produtos. Por isso, defina seus objetivos, avalie seu orçamento e escolha a tinta para casa que mais se enquadra em seu perfil, assim você já saberá qual resultado esperar.

App Compass é opção para moradores que estão em quarentena nos condomínios residenciais

Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou o novo coronavírus (Sars-Cov-2) como uma pandemia global, o número de casos aumenta a cada dia em todo o mundo. No Brasil, o número de infectados vêm aumentando, e nesta semana tivemos as primeiras mortes decorrentes do vírus. Com isso, muitas pessoas estão trabalhando em casa. Tendo isso em vista, o aplicativo Compass, disponibilizado nos sistemas iOS e Android , está sendo um aliado aos moradores do Edifício Nomad, no bairro de Moema, em São Paulo.

Com o propósito de ativação de comunidade e também uma forma de integração e facilitação nas relações entre os condôminos, o Compass oferece diversas opções ao disponibilizar uma área de conveniência de ‘Grab and Go’ em parceria do grupo de alimentação saudável do Lucco Fit, onde os moradores podem encontrar refeições prontas e congeladas para consumo. Para comprar algum item, o morador só precisa abrir o aplicativo, selecionar os produtos e efetuar a compra- uma saída para não ter de sair do seu domicílio e não correr o risco de contrair o novo coronavírus.

No pacote de implantação, também é disponibilizado um armário inteligente, locado no térreo, para uso do condomínio, com intuito de facilitar a entrega de encomendas, e-commerce, entre outros. Para a segurança e facilidade dos condôminos, os armários são abertos depois de receberem um Push-Note de aviso pelo aplicativo, gerando um QR Code único para abertura da porta, local onde estará a encomenda. Quando a porta do armário é fechada pelo morador, o sistema já entende automaticamente que a encomenda foi entregue.

Caso haja a necessidade de sair do condomínio para ir ao supermercado ou em uma farmácia, outro serviço agregado para os moradores é o de mobilidade. Através do aplicativo ‘Compass’, é possível realizar uma reserva com antecedência para utilizar um carro, do modelo Jeep Renegade, patinetes elétricos e/ou bicicletas. Todos estes disponibilizados para uso do condomínio e desbloqueados no mesmo aplicativo.

Outra função do ‘Compass’ de muita importância para integrar os moradores é um mural em timeline com conteúdos e avisos do condomínio para serem postados por eles, como por exemplo, avisos de conscientização e prevenção ao novo coronavírus. Com isso, os moradores conseguem se comunicar de forma mais organizada, compartilhando informações gerais e de saúde e comportamento ao condomínio, pois entende-se que grupos em outras redes sociais acabam perdendo a importância pioneira e transformando em um local de discussões de assuntos que divergem o condomínio.

Vale ressaltar que o aplicativo ‘Compass’ utiliza em parceria a nova tecnologia de mobilidade fornecidos pela startup GO, que possui uma tecnologia própria fundamentado no IoT ou ‘internet das coisas’. O funcionamento do mesmo ocorre através de sensores inteligentes, os quais transmitem dados para o aplicativo. “Devido ao cenário que nos encontramos, esperamos que a tecnologia utilizada no aplicativo ‘Compass’ contribua positivamente na prevenção das pessoas que estão isoladas em seus respectivos domicílios”, explica Rafael Castro fundador da GO.

O Compass disponibiliza os serviços para os condomínios residenciais na cidade de São Paulo. “Acreditamos que com nossos serviços, conseguimos transformar, facilitar e melhorar a vida das pessoas dentro dos condomínios. As opções de consumo e alimentação colaboram com as pessoas que estão em casa, assim como o armário inteligente que ajuda os moradores a receberem suas encomendas. A entrada da equipe GO nesse desenvolvimento, foi fundamental para esse novo universo de mobilidade”, explica Daniel Kozuchowicz co-fundador do Compass.

Como um empreendimento se torna um ativo de Fundo Imobiliário

Nas últimas semanas, os investidores têm acompanhado os efeitos da pandemia do Coronavírus no mercado financeiro. O momento pede cautela e ainda que o cenário não seja positivo, é preciso lembrar que em relação aos Fundos Imobiliários, apesar das fortes turbulências, a queda registrada até agora (28,8%, em 2020), é menor do que a alta registrada no ano passado (35,9%, ambos dados são do IFIX).

Enquanto não há previsão de estabilidade econômica, a dica é estudar a fundo cada investimento e pensar no longo prazo. “Não temos como evitar a crise, mas temos como nos preparar para enfrentá-la da melhor maneira possível, nos munindo de informação e conhecendo melhor o terreno onde estamos colocando nosso dinheiro”, enfatiza Diego Siqueira, CEO da TG Core Asset Management.

O fundo ativo da TG Core, o TGAR11, ficou em primeiro lugar na avaliação dos assinantes do Clube FII entre o final do ano passado e o começo de 2020, e mesmo enfrentando forte queda dos Fundos Imobiliários em março, o fundo TG Ativo Real da empresa registrou alta do número de cotistas, somando aproximadamente 17.600 investidores ao final de fevereiro. Tais dados mostram uma boa gestão da equipe da gestora e sinaliza que, apesar da crise, é possível seguir investindo bem seus recursos.

Para aqueles investidores que querem conhecer melhor os FIIs, um dos primeiros passos é entender como um imóvel se torna um ativo de Fundo Imobiliário. O empreendimento passa por um criterioso processo de análise, seleção, auditoria e estruturação. “Na fase de levantamentos de dados, nosso time de analistas realiza um estudo macroeconômico da região, mapeamento da oferta e demanda, estudo dos concorrentes e do mercado e, finalmente, o estudo de viabilidade econômica e financeira do projeto”, explica Diego.

Os dados obtidos nessa pesquisa são apresentados para o comitê de Novos Negócios, que é composto pelos sócios-diretores e analistas da TG Core. “Caso o empreendimento seja aprovado por unanimidade, segue para a fase de formalização e due diligence, que corresponde à auditoria jurídica e estruturação dos contratos da operação. Após isso, o processo termina e o projeto torna-se apto para compor a carteira do TG Ativo Real”, continua o CEO.

Assim, os empreendimentos podem ser tanto imóveis residenciais, quanto galpões e shoppings, por exemplo. O diferencial da TG Core durante a crise atual é que a maioria de seus ativos ficam em cidades de médio porte, que são menos afetadas pela pandemia de Covid-19. “Menos de 10% de nossos investimentos estão em municípios afetados. Com nossos ativos concentrados em regiões voltadas para o agronegócio, a economia local permanece bem ativa, afinal, o abastecimento de alimentação para a população não para”, conclui Diego Siqueira.