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Indústria de materiais de construção cresce 8% em 2021

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa sexta-feira, 14, a nova edição da sua pesquisa Índice, estudo realizado pela FGV com dados do IBGE sobre as vendas de materiais de construção em todo o país. O estudo destaca o crescimento acumulado de 8% em 2021.
 

A pesquisa da ABRAMAT indica que em dezembro de 2021 a indústria de materiais de construção caiu na comparação com o mês anterior, com redução de 1,3%. Apesar de apresentar quatro quedas seguidas (setembro a dezembro), esse resultado, somado aos anteriores, confirmou 2021 como um ano de efetiva recuperação para o setor.
 

As seguidas quedas no faturamento trazem um sinal de alerta para o setor, mas todo o contexto precisa ser analisado, de acordo com Rodrigo Navarro, Presidente da ABRAMAT. “Após o ano de superação que foi 2020, tivemos um 2021 de forte recuperação, principalmente com a escalada da vacinação e a retomada crescente das atividades econômicas. Tal como os anteriores, 2022 deverá ser um ano de muitos desafios, com impactos sobre toda a cadeia da construção civil, mas continuaremos trabalhando para que tenhamos uma sustentabilidade no crescimento, iniciada em 2018 e 2019. A previsão para a indústria de materiais de construção feita pela FGV para este ano novamente supera em muito as projeções para o PIB, indicando que teremos um crescimento de 1% sobre o resultado importante de 2021. Devemos ainda contextualizar que o crescimento acima do PIB por dois anos consecutivos é muito relevante para o segmento e pode indicar um novo patamar de atividade da indústria de materiais de construção”, explica Rodrigo.

Proptech Planet Smart City tem crescimento de 100% e revela os próximos lançamentos imobiliários para 2022

O ano de 2021 terminou e a Planet Smart City já comemora o seu balanço positivo. Nos últimos meses, a empresa que constrói cidades e condomínios inteligentes a preços acessíveis, comemora um crescimento de 100% em sua receita quando comparado ao ano anterior. No total, 320 famílias já moram em todos os projetos do grupo. “Foi um ano movimentado e cheio de resultados positivos. O maior destaque foram as vendas online, onde não há necessidade da presença física do cliente no escritório”, afirma Susanna Marchionni, CEO da Planet Smart City no Brasil.

A executiva acredita que os resultados sempre positivos se devam à qualidade dos serviços oferecidos e aos diferenciais das cidades inteligentes, como a infraestrutura de alto padrão e as soluções inteligentes, como energia limpa, bicicletas compartilhadas, espaços de lazer e culturais gratuitos, hortas urbanas, espaço saúde, cozinha social, ateliê de costura e biblioteca de objetos que possibilita o empréstimo de equipamentos que são usados diariamente. “A migração das cidades grandes para as sustentáveis fora da rota dos grandes centros e as possibilidades que elas oferecem são fatores decisivos para que o cliente compre a sua casa ou lote em uma das nossas cidades. É uma vantagem e tanto que propicia uma experiência completa para quem deseja viver além de morar”, conclui Susanna. 

Ela também avalia a importância dos projetos verticais, como os condomínios inteligentes que estão sendo construídos e entregues em São Paulo com 2.500 unidades.“Após o sucesso de vendas do Aquarela Bela Vista, que concluímos neste ano, iremos apresentar um novo projeto vertical na Freguesia do Ó”, diz Susanna. De fato, a possibilidade de financiamento para famílias com renda a partir de R$2.800 é um dos principais motivos para este sucesso.

No bairro da zona norte, a previsão é entregar 505 apartamentos distribuídos em duas torres, disponíveis em unidades de 30m² com um dormitório, unidades de 41m² com dois dormitórios e de 44m² com dois dormitórios e uma suíte. Além disso, os condomínios contam com áreas de coworking, churrasqueira, piscina e espaço pet para uma melhor qualidade de vida. 

Para 2022 os números seguem otimistas. “Em 2022 haverá a inauguração da Smart City Bahia, em Camaçari. “Para este projeto, investimos R$ 40 milhões de dólares”, revela Susanna.

Corporativo: a proptech que tem escritório fixo na capital cearense possui mais de 600 pessoas trabalhando de forma direta e indireta em suas obras no Ceará, Rio Grande do Norte e São Paulo. A Planet reforçou sua equipe no Brasil com profissionais das áreas de desenvolvimento e treinamento, administrativa, relacionamento com o cliente, marketing, financeiro, Internet das Coisas (IoT) e construção civil.

Nasdaq: em junho, o grupo realizou uma importante operação, onde conseguiu arrecadar US$ 53 milhões com o grande objetivo de abrir capital na Nasdaq até o final de 2023. O planejamento prevê arrecadar US$ 200 milhões de dólares para ampliar os projetos no Brasil e no Mundo.

Gerdau apresenta nova solução para industrialização da construção civil

A Gerdau, maior empresa brasileira produtora de aço, acaba de lançar a Gerdau Design, trazendo novas contribuições para a industrialização do setor da construção civil. Atuando na avaliação da melhor solução estrutural, a Gerdau Design tem como objetivo aumentar a produtividade de um dos mais importantes setores da economia no Brasil por meio de tecnologias construtivas onsite (no canteiro de obras) e offsite (sistemas construtivos produzidos em ambiente de fábrica).

“A construção civil é um setor extremamente relevante — no Brasil, gera 10,3 milhões de empregos e representa 7% do Produto Interno Bruto (PIB) — e, por isso, queremos contribuir com a melhoria de sua produtividade, que tem muito espaço para avançar. Ao longo das últimas décadas, os projetos de arquitetura e engenharia evoluíram, com o desenvolvimento de obras cada vez mais complexas, mas não vimos um incremento na produtividade do setor. Fatores como a falta de padronização e a cadeia fragmentada acabam prejudicando o setor”, avalia Mauro de Mello Franco, head de marketing da Gerdau Aços Brasil.

Como maior empresa brasileira produtora de aço, a Gerdau se propõe a contribuir ativamente para o incremento da produtividade e sustentabilidade da construção civil, viabilizando o uso de novas tecnologias e industrializando processos produtivos. O uso da estrutura metálica, por exemplo, confere maior velocidade às construções, reduz o desperdício de recursos e gera menos resíduos, além de ganhos na gestão. O aço é um material eficiente que vem evoluindo nos últimos anos, é flexível e uma matéria-prima sustentável e reciclável — na Gerdau, 73% da produção é a partir de sucata ferrosa — além de ser 100% e infinitamente reciclável.

“A Gerdau Design atuana etapa de projeto, oferecendo um serviço exclusivo de consultoria para avaliação da melhor solução construtiva para a estrutura de cada obra. Com o uso de tecnologias industrializadas onsite e offsite, visa incrementar a eficiência das etapas do projeto, da construção e do pós-obra”, conta Mauro Franco.

O aço como solução 

A inauguração, em 2022, do Hospital Mater Dei de Salvador, assinado por Siegbert Zanettiini, arquiteto reconhecido mundialmente por seus projetos inovadores com estruturas metálicas, reforça o aço como solução para a construção. A partir de estruturas de aço, uma área de 62 mil metros quadrados foi construída em oito meses — a obra trouxe uma série de inovações que possibilitaram sua industrialização. “São diferenciais importantes que posicionam a empresa contratante em relação a seus concorrentes. Os riscos para os profissionais envolvidos são menores, a obra mais ágil antecipa a receita e conseguimos trabalhar com ambientes mais amplos, pés direitos mais altos e área útil maior”, aponta Gustavo de Matos Paiva, superintendente do Centro de Serviços Compartilhados da Rede Mater Dei de Saúde.

Outro exemplo é a ampliação do Hospital Municipal M’Boi Mirim – Dr. Moysés Deutsch, em São Paulo, que criou 100 novos leitos em meio à pandemia. Inaugurada em 2020 após somente 33 dias de obra, a construção de 1350 metros quadrados tem 100 toneladas de aço Gerdau e foi comandada pela Brasil ao Cubo, construtech de construção modular offsite na qual a Gerdau tem participação.

Para saber mais sobre a Gerdau Design consulte o site.

5G e BIM são apostas do setor de engenharia e construção para 2022

O leilão do 5G no Brasil inspira a especulação sobre os benefícios e mudanças que a nova tecnologia pode trazer em todos os setores. Quando se trata da indústria de engenharia e construção, a ultravelocidade deve proporcionar ainda mais avanço na Engenharia 4.0. “Já está ocorrendo uma transformação e, nos próximos anos, será impossível falar dos avanços da Engenharia 4.0 sem falar do 5G. Tudo está interligado e será possível potencializar muitas das soluções existentes hoje e também criar novas ferramentas”, afirma André Medina, Gerente de Inovação da Andrade Gutierrez que, desde 2018, está à frente do Vetor AG, programa de inovação aberta da construtora, acompanhando de perto as evoluções tecnológicas dentro e fora do setor.

Uma das grandes expectativas é para a utilização do 5G dentro dos canteiros de obras, que poderão se tornar inteligentes, ou seja, mais automatizados, conectados e monitorados. “Essa conectividade e a rastreabilidade que ela permitirá sobre equipamentos, materiais e pessoas trarão dados e estatísticas em tempo real que serão úteis na redução de custo das obras, aumento de produtividade e tomada de decisões, além de impactar a segurança do trabalho de forma positiva, por meio da conectividade aplicada em equipamentos de proteção”, prevê o executivo.

Soluções como o BIM devem ser aceleradas

Medina explica que o 5G poderá acelerar diversas soluções já existentes, como a Internet das Coisas (IOT), automação, virtualização e até mesmo o BIM (Building Information Modeling). “O 5G abre caminho para que essas e outras tecnologias sejam melhor aproveitadas. É o caso de drones, sensores e qualquer outro aparelho que necessite de conexão com a internet. Todos serão beneficiados com a ultravelocidade, que proporcionará um tempo de resposta muito menor em comparação com o 4G”.

O BIM é uma representação digital de uma construção em todo o seu ciclo de vida, ou seja, desde a fase de projeto e planejamento até a construção e operação. Com o 5G, a expectativa é de um gerenciamento ainda mais apurado das informações geradas por meio do BIM, permitindo um acompanhamento e planejamento ainda melhores de cada obra. “Com o BIM conseguimos fazer projetos muito mais detalhados, unindo informações à modelagem 3D. Assim, é possível reduzir danos e tornar a etapa do planejamento mais eficiente. Com o 5G, isso tende a ser potencializado”, aposta Gustavo Brito, gerente de Implementação de Processos Digitais e uso BIM da Andrade Gutierrez.

Segundo o edital do leilão, aprovado pela Anatel, o 5G estará disponível nas 26 capitais do país e no Distrito Federal em julho deste ano. Para as outras cidades com mais de 30 mil habitantes, o prazo é até julho de 2029. Ainda não há previsão de quando a tecnologia estará disponível para uso no setor de engenharia, mas as construtoras já estão se preparando.

Grupo EPO registra crescimento e planeja lançar R$ 850 milhões em VGV em 2022

Foto: Thiago Fernandes

Com mais de 400 obras de alto padrão entregues e mais de 1.500.000 metros quadrados construídos nessas quase três décadas de história, o Grupo EPO registrou um crescimento de 20% em sua receita líquida, em 2021. Para esse novo ano que se inicia,  a empresa, que é referência no segmento de alto luxo em Minas Gerais, pretende  lançar R$ 850 milhões em VGV (Valor Geral de Vendas).

Para o primeiro semestre, o diretor Comercial e de Novos Negócios da empresa, Guilherme Santos, adiantou que, dentre as perspectivas de novos negócios, a empresa vai apostar em um mega loteamento em Sete Lagoas e um empreendimento de uso misto em Nova Lima. No caso de Nova Lima, o empreendimento consiste na construção de uma torre residencial de alto luxo, com 105 apartamentos, e uma base comercial com diversas lojas na região do Vila da Serra.

“No ano passado construímos, aproximadamente, 27 mil m² e 13.500 m² foram entregues. Apesar de ter sido um período desafiador, devido a pandemia de Covid-19, tivemos um desempenho bastante positivo. O carro-chefe da empresa  foi o segmento residencial. Também apresentamos ao mercado  empreendimentos corporativos e comerciais inovadores”

Entre os empreendimentos residenciais lançados estão a torre comercial e residencial que complementa o Complexo Navegantes, na Lagoa dos Ingleses; Luar, no  Vale do Sereno; Arthur Bernardes , no Lourdes; e a grande aposta da EPO na histórica Estrada Real, o Quintas de Cachoeira.

“O residencial Luar foi uma grande surpresa positiva. Praticamente esgotamos todas as 84 unidades demonstrando a assertividade do produto e a percepção das pessoas de que o Vale do Sereno é um excelente local para se morar. Outro grande sucesso foi o Complexo Navegantes, no qual a torre residencial foi 100% vendida, restando poucas salas disponíveis para negociações”, enumera.

Na contramão de outros setores, a contratação de mão de obra aumentou 50% na EPO. “No setor da construção civil são enfrentados vários riscos, como os investimentos altos e ciclos longos. O trabalho é árduo e por isso nada seria possível sem cada um dos nossos colaboradores”, reconhece.

Aposta no diferencial

Para Guilherme Santos, o diferencial da empresa perante o mercado da construção civil está na entrega de produtos que atendam às demandas dos clientes com qualidade, inovação e sustentabilidade. “Além de empreendimentos com arquitetura diferenciada, o uso do dia a dia também precisa ser considerado para que o produto cumpra o papel que lhe é esperado. Sempre nos colocamos no lugar dos nossos clientes, tentando entender ao máximo a necessidade de cada um. Outro fator essencial deste sucesso são as pessoas que trabalham aqui”, orgulha-se.

 História vanguardista

A empresa foi fundada no dia 17 de julho de 1992. De um lado, o início da era Itamar Franco, momento econômico muito difícil para o país. De outro, o início da EPO, empresa que surgia com coragem, ousadia e crença na realização de um bom trabalho. Depois de ter estagiado e trabalhado em diversas construtoras em Belo Horizonte, Gilmar, em parceria com sua esposa Eliana Pimentel e o seu irmão Jairo Dias, fundou a empresa com a intenção de realizar um trabalho na área da construção civil que reunisse qualidade, funcionalidade e inovação. Foi o início de uma história de sucesso.

Em 2018, em um cenário de lenta recuperação da economia e de baixa confiança do empresário da construção civil, a construtora inovou mais uma vez e apostou na reestruturação de sua gestão. A empresa adotou uma estrutura composta de unidades de negócios autônomas e interdependentes. Com a nova forma de organização, a EPO passou a seguir a estratégia de simplificar e dar maior velocidade no processo de tomada de decisões, além de dar mais sinergia às diferentes áreas de atuação da empresa.

Agora, a empresa caminha para o processo de sucessão na presidência. O diretor-presidente, Gilmar Dias dos Santos, passará o bastão do comando do Grupo EPO para seu filho, Guilherme Santos.  O processo será conduzido por pai e filho, em conjunto com o conselho consultivo da empresa. “A EPO completa este ano 30 anos de experiência e o Guilherme está com 32 anos, ou seja, ele cresceu vivenciando todas as etapas de evolução do grupo. Ele possui a alma da empresa. Esse processo está sendo realizado de forma respeitosa, honrosa e com a devida seriedade que a história da EPO possui. Estou seguro de que nossa empresa estará em excelentes mãos”, destaca Gilmar. 

O processo será concluído com previsão para cinco anos.  

INTEC Brasil divulga no dia 1º de fevereiro o Ranking das Maiores Construtoras de 2022

A INTEC Brasil, plataforma especializada em dados técnicos e inteligentes de obras em andamento pelo país, divulga no próximo dia 1 de fevereiro o Ranking das Maiores Construtoras do Brasil de 2022. O Ranking INTEC das 100 Maiores Construtoras do Brasil visa apresentar e homenagear as principais construtoras que se destacaram no ano anterior. Pela primeira vez na história, a premiação de 2022 vai homenagear mais de 100 construtoras, devido ao bom momento da construção civil nacional.

“Avaliamos e decidimos que não podemos limitar um mercado tão importante a 100 homenageadas. Por isso, a partir desse ano, o número será maior”, afirma Bruno Silva, CEO da INTEC Brasil. O setor é um dos mais importantes de todo o mundo – emprega 7% da população mundial e movimenta cerca de US$ 10 trilhões anualmente, segundo dados do McKinsey. Após a edição virtual de 2021, o evento volta a ser presencial em 2022, em uma cerimônia que será realizada na capital paulista, no dia 27 de abril.

“É um momento especial voltar a celebrar pessoalmente a entrega desse prêmio tão importante para o mercado da construção, que passou pela pandemia e se recuperou de maneira acelerada. É também uma comemoração da vitória do setor frente à Covid-19 e à crise gerada por ela”, completa Silva. A celebração contará com a presença de CEOs, presidentes e diretores das principais construtoras do Brasil, além de outros convidados importantes do segmento.

Em fase final de análise dos dados, a plataforma percebeu um aumento na metragem construída entre as empresas inscritas, derivada da boa fase da construção civil. Algumas construtoras chegaram a registrar um aumento de 95% de área construída em 2021. Além desse item, o Ranking avalia outros critérios rigorosos como idoneidade e reputação. Para este ano está prevista também uma nova categoria, que premiará os destaques do ABC paulista. “A gente tem orgulho de pesquisar a integridade das construtoras antes mesmo de aceitar qualquer inscrição, para garantir a credibilidade do ranking”, finaliza.

Índice de Variação de Aluguéis Residenciais avança 0,66% em dezembro

O Índice de Variação de Aluguéis Residenciais (IVAR) subiu 0,66% em dezembro de 2021. Houve desaceleração com relação à taxa registrada no mês passado, de 0,79%. Com este resultado, o índice acumula variação de -0,61% em 12 meses, representando também uma desaceleração na comparação com a taxa interanual apurada em novembro, de +0,70%.
 

O IVAR é um índice criado para medir a evolução mensal dos valores de aluguéis residenciais do mercado de imóveis no Brasil. Representa uma inovação nas estatísticas públicas do FGV IBRE por usar informações obtidas diretamente de contratos assinados entre locadores e locatários sob intermediação de empresas administradoras de imóveis .

Comparando-se a variação acumulada em 12 meses (interanual) do IVAR com a de outros índices que tradicionalmente medem a evolução dos aluguéis residenciais no Brasil, o resultado foi bem diferente em dezembro. O subitem Aluguel Residencial do Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15 do IBGE) e o subitem correlato do Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S do FGV IBRE), por exemplo, subiram 6,98% e 4,45%, respectivamente, nas mesmas bases de comparação. O Gráfico 1 do Press Release mostra como, ao longo dos últimos dois anos, os índices que medem a evolução dos valores de aluguéis residenciais registraram pouca oscilação em suas taxas de variação interanual, enquanto o IVAR captava muitas nuances.
 

“O setor imobiliário foi profundamente afetado pelos efeitos da pandemia sobre o mercado de trabalho. O desemprego elevado sustentou negociações entre inquilinos e proprietários que resultaram, em sua maioria, em queda ou manutenção dos valores dos aluguéis, contribuindo para o recuo da taxa anual do índice”, avalia Paulo Picchetti, Pesquisador do FGV IBRE e responsável pela metodologia do IVAR.
 

Entre novembro e dezembro, a taxa de variação mensal do IVAR desacelerou em duas das cidades de maior peso, São Paulo (de 0,78% para 0,48%) e Rio de Janeiro (de 1,46% para 1,03%). Enquanto em Belo Horizonte (de 1,00% para 1,17%) e Porto Alegre (de 0,27% para 0,43%), houve alta das taxas de variação.
 

Considerando a tendência da variação acumulada em 12 meses, todas as cidades componentes do IVAR apresentaram desaceleração, mas apenas São Paulo retrocedeu mais que o índice médio, registrando queda de 1,83% em dezembro. Em Porto Alegre a taxa acumulou queda de 0,35%. A maior variação interanual ficou com Belo Horizonte, com alta de 1,46%, seguida por Rio de Janeiro, com elevação de 0,46%.
 

“Ainda que a inflação, medida pelos principais índices de preços do país, esteja em aceleração, a variação interanual dos aluguéis residenciais segue em desaceleração. A alta da inflação vem reduzindo a renda familiar, que segue pressionada pela apatia da atividade econômica e pelo alto índice de desemprego. Com a renda familiar em baixa, os valores dos aluguéis tendem a acompanhar tal tendência, refletindo o avanço das negociações entre inquilinos e proprietários” avalia André Braz, Coordenador dos índices de preços do FGV IBRE.
 

A partir de janeiro de 2022, as informações sobre valores de aluguéis usadas no cálculo do IVAR serão incorporadas ao subitem Aluguel Residencial das diferentes versões do IPC/FGV. O FGV IBRE divulgará em breve uma nota sobre os aspectos metodológicos relacionados a esta mudança.

Cury Construtora lança novo empreendimento na Zona Portuária do Rio

A Cury Construtora está lançando seu segundo empreendimento na Zona Portuária, o Rio Energy. O stand de vendas abre no sábado dia 8 de janeiro. O empreendimento possui apartamentos studio, um, dois ou três quartos, com varanda, com opção de suíte, vaga de garagem e lazer completo. A metragem varia entre 33 m2 e 70,03m2. Com valor médio de R$ 300 mil, visa alcançar pessoas com renda familiar em torno de R$ 5 mil. A expectativa é repetir o grande sucesso registrado com o Rio Wonder – primeiro residencial da região, lançado em 2021, que vendeu mais de 1,2 mil unidades em pouco mais de quatro meses.
 

“Acreditamos muito no potencial da região, que disponibiliza mobilidade, lazer e comodidade para seus futuros moradores. Desta forma, o Rio Energy proporciona a oportunidade de as pessoas morarem perto de seus locais de trabalho, evitando a necessidade de grandes deslocamentos. A Prefeitura do Rio está empenhada na revitalização da região, o que torna a região cada vez mais atrativa, pela infraestrutura”, destaca Leonardo Mesquita, vice-presidente comercial da Cury Construtora.
 

O Rio Energy contará com 793 apartamentos, divididos em dois blocos. O terreno, localizado na esquina das ruas Cordeiro da Graça e Equador, no Santo Cristo, faz parte do Passeio Ernesto Nazareth, parque urbano entregue como parte da revitalização do Porto Maravilha. O Passeio está no centro do Distrito de Arte do Porto, maior galeria de arte urbana a céu aberto da América Latina, lançada em outubro e patrocinado pela Cury.

Os moradores contarão com piscina, rooftops com piscina, lounge e churrasqueira, quadra, playground, food square, cine open air, praça de convivência, espaço zen com sauna, pet place, academia, espaço crossfit, bicicletário, salão de festas, lounge de salão de festas, salão de jogos, lavanderia, easy market, coworking, oficina, pet care e área com armários inteligentes.
 

A localização é privilegiada, com ampla rede de transportes e próximo ao VLT. Além disso, a região do Porto Maravilha vem sendo revitalizada pela Prefeitura do Rio e, hoje, conta com atrativos turísticos e culturais, como Museu do Amanhã, AquaRio, Rio Star e Museu de Arte do Rio, além de áreas de lazer.
 

Para ter acesso a mais informações sobre o empreendimento e as condições de compra, os interessados podem visitar o stand da Cury, que fica na Rua Professor Pereira Reis, 42 — Santo Cristo.

Serviço Stand:

Local: Rua Professor Pereira Reis, 42 — Santo Cristo.

Horário de atendimento do stand: Todos os dias, das 9h30 às 20h.

Bild inaugura quadra de beach tennis no Granja Marileusa, em Uberlândia

Bild Desenvolvimento Imobiliário inaugura em Uberlândia (MG) um novo espaço esportivo para a pratica de beach tennis, na esquina das ruas Floriano Peixoto e Braga, no Granja Marileusa. A quadra será aberta para a população – uma iniciativa da construtora para incentivar a pratica esportiva entre os moradores da região. O lançamento do novo espaço acontece no dia 15/01 (sábado), a partir das 8h com a presença de food truck.

Em julho de 2021, a Bild – construtora presente em Uberlândia desde 2018 – anunciou sua parceria com o Granja Marileusa e lançou seu quarto empreendimento na cidade: o edifício Dot, projeto com apartamentos de 43, 68 e 85m², com lazer completo e um diferencial: um espaço de entretenimento na cobertura, chamado sky lounge, próprio para a realização de festas e churrascos entre os moradores. A entrega do edifício está prevista para 2024.

O bairro

O Granja Marileusa é o primeiro bairro planejado de Uberlândia.  Em 2021, tornou-se pioneiro no país com segurança 4.0 com a implantação do aplicativo AME Segurança, trazendo Inteligência Artificial (IA) como ferramenta de potencialização da segurança pública.

Atuação em Uberlândia

A Bild Desenvolvimento Imobiliário anunciou sua entrada no estado mineiro em junho de 2020. Com negócios na cidade deste 2018, a empresa conta com quatro empreendimentos lançados: três deles com obras avançadas, com cerca de 600 novos empregos diretos e indiretos na cidade. Com o início das obras nos próximos meses do edifício Dot (lançado recentemente), a expectativa é a geração de mais 200 novos empregos.

A unidade de negócios da Bild em Uberlândia está localizada na avenida Rondon Pacheco, 2.019 | Telefone (34) 2512-5300 – Mais informações: www.bild.com.br 

Financiamento imobiliário do imóvel próprio: um sonho possível

De acordo com dados revisados pela Fundação João Pinheiro (ano base de 2019) – em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR) – e publicados em março deste ano, o deficit habitacional no Brasil está na faixa de 5,8 milhões de moradias e aponta tendência de aumento nos próximos anos. Um dos principais componentes desse índice (e seu crescimento) é o ônus do aluguel urbano seguido do aumento populacional. Mais do que nunca, portanto, ter a casa própria continua sendo um dos maiores sonhos das famílias brasileiras. Para isso, existem algumas formas facilitadas de aquisição do imóvel, entre elas, o financiamento imobiliário, um dos modelos mais escolhidos. Porém, ao optar por essa modalidade de pagamento, é preciso conhecer suas diferentes possibilidades.

Segundo Luciana Hoffmann, coordenadora do departamento de financiamento Pessoa Física da Yticon, construtora do Grupo A.Yoshii, há duas modalidades de financiamento imobiliário (casas e apartamentos residenciais ou comerciais) por meio de bancos públicos e privados: o Sistema Financeiro da Habitação (SFH) e o Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). “Pelo SFH é possível financiar imóveis residenciais de até R$ 1,5 milhão e os fundos são provenientes do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) e do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Já pelo SFI, pode-se financiar imóveis residenciais ou qualquer outro tipo de imóvel acima de R$ 1,5 milhão, do qual o fundo é proveniente do Mercado de Capitais”, detalha.

Na modalidade SFH, ela explica que o FGTS pode ser usado como entrada na compra do imóvel, desde que o comprador se enquadre nos requisitos estipulados pelo Governo Federal, sendo que até 80% do valor ainda pode ser financiado seguindo as condições das taxas de juros cobradas por cada instituição bancária. “A parcela final do financiamento é composta pelo valor da parcela (amortizada), acrescido de juros fixos, indexador, seguro Danos Físicos do Imóvel, Seguro Morte por Invalidez e Taxa Administrativa”, completa a coordenadora. As taxas de juros, em geral, são fixas. O que muda é o indexador, que pode ser baseado na Taxa Referencial, Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – que varia conforme a inflação – e Poupança, também chamada de Poupe Mais”, diferencia Luciana.

Para se ter uma ideia, em 2020, antes da pandemia, o governo alcançou um valor histórico do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), de apenas 2%, o menor patamar da história. Contudo, desde junho deste ano, a taxa vem subindo gradativamente e deve chegar a marca de 8,5% até o final de dezembro, que hoje está em 7,5%. “Geralmente, as instituições flexibilizam as taxas de juros para quem já é cliente do banco, ou se já possui conta aberta, bem como pelo número de movimentações e aplicações.”

Sistemas de cobrança

Escolhida a forma de financiamento e o indexador, é hora de escolher o sistema de cobrança. Ela pontua que existem três que podem ser aplicados no financiamento: Tabela Price, Sistema de Amortização Constante (SAC) e Sistema de Amortização Crescente (Sacre). Conforme a coordenadora de financiamento, na Tabela Price, as prestações possuem valor fixo com juros já embutidos. “Na composição das parcelas, os juros são decrescentes e as amortizações crescentes”, explica. Já no SAC, o valor das parcelas diminui com o tempo, já que, como o nome indica, o valor da amortização é constante e somente os juros diminuem. O Sacre, por sua vez, é uma união entre a Price e a SAC. “No começo, as parcelas terão um valor mais alto e, a partir de certo momento, começam a diminuir. Isso porque, o valor da amortização cresce ao longo do tempo, enquanto os juros diminuem. Num determinado momento, o valor da amortização para de aumentar e também começa a diminuir.”

Departamento especializado

A construtora Yticon dispõe de um departamento especializado em atender os clientes que pretendem financiar o imóvel. Para isso, ao adquirir um imóvel na planta, os agentes da empresa apresentam as taxas de financiamento praticadas no mercado, fazem análises com as instituições bancárias e acompanham todo o processo escolhido pelo cliente.  “Ao escolher o imóvel, ele irá pagar de 20% a 30% do valor do imóvel para a construtora durante a obra, sempre corrigindo o saldo pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC). Até a data de entrega da obra, deverá quitar com recursos próprios ou procurar uma linha de crédito com uma instituição financeira”, orienta.

Porém, no Programa Casa Verde e Amarela (PCVA), o cliente entra já com o processo de financiamento na escolha da unidade. “Isso permite que ele já consiga as condições do programa atuais e, nesse caso, somente assinará o contrato de compra e venda com a construtora se o crédito estiver aprovado junto à instituição. Para esse modelo de negócio, a Yticon também atua de forma pró ativa, buscando as novidades e atualizações do programa, treinando os corretores e acompanhando de perto cada análise de crédito que é encaminhada aos correspondentes.” O programa federal tem suas especificidades de financiamento, no qual os beneficiários ainda podem receber subsídio para a entrada do imóvel. Há dois meses, o governo do Paraná também lançou o programa Casa Fácil Paraná, que oferece mais R$ 15 mil de subsídio na compra do imóvel enquadrado no PCVA.