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Curitiba ganha o empreendimento mais sustentável do Brasil

O residencial de luxo ÍCARO Jardins do Graciosa, que tem assinatura do arquiteto Arthur Casas, recém-entregue aos moradores em Curitiba (PR) acaba de receber a principal certificação de sustentabilidade do país. O empreendimento foi consagrado com a premiação nível Ouro do Green Building Council (GBC) Brasil Condomínio – o maior órgão que fomenta a indústria de construção sustentável no país.

Segundo pesquisa desenvolvida pelo US Green Building Council (USGBC), criador do sistema LEED de classificação de edifícios sustentáveis, o Brasil é o quarto país do mundo com mais prédios verdes. Atrás dele está a China com mais de mil projetos certificados, entre eles o famoso Shanghai Tower, a torre mais alta da China e a segunda mais alta do mundo, que incorpora as melhores práticas em sustentabilidade. O empreendimento recebeu a certificação do LEED e conta com um design sustentável que garante economia superior a 20% com relação a outros edifícios do mesmo porte. Em seguida do ranking aparece o Canadá com diversos prédios verdes e que tem entre seus destaques o Tree Tower Toronto com estrutura em madeira e grandes áreas verdes, reconhecido mundialmente por seu projeto sustentável.

Os esforços de sustentabilidade no Brasil têm mostrado o quanto empresas estão dedicadas ao movimento de construções sustentáveis e o quanto entendem a importância de tal cultura para a saúde e o bem-estar das pessoas. Em Curitiba, a incorporadora AG7 foi reconhecida por seu empreendimento ÍCARO Jardins do Graciosa que, de acordo com as diretrizes da certificação, atendeu 71 pontos em relação a categorias como o “uso racional de água”, “energia”, “materiais”, “requisitos sociais” e “inovação”. Entre os destaques da pontuação no residencial está o controle e gerenciamento de águas pluviais para irrigação e limpeza, o uso eficiente da água, o uso de fontes de aquecimento solar eficientes, a utilização de energia renovável a partir de painéis fotovoltaicos, o grande aproveitamento de ventilação natural e iluminação natural quatro vezes maior se comparado a empreendimentos convencionais, entre outros.

Com a certificação, o ÍCARO Jardins do Graciosa torna-se o primeiro do país e o primeiro das regiões Sul e Sudeste a receber o selo, além de ser o único empreendimento até o momento a conquistar o maior nível e pontuação no referencial GBC Condomínio. Para comemorar a conquista, a incorporadora foi convidada a participar da Conferência Internacional Greenbuilding Brasil, que será realizada entre os dias 25 a 29 de novembro, no Espaço Cubo Itaú na Vila Olímpia, em São Paulo.

De acordo com a diretora da AG7, Andressa Gulin, a sustentabilidade é um dos pilares da incorporadora. “Estamos extremamente felizes com esse reconhecimento. Trabalhamos com excelência para atingirmos sempre os melhores resultados e assim, compartilhar conquistas como essas, contribuindo para criar um planeta mais saudável”.

O canto da sereia das startups de gestão de condomínios

Por José Roberto Graiche Júnior e Omar Anauate, da
AABICAssociação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo

Nenhuma empresa pode prescindir do uso de ferramentas digitais, e não é diferente no caso das administradoras de condomínios. Evoluindo simultaneamente à verticalização das cidades brasileiras a partir da década de 1960, o setor é altamente profissionalizado e integrado às novas tecnologias de gestão, pronto para atender às mais variadas demandas dos condomínios. As administradoras acompanham tendências, e já são responsáveis pela gestão de soluções de compartilhamento, inteligência artificial e internet das coisas. Ocorre que as empresas passaram a conviver com uma concorrência irresponsável de algumas startups que vendem a promessa de administração 100% digital, mais rápida, mais barata e sem burocracia. Mas seria mesmo possível gerir com esse modelo estruturas cada vez mais complexas, que frequentemente requerem consultoria e relacionamento próximo? Acreditamos que não.

Cabe esclarecer, inicialmente, que quase nada que as startups oferecem é novidade. Um exemplo: as administradoras já disponibilizam aplicativos de gestão de rotinas (recebimento de encomendas, cadastro de moradores, controle de acesso de visitantes e fornecedores e reserva para uso das áreas comuns), além do acesso online a documentos, atas de assembleias, boletos, consultas a cotas em atraso, certidões negativas, demonstrações financeiras e enquetes. Cada condômino tem acesso, por esses apps, a uma prestação de contas completa, causando estranheza o argumento (antiético) usado pelas startups para acusar as gestoras tradicionais de falta de transparência. Vale lembrar, nesse aspecto, que a administradora adota o modelo de gestão financeira escolhido pelos condôminos em assembleia. Assim, o dinheiro arrecadado pode ser gerenciado em uma conta do condomínio ou uma conta da administradora, sendo sempre aplicado em favor do condomínio.

Numa tentativa de se diferenciar do que o mercado já oferece, as startups também prometem prestar consultoria para o condomínio investir sobras de caixa em aplicações que não sejam a caderneta de poupança. A questão é que, já há muito tempo, as administradoras apoiam seus clientes nesse sentido, sempre destacando que o investimento escolhido deve ser de baixo risco, de forma a preservar o patrimônio comum. Mais uma “novidade velha” das startups.

Aparentemente, para ganhar marketshare em um mercado tão consolidado e de difícil prospecção de clientes, a intenção das startups é desconstruir o importante trabalho que as administradoras têm feito ao longo dos anos. No mercado brasileiro, as gestoras contribuem para manter a saúde financeira dos condomínios, elaborando de maneira consciente e cuidadosa previsões orçamentárias a serem submetidas ao síndico e aos conselheiros; acompanham evolução de despesas e alertam sobre desalinhamentos para evitar déficits. Não cabe desleixo na gestão financeira de um condomínio, e as administradoras têm plenas condições de cuidar para que não ocorram deslizes.

Mas as startups são, por princípio, ousadas: além de uma gestão 100% via app, garantem que a contratação de seus serviços permite uma redução drástica nos valores dos condomínios – algumas chegam a falar num corte de 50%, mas nenhuma relava o segredo da mágica. Trata-se de uma falácia, especialmente em condomínios que têm quadro de funcionários completo. Nesses casos, 55% a 65% das despesas são destinadas ao custeio da equipe. Para se ter uma ideia, a conta de água consome entre 9% e 10% da arrecadação e a de energia de 4% a 5% – assim, mesmo que se invista em conscientização, o efeito no todo é pequeno (e, de qualquer maneira, as administradoras e síndicos debatem constantemente o assunto nos condomínios). Como contra números não há argumentos, startups que buscam um lugar ao sol recorreram em matérias e no seu discurso de vendas à vil acusação de corrupção, ensejando que as despesas condominiais são oneradas por contravenções. É triste e inaceitável.

É inegável que as tecnologias facilitam a vida das pessoas, mas no caso da administração de condomínios, há situações nas quais um modelo 100% digital é claramente insuficiente para suprir todas as demandas. Como, por exemplo, uma gestão puramente virtual pode resolver os conflitos interpessoais tão comuns nos condomínios? A intermediação humana ainda é imprescindível nessa arbitragem, assim como para negociação de pontos que escapam ao padrão dos algoritmos dos controles automatizados. Experiência e jogo de cintura para agir da melhor forma em cada novo episódio da vida em condomínio são um valioso patrimônio acumulado pelas administradoras ao longo de décadas.

Eventualmente, o fato de muitos condôminos desconhecerem a complexa dinâmica que está por trás da gestão de um condomínio – considerando recursos humanos, tecnologia, legislação, processos financeiros e ferramentas de arbitragem – pode deixá-los vulneráveis ao atraente discurso das startups, o famoso “canto da sereia”. E é essa a realidade que as administradoras querem esclarecer. Seus clientes devem ser informados dos esforços empreendidos para garantia de maior conveniência, modernização de processos e esmero no tratamento de questões tão diversas quanto obras, finanças, fornecedores, cobranças, orientação jurídica e relacionamento interpessoal.

Na prática, a narrativa de ganho de escala e de oferta de novos serviços digitais disseminada pelas startups tende a não priorizar quem de fato interessa – os condôminos. O objetivo de muitas dessas empresas é se capitalizar e, por fim, vender o negócio a fundos de investimentos, buscando rentabilizá-lo às custas das informações e cadastros dos clientes e possibilidades de montar “marketplaces” e negócios atrelados ao principal. Competição faz parte do jogo, mas às vezes as estratégias são questionáveis, uma vez que as administradoras permanecem alicerçadas na ética, na transparência e na seriedade para bem atender seus clientes.

Living lança último empreendimento do ano

Os últimos meses estão aquecidos para o mercado imobiliário. De acordo com a Secovi-SP*, a comercialização de novas unidades residenciais em agosto foi 34,1% superior ao total comercializado em julho, sendo 70,7% maior que as vendas de agosto de 2018. A Living, marca focada no segmento de médio padrão do grupo Cyrela, segue neste movimento – lançou oito produtos em 2019 e traz mais uma novidade com seu último lançamento do ano: o Living Magic Rudge Ramos. Com um terreno de mais de 15 mil m², o nono projeto da marca no Estado de São Paulo conta com VGV de R$ 146 milhões.

A Living vive um excelente momento. A marca lança, cada vez mais, empreendimentos que atendem às necessidades de nossos consumidores, e isso é comprovado na velocidade de venda. São produtos que oferecem inovação por meio do conceito Smart Home – que proporciona mais funcionalidade ao dia a dia dos nossos consumidores ao aliar conforto e conectividade”, afirma Felipe Cunha, Diretor de Incorporação da Living. “Não poderíamos terminar esse ano de um jeito melhor, do que trazendo para São Bernardo do Campo a linha Magic, que leva magia ao dia a dia da vida de nossos clientes”, completa o executivo.

O projeto oferece mais de 20 itens de lazer para os futuros moradores: piscina adulto e infantil, churrasqueira, academia, playground minicidade e quadra recreativa, além de diferentes ambientes temáticos inspirados nos filmes da Disney, como a brinquedoteca no Peter Pan, salão de festas na “Alice no País das Maravilhas”, GAMES nos “Vingadores” e salão de jogos adulto no “Star Wars”. A primeira fase, que conta com três torres, disponibiliza diferentes opções de plantas, sendo 50m² com 2 quartos; 55m² com 2 quartos com suíte; e de 69m² de 2 ou 3 quartos com suíte — com vagas cobertas e determinadas. Destaque para o acabamento das unidades, que contam com piso laminado, persiana de enrolar e infraestrutura para ar-condicionado.

O Living Magic Rudge Ramos está localizado há poucos minutos do Instituto Mauá de Tecnologia, da Universidade Metodista de São Paulo e da Faculdade Anhanguera, e oferece fácil acesso ao ParkShopping São Caetano, Espaço Verde Chico Mendes, Hospital e Maternidade São Luiz e ao complexo Extra Anchieta.

Para mais informações sobre os produtos acesse o site: http://www.meuliving.com.br/.

Com a ajuda de novas tecnologias, setor imobiliário chega a reduzir em 50% a inadimplência

Um dos maiores desafios das empresas que trabalham com pagamentos recorrentes é o de manter seus clientes adimplentes. Os impactos da falta de pagamento são prejudiciais tanto para as companhias quanto para os compradores. O setor imobiliário é um dos que mais sofrem nos momentos de aumento da inadimplência, principalmente pelo valor agregado no total do ‘’produto’’ pago pelo comprador.

Para agir estrategicamente, uma abordagem, por parte da área financeira, melhor direcionado junto ao comprador que está com dificuldades de pagar o imóvel adquirido pode fazer a diferença. Por isso, a MPD Engenharia utiliza tecnologias como Power BI e CRM, sistemas que ajudam a gerar todo o histórico do cliente e uma análise de dados de forma corretiva. Com o CRM é possível centralizar e integrar todas as informações diferenciadas, por exemplo, quem sempre pagou em dia ou aquele cliente que costuma atrasar com frequência ou está inadimplente há algum tempo. Com essas informações, é possível montar uma negociação personalizada de acordo com o histórico de cada cliente.

Já o Power BI oferece dados a partir de gráficos que apontam estatísticas de comportamento para cada cliente e empreendimento. Essas informações são fundamentais para guiar as campanhas e torná-las mais precisas. Dessa maneira, é possível atender à necessidade dos compradores. Além disso, contribuem na organização da área de cobrança, pois as tomadas de decisões passam a serem melhor dimensionadas. Com isso, o foco do negócio passa a ser mais estratégico.

Após um ano de implantação dos sistemas, a MPD conseguiu reduzir em 50% o número de inadimplentes de seus empreendimentos, quando comparado com o mesmo período do ano passado. “Com esses sistemas conseguimos trazer maior tranquilidade não só para nossa empresa como para os nossos clientes. É muito importante manter a empresa saudável, porém para nós, também é essencial pensarmos no bem-estar dos nossos clientes, oferecendo uma oportunidade de organizar suas finanças, principalmente em momentos de desaceleração econômica”, conta Claudio Yaginuma, diretor de administração de incorporações da MPD.

Greenbuilding Brasil 2019 inova com formato inédito

O Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional & Expo 2019 realizará sua sessão de abertura, dia 25 de novembro, no espaço Cubo Itaú, em São Paulo. Já as sessões técnicas, que se iniciarão a partir do dia 26, serão transmitidas em plataforma online.


A partir do próximo dia 25 de novembro, São Paulo receberá a 10ª edição do Greenbuilding Brasil – Conferência Internacional, a maior iniciativa voltada ao mercado de construção sustentável da América Latina. Este ano, o tema central do evento será “Democratizando o Conhecimento”, isso por que, de forma inédita, a iniciativa será realizada em um novo formato: no primeiro dia, a sessão de abertura será realizada presencialmente no Espaço Cubo Itaú. Já as sessões técnicas, do dia 26 ao dia 29, serão disponibilizadas em plataforma online, de forma gratuita mediante inscrição.


A iniciativa tem como foco principal atrair profissionais que atuam na iniciativa privada, mercado imobiliário, líderes, administradores e gestores de portfólio, para debaterem os desafios e a importância da construção para o desenvolvimento sustentável. Para o primeiro dia de evento, a organização estima a participação de cerca de 400 profissionais, que assistirão palestras com nomes de destaque do mercado, que falarão sobre temas como eficiência energética em escolas públicas (GBC Brasil Zero Energy); Conforto, saúde e bem estar em edificações residenciais (GBC Casa & Condomínio); Acessibilidade como elemento que vai além das normas técnicas; O panorama do mercado imobiliário e perspectivas do segmento; Eficiência energética; O cenário atual das construções sustentáveis, entre outros diversos assuntos.


De acordo com Felipe Faria, diretor executivo do Green Building Brasil, a edição deste ano será um marco, uma vez que seu novo formato permitirá que um número maior de profissionais tenha acesso às sessões educacionais. “A pluralidade está presente no evento deste ano. Vivemos um momento especial no setor de green building e teremos a oportunidade de compartilhar com o público todos as frentes do movimento que estão em curso, bem como os próximos passos”, afirma o executivo.


Sessões técnicas são o destaque deste ano – A Greenbuilding Brasil 2019 terá um grande diferencial: profissionais que atuam no setor e, por motivos diversos, não podem estar de forma presencial na sessão de abertura, poderão acompanhar conteúdos exclusivos em plataforma online, de forma gratuita mediante inscrição, em qualquer lugar do mundo, seguindo a programação que se inicia no dia 26 e vai até o dia 29 de novembro. São, ao todo, 50 temas que irão compor a programação do evento. Confira abaixo alguns dos principais assuntos:


Na primeira palestra do dia 26, a mestre em arquitetura, ciência e tecnologia da arquitetura pela Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), Natalia Nakamura, comandará uma palestra sobre a Indústria 4.0 na sustentabilidade ambiental em edificações. A acadêmica irá repercutir o Relatório Global de Riscos, que é realizado pelo Fórum Econômico Mundial, e que colocou os problemas ambientais como o principal problema que o mundo enfrentará nos próximos 10 anos.

A acadêmica falará sobre a importância da conscientização e o papel do setor em relação aos impactos ambientais das edificações. Nakamura apresentará ao público as novas tecnologias que estão sendo incorporadas à indústria para melhoria desses processos, como Indústria 4.0, internet das coisas e aprendizado de máquinas.


Outro tema de destaque desta edição, no dia 27, é a conservação de água e uso de fontes alternativas nas construções sustentáveis. A responsável por tratar desse tema é Lilian Sarrouf, consultora técnica e sustentabilidade do SindusCon-SP, que falará sobre as ações que precisam ser adotadas, tanto na fase de projetos, quanto na manutenção da vida útil da edificação, com a gestão integrada focada na conservação da água.

A consultora levará ao público estratégias de gestão que objetivam a redução do consumo de água por meio de projetos que integram arquitetura, paisagismo, soluções térmicas atreladas ao projeto de hidráulica predial, estudo do consumo dos usuários da edificação, uso eficiente da água e gestão de fontes alternativas (potável e não-potável), parâmetros de qualidades, entre outros.


A questão da eficiência energética em green buildings também será fortemente explorada na edição deste ano. No dia 28, o doutor em engenharia mecânica pela Universidade de São Paulo (USP) e docente na mesma instituição, o professor Alberto Hernandez Neto, fará uma palestra sobre sistemas de refrigeramento geotérmico. Hoje em dia, o impacto do aquecimento global no desempenho energético de uma edificação, obriga o setor a buscar e apresentar soluções inovadoras ao mercado.

Desta maneira, Neto mostrará os principais tipos de sistemas de resfriamento geotérmico presentes no mercado. Inicialmente, falará sobre a análise preliminar da viabilidade antes da aplicação e, em seguida, apresentará cases de sistemas de resfriamento geotérmico já instalados e outros que serão implementados no Brasil.


Já no dia 29, o destaque vai para a palestra sobre o convênio de cooperação, firmado entre a Eletrobrás e o Conselho Brasileiro de Construção Sustentável (CBCS) para o desenvolvimento de um benchmark de desempenho energético em edificações. O convênio tem como meta desenvolver indicadores de desempenho energético para 15 tipologias de edificações não-residenciais que estejam em plena operação, público ou privada, para projetar o perfil de consumo de energia no setor de serviços no Brasil.

O objetivo é desenvolver uma base de dados do consumo energético para balizar a elaboração de benchmark específicos para cada tipologia. Esses dados serão usados para a implementação de um programa nacional de gestão energética para edificações em uso. Na palestra, serão apresentadas as atividades do convênio que já estão em curso e os primeiros resultados, conceitos de benchmark, processos e análises do banco de dados, variáveis e metodologia de simulação computacional.


A programação completa das sessões e o credenciamento para participar do evento online pode ser consultado e realizado no link do evento: https://conteudo.gbcbrasil.org.br/congresso-online.


Já a grade da sessão de abertura, os custos de investimento e os passos para o credenciamento estão disponíveis no link a seguir: https://bit.ly/2X7Do3E.

Greenbuilding Brasil 2019
Dia: 25 de novembro de 2019
Local: Espaço Cubo Itaú
Endereço: Alameda Vicente Pinzon, 54 – Vila Olímpia
Horário: Das 8h30 às 16h

Conheça o crowdfunding imobiliário

O mercado imobiliário está sendo impulsionado com melhores condições de crédito e, com o aumento nas vendas, investir em imóveis é uma opção cada vez mais rentável. Com isso, novas oportunidades surgem no mercado, como o Crowdfunding Imobiliário, que até julho de 2019 captou cerca de R$ 44,8 milhões, sendo considerado como uma modalidade de investimento com rentabilidade acima dos produtos financeiros.

“De maneira simples, podemos dizer que é um modelo no qual uma série de pessoas se unem para investir em uma determinada empresa, seja ela uma startup, uma padaria ou uma urbanizadora. Ele permite investir nas etapas de desenvolvimento e produção do empreendimento, uma atividade que previamente só era acessível para investidores institucionais”, explica Lívia Rigueiral, CEO do Homer , que conecta corretores de todo o Brasil com ajuda de Inteligência Artificial.

No Brasil, existe um fenômeno comum em quase todas as urbanizadoras do Brasil, que é a exposição de caixa no período em que as obras são realizadas. Ou seja, somente depois que o empreendimento consegue seu Registro Imobiliário (RI) – aval da prefeitura para venda e construção – é que as vendas em stand e em outras estratégias começam, e só a partir deste momento o caixa começa a se tornar positivo.

Porém, vendas que são para para o cliente final são feitas a prazos longos (10 anos, por exemplo) e, como tem custos muito altos, o caixa da empresa acaba ficando negativo em um determinado período. Neste momento, há a necessidade de um financiamento, surgindo a oportunidade do crowdfunding, que vai ajudar o empreendedor a obter taxas menos agressivas de juros, ao mesmo tempo que garante a possibilidade de investidores terem rendimentos ainda melhores.

Veja algumas informações que o Homer separou para quem quer investir:

No crowdfunding você escolhe o empreendimento que quer investir, analisando o risco, prazo, rentabilidade, entre outros fatores. Em seguida, é preciso declarar o quanto deseja investir e se junta a dezenas ou centenas de investidores que também querem investir naquela oferta. No prazo combinado, o empreendimento devolve o dinheiro ao investidor com a rentabilidade concretizada.

Cada empreendimento ofertado nestas plataformas online tem suas características e você pode escolher quais mais combinam com seu perfil, construindo assim sua própria carteira de investimentos imobiliários.

A rentabilidade dessas ofertas geralmente são calculadas com base nas vendas do empreendimento e geralmente chegam a 200, 250% do CDI. Como este mercado é regulamentado pela CVM 588, por obrigação, essas plataformas precisam inserir, em cada uma de suas ofertas, uma série de detalhes para que cada investidor possa analisar minuciosamente.

O valor mínimo destes investimentos varia de acordo com a plataforma. É preciso analisar e verificar qual se encaixa melhor para o seu bolso!

Loft triplica compra de apartamentos com menos de 100 m²

A Loft, startup especializada em compra, venda e reforma de imóveis, começou a operar em agosto de 2018 focada em apartamentos de alto padrão e em bairros nobres de São Paulo. Ela só adquiria apartamentos com metragem a partir de 70 m2, sendo que menos de 10% destes tinha mais de 100 m2. No entanto, nos últimos três meses, a empresa intensificou sua atuação também com imóveis menores. Neste período a participação das aquisições com menos de 100 m2 subiu para 26%.

De agosto a outubro a Loft adquiriu 310 imóveis em São Paulo, 67% mais que os 186 comprados no trimestre anterior. Deste total de aquisições nos últimos três meses, 80 apartamentos têm menos de 100 m2, ante apenas 25 desta metragem comprados nos três meses anteriores. Um aumento de 223%, bem maior que os 67% de crescimento geral.

Na fatia de apartamentos ainda menores, de 25 a 49m2 – componente da faixa de menores que 100 m2 -, o crescimento foi ainda maior, na mesma comparação. Foram 12 nos últimos três meses ante 2 no período anterior (+500%). “Começamos comprando, reformando e vendendo apartamentos maiores; agora aprendemos também a precificar e reformar em escala e simultaneamente os imóveis menores”, conta Mate Pencz, Co-CEO e Founder da Loft.

O interesse por apartamentos pequenos deve continuar grande nos próximos meses: “Temos apetite para dobrar o atual ritmo de compra de apartamentos de menos de 100 m2 nos próximos 3 meses”, finaliza Pencz.

Kallas Incorporadora celebra crescimento em 2019

Os últimos dados do Secovi-SP, obtidos entre janeiro e setembro deste ano, apontam um crescimento de 70% no número de unidades residenciais comercializadas – resultados que demonstram um mercado imobiliário cada vez mais próximo de uma retomada vigorosa. Para a Kallas, desde o seu período de investimentos, que se iniciou em 2016, este está sendo o mais rentável. “Percebemos que o mercado estava propício para a compra de terrenos mais interessantes por conta da desaceleração no segmento. Aí se deu nosso momento de virada” diz Thiago Kallas, diretor do grupo. A construtora adquiriu 40 novos terrenos e se tornou ainda mais robusta.

Atuando em dois segmentos, a Kallas trabalha com imóveis de médio e alto padrão (MAP), que hoje respondem, em média, por 60% de seus negócios, e na área de imóveis menores (entre 40 a 45 m²), que se enquadram no programa Minha Casa Minha Vida, com média em 40%. Nos empreendimentos MAP, Thiago comemora a retomada dos bons resultados em 2019. “Estamos vivendo um bom ano em relação aos últimos cinco anos de venda”, reforça.

Já em relação ao segmento econômico, sob a marca Kazzas, mesmo com as mudanças no programa propostas pelo Governo, as vendas mantiveram-se fortes. “A taxa de juros baixa e o acesso facilitado ao financiamento são dois fatores impulsionadores das vendas desses apartamentos”, acrescenta Thiago.

Além disso, a Kallas aproveitou o momento para diversificar o portfólio de lançamentos de empreendimentos menores, ingressando em 2019 no mercado de apartamentos de um dormitório. Thiago acredita na retomada do potencial do público investidor que está voltando com força para o mercado imobiliário. “As pessoas estão buscando diversificar seus investimentos, e podem garantir uma renda através do investimento em imóveis líquidos para locação”, enfatiza.

Esse ano de retomada do mercado tem sido muito positivo para a construtora, que de forma sólida e consistente atua no segmento há 36 anos. Segundo Thiago, mesmo com a valorização do preço dos imóveis, dada especialmente pela escassez de terrenos em São Paulo, e do crescente custo da construção civil, o cenário é otimista para as vendas.

Startup renova relação com agentes imobiliários

Tradicionalmente acostumados a conviver com a instabilidade da profissão, cujo salário varia de acordo a com a comissão de vendas, agora, agentes imobiliários têm acesso a um programa que permite aos melhores do segmento se destacarem e preverem uma renda mínima mensal. Chamado de Top Brokers, o programa da Loft, plataforma digital que utiliza a tecnologia para simplificar a compra, reforma e venda de apartamentos, é baseado na gameficação e atribui pontos e incentivo em dinheiro para corretores. Em setembro, por exemplo, os dez profissionais com melhores resultados chegaram a receber R$ 6.000,00 cada apenas por meio dos incentivos.

“Apostamos nesse programa como uma forma de crescer em parceria com os agentes imobiliários. Oferecemos incentivos exclusivos, como remuneração por visita realizada nos imóveis da Loft (R$ 150), proposta (R$ 1500) e lead de apartamento de 25 a 120 m² para a companhia comprar (R$ 150). Por meio da meritocracia, é possível gerar renda mesmo sem ter, de fato, realizado uma venda”, afirma João Vianna, founder da Loft.

Os Top Brokers têm vantagens adicionais, como preferência na indicação pela Loft de clientes que entram em contato com a plataforma. O direcionamento aumenta as chances de efetivação da venda e possibilita aos profissionais receberem a comissão de 6% sobre o valor da negociação.

Outros benefícios do time de elite incluem: acesso antecipado aos lançamentos do portfólio, o que permite iniciar a venda com antecedência; programas de capacitação com especialistas da empresa; e atendimento dedicado em todas as etapas da negociação, garantindo mais agilidade nas transações.

A agente imobiliária Mônica Terra, por exemplo, é uma das profissionais que se destaca na iniciativa. “Uma das grandes dificuldades da profissão é a instabilidade do setor, de não saber se conseguirei realizar alguma venda e, com isso, quanto terei no final do mês. Com a bonificação do Top Brokers, consigo ter mais visibilidade do quanto ganharei de acordo com o meu empenho. Em apenas seis meses nesse programa, consegui atingir a mesma renda adquirida em um ano”, conta Terra.

Para fazer parte do Top Brokers, o agente imobiliário deve estar entre os profissionais com melhores resultados, levando em consideração a pontuação estabelecida para cada um dos critérios: visitas, propostas e vendas. A participação no programa não exige exclusividade, o que permite ao profissional continuar na imobiliária em que já atua.

A quantidade de Top Brokers tem relação com a abrangência geográfica da Loft, já que o corretor atua em microrregiões, se especializando nas particularidades locais. “Atualmente, 40 profissionais compõem o programa, que é dinâmico, com ranking atualizado conforme a gameficação. Com a expansão da atuação da Loft, nossa previsão é chegar a 50 membros até o final do ano”, finaliza Vianna.

Entenda o que são e como funcionam as Plenárias do Sistema Cofeci-Creci

No próximo dia 29 ocorrerá a Sessão Plenária do Sistema Cofeci-Creci no Hotel Grand Rayon, em Curitiba, para a homologação de 18 Portarias sobre diversos assuntos interna corporis, julgamento de 72 processos administrativos, além de discutir sobre a PEC 108/2018 debatida em audiência pública no dia 05 de novembro.

Por força regimental, o Conselho Federal realiza no mínimo três Sessões Plenárias e quatro Reuniões de Diretoria ao ano; no mesmo período, os Conselhos Regionais realizam pelo menos quatro Seções Plenárias e seis Reuniões de Diretoria. Somente neste ano foram julgados 1.941 processos disciplinares e 161 administrativos. Segundo João Teodoro, presidente do Cofeci, “Lei ordinária institui o Sistema Cofeci-Creci como autarquia para defender a sociedade dos maus profissionais e do exercício ilegal da profissão”.

O que são as Plenárias Regionais e Federais?

É importante que todos os Corretores de Imóveis saibam que as Plenárias são reuniões que têm o intuito principal de prestar contas das atividades desenvolvidas no período que as antecede desde a Sessão anterior, debater os interesses da categoria, além de trazer propostas de políticas publicas para o segmento.

O regimento do Cofeci e dos Crecis sugere que as plenárias aconteçam em intervalos mínimos de 75 dias, somando-se às seis reuniões de diretoria, para avaliar temas pertinentes. “Durante a última Seção Plenária do ano, como a que acontece em Curitiba no dia 29 de novembro, é feita a aprovação do orçamento para o ano seguinte de todos os Crecis e do Cofeci”, afirma João Teodoro. Nos Conselhos Regionais com um grande número de Corretores de Imóveis e Imobiliárias inscritos, como o de São Paulo, por exemplo, as Plenárias são realizadas mensalmente.

Durante essas reuniões são também aprovadas portarias de nomeações, destituições, aprovação de cursos técnicos em transações imobiliárias etc. “Somente os processos administrativos vão ao Plenário. Os disciplinares são julgados pelas Câmaras Recursais. Sempre em grau de recurso, depois de julgados nos respectivos Regionais”, explica o presidente do Cofeci. “Há processos que vêm automaticamente, de ofício, para o Federal. São os casos de suspensão máxima ou cassação. Outros vêm por recurso voluntário das partes”, completa.

Segundo ele, tanto os Conselhos Regionais quanto o Federal são igualmente importantes dentro do âmbito de cada Conselho. “Os Regionais são a primeira instância; o Federal é a segunda e última”, detalha João Teodoro. Para cada Processo é designado um Conselheiro por sorteio. Após estudar e avaliar o processo, ele faz seu relatório no Plenário do Conselho Regional ou das Câmaras Julgadoras, no Plenário de uma das Câmaras Recursais ou no Conselho Pleno do Cofeci. O presidente do respectivo órgão põe o processo em votação.


Estes acontecimentos não são abertos ao público, porém é possível ter acesso ao resultado final de todo os julgamentos de processos, que são publicados pelo Cofeci no Diário Oficial da União.

Segundo ele, tanto os Conselhos Regionais quanto o Federal são igualmente importantes dentro do âmbito de cada Conselho. “Os Regionais são a primeira instância; o Federal é a segunda e última”, detalha João Teodoro. Para cada Processo é designado um Conselheiro por sorteio. Após estudar e avaliar o processo, ele faz seu relatório no Plenário do Conselho Regional ou das Câmaras Julgadoras, no Plenário de uma das Câmaras Recursais ou no Conselho Pleno do Cofeci. O presidente do respectivo órgão põe o processo em votação.
Estes acontecimentos não são abertos ao público, porém é possível ter acesso ao resultado final de todo os julgamentos de processos, que são publicados pelo Cofeci no Diário Oficial da União.Sobre o Sistema Cofeci-Creci: Composto por um Conselho Federal e 25 Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis em todo o Brasil que têm a função de normatizar e fiscalizar uma profissão de grande relevância para o desenvolvimento da nação. O Sistema funciona sob a égide da lei 6.530, de 12 de maio de 1978 e engloba cerca de 380 mil Corretores de Imóveis e 46 mil empresas de intermediação de negócios imobiliários. Outras informações: http://www.cofeci.gov.br