Monthly Archive junho 2020

Sienge e Grant Thornton Brasil lideram estudo inédito sobre uso do BIM na construção brasileira

O uso do BIM (Building Information Modeling) será obrigatório para obras públicas no Brasil a partir de janeiro de 2021, conforme decreto nº 9.377. Dentre os benefícios, a metodologia traz ganhos de produtividade, redução de desperdícios, desempenho e controle mais afinado da obra e da operação das edificações. A expectativa é que a obrigatoriedade logo se desdobre para o setor privado. 

Entretanto, o Brasil ainda se encontra num estágio muito incipiente de adoção da metodologia. Diante deste cenário, o Sienge, solução líder no País em gestão na área de construção civil, em parceria com a Grant Thornton Brasil – empresa global de auditoria e consultoria – realizam uma pesquisa pioneira para avaliar a maturidade das empresas brasileiras na adoção da metodologia BIM. A iniciativa conta com o apoio da ABDI (Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial) e do Sinduscon/CE. 

O estudo será dividido em três etapas. A primeira, em andamento entre os dias 29 de junho e 24 de julho, tem o objetivo de mapear as empresas que já utilizam ou planejam utilizar a metodologia BIM. A intenção, neste momento, é atingir o máximo de profissionais da construção para ter um raio-X preciso do mercado. Para participar basta responder ao formulário disponível no site: http://www.sienge.com.br/mapeamento-de-maturidade-bim-brasil/

Já na segunda fase, prevista para ocorrer no mês de agosto, a pesquisa terá como foco entender a maturidade de uso do BIM nas empresas que já adotaram a metodologia ou planejam adotar. Na terceira e última etapa, em novembro, teremos o lançamento deste mapeamento ao mercado. A partir dos dados coletados pelo estudo será possível entender quais os desafios a serem superados e os passos necessários ao longo do processo de maturação do BIM no País. 

Para Giseli Anversa, Lead Product Manager do Sienge, a metodologia BIM é a alavanca que trará a transformação digital para o canteiro de obras. “Realizar este mapeamento é, ao mesmo tempo, um desafio e um marco na história do BIM em nosso País. É um olhar atento à realidade da Indústria da Construção para apoiar e incentivar o aumento da maturidade BIM no Brasil. Apesar do Governo Federal já ter estabelecido prazos para adoção do BIM em obras públicas, há uma grande pressão por parte do mercado, em todo mundo. O Brasil ainda se encontra num estágio muito incipiente de adoção da metodologia. 

“O setor da construção no país precisa se preparar para inovações disruptivas, de acordo com as tendências da Construção 4.0. A metodologia BIM faz parte desta tendência global e está progressivamente, se tornando um agente importante para preencher as lacunas necessárias relacionadas à melhoria na transformação digital e consequentemente, na produtividade do setor”, afirma Luiz Iamamoto, líder do setor de Infraestrutura e Projetos de Capital da Grant Thornton Brasil. 

Dados de mercado

De acordo com a CMAA Emerging Technologies Committee Members: Soad, mais de 30% dos custos globais na Construção Civil são gastos em campo devido a erros de coordenação, desperdício de material, ineficiência do trabalho e outros problemas na abordagem atual da construção. Para melhorar esta situação, a iniciativa do governo pretende aumentar em dez vezes a implantação do BIM. 

Com isso, espera-se que 50% do PIB da construção civil utilize a metodologia até 2024. Por meio de protótipos e simulação da construção, o BIM permite criar melhores projetos e reduzir retrabalhos e desperdício de material e mão de obra. O BIM permite construir obras virtualmente, da concepção à demolição, passando por toda a operação ao longo de sua vida útil. 

Imovelweb é bicampeão do Prêmio Consumidor Moderno na categoria Marketplace

Na 21ª edição do Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente, o Imovelweb, um dos maiores portais imobiliários do País, foi o grande vencedor no segmento Marketplace, pelo segundo ano consecutivo.

“Ser bicampeão do Prêmio Consumidor Moderno é uma honra. A premiação, amplamente reconhecida pelo mercado, traz a mais completa avaliação da qualidade dos serviços ao cliente no Brasil. É fundamental para nós saber que o cliente nos vê como uma empresa que investe em experiências diferenciadas”, comemora Leonardo Paz, CEO do Imovelweb.

Atualmente, mais de 75% dos consumidores avaliam o atendimento do portal como ótimo e bom. “Prezamos pelo cuidado com nossos clientes e usuários. Nosso objetivo éauxiliá-los na busca e realização de bons negócios. Queremos que os usuários do nosso portal encontrem o imóvel ideal para viverem”, explica o CEO.

De acordo com Leonardo Paz, o prêmio é a concretização do engajamento de todos os colaboradores, que compartilham da mesma cultura de prezar pela satisfação do cliente, com uma interação ágil e amigável.

O Prêmio Consumidor Moderno de Excelência em Serviços ao Cliente é realizado em parceria com o Centro de Inteligência Padrão (CIP) e com a OnYou, uma das mais gabaritadas empresas em auditoria de qualidade do País. Ele é elaborado a partir de um abrangente e meticuloso processo, compreendendo meses de estudo e análise de todo o ecossistema integrado pelas empresas para proporcionar o melhor atendimento e prestação de serviços aos seus clientes.

Leonardo Paz, CEO do Imovelweb

Confiança da Construção avança em junho mas recupera apenas 43% das perdas ocorridas entre março e abril

O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas, apresentou em junho a maior variação positiva da série histórica, 9,1 pontos, ao atingir 77,1 pontos. Apesar da melhora da confiança pelo segundo mês consecutivo, apenas recupera 43% das perdas ocorridas entre março e abril.

“A sondagem de junho mostrou um cenário menos desolador para a construção. A segunda alta consecutiva do indicador de expectativas confirma uma percepção mais favorável em relação aos próximos meses. Outro destaque positivo foi a inflexão do Indicador de Situação Atual. Vale notar que ainda é um quadro muito difícil: a insuficiência de demanda é a maior limitação à melhoria dos negócios em todos os segmentos do setor. Apesar da abertura das empresas e estandes de venda na maioria das cidades do país, a deterioração do quadro fiscal, do emprego e da renda não favorece a demanda. De todo modo, face às incertezas que ainda prevalecem, é cedo para estabelecer o início da recuperação da atividade,” avaliou Ana Maria Castelo, Coordenadora de Projetos da Construção da FGV IBRE.

Indústria de Materiais de Construção vê perspectiva de melhora no segundo semestre

A ABRAMAT (Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção) divulga nessa sexta-feira, 26, a nova edição do seu Termômetro, que revela que para 34% das empresas associadas o desempenho nas vendas em maio foi considerado bom ou muito bom. Já em junho essa mesma expectativa subiu para 44% das empresas, enquanto 43% vislumbram período regular. Para o próximo mês (julho), a expectativa de ter vendas com desempenho bom ou muito bom permanece em 44% .

Quando perguntadas sobre as expectativas sobre ações governamentais, as muitas medidas propostas pela indústria e já adotadas começam a causar efeito positivo na percepção das empresas. Neste mês de junho 26% das empresas estão otimistas com as ações para os próximos 12 meses. No mês anterior 13% estavam otimistas.

Outro importante dado positivo apontado na pesquisa é que, apesar dos impactos da crise, a pretensão de investimentos no médio prazo subiu de 43%, em maio, para 52% em junho. O nível de utilização da capacidade instalada registrado foi de 64% em junho, no mês anterior a capacidade instalada estava em 53%.

Notamos que apesar das dificuldades impostas pela pandemia, o setor começa a enxergar a possibilidade de retomada nos próximos meses. Essa perspectiva muito se dá devido à aceitação das propostas feitas ao Governo e sua implementação, além dos esforços de todos visando a saúde e a queda no número de infectados pelo covid19. A reabertura do comércio e demais serviços, além da continuidade de obras, tudo isso com os devidos cuidados, também podem contribuir para que a indústria de materiais de construção amplie seu nível de utilização de capacidade instalada. Acreditamos que o caminho é longo, mas vislumbramos um relativo otimismo para os próximos meses“, revela Rodrigo Navarro, presidente da ABRAMAT.

Even inova e acelera processo de Transferência de Imóvel com Escritura Digital

A necessidade de agilizar a transferência de imóvel e manter o isolamento social, acelerou a emissão da escritura digital na Even. Em parceria com o 2º Tabelionato de Notas, o novo formato deverá substituir definitivamente a emissão de documentos físicos na Even. A estimativa é que em 1 ano até 80% das escrituras sejam emitidas neste formato.

Entre as vantagens para o cliente estão a facilidade de guardar a escritura e não precisar se deslocar até ao cartório para assinar o documento físico. Para os cartórios, a escritura digital agiliza o processo e representa menos custos com papel, deslocamento e emissão de documentos.

“A COVID-19 foi o impulso para que este processo fosse implantado. Na Even, já estávamos com a operação bem adiantada e, com a aprovação oficial, concluímos a transferência em duas semanas. A escritura digital representa uma quebra de paradigmas e traz vantagens para os envolvidos”, Mariana Senna Sant’Anna, Head Jurídico e Corporativo Even.

Proptech Homer reúne CRECIs de diversos estados em evento online

Na próximo dia 29 de junho de, o Homer – plataforma pioneira que conecta corretores em todo o Brasil – reúne os CRECIs (Conselhos Regionais de Corretores de Imóveis) da Bahia, Pernambuco, Ceará, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Alagoas, Acre, Mato Grosso, Sergipe, Paraíba e Distrito Federal no maior evento online do país, que tem como objetivo trazer o melhor conteúdo do mercado imobiliário para todos os corretores do Brasil.

Com palestras inéditas de Bruno Lessa sobre práticas para acelerar a decisão de compra do cliente pelo seu imóvel e de Fabricio Medeiros – que vai dar alternativas de vendas mesmo em meio a coronavírus-, o Encontro CRECIs Brasil Online será transmitido pelo canal do Homer no Youtube e terá cerca de três horas de duração. Além disso, os participantes vão concorrer a quatro pacotes onlines de mentoria com Fabricio Medeiros.

Para a CEO do Homer, Livia Rigueiral, o evento é muito importante para mercado, já que os conselhos estão se unindo para ajudar os corretores a passarem pela crise por meio de conteúdos de qualidade. “Neste encontro teremos palestras inéditas de importantes nomes do mercado e acreditamos que é transmitindo conhecimento que podemos impulsionar os corretores a venderem mais, mesmo com a pandemia. O Homer está investindo em diversos eventos onlines para continuar lado a lado com o corretor nesse período – antes já costumávamos fazer eventos presenciais em parceria com CRECIs -, pois investindo na capacitação e qualificação dos profissionais o mercado se mantém aquecido”, afirma.

Serviço:

Data: 29/06
Horário: 9h30 – 12h30
Página de transmissão: Youtube Homer
Para se inscrever basta acessar: http://materiais.homer.com.br/encontro_crecis_brasil

Construção civil e mercado imobiliário estão preparados para enfrentar a crise

Por Clovis Bohrer Filho, fundador da Bohrer Arquitetura

Após a crise econômica, era esperada uma retomada do crescimento do setor da construção civil no segundo semestre de 2019. As incorporadoras já estavam se preparando para este aquecimento, com redução de estoques, aquisição de terrenos e planos para acelerar os lançamentos. 

Porém, a epidemia de Covid-19 interrompeu este cenário e trouxe muitas incertezas. Não é possível saber com certeza quais as próximas perspectivas para os mercados imobiliário e de construção civil. Os desafios são muito grandes e vão desde a gestão financeira das empresas até às mudanças de comportamento e renda dos consumidores. 

Por outro lado, percebo que a maioria das construtoras e incorporadoras do estado do país está com o “caixa” equilibrado, com boa liquidez financeira, fruto do controle gerado pelos vários anos de crise. Além disso, houve um aumento da produtividade do setor no estado, devido aos investimentos feitos há algum tempo nos processos de planejamento e execução dos empreendimentos. 

As incorporadoras e construtoras passaram a perceber as mudanças que podem ocorrer tanto nos produtos imobiliários como nos perfis dos clientes, elas estão atentas ao “novo normal”. Exemplo disso são os investimentos em novas ferramentas de comunicação com o mercado, como infraestrutura digital, realidade aumentada, tour virtual nos apartamento decorados, atendimento remoto, entre tantas outras novidades. Para se ter uma ideia, segundo pesquisa realizada pela Central de Registradores de Imóveis do Paraná, gerida pela Aripar – Associação dos Registradores de Imóveis do Paraná, houve um crescimento de 600% na quantidade de contratos de imóveis protocolados de forma virtual nos meses de fevereiro a abril. 

As transformações puderam ser percebidas logo no primeiro dia de isolamento. A maioria das empresas adotou o home office, fazendo com que as pessoas passassem muito mais tempo em suas casas. Isso gera uma mudança de percepção, com muitos passando a valorizar mais suas moradias, tendo desejos de fazer transformações, tornar os lares mais agradáveis e adaptados ao trabalho remoto. Esta mudança de postura deve ser analisada cuidadosamente pelas empresas. Os consumidores passarão a interpretar com criatividade as novas necessidades de suas casas. 

Outro ponto que me faz ser otimista é a excelente sinergia demonstrada por todos os segmentos doconstrubusiness, incluindo projetistas, fornecedores, construtores, e agentes de crédito. Toda a cadeia produtiva está trabalhando em conjunto e buscando medidas que atenuem essa crise. 

Além do preparo demonstrado pelo setor, algumas outras questões do mercado e da economia dão sinais positivos para o futuro. A baixa taxa de juros traz uma significativa redução das parcelas em financiamentos de longo prazo, encorajando os consumidores a investir em imóveis. Este momento de pausa pode ter gerado um represamento das negociações, que poderão ser retomadas com o fim da quarentena e a volta à “vida normal”. De acordo com levantamento da ADIT Brasil – Associação Para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil, 55% das pessoas mantém a vontade de comprar um imóvel próprio, apesar do cenário controverso. 

Uma questão fundamental para este momento foi a inclusão da construção civil nos serviços essenciais, o que permitiu a continuidade das obras, evitando atrasos em entregas de projetos, abandono de obras e perda de empregos. A relevância da atividade é percebida pelos gestores da economia, já que é responsável por uma fatia significativa – entre 8 e 10% – do PIB brasileiro, além de ser uma importante geradora de empregos. 

Na Bohrer, estamos trabalhando com 18 projetos imobiliários. Os prazos de entrega das obras foram mantidos, elas continuam, com as equipes operando seguindo os protocolos de segurança. Estamos focados nas nossas atividades em home office, toda a equipe se encontra trabalhando full time de forma remota. 

Sendo assim, diante do cenário atual, acredito que a recuperação pós-pandemia será menos traumática e mais rápida se as empresas e os gestores econômicos tiverem a capacidade de interpretar as dificuldades e fazer o diagnóstico correto da situação econômica que certamente virá após a Covid-19. É preciso analisar as incertezas, tomar ações cautelosas e muito bem-pensadas. Se agirmos assim, 2021 pode nos surpreender positivamente com a retomada. 

HM Engenharia arrecada 340 cestas básicas e R$ 15.000,00 em campanha por famílias em situação de vulnerabilidade social

A HM Engenharia, construtora do portfólio da MOVER, realizou a campanha Mobiliza HM, que arrecadou 340 cestas básicas e R$ 15.000,00 convertidos em cartões alimentação para famílias em situação de vulnerabilidade social em Campinas, no cenário de pandemia da Covid-19. A ação integra o Mobiliza Campinas, da Fundação FEAC, uma das mais importantes organizações de assistência e desenvolvimento social da região.

As doações em dinheiro foram feitas por profissionais dos escritórios da HM, enquanto as cestas básicas foram coletadas em postos de arrecadação em cinco obras da construtora, sendo entregues para famílias cadastradas na associação dos moradores dos bairros Vida Nova, em Campinas, e Vila Zilda, no Guarujá. “Unir forças com uma instituição tão importante para Campinas é motivo de orgulho para nós, ainda mais quando isso resulta em uma ajuda significativa para quem mais precisa neste momento”, afirma Jordana Albuquerque, Superintendente de Gente e Gestão da HM.

Em junho, a campanha Mobiliza HM continua, desta vez para arrecadar roupas, calçados, mochilas e itens de higiene para a Street Store, da ONG Childrens International Summer Village (CISV). Na iniciativa, pessoas em situação de rua podem adquirir os itens como se estivessem em uma loja, mas gratuitamente.

O “novo normal” no mercado imobiliário pós-Covid-19

Por João Teodoro, presidente do Sistema Cofeci-Creci 

Em tempos de COVID-19, muito se tem falado sobre o “novo normal” que teremos depois da pandemia. Não se trata de mera elucubração. De fato, uma nova revolução existencial está por vir. Mesmo antes da pandemia, já dispúnhamos de muitas das atuais ferramentas tecnológicas de comunicação online, hoje largamente conhecidas. Entretanto uma espécie de receio inconfesso nos impedia de utilizá-las. Mas, segundo Ortega y Gasset, o homem é fruto de suas circunstâncias. 

O isolamento social transformou nosso modus vivendi. Hoje, nossa comunicação já não é presencial, mas a distância. Segundo o Instituto de Desenvolvimento Empresarial (IDEBRASIL), o covid-19 influenciará nossos filhos, netos e bisnetos. O advento da vacina certamente acabará com o medo e a insegurança, mas as consequências da pandemia permanecerão para sempre. O home office forçado provou que podemos produzir mais e melhor trabalhando em casa. 

Grandes empresas gastavam fortunas com passagens, hospedagem, alimentação e receptivo para realizar uma simples reunião. De repente, perceberam que muitas dessas reuniões podem ser feitas pela internet, eliminando viagens e todas as suas consequências. Mas o que acontecerá com as companhias aéreas e com toda a infraestrutura dos aeroportos, bares, restaurantes, receptivos e outros, que vivem do turismo de negócios? 

As LIVES hoje produzidas por artistas mostraram que eles podem atingir público imensamente maior do que conseguem com um show presencial, a um custo infinitamente menor, sem cobrar nada de quem as assiste. As grandes empresas e anunciantes já perceberam que, por meio de um desses shows, com muito menor custo, podem levar suas marcas e mensagens a um público muito maior do que conseguiam com qualquer outro tipo de show ou meio de comunicação. 

Tudo isso afetará profundamente muitos setores econômicos, inclusive o mercado imobiliário. As pessoas mais qualificadas, os grandes talentos intelectuais, poderão ser encontradas e utilizadas pelas grandes organizações empresariais a distância, de qualquer parte do mundo, sem qualquer necessidade de deslocamento, tudo por meio da internet. 

O que acontecerá com o trânsito? A inevitável diminuição de veículos circulando pelas ruas, além de promover melhor aproveitamento do tempo pessoal, cuja importância se abstrai de sua absoluta inexorabilidade, proporcionará o descongestionamento das ruas, diminuindo a poluição ambiental pelo monóxido de carbono e o número de acidentes, repercutindo na indústria e na venda de veículos e peças automotoras, nas oficinas de reparos e no custo de manutenção da infraestrutura rodoviária municipal, estadual e federal. 

Haverá grande reestruturação no mercado imobiliário. As empresas não mais precisarão de grandes escritórios, com altos custos de alugueres, tributos e manutenção. Boa parte de seus empregados trabalharão em casa, também com grande economia de manutenção, transporte, alimentação e vestuário. Por questões de custos, segurança, poluição, convivência familiar, mobilidade, estresse e outros fatores, muitos optarão por pequenas cidades ou áreas rurais próximas. Este será o novo amanhã! 

CASACOR São Paulo é adiada para 2021

A CASACOR São Paulo, reconhecida como a mais completa mostra de arquitetura, design de interiores e paisagismo das Américas, tem acompanhado de perto o desenvolvimento da atual pandemia da COVID-19. Engajada no esforço mundial voltado para minimizar os impactos sobre a saúde das pessoas, a CASACOR São Paulo vem pautando suas ações em harmonia com as diretrizes dos órgãos oficiais de saúde nacionais e internacionais, como a Organização Mundial da Saúde. 

Neste cenário, a direção da CASACOR São Paulo se viu obrigada a tomar a difícil decisão de adiar a realização de seu evento, no formato original até então praticado, que estava programado para este ano. ACASACOR São Paulo reconhece e lamenta os eventuais transtornos e frustrações que essa decisão, tomada absolutamente contra o nosso desejo, possam vir a causar aos nossos queridos parceiros, franqueados, funcionários, ao público e a toda a cadeia produtiva envolvida na execução do evento. 

Várias análises de cenários e consultas a instituições da área de saúde foram realizadas antes de nos decidirmos por essa drástica tomada de posição. No entanto, por mais que desejássemos o contrário, tais ponderações nos mostraram que não seria possível a realização do evento sem que fosse colocada em risco a integridade física dos envolvidos, incluindo aí o numeroso público que costumamos receber. 

No entanto, estamos preparando uma edição especial de CASACOR São Paulo, num formato inédito, que apresentará uma reflexão sobre a casa pós-pandemia sob a ótica da arquitetura, do urbanismo e da decoração. Estamos otimistas que conseguiremos mobilizar os melhores profissionais do mercado nesta iniciativa disruptiva. Mais detalhes sobre este novo projeto serão apresentados em breve. 

Até lá, continuaremos a enfrentar juntos este momento de adversidade, trabalhando de maneira coordenada e seguindo as recomendações das autoridades de saúde para trazer a CASACOR São Paulo cada vez mais para perto das pessoas, de forma segura e responsável.