Monthly Archive março 2020

Maior investimento em ética e compliance são necessárias para reverter imagem ruim do setor de construção civil no Brasil

Depois de seguidos anos em baixa, o setor de construção civil iniciou 2020 com perspectivas de crescimento de 3%. Segundo dados do Sindicato da Indústria da Construção Civil (SindusCon) do Estado de São Paulo, hápotencial para criação de mais de 2,3 milhões postos de trabalhos formais até o fim do ano. Contudo, apesar da retomada de investimentos, construtoras, incorporadoras e prestadores de serviços têm um longo caminho a percorrer no que tange a imagem do segmento frente a sociedade, que foi abalada nos últimos anos por inúmeros casos de envolvimento em ações de corrupção. 

Por isso, crescem iniciativas para diminuir tais problemas e combater a corrupção com seriedade, garantindo sustentabilidade dos negócios e maior credibilidade a todos os players envolvidos. O caminho para isso passa pela tecnologia e prevenção. “Investir em compliance com processos bem estruturados, como Know you Supllier(KYS) ou Conheça seu Parceiro; Know Your Employee (KYE) ou Conheça Seu funcionário, backgroung checkdue dilligence, entre outros, são talvez as melhores maneiras de prevenir fraudes diretas e indiretas”, pontua Eduardo Tardelli, CEO da upLexis, empresa especializada em tecnologias para busca e estruturação de informações retiradas de grandes volumes de dados (big data) extraídos da internet. 

O momento, portanto, exige do empresariado um investimento maior em ética e compliance, a fim de garantir o cumprimento das normas e regulamentações, e consequente durabilidade do aquecimento. “Por ser um setor que possui muitas leis, é essencial investir em metodologias que garantam o cumprimento destas”, lembra Tardelli. Outro motivo é que empresas que desejam estabelecer contratos com a Administração Pública de alguns Estados em valores acima de R$ 5 milhões devem adotar o Programa de Integridade – comumente conhecido como Compliance, seguindo Decreto 40.388/2020 regulamentou a lei 6.112/2018 (atualizada pela lei 6.308/2019), cujo objetivo é implementar uma cultura de ética empresarial e prevenir a corrupção. 

Iniciativas nesse sentido têm ganhado espaço: há dois anos, por exemplo, a Rede Brasil do Pacto Global da Organização das Nações Unidas (ONU) lançou uma cartilha para auxiliar empresas do setor de construção civil a lidar com casos de corrupção e implantarem práticas de compliance. Mais recentemente, a Comissão de Responsabilidade Social (CRS) da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) concretizou a primeira turma do curso EAD sobre “Ética & Compliance na Construção: transformando valores em ação”, que contou com 270 inscritos, sendo realizado entre outubro a dezembro do ano passado. 

Soluções digitais vão movimentar setor imobiliário durante a pandemia do coronavírus

Em tempos de quarentena e de circulação cada vez mais restrita de pessoas nas ruas, diversos setores estão precisando se adaptar para continuar suas atividades. No imobiliário, por exemplo, os condomínios já estão mudando as rotinas, fechando áreas comuns, restringindo acesso à elevadores e cancelando assembleias de moradores. Em paralelo, comprar ou alugar uma nova casa ou apartamento pode ficar mais difícil, com o impedimento da realização de etapas presenciais do processo. As empresas que se anteciparam e investiram em transformação digital saem na frente e vão fazer a diferença nesse período de isolamento devido ao coronavírus, que ainda não sabemos o quanto vai durar.

A APSA – maior empresa brasileira em soluções para viver em propriedades urbanas – investiu nos últimos anos mais de R﹩ 6 milhões em soluções online. A empresa já possui plataformas de gestão condominial informatizada disponível para os mais de 3 mil condomínios que administra em todo o país. No final do ano passado, lançou também o Alugue Rápido, ferramenta que possibilita locadores e locatários a fecharem negócio remotamente.

“Não temos como prever a escala destes impactos. As atividades de condomínios e locações não param graças à tecnologia. Condomínios, síndicos e condôminos, além de proprietários e inquilinos, têm acesso ao que é necessário remotamente, mas a contribuição deles é fundamental para que a gente siga movimentando o setor”, diz o diretor da APSA Fernando Schneider

O Alugue Rápido elimina toda a burocracia, papelada física e necessidade de deslocamentos na hora de combinar um contrato de aluguel. Pela própria ferramenta, o locatário pode procurar entre diversas opções de imóvel, agendar a visita de forma online e assinar um contrato digital sem precisar de fiador, seguro-fiança ou sequer um cheque-caução. Do outro lado, o locador tem a garantia do valor do aluguel mensalmente, mesmo em caso de inadimplência. Este é um serviço que está disponível nas cidades de Rio de Janeiro, Recife, Salvador, Maceió e Fortaleza.

“Nossos indicadores apontam que o uso de tecnologia no processo aumenta em 30% a velocidade da locação”, Luiz Dacal, gerente geral da APSA, responsável pelas filiais do Nordeste.

Outra solução que surgiu no mercado é o Click Alugue, startup com atuação em todo o Brasil. A tecnologia permite que o dono do imóvel ou a própria administradora façam a gestão da propriedade de forma totalmente online, com relatórios semanais sobre anúncios de aluguel e contato com os interessados. Também é possível fazer o controle remoto de todos os processos como cadastro, controle financeiro mensal, emissão e envio automático de boletos. A Click Alugue tem metas ambiciosas, entre elas atingir 20% do mercado de autogestão, ou seja, 1,8 milhão de imóveis. Com a necessidade atual de digitalizar processos, esta meta deve ser atingida ainda mais cedo.

“Em tempos de crise mundial, o movimento DIY (Do It Yourself: Faça Você Mesmo) ganha ainda mais força, devido à imprevisibilidade econômica e financeira. O Click Alugue permite ao proprietário alugar e gerenciar seu imóvel de forma independente, simples e com um custo 10 vezes menor, logo, com a possibilidade de diminuir também o valor final do aluguel pro inquilino. É o verdadeiro ganha-ganha”, alerta Fred Groth, co-founder da startup Click Alugue.

Condomínios – A APSA já enviou uma série de recomendações aos seus clientes para os próximos meses. Entre elas, está evitar reuniões condominiais, procurar atendimento exclusivamente remoto, documentos para pagamentos pelo site ou app da administradora, evitar fazer movimentação de pessoal durante a crise inclusive informações que gerem movimento na folha de pagamentos como alteração de horas extras, comando de feriados etc. A plataforma da empresa permite fazer tudo online. Serviços importantes como consulta aos dados condominiais e financeiros (saldos, extratos, cotas, boletos, prestações de contas, funcionários, documentos – convocações, atas, circulares etc.); acesso aos dados de imóveis e locações (extratos, boletos etc.); boletos de condomínios e locações digitais; 2as vias de boletos de condomínios e locações; envio de documentos para pagamentos de condomínios; consulta aos dados de funcionários; registro de horas extras, etc.

Tinta para pintar casa: o que saber antes de comprar?

Com o aumento de casos de coronavírus no Brasil, muita gente tem ficado em casa para se proteger e evitar a propagação da contaminação. Há também quem resolveu aproveitar o tempo para mudar o visual da casa e renovar a pintura dos ambientes. Mas como escolher a tinta certa?

Antes de comprar, é importante saber direitinho o local em que será feita a aplicação. Isso porque a tinta para casa não deve ser escolhida só para estética e decoração, mas também para proteção. No mercado, há opções de diversos tipos e preços, divididas em categorias premium, standard e econômica. Cada tipo de tinta para casa tem suas características, então é preciso ficar atento na hora da compra para ter certeza se é o tipo que está buscando.

As tintas acrílicas são indicadas para proteção e decoração de superfícies de reboco, concreto, gesso, massa acrílica, massa corrida, texturas e fibrocimento. Os tipos premium e standard são indicados para ambientes externos e internos e a econômica apenas para ambientes internos. É importante destacar também que existem tintas específicas para piso, telhado, madeiras e metais.

Veja algumas dicas da Anjo Tintas para a pintura da casa:

Dica 1: As tintas premium são mais caras, mas possuem maior valor agregado, otimizam tempo de trabalho, a durabilidade é maior que os outros tipos de tinta para casa e dão mais cobertura. Então, se quiser que o trabalho fique pronto mais rápido e o prazo de durabilidade da pintura seja maior (em anos), a sugestão é investir neste tipo. Enquanto isso, as tintas standard têm uma resistência menor porque, apesar de ter a mesma indicação, ela tem menor durabilidade. E a tinta econômica é recomendada apenas para o interior porque não tem propriedades para uma exposição externa, além de sua durabilidade ser mais curta que as outras e normalmente precisar de um número maior de demãos para finalizar a pintura.

Dica 2: Ao decidir o tipo de tinta que será comprado, escolha também a marca da tinta e compre todos os produtos que serão utilizados no processo de pintura desta mesma marca, eliminando o risco de incompatibilidade dos produtos.

Dica 3: Saiba exatamente o espaço que será pintado em metros quadrados e faça o cálculo de quanto produto irá precisar. Compre a quantidade total da tinta para casa de uma só vez, já que tintas de lotes diferentes podem sofrer pequenas alterações na tonalidade, comprometendo o resultado final.

Dica 4: Se escolheu uma tinta para casa premium, tem mais duas decisões a tomar sobre o tipo de acabamento. As tintas premium podem ser divididas em alto rendimento e normal. Além disso, você precisa escolher se prefere o acabamento brilho, semibrilho, acetinado ou fosco. Com estas dicas simples você poderá eliminar alguns problemas que poderiam acontecer por falta de conhecimento sobre os produtos. Por isso, defina seus objetivos, avalie seu orçamento e escolha a tinta para casa que mais se enquadra em seu perfil, assim você já saberá qual resultado esperar.

App Compass é opção para moradores que estão em quarentena nos condomínios residenciais

Desde que a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou o novo coronavírus (Sars-Cov-2) como uma pandemia global, o número de casos aumenta a cada dia em todo o mundo. No Brasil, o número de infectados vêm aumentando, e nesta semana tivemos as primeiras mortes decorrentes do vírus. Com isso, muitas pessoas estão trabalhando em casa. Tendo isso em vista, o aplicativo Compass, disponibilizado nos sistemas iOS e Android , está sendo um aliado aos moradores do Edifício Nomad, no bairro de Moema, em São Paulo.

Com o propósito de ativação de comunidade e também uma forma de integração e facilitação nas relações entre os condôminos, o Compass oferece diversas opções ao disponibilizar uma área de conveniência de ‘Grab and Go’ em parceria do grupo de alimentação saudável do Lucco Fit, onde os moradores podem encontrar refeições prontas e congeladas para consumo. Para comprar algum item, o morador só precisa abrir o aplicativo, selecionar os produtos e efetuar a compra- uma saída para não ter de sair do seu domicílio e não correr o risco de contrair o novo coronavírus.

No pacote de implantação, também é disponibilizado um armário inteligente, locado no térreo, para uso do condomínio, com intuito de facilitar a entrega de encomendas, e-commerce, entre outros. Para a segurança e facilidade dos condôminos, os armários são abertos depois de receberem um Push-Note de aviso pelo aplicativo, gerando um QR Code único para abertura da porta, local onde estará a encomenda. Quando a porta do armário é fechada pelo morador, o sistema já entende automaticamente que a encomenda foi entregue.

Caso haja a necessidade de sair do condomínio para ir ao supermercado ou em uma farmácia, outro serviço agregado para os moradores é o de mobilidade. Através do aplicativo ‘Compass’, é possível realizar uma reserva com antecedência para utilizar um carro, do modelo Jeep Renegade, patinetes elétricos e/ou bicicletas. Todos estes disponibilizados para uso do condomínio e desbloqueados no mesmo aplicativo.

Outra função do ‘Compass’ de muita importância para integrar os moradores é um mural em timeline com conteúdos e avisos do condomínio para serem postados por eles, como por exemplo, avisos de conscientização e prevenção ao novo coronavírus. Com isso, os moradores conseguem se comunicar de forma mais organizada, compartilhando informações gerais e de saúde e comportamento ao condomínio, pois entende-se que grupos em outras redes sociais acabam perdendo a importância pioneira e transformando em um local de discussões de assuntos que divergem o condomínio.

Vale ressaltar que o aplicativo ‘Compass’ utiliza em parceria a nova tecnologia de mobilidade fornecidos pela startup GO, que possui uma tecnologia própria fundamentado no IoT ou ‘internet das coisas’. O funcionamento do mesmo ocorre através de sensores inteligentes, os quais transmitem dados para o aplicativo. “Devido ao cenário que nos encontramos, esperamos que a tecnologia utilizada no aplicativo ‘Compass’ contribua positivamente na prevenção das pessoas que estão isoladas em seus respectivos domicílios”, explica Rafael Castro fundador da GO.

O Compass disponibiliza os serviços para os condomínios residenciais na cidade de São Paulo. “Acreditamos que com nossos serviços, conseguimos transformar, facilitar e melhorar a vida das pessoas dentro dos condomínios. As opções de consumo e alimentação colaboram com as pessoas que estão em casa, assim como o armário inteligente que ajuda os moradores a receberem suas encomendas. A entrada da equipe GO nesse desenvolvimento, foi fundamental para esse novo universo de mobilidade”, explica Daniel Kozuchowicz co-fundador do Compass.

Como um empreendimento se torna um ativo de Fundo Imobiliário

Nas últimas semanas, os investidores têm acompanhado os efeitos da pandemia do Coronavírus no mercado financeiro. O momento pede cautela e ainda que o cenário não seja positivo, é preciso lembrar que em relação aos Fundos Imobiliários, apesar das fortes turbulências, a queda registrada até agora (28,8%, em 2020), é menor do que a alta registrada no ano passado (35,9%, ambos dados são do IFIX).

Enquanto não há previsão de estabilidade econômica, a dica é estudar a fundo cada investimento e pensar no longo prazo. “Não temos como evitar a crise, mas temos como nos preparar para enfrentá-la da melhor maneira possível, nos munindo de informação e conhecendo melhor o terreno onde estamos colocando nosso dinheiro”, enfatiza Diego Siqueira, CEO da TG Core Asset Management.

O fundo ativo da TG Core, o TGAR11, ficou em primeiro lugar na avaliação dos assinantes do Clube FII entre o final do ano passado e o começo de 2020, e mesmo enfrentando forte queda dos Fundos Imobiliários em março, o fundo TG Ativo Real da empresa registrou alta do número de cotistas, somando aproximadamente 17.600 investidores ao final de fevereiro. Tais dados mostram uma boa gestão da equipe da gestora e sinaliza que, apesar da crise, é possível seguir investindo bem seus recursos.

Para aqueles investidores que querem conhecer melhor os FIIs, um dos primeiros passos é entender como um imóvel se torna um ativo de Fundo Imobiliário. O empreendimento passa por um criterioso processo de análise, seleção, auditoria e estruturação. “Na fase de levantamentos de dados, nosso time de analistas realiza um estudo macroeconômico da região, mapeamento da oferta e demanda, estudo dos concorrentes e do mercado e, finalmente, o estudo de viabilidade econômica e financeira do projeto”, explica Diego.

Os dados obtidos nessa pesquisa são apresentados para o comitê de Novos Negócios, que é composto pelos sócios-diretores e analistas da TG Core. “Caso o empreendimento seja aprovado por unanimidade, segue para a fase de formalização e due diligence, que corresponde à auditoria jurídica e estruturação dos contratos da operação. Após isso, o processo termina e o projeto torna-se apto para compor a carteira do TG Ativo Real”, continua o CEO.

Assim, os empreendimentos podem ser tanto imóveis residenciais, quanto galpões e shoppings, por exemplo. O diferencial da TG Core durante a crise atual é que a maioria de seus ativos ficam em cidades de médio porte, que são menos afetadas pela pandemia de Covid-19. “Menos de 10% de nossos investimentos estão em municípios afetados. Com nossos ativos concentrados em regiões voltadas para o agronegócio, a economia local permanece bem ativa, afinal, o abastecimento de alimentação para a população não para”, conclui Diego Siqueira.

Compartilhar informações é fundamental para o desenvolvimento da Construção Civil, diz executiva da Matec Engenharia

“O Brasil tem avançado muito em termos de inovação nos canteiros de obras, mas o fato é que há ainda muito espaço para aprender e desenvolver”. A opinião é da vice-presidente da Matec Engenharia, Marcela Milano, que falará sobre “Racionalização Construtiva: Inovações de engenharia que promovem a transformação do canteiro de obras em centrais de montagem”, durante a Smart.Con – Conferência e Exposição de Tecnologias para o Futuro da Construção, com foco em inovação para os setores de Engenharia, Infraestrutura, Real Estate e Rental, que acontece nos dias 17 e 18 de junho, no São Paulo Expo. 

“Na Matec estamos, há 30 anos, trabalhando com a inovação em nosso DNA. Então, as nossas obras já são feitas utilizando tecnologias que até algumas décadas atrás eram consideradas improváveis”, diz Marcela. “Para nós a distância entre improvável e impossível é muito pequena”. 

De acordo com a executiva, a empresa arrisca, estuda e “vai lá fora ver o que está acontecendo e de que forma podem, junto com todo o mercado, melhorar em termos de produtividade”. Sem o pensamento em rede, essa mudança não é possível. Foi assim quando trouxemos o BIM e é assim hoje, quando temos um processo cada vez mais industrializado, inteligente e ágil”. 

Ainda de acordo com a executiva, é justamente essa mudança de mentalidade e abertura para o novo em toda a cadeia que vai permitir que o setor da construção civil alcance níveis cada vez mais altos em excelência e utilização de toda a tecnologia existente. “Por isso estamos investindo no compartilhamento de informações com nossos parceiros e colaboradores, por exemplo. Contamos o que aprendemos, falamos sobre o que tem dado certo. Queremos que todos, juntos, consigamos mudar a mentalidade atrasada e convencional que não tem mais espaço para se manter no mundo atual”. 

Marcela conlui que “ou a gente entende que precisa de inovação ou a gente fica para trás. Neste sentido a Matec quer estar, junto com nossos colaboradores, parceiros e fornecedores, sempre na frente, protagonizando essas mudanças — mas, além disso, para nós é importante trazer todo o mercado para atuar, conosco, com esse mesmo compromisso.”

MPD recebe certificação GBC Brasil Condomínio para o empreendimento Myrá

O Myrá, maior residencial de luxo da MPD, localizado na região de Alphaville em Barueri, busca o Certificado GBC Condomínio (Green Building Council), principal selo da categoria que certifica empreendimentos que cumprem e atendem rígidos critérios de práticas sustentáveis ambientais e energéticas. Com 25% da obra concluída, o projeto acaba de finalizar a primeira etapa do processo da conquista e recebe o selo da fase de projeto.

Preocupada com o a redução de impacto ao meio ambiente, a MPD que já tem em seu DNA práticas em gestão ambiental e responsabilidade social, se dedica para obter essa certificação séria e respeitada que comprova ao mercado e clientes que o Myrá é uma construção sustentável de excelência e inovação, sempre utilizando as melhores técnicas e soluções em suas obras.

Para conquistar o selo, é necessário que o empreendimento cumpra uma série de pré-requisitos a partir de medidas sustentáveis, que inclusive serão extremamente uteis e benéficas aos futuros moradores. Como maior eficiência nos sistemas de redução de desperdícios de água, energia e durabilidade, que além de diminuir a exploração de recursos naturais, atenuam a necessidade de manutenção do empreendimento e ainda elevam o valor do imóvel no futuro.

Podemos destacar como benefícios sustentáveis do Myrá: equipamentos de ar condicionado das áreas comuns, que deverão ser mais eficientes (selo Procel A); iluminação de LED em toda a área comum, uso de dispositivos hidráulicos e bacias econômicas; reuso de águas pluviais para irrigação dos jardins das áreas comuns; paisagismo com espécies nativas da região, que por estarem adaptadas ao clima local possibilitarão um menor consumo de água; materiais da fachada que reduzirão a temperatura interna das unidades; exaustão mecânica das garagens controlada por sensor de monóxido de carbono, evitando assim, danos à saúde das pessoas; além de ser um mecanismo de conservação de energia, pois garantirá que os ventiladores não precisem funcionar 24 horas.

A conquista do Certificado GBC Condomínio deve acontecer no primeiro semestre de 2021, data em que a MPD finalizará a obra, e finalmente receberá o selo final de edificação sustentável, feito que poucas obras da grande São Paulo possuem.

O Myrá é um projeto da MPD Engenharia com participação da Helbor; projeto arquitetônico da LE Arquitetos; decoração do conceituado escritório Quitete e Faria e paisagismo de Benedito Abbud.

MRV acelera expansão da atuação de sua plataforma de vendas digital

A MRV acaba de anunciar a expansão da atuação de sua plataforma de vendas digital, que possibilita que o cliente realize a jornada de compra de um apartamento sem sair de casa. Lançada em janeiro e disponibilizada, a princípio, para clientes de Belo Horizonte, a ferramenta já está no ar para ajudar as pessoas no processo de compra de unidades habitacionais nas mais de 160 cidades de atuação da empresa.

Segundo Eduardo Barretto, diretor executivo Comercial da companhia, a expansão da atuação da plataforma já estava prevista para ocorrer ao longo dos próximos meses, mas com as medidas preventivas adotas devido ao COVID-19, como evitar a aglomeração e as saídas de casa, a MRV resolveu antecipar o processo. “Com isso, consumidores dos 22 estados, além do Distrito Federal, em que temos atuação poderão realizar a compra de um apartamento remotamente.

Desde a escolha do condomínio e da unidade, passando pelo envio da documentação, simulação e envio da documentação para análise de crédito, negociação da proposta e assinatura do contrato digital. Tudo isso, acompanhado, também remotamente, por nosso time de corretores”, conta o executivo, que ressalta que “contatos via site mrv.com.br e pelo número de WhatsApp (31) 9900-9000, serão encaminhados para a plataforma”.

Barretto lembra ainda que os clientes podem fazer um tour virtual por todas as unidades à venda pela empresa, além de contarem com planta isométrica do imóvel.Viviane Sieiro, gestora executiva comercial e crédito imobiliário da MRV, explica que, para os consumidores que iniciarem o processo de compra de um apartamento e tiverem dificuldade de enviar a documentação digitalmente, a construtora está propondo a busca das documentações necessárias em suas residências.

Os corretores também estão treinados para realizarem atendimentos nas casas dos clientes, com toda segurança. Esses profissionais contarão inclusive com kits de prevenção, com álcool-gel.Já para as pessoas que desejarem ou precisarem ir a uma das lojas MRV, a empresa está liberando vouchers da Uber, visando assim oferecer transporte individualizado.

É importante agendar o atendimento para evitar a aglomeração de pessoas. Além disso, estes espaços comerciais contam com uma estrutura preparada para atendê-los com segurança, como: disponibilização de álcool-gel, equipes especializadas em higienização de ambiente, atendimento individualizado e escala de plantão das equipes. Colaboradores do grupo de risco estão em trabalho remoto.

Os clientes devem se atentar apenas se em suas cidades os plantões de vendas estão funcionando, pois a MRV está seguindo as determinações de cada município.“Entendemos que este é um momento de união e consciência coletiva. Nós, da MRV, buscamos colocar nossos clientes e seu sonho de um novo lar em primeiro lugar

Neste momento, estamos ainda mais atentos à saúde e bem-estar de cada um. Por isso, reforçamos nossos canais digitais e orientamos nossos corretores para atender com conforto, segurança e agilidade”, fala a gestora.Outras medidasEscritórios e obras da MRV também passam por mudanças na rotina para proteger funcionários, comunidades vizinhas, parceiros, fornecedores e clientes.

Um comitê foi formado e seus membros, executivos da MRV, se reúnem diariamente para avaliar as novas diretrizes e as medidas preventivas necessárias.

Atualmente, entre as ações realizadas nas obras, estão a presença de uma equipe de saúde monitorando a temperatura e sintomas gripais na entrada e saída do trabalho dos colaboradores, além da higienização diferenciada dos ambientes.

Já nos escritórios, foi limitado a visita de fornecedores e parceiros, suspensão das viagens e adotado trabalho remoto para os colaboradores, principalmente os que estão no grupo de risco, entre outras medidas.

Startup oferece visitas a imóveis por videochamadas durante crise de Coronavírus

Digitalizar processos imobiliários é a principal proposta da RuaDois, startup que atua há mais de um ano com o objetivo de impulsionar a transformação digital do mercado de aluguéis. Com a atual situação de isolamento social devida à pandemia da COVID-19, algumas atividades como alugar e visitar imóveis têm sido prejudicadas. Quem tem contratos atuais prestes a vencer ou precisa encontrar um novo lar com rapidez, por um motivo ou outro, está tendo dificuldade de encontrar alternativas para o problema que resguardem a saúde pública e individual. 

Pensando nisso, a RuaDois apresenta uma solução para quem precisa continuar na busca: as visitas guiadasonline por meio de videochamadas. A demanda por esse formato, que sempre foi uma opção para demonstrar os imóveis, tem crescido durante a pandemia porque mantém locatários e hosts – serviço que pode ser prestado pela RuaDois ou funcionários das próprias imobiliárias – em segurança, a fim de evitar possíveis contaminações.

Todo o processo é intermediado pela startup, que traz a tecnologia como aliada e garante que as imobiliárias de todo o País prossigam com suas operações protegendo a saúde da população. Além disso, a RuaDois liberouhome office para todos os seus funcionários. E para os hosts, que prestam serviço para a startup como autônomos de aplicativo – da mesma forma que motoristas da Uber e entregadores do iFood -, estar disponível para apresentar os imóveis fica a critério de cada um. Com as videochamadas, eles conseguem continuar trabalhando. 

Mantendo as visitas agendadas, os hosts poderão apresentar os imóveis sem a necessidade de ter contato físico com as imobiliárias e com os locatários. Essa adaptação de processos se mostrou necessária devido ao cenário atual e, por isso, as videochamadas são flexíveis e funcionam de acordo com o que for combinado diretamente entre o interessado e o host

Outro grande empecilho resolvido pela startup está relacionado aos contatos recebidos pelo telefone comercial das imobiliárias. A plataforma da RuaDois está viabilizando para seus clientes e equipes, um serviço de transferência automática de ligações para uma linha digital. Assim, os funcionários em home office atendem as chamadas destinadas para as lojas no próprio computador. Com isso, além de ajudar as duas pontas envolvidas no processo, a startup também auxilia as imobiliárias oferecendo maior digitalização e tecnologia com processos que continuarão úteis mesmo depois que a crise passar. 

Caso o locatário se interesse e queira alugar ou comprar o imóvel, até mesmo análise de crédito rápida e sem fiador e a assinatura de contrato podem ser feitas digitalmente pela RuaDois. Assim, ambas as partes garantem um negócio com segurança e fechado de forma 100% digital. 


Plataforma pretende resolver os problemas entre locatário e proprietário e projeta faturar 8 milhões de reais

Em três anos de atuação, a Fix mudou o panorama dos serviços de manutenção doméstica. A startup facilitou a solicitação desses serviços e colocou-os à disposição de profissionais que fazem desde a montagem de móveis e marcenaria, até serviços de instalação elétrica e pintura. A inovação tecnológica da empresa auxilia não só a vida de prestadores de serviço e clientes, mas também de inquilinos e proprietários, assim como das imobiliárias. 

Com um modelo de negócios único, o alto nível de exposição no mercado rendeu ótimos frutos a empresa, que começou com a ideia de ser um “Uber dos serviços”. Hoje, além de atender clientes finais, o foco é ajudar inquilinos e proprietários no processo de realizar serviços em casa, revolucionando o mercado imobiliário. O produto da Fix é pioneiro no setor: agrega valor aos serviços da imobiliária, trazendo tecnologia e eficiência ao seu processo de manutenção e consertos de imóveis, e consequentemente melhorando a satisfação dos seus clientes. 

Para isso, a empresa utiliza do modelo ganha-ganha, ou seja, a Fix não cobra pela parceria e cada imobiliária é remunerada por cada serviço que entrega para os prestadores, auxiliando assim no propósito de transformar a vida dos profissionais da construção civil entregando mais serviços a eles. Com mais de 25 mil clientes cadastrados, 21 mil serviços solicitados e um novo modelo de negócio atuante, a startup projeta um faturamento de 8 milhões de reais para 2020 além de 120 imobiliárias parceiras. 

A startup aposta em um mercado em franca expansão. Segundo pesquisa feita pelo Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), o aumento de imóveis alugados alcançou alta acumulada de 23,51% entre janeiro e agosto de 2019. 

“Além da tendência de crescimento do mercado, a Fix ajuda as imobiliárias a reter os seus clientes e contribui para a captação de novos proprietários que antes não deixavam seus imóveis com imobiliárias, pois não tinham este serviço de preservação do patrimônio e manutenções”, afirma Eduardo Basile Quadrado, CEO e fundador da marca.